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Israel’s Ben-Gvir publishes video taunting detained flotilla activists | Gaza
Não resta dúvidas do fundamento ético do regime israelita.
Fábrica de conformistas: como a universidade trocou o pensamento pelo mercado
expresso.ptMúsica oficial de apoio à Seleção Nacional de Futebol no Mundial 2026 junta Sam The Kid,Bispo,Gson,Papillon e Sir Scratch
rtp.ptProfessores ou recursos humanos? O ReCAP e a managerialização da profissão docente | Opinião
O texto do professor Teodoro está muito bom. Sugiro a leitura.
A terrorist attack took place at the Islamic Center of San Diego, California, two men with guns entered the mosque and started shooting. At least two people are dead and multiple people are injured
Montenegro faz "balanço todos os dias" e garante: "País está melhor"
Este discurso, para mim, ecoa: "O país está melhor, se vocês não o sentem a culpa é vossa".
Revisão curricular e organizacional anunciada
diariodarepublica.ptJeff Bezos says, the only viable use of his wealth he sees is space travel. Not ending poverty. Not ending global hunger. No curing cancer. But space travel. Fo billionaires have consciousness or empathy?
‘Children shot, stabbed and pepper-sprayed in occupied West Bank’, UNICEF says
‘Children shot, stabbed and pepper-sprayed in occupied West Bank’, UNICEF says
Israeli soldiers use tear gas to Palestinians protesting during the raid in Nablus city of West Bank, Palestine on May 3, 2026. [Nedal Eshtayah – Anadolu Agency.
Israeli forces and armed Jewish settlers are carrying out increasingly coordinated attacks on Palestinian children across the occupied West Bank, with documented incidents including shootings, stabbings, beatings and the use of pepper spray, the UN’s children’s agency has said.
Speaking to reporters in Geneva on Tuesday, UNICEF spokesperson James Elder said: “We’re seeing attacks become increasingly coordinated. Documented incidents include children shot, stabbed, children beaten and children pepper-sprayed.”
At least 70 Palestinian children have been killed in the occupied West Bank since January 2025 — an average of one a week — and a further 850 have been injured, the vast majority by live Israeli ammunition, according to UNICEF figures.
The agency said March 2026 had recorded the highest number of Palestinians injured by settler attacks in the past 20 years. “All this comes amid historic levels of settler attacks,” Elder said.
Vereadora do Chega renuncia ao mandato na Câmara de São Vicente
No texto agora publicado, Helena Freitas deixa duras críticas ao ambiente político vivido dentro da autarquia, falando em falta de “transparência”, “verdade” e “legalidade”, além de denunciar alegadas práticas de “medo e chantagem”.
A luta semântica
No próximo sábado, 16 de Maio, vai realizar-se uma Manifestação Nacional de Professores e Educadores, convocada pela Fenprof. Entre os motivos que justificam esta iniciativa, a maior federação nacional de docentes afirma que “estão em causa a possível eliminação do corpo especial da carreira, a substituição dos atuais quadros de escola e de agrupamento por mapas de pessoal e a criação de novos procedimentos concursais que põem em risco os atuais concursos nacionais”, em comunicado do passado dia 5 de Maio. Reforçando esta mensagem foi divulgada uma apresentação em modo de perguntas e respostas, na qual se especificam as razões da desconfiança em relação às propostas ministeriais.
Como réplica, depois de um comunicado anterior a tentar contrariar o que seria a desinformação a circular sobre o processo negocial relativo ao Estatuto da Carreira Docente, o Ministério da Educação enviou uma carta a todos os docentes a clamar pela pureza e boa-fé das suas propostas. Afirma que a “carreira docente é e continuará a ser uma carreira especial, com um Estatuto (…) próprio e regras próprias que a distinguem das restantes carreiras da Administração Pública”. Acrescenta que “o recrutamento e colocação de professores vão continuar a ter como base procedimentos nacionais e centralizados (…) e sempre sob a tutela da área governativa da Educação”.
Esta resposta, que é envolvida numa retórica bastante amigável, termina com uma comovente manifestação de confiança, que se pretende mútua: “confio em si para continuar a melhorar a vida de milhares de crianças e jovens. E garanto-lhe que pode confiar em mim para o ajudar nessa nobre missão”.
Qual o problema? A semântica. Desde logo porque a classe docente ainda é, de acordo com o seu Estatuto, um “corpo especial” não uma carreira especial. É apenas um detalhe terminológico? Então porque não se mantém a presente designação que está no artigo 34.º da versão em vigor do ECD?
A mesma coisa acerca dos “procedimentos nacionais e centralizados (…) sob a tutela governativa da Educação”. São demasiadas palavras que diluem o sentido de algo que poderia ter uma formulação muito mais simples, como “concurso nacional centralizado”. O plural dos “procedimentos” levanta reservas, porque até pode abrir caminho para várias “centralidades”.
Por outro lado, é curioso que na carta se ignore uma questão que até acharia menos problemática, a dos “mapas de pessoal”, porque sempre achei que por essa designação se entenderia a lista de funcionários em exercício num organismo do Estado, fossem do seu quadro ou com outra origem (por exemplo, mobilidade interna). Perante as reservas levantadas por várias organizações sindicais, é estranho que não se tenha querido esclarecer de forma cabal que “mapas de pessoal” são uma coisa e “quadros de agrupamento/escola” são outra e que não são alternativos, mas diferentes formas de organizar, em termos administrativos e não de vínculo, o pessoal docente.
O ministro pede que confiemos nele. Infelizmente, esse comboio já caiu do penhasco há muito tempo. E foi empurrado por gente que, antes ou depois, também garantiu que tudo não passava de detalhes semânticos.
4ª Feira – O Meu Quintal
Lida com um pouco de atenção, a carta do MECI revela mais sobre o futuro do que desejaria. Não sobre o meu futuro, porque a docentes como eu, a actual equipa ministerial nada tem a dizer por múltiplas razões. Parece que herdou a acrimónia dos antecessores. Diz que “mais de 88.000 docentes registaram progressões” na sequência da recuperação do tempo de serviço congelado”, mas eu gostava de conhecer os detalhes de tal afirmação e de quanto serão os docentes a recuperar integralmente o tempo perdido. Serão muito menos de 88.000 e parece-me falta de honestidade intelectual admiti-lo, assim como o facto de pouco ou nada se ralar com isso. A dívida não é deste ministro, mas a propaganda é.
Quanto ao resto, atente-se nesta passagem e no que está sublinhado:
>isto é o que já fizemos. Há mais que ainda vamos fazer. Assumi publicamente o compromisso de eliminar as quotas no acesso aos 5.º e 7.º escalões, tal como me comprometi a atualizar em alta os primeiros escalões remuneratórios. Isso e muito mais concretizaremos em próximas reuniões negociais da revisão do ECD.
Parece uma promessa muito interessante. No curto prazo. A quem entra na carreira ou vai entrar até às calendas quando o novo ECD entrar em vigor. Mesmo se já, por via do IRS Zero tenhamos pessoal com vinte e poucos anos de idade a ganhar o mesmo do que gente com muito mais de vinte anos de serviço. Deve ser esta a “justiça e equidade” de que se fala. Era necessário “atrair” novos docentes? Sim, mas não havia necessidade de, de certo modo, humilhar os menos novos.
Para além disso, ao prometer a actualização “em alta” dos primeiros escalões, deixa no vazio o resto da carreira. Ou seja, até pode prometer uma boa meia dúzia, quiçá dezena, de anos “em alta”, pelo menos por agora. Mas, deixa aberta a possibilidade de mais nenhumescação ser actualizado, muito menos em alta. O que significa um desejo antigo de muita gente “liberal” que é o aplainamento da carreira, o corte das suas perspetivas de progressão. Com ou sem “quotas”, a carreira docente será marcada por progressões mais lentas e menos significativas. É a evidente consequência do que ali está afirmado. Desse modo, nem serão necessários estrangulamentos na progressão, porque essa será feita a passo de caracol e a saltinho de gafanhoto manco das duas patas traseiras.
Honra seja feita ao MECI: não está a mentir, apenas está a deixar uma boa parte da verdade de fora. Infelizmente, há quem tenha vistas curtas, só veja o presente e o futuro que se lixe. O problema é que podem ser os lixados, tanto ou mais quanto aqueles que, em outros tempos, acreditaram num futuro que não foi nada do prometido. E ainda falam em “confiança”?
Trump demands Obama be 'incarcerated' and tried for treason
E conseguimos assistir, à distância, ao modo como os EUA continuam a desvalorizar qualquer necessidade de decoro e - pelo menos aparência de - respeito pelos valores, estruturas e dinâmicas democráticas...