r/HistoryOfAustria

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Noreia Fund Bedeutung

Was würde es bedeuten, wenn am Zollfeld tatsächlich die verschollene Stadt Noreia entdeckt werden würde? Welche Auswirkungen hätte ein solcher Fund auf das Zollfeld und auf Mittelkärnten? Wie groß wäre die historische, archäologische, touristische und wirtschaftliche Bedeutung einer solchen Entdeckung einzuschätzen? Kann das jemand einschätzen?

https://kaernten.orf.at/stories/3367030/

u/ExcellentSpace9790 — 3 days ago
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Os filhos do imperador Carlos I e da imperatriz Zita da Áustria no parque da Villa Quinta do Monte, Madeira (7 de maio de 1922)

Retrato de grupo dos filhos do imperador Carlos I da Áustria e da imperatriz Zita de Bourbon-Parma, realizado no parque da Villa Quinta do Monte, em Monte, Funchal, na Madeira. A família imperial encontrava-se então exilada na Madeira, para onde Carlos e Zita tinham sido enviados após o fracasso das tentativas de restauração da monarquia húngara. A família instalou-se na Villa Quinta do Monte em fevereiro de 1922.

Na fotografia aparecem, da esquerda para a direita, Carlos Luís, Félix, Rodolfo e Carlota, na primeira fila, e Otão, Roberto e Adelaide, na fila de trás. Otão, o filho mais velho, viria a tornar-se chefe da Casa de Habsburgo-Lorena após a morte do pai.

A fotografia é particularmente interessante porque documenta os últimos meses da família imperial em Madeira. Carlos I morreu na Villa Quinta do Monte em 1 de abril de 1922, apenas algumas semanas depois desta fotografia. A família deixou a Madeira em maio desse ano.

Fotógrafo: Gebrüder Schuhmann

Fonte: Österreichische Nationalbibliothek (Biblioteca Nacional Austríaca)

u/history990 — 5 days ago
▲ 38 r/HistoryOfAustria+1 crossposts

Zita of Habsburg with her children at the funeral of former Emperor Charles I of Austria in front of the entrance of the Church of Nossa Senhora do Monte, Madeira, Portugal. (5 April 1922)

Source:Austrian National Library (Österreichische Nationalbibliothek)

u/history990 — 4 days ago
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Tampa do túmulo da imperatriz D. Leonor de Portugal, em mármore, da autoria de Niclas Gerhart van Leyden, na parede do coro da Igreja Paroquial e Colegial da Santíssima Trindade do Neukloster

A imperatriz D. Leonor de Portugal (1434–1467) era filha do rei D. Duarte I de Portugal e de D. Leonor de Aragão e em 1452, casou-se com o imperador Frederico III do Sacro Império Romano-Germânico. Foi mãe do imperador Maximiliano I e desempenhou um importante papel nas relações dinásticas entre Portugal e o Sacro Império. Morreu em 1467 e foi sepultada no Neukloster, em Wiener Neustadt, na Áustria.

Fonte: Österreichische Nationalbibliothek (Biblioteca Nacional Austríaca)

u/history990 — 5 days ago
▲ 14 r/HistoryOfAustria+2 crossposts

Looking for my grandfather from France who did Pflichtarbeitsdienst in Niederösterreich

Hello historian friends,

I'm currently around Wien. Are there any records or lists of people who were conscripted? He has been taken from Toulouse to work around Wien, but I don't even know the exact date, is there any chance at all that I’ll be able to track him down?

Edit: we know now that he was enrolled in a weapon factory with many other French and people from USSR (mostly Ukrainian) in 1943.

Thanks a lot

reddit.com
u/DiscombobulatedPut26 — 10 days ago
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Rainha D. Maria Ana de Aústria

Na história portuguesa, o papel das rainhas consortes, com algumas exceções, é pouco conhecido. De maneira a mudar este cenário, trouxe aqui um artigo sobre a Rainha Maria Ana da Áustria, esposa de D. João V.

D. Maria Ana nasceu na poderosa e nobilíssima Casa de Habsburgo do Sacro Império Romano-Germânico, sendo filha do Imperador Leopoldo I e da sua terceira esposa, Leonor Madalena de Neuburgo, no ano de 1683.

O seu casamento com D. João V insere-se sobretudo no contexto da Guerra da Sucessão Espanhola. A Guerra da Sucessão Espanhola teve origem na crise sucessória provocada pela morte de Carlos II de Espanha, em 1 de novembro de 1700, sem descendência e sem deixar herdeiro direto. No seu testamento, Carlos II designou como sucessor Filipe, duque de Anjou e neto de Luís XIV de França, que subiu ao trono como Filipe V. A possibilidade de uma união dinástica entre as coroas francesa e espanhola suscitou, contudo, a oposição de várias potências europeias, que temiam uma alteração do equilíbrio de poderes no continente.

A Casa de Habsburgo apresentou então a candidatura do arquiduque Carlos, filho do imperador Leopoldo I, à sucessão da Monarquia Hispânica, dando origem a uma disputa que rapidamente ultrapassou a questão dinástica e se transformou num conflito internacional. Portugal procurou inicialmente manter uma posição favorável a Filipe V, reconhecendo-o como sucessor de Carlos II em 1701 e aproximando-se de França e Espanha. Porém, a evolução da conjuntura diplomática levou D. Pedro II a alterar a sua posição: em 1703, Portugal aderiu à Grande Aliança, formada pela Inglaterra, pelas Províncias Unidas e pela Casa de Áustria, passando a apoiar a candidatura do arquiduque Carlos.

Em 1708, D. Maria Ana de Áustria casa com D. João V por procuração e chega a Portugal em outubro desse mesmo ano. Maria Ana é descrita como uma mulher bela, religiosa, culta e que sabe falar várias línguas: alemão, castelhano, latim, italiano e francês, bem como interessava-se pela música, tocando vários instrumentos, incluindo cravo. Também dançava e caçava.

D. Maria Ana de Áustria, quando chegou a Portugal, notou a diferença entre a grande corte vienense, composta por grandes músicos e teatros, especialmente de influência italiana, e a corte portuguesa, onde existia uma maior separação entre homens e mulheres. Com a chegada da rainha, e ao longo dos anos, este cenário foi mudando, verificando-se uma diminuição dessa segregação e uma maior abertura da sociabilidade cortesã.

A ópera italiana passou também a assumir uma maior importância, ao contrário do que acontecia anteriormente, quando predominava uma influência espanhola . Maria Ana promoveu ainda a música, a dança e o canto, contribuindo para esta transformação da vida cultural e social da corte portuguesa.

A rainha foi uma grande mecenas na área da música, bem como na religião. Considerada religiosa, a rainha, em 1723, fundou, à sua custa, um hospício destinado aos Carmelitas Descalços Alemães, cuja presença em Portugal se relacionava também com a existência de uma comunidade de língua alemã. A iniciativa revela simultaneamente uma dimensão religiosa, caritativa e identitária: a rainha procurava assegurar assistência espiritual aos seus compatriotas e, ao mesmo tempo, consolidava uma presença institucional associada à sua própria origem dinástica.

Em 1752, dotou o Hospício de São João Nepomuceno com rendas e alfaias e determinou que aí fosse sepultada.

A rainha tinha uma preferência por outros espaços, como Belém e Salvaterra de Magos, onde estes locais não eram apenas residências alternativas: estavam associados a práticas específicas da sociabilidade régia, como a caça, a dança, a música e as celebrações festivas. Deste modo, a intervenção da rainha ajudou a transformar a própria relação entre a corte e o território envolvente de Lisboa.

Nos anos de 1740, com o agravamento da doença do seu marido, D. Maria Ana assumiu a regência. D. João V morreu em 1750, sendo sucedido pelo seu filho, D. José I. A partir desse momento, Maria Ana deixou de ser rainha consorte e passou a ser rainha-mãe. No entanto, isso não significou o fim da sua influência na corte, continuando a ter um papel importante durante o reinado do seu filho.

A continuidade torna-se particularmente evidente nos teatros régios. Quando D. José ascendeu ao trono, em 1750, a tradição cultural que Maria Ana havia ajudado a estabelecer não desapareceu. Pelo contrário, nos anos seguintes foram construídos vários teatros régios, incluindo o Teatro da Ribeira, o grande teatro posteriormente conhecido como Real Ópera do Tejo, o Teatro de Salvaterra de Magos e um teatro destinado à commedia dell'arte em Belém. Maria Ana, já como rainha-mãe, acompanhou o processo e assistiu à chegada a Lisboa, em 1752, de Giovan Carlo Sicinio Galli Bibiena, arquitecto bolonhês responsável por alguns desses projectos.

D. João V nunca foi fiel à sua esposa, tendo várias amantes e filhos bastardos. No entanto, apesar da sua vida extraconjugal, o casal cumpriu o seu dever dinástico e assegurou a sucessão, tendo seis filhos, três dos quais viriam a ocupar tronos europeus:

-D. Maria Bárbara de Bragança (1711–1758)

Casou com D. Fernando VI de Espanha (1713–1759), em 1729. Tornou-se rainha de Espanha.

-D. Pedro de Bragança (1712–1714)

Morreu aos dois anos

-D. José I (1714–1777)

Casou com D. Mariana Vitória de Bourbon (1718–1781), em 1729. Tornou-se rei de Portugal.

-D. Carlos de Bragança (1716–1730)

Morreu aos 13 anos.

-D. Pedro III (1717–1786)

Casou com D. Maria I de Portugal, sua sobrinha, em 1760. Tornou-se posteriormente rei-consorte de Portugal.

-D. Alexandre de Bragança (1723–1728)

Morreu aos quatro anos.

D. Maria Ana morreu a 14 de agosto de 1754, aos 70 anos, no Paço da Ribeira, em Lisboa. Por sua vontade, o seu coração foi enviado para Viena, onde foi colocado na cripta dos Habsburgos, mantendo assim uma ligação simbólica à sua família e à sua origem dinástica. O seu corpo permaneceu em Portugal e, durante o reinado da sua neta, D. Maria I, foi trasladado para o Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa,

Fontes:

León Sanz, V. (2009). Una Habsburgo en el Portugal de los Braganza: El matrimonio de Juan V con la archiduquesa María Ana de Austria. In J. Martínez Millán & M. P. Marçal Lourenço (Coords.), Las relaciones discretas entre las Monarquías Hispana y Portuguesa: Las Casas de las Reinas (siglos XV–XIX) (Vol. 1, pp. 395–416). Ediciones Polifemo.

Morilleau de Oliveira, M. (2011). As mulheres da família real portuguesa e a música: Estudo preliminar de 1640 a 1754 [Dissertação de mestrado, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa]. Repositório da Universidade NOVA de Lisboa.

Raggi, G. (2017). The Queen of Portugal Maria Anna of Austria and the Royal Opera Theaters by Giovan Carlo Sicinio Galli Bibiena. Music in Art, 42(1–2), 121–140.

Raggi, G. (2018). A cidade do rei e os teatros da rainha: (Re)imaginando Lisboa ocidental e a Real Ópera do Tejo. Cadernos do Arquivo Municipal, 2(9), 97–124. https://doi.org/10.48751/CAM-2018-9172

Sucena, E. (2006–2007). D. Maria Ana de Áustria: A rainha desaparecida. Arqueologia e História, 58–59, 183–190.

u/history990 — 11 days ago
▲ 0 r/HistoryOfAustria+1 crossposts

Why is Mateschitz jr. dating Victoria Swarovski ?

We all know she (Victoria) cheated on her long time husband with mark mateschitz , the moment Dietrich Mateschitz died & mark inherited all the fortune.
Their divorce wasn’t even finalised when she shared how she was dating the redbull hier.

Like , that’s called a cheater … 🫪

Didi was a very private man with class & taste , & if he was alive he would’ve hated her …

They both are the epitome of Jeff bezos & Lauren Sanchez .
Truly, never liked Victoria , creepy , thousands of work done on face & body , & Eurovision contest was just a joke …

This is my real question to all reading , why do even the most successful men date literal dumb & tacky women ? ?

While, I see smart women with great degrees & profession , usually single ???

u/tooprivatetoknow — 11 days ago

A question about a particular Austrian president

Hi all, I tried posting this in r/askhistorians but they tend to delete posts, but this question is more for Austrians themselves than the average historian.

I’ve been studying the end of the Habsburg Empire and the early republics that formed after the dissolution.
. How is Karl Renner perceived today? He was a vehement antisemite who supported the Anschluss, but he also formed the Austrian republics. Is he regarded as a heroic/great figure in modern Austria or is his legacy greatly tarnished by his relationship with the Nazis?

Any books on him and figures such as him would be appreciated as well if anyone has recommendations. Admittedly, I only speak English - we don’t really teach languages here, but I am learning German.

reddit.com
u/Ill_Needleworker2447 — 12 days ago
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Ein ganzes Dorf in Niederösterreich wurde einfach von der Landkarte gelöscht

Mitten im Waldviertel lag einmal die Gemeinde Döllersheim. Heute stehen dort nur noch Ruinen.
https://noe-aktuell.at/doellersheim-im-waldviertel/
1938 entschied das NS-Regime, das Gebiet für einen Truppenübungsplatz zu nutzen. Rund 7.000 Menschen aus insgesamt 42 Dörfern mussten ihre Heimat verlassen. Viele bekamen nie eine angemessene Entschädigung. Das Gebiet ist bis heute größtenteils militärisches Sperrgebiet.
Ich finde es schon erschreckend, dass so ein Ort mit Schule, Kirche und hunderten Familien einfach verschwinden konnte und heute nur noch wenige Menschen davon gehört haben.
Kanntet ihr die Geschichte von Döllersheim?

u/Turtle456 — 13 days ago