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Mais emprego, menos desempregados e 1,15 milhões em teletrabalho: o retrato do mercado laboral português
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Mais emprego, menos desempregados e 1,15 milhões em teletrabalho: o retrato do mercado laboral português

O mercado de trabalho português atingiu novos máximos no segundo trimestre de 2026, com a população ativa a ultrapassar pela primeira vez os 5,7 milhões de pessoas e o emprego a aproximar-se dos 5,4 milhões. Ao mesmo tempo, os dados mostram uma forte permanência no emprego: 1,39 milhões de profissionais, ou 25,7% do total, estão há mais de 20 anos no mesmo emprego, o equivalente a um em cada quatro trabalhadores.

Os dados constam dos 50 principais destaques do mercado de trabalho português relativos ao segundo trimestre de 2026, divulgados esta quarta-feira, 19 de agosto, pela Randstad Research, com base nos resultados do Inquérito ao Emprego do Instituto Nacional de Estatística (INE). O retrato traçado aponta para um mercado de trabalho resiliente, com mais emprego, menos desemprego e recuperação do teletrabalho, embora persistam desafios relacionados com as qualificações, o desemprego jovem e a formação dos trabalhadores.

Um em cada quatro trabalhadores tem mais de 20 anos de antiguidade

Um dos principais destaques do trimestre está relacionado com a antiguidade no emprego. 1,39 milhões de profissionais têm mais de 20 anos de permanência no emprego atual, o que representa 25,7% da população empregada.

A evolução deste indicador mostra, contudo, uma mudança de tendência. A proporção de trabalhadores com uma antiguidade tão elevada vinha a aumentar até ao período anterior à pandemia de covid-19. A partir de 2020, iniciou uma trajetória descendente, que agora parece ter estabilizado.

Para Isabel Roseiro, diretora de Marketing da Randstad, este dado constitui um dos sinais mais relevantes da evolução recente do mercado laboral. “Os dados do segundo trimestre de 2026 revelam um mercado de trabalho muito resiliente, que alcançou recordes históricos na população ativa. É particularmente interessante o nosso novo destaque: o facto de 1 em cada 4 profissionais estar há mais de 20 anos na mesma empresa”, afirma.

A responsável considera que esta permanência prolongada reflete “sinais de estabilidade”, associados tanto à experiência acumulada como à capacidade de adaptação dos profissionais. O desafio, acrescenta, passa agora por assegurar que essa experiência acompanha a transformação das empresas, através de uma aposta contínua na formação.

População ativa ultrapassa pela primeira vez os 5,7 milhões

O número de pessoas disponíveis para trabalhar também atingiu um máximo histórico. Durante o segundo trimestre de 2026, a população ativa aumentou 53,5 mil pessoas, permitindo a Portugal ultrapassar, pela primeira vez, a barreira dos 5,7 milhões de ativos.

Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 2,2%. O aumento da população ativa acompanha a evolução positiva do emprego e contribui para explicar a dimensão dos valores registados no mercado de trabalho.

O número de pessoas empregadas aumentou, por sua vez, em 99 mil no segundo trimestre, aproximando-se dos 5,4 milhões de profissionais. A taxa de emprego fixou-se nos 58,3%.

A estabilidade contratual continua a representar a situação predominante entre os trabalhadores por conta de outrem. Dos 4,57 milhões de profissionais nesta situação, 85,5% têm contratos sem termo, enquanto os trabalhadores com contratos a termo representam 14,5%.

Quase três em cada dez trabalhadores têm baixas qualificações

Apesar do crescimento do emprego, a análise da estrutura das qualificações evidencia um problema que permanece no mercado laboral português.

29% das pessoas empregadas em Portugal têm um baixo nível de qualificação, definido neste estudo como, no máximo, o ensino secundário obrigatório. Segundo os dados apresentados pela Randstad Research, esta proporção corresponde ao dobro da média registada na União Europeia.

No extremo oposto, 36,1% dos profissionais empregados concluíram o ensino superior. Este grupo apresenta também uma taxa de emprego significativamente elevada, de 81,3%.

Os números colocam em evidência a importância da formação e da atualização das competências dos trabalhadores, sobretudo num contexto de transformação das necessidades das empresas.

Desemprego diminui 8,7% num ano

O número de desempregados também recuou durante o segundo trimestre. Face aos primeiros três meses do ano, houve uma redução de 45,5 mil pessoas, para um total de 300,8 mil desempregados.

Em termos homólogos, a descida foi de 8,7%, enquanto a taxa de desemprego ficou nos 5,3%.

Apesar da evolução favorável, alguns grupos continuam a apresentar indicadores bastante acima da média nacional. É o caso dos jovens entre os 16 e os 24 anos, cuja taxa de desemprego caiu para 18,3%, ainda cerca de três vezes acima da taxa nacional.

Também o desemprego de longa duração continua a representar uma parcela significativa do total. 40,2% dos desempregados procuram trabalho há mais de um ano, sinal de que a redução global do desemprego não elimina as dificuldades de reintegração enfrentadas por uma parte considerável dos candidatos.

Teletrabalho volta a crescer e já abrange 1,15 milhões de profissionais

Depois da redução registada no início do ano, o teletrabalho voltou a ganhar terreno durante o segundo trimestre de 2026.

O número de profissionais abrangidos por este regime aumentou em 33,1 mil pessoas, alcançando cerca de 1,15 milhões de trabalhadores. Este universo corresponde a 21,3% da população empregada.

O modelo híbrido, que combina trabalho presencial com trabalho a partir de casa, continua a ser a modalidade dominante. 40,8% dos trabalhadores em teletrabalho optam por este regime misto, reforçando a sua posição como principal forma de organização do trabalho à distância.

A distribuição geográfica, contudo, não é uniforme. Apenas a Península de Setúbal e a Grande Lisboa apresentam valores de teletrabalho superiores à média nacional.

Empresas continuam a ser criadas a um ritmo superior às dissoluções

A dinâmica empresarial também manteve a trajetória positiva iniciada no ano anterior. Durante junho de 2026, foram constituídas 3.639 empresas, enquanto 793 entidades foram dissolvidas.

A diferença entre os dois valores demonstra que a criação de novas empresas continua a superar de forma significativa o número de dissoluções, contribuindo para a manutenção de uma evolução positiva do tecido empresarial português.

Emprego nas administrações públicas supera os 768 mil

O emprego público também registou um crescimento no período em análise. No segundo trimestre de 2026, as administrações públicas empregavam mais de 768 mil profissionais, um aumento de 7.650 pessoas, ou 1%, face ao mesmo período de 2025.

A administração central concentra 75,3% do emprego público. No que diz respeito às categorias profissionais, o maior grupo é constituído por assistentes operacionais, operários e auxiliares.

As áreas da saúde e da educação assumem igualmente um peso particularmente elevado. 37,2% de todo o emprego público está concentrado nestes dois setores, considerados áreas essenciais da prestação de serviços públicos.

Um mercado de trabalho com mais emprego, mas desafios estruturais

O retrato apresentado pela Randstad Research combina, assim, vários sinais positivos. Portugal ultrapassou os 5,7 milhões de ativos, aproximou-se dos 5,4 milhões de pessoas empregadas, reduziu o desemprego e voltou a registar crescimento do teletrabalho. Paralelamente, o número de empresas constituídas continua a superar largamente o das dissoluções e o emprego nas administrações públicas aumentou.

A par destes indicadores, permanecem desafios estruturais. A elevada proporção de trabalhadores com baixas qualificações, o desemprego jovem, o peso do desemprego de longa duração e a necessidade de atualização permanente das competências continuam a exigir atenção.

É precisamente neste último ponto que Isabel Roseiro coloca uma das principais prioridades para os próximos anos. “O grande desafio passa agora por continuar a apostar na formação continuada para acompanhar a evolução das empresas”, afirma a diretora de Marketing da Randstad.

Os dados do segundo trimestre deixam ainda um retrato particularmente marcado pela estabilidade: um em cada quatro profissionais está há mais de duas décadas no mesmo emprego, num mercado que, apesar das transformações registadas desde a pandemia, voltou a atingir máximos históricos na dimensão da população ativa.

executivedigest.sapo.pt
u/Sakanita- — 1 day ago
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Edfor Grand Sport, o primeiro carro desenvolvido em Portugal. Motor baseado no Ford V8, velocidade máxima 160 km/h (1937)

u/-LoboMau — 1 day ago
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Noite do Porto marcada por violência contra turistas e seguranças

A noite do Porto está a registar mais episódios de violência e agressões contra seguranças privados, segundo o presidente do Sindicato Unificado da Segurança Privada (SUSP), Cláudio Ferreira, que aponta um agravamento da situação na Baixa da cidade. O sindicalista, que trabalhou durante 24 anos como segurança-porteiro e durante 12 anos nas Galerias de Paris, afirmou que se tem assistido ao aumento não só do número de crimes, mas também da sua gravidade.

O alerta surge depois dos desacatos registados na madrugada de sábado na Baixa do Porto, noticiados pelo JN, os quais seis turistas terão sido roubados e agredidos por um grupo de homens que habitualmente circulam nas Galerias para vender droga. Mais tarde, no exterior de um bar, um cliente terá atacado um segurança no pescoço com um copo de vidro partido.

Cláudio Ferreira disse à Lusa ser insuficiente o número de agentes da PSP disponíveis para patrulhar a zona durante a madrugada. Segundo o sindicalista, houve noites em que não estava "um único agente da PSP disponível" para fazer rondas e que, depois das 4 horas, a presença policial deixava de ser visível.

Muitas vítimas não apresentam queixa

Entre as situações que diz serem cada vez mais frequentes estão desacatos entre grupos, tentativas de violação e venda de droga falsa, que pode resultar em agressões quando os compradores descobrem que foram enganados.

O presidente do SUSP considera ainda que as estatísticas não refletem toda a realidade, uma vez que muitos turistas vítimas de agressões abandonam a cidade sem apresentar queixa. Defende também que os seguranças privados estão "completamente vulneráveis" e reclama que as agressões contra estes profissionais passem a ser consideradas crime público.

O sindicato já pediu uma audiência urgente ao Ministério da Administração Interna. Cláudio Ferreira defende ainda uma maior possibilidade de utilização de armas não letais pelos seguranças, criticando a burocracia existente para autorizar esse equipamento.

Também o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, criticou a resposta das autoridades e considerou que os episódios recentes de violência representam um "falhanço do Estado" na área da segurança.

O autarca reconheceu que o Porto é uma cidade segura, mas admitiu a existência de "alguns focos de perturbação da ordem pública". Em setembro, anunciou, deverá avançar um plano operacional desenvolvido em conjunto com a PSP, a Polícia Municipal e outras forças.

jn.pt
u/Sakanita- — 1 day ago
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Isenção de IMT Jovem mantém-se se casal mudar de casa após nascimento de um filho, diz Fisco

Um casal pode manter a isenção de IMT Jovem relativamente à primeira habitação se nos primeiros anos mudar de casa por causa do nascimento de um filho e se a primeira compra continuar destinada à habitação, esclareceu o Fisco.

Numa informação vinculativa de julho, publicada no Portal das Finanças em resposta a uma dúvida colocada por um contribuinte, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) começa por explicar que, à luz da lei, o fisco pode cessar a isenção de IMT Jovem e de Imposto de Selo para os jovens até aos 35 anos que compram a primeira habitação própria e permanente em determinadas situações, por exemplo, se nos primeiros seis anos após a aquisição um casal der ao imóvel um destino diferente daquele em que assentou o benefício fiscal.

A legislação, explica, prevê no entanto algumas exceções, uma das quais acontece quando há uma alteração do agregado familiar e, simultaneamente, o imóvel continuar destinado exclusivamente a habitação.

No caso do cidadão particular que questionou a AT, e que está na base do esclarecimento publicado no Portal das Finanças, o casal está a "preparar a chegada do seu filho" e encontra-se em "processo de mudança para um imóvel mais amplo", pretendendo colocar a habitação própria e permanente atual a arrendar e, ao mesmo tempo, "arrendar ou adquirir uma nova habitação, que passará a ser a sua habitação própria e permanente".

Como o nascimento do filho está prevista para novembro deste ano, o contribuinte quer saber de antemão se o casal pode manter o acesso ao benefício fiscal, defendendo que está abrangido pelas exceções elencadas na lei, ou se terá de devolver ao Estado o valor da isenção de IMT e de Imposto de Selo de que beneficiou.

Para a AT, o casal cumpre os requisitos exigidos para ser abrangido pela exceção e manter o incentivo.

"O nascimento do primeiro filho do requerente, previsto para novembro de 2026, caso se venha a verificar, alterará objetivamente a composição do respetivo agregado familiar", explica a administração tributária.

A segunda condição - a de que o primeiro imóvel "se mantenha destinado exclusivamente a habitação" - também se verifica, entende a AT, com base na presunção de que os membros do casal, enquanto senhorios, farão um contrato de arrendamento com os futuros inquilinos "com finalidade habitacional exclusiva", como se compromete o contribuinte, refere a AT.

A administração fiscal ressalva que a AT se reserva no direito "de, a posteriori, comprovar o preenchimento dos requisitos da exceção à caducidade dos benefícios fiscais".

"Só a partir da ocorrência daqueles dois momentos -- alteração da composição do respetivo agregado familiar, por via do nascimento do primeiro filho do requerente, e confirmação de que o prédio adquirido com os benefícios fiscais se mantém destinado exclusivamente a habitação, por via da celebração do contrato de arrendamento com essa finalidade exclusiva --é que a AT estará em condições de valorar as informações" para confirmar estas conclusões, sustenta.

As conclusões das informações vinculativas divulgadas pelo fisco só se aplicam ao caso concreto do contribuinte que solicitou o esclarecimento, mas a interpretação jurídica pode servir de exemplo para situações semelhantes, sendo tornada pública pela AT com esse objetivo, para servir de orientação a outros contribuintes.

jornaldenegocios.pt
u/Sakanita- — 1 day ago
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Em Espanha a paciência não é a mesma que por cá

u/Sakanita- — 2 days ago
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Ser pobre não é desculpa para não sair da casa dos pais

u/-LoboMau — 2 days ago
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Quando havia estilo e classe no Parlamento (1911)

u/-LoboMau — 2 days ago
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Crise pode cortar mais de mil empregos no setor automóvel em Portugal

A indústria automóvel europeia está em crise e deverá impactar Portugal, com a Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA) a prever uma redução do número de trabalhadores em toda a cadeia de fornecedores. Em declarações ao Jornal de Notícias, o presidente da AFIA, José Couto, admite que as empresas portugueses podem perder mais de mil trabalhadores nos próximos três anos.

"As nossas projeções mostram uma queda do número de trabalhadores para os próximos três anos. Não só porque o mercado encolheu, mas também porque há investimento na intensidade tecnológica", ressalva o responsável da associação ao JN, evidenciando um cenário pouco otimista se as quebras nas encomendas se mantiverem ou acentuarem.

Este problema torna-se mais evidente quando as próprias fabricantes automóveis estão a reduzir na Europa: a BMW prepara a saída de 40 mil trabalhadores e a Volkswagen aponta para o corte de 100 mil empregos. E José Couto explica que existe "sobrecapacidade instalada de produção face ao nível de consumo", pelo que a indústria em Portugal seria apanhada no número de redução. "Uma diminuição da capacidade de produção de veículos automóveis na Europa, o nosso principal cliente, exigirá uma reação capacitada das nossas empresas", isto porque grande parte do que se produz é exportado para países europeus, nomeadamente Espanha e Alemanha.

jornaldenegocios.pt
u/Sakanita- — 2 days ago
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White British Students to Become a Minority in UK Schools Within 10 Years

n analysis of public data conducted by a Member of Parliament has found that White British students are set to become a minority in UK classrooms within a decade.

Neil O’Brien, the Conservative MP for Harborough, Oadby and Wigston and Shadow Minister for Policy Renewal and Development, has noted that the impacts of decades of mass migration into Britain are set to have significant impacts on the demographic makeup of the country, and are likely to accelerate.

The lawmaker revealed his findings in an extended essay post analysing public data on jobs, births, and schools, in a bid to fill in understanding gaps that grow during the decade-long interim between national censuses and inform the debate in a country where compared to some European nations, government data on immigration and demographics can be poor.

According to O’Brien, Department of Education data shows that 2026 became the first year on record in which White British students represented fewer than 60 per cent of all pupils in UK state-funded secondary schools for the first time in history at just 59.4 per cent.

Extrapolating the trend lines, O’Brien’s model predicted that by the year 2036, White British students would become a minority in their own schools.

The MP noted that the rapid pace of change means that students who are starting their education this year will still be in school as foreigners overtake them as the majority.

This could have potentially dire consequences for such students, given that White working class students are already the most systematically disadvantaged of any group in the country.

White British Students Set to Become a Minority in UK Schools Within 10 Years, MP Warns

Charles Hewitt/Picture Post/Hulton Archive/Getty Images

Kurt Zindulka

17 Aug 2026269

3:58

An analysis of public data conducted by a Member of Parliament has found that White British students are set to become a minority in UK classrooms within a decade.

Neil O’Brien, the Conservative MP for Harborough, Oadby and Wigston and Shadow Minister for Policy Renewal and Development, has noted that the impacts of decades of mass migration into Britain are set to have significant impacts on the demographic makeup of the country, and are likely to accelerate.

The lawmaker revealed his findings in an extended essay post analysing public data on jobs, births, and schools, in a bid to fill in understanding gaps that grow during the decade-long interim between national censuses and inform the debate in a country where compared to some European nations, government data on immigration and demographics can be poor.

According to O’Brien, Department of Education data shows that 2026 became the first year on record in which White British students represented fewer than 60 per cent of all pupils in UK state-funded secondary schools for the first time in history at just 59.4 per cent.

Extrapolating the trend lines, O’Brien’s model predicted that by the year 2036, White British students would become a minority in their own schools.

The MP noted that the rapid pace of change means that students who are starting their education this year will still be in school as foreigners overtake them as the majority.

This could have potentially dire consequences for such students, given that White working class students are already the most systematically disadvantaged of any group in the country.

Much of this transformation has been a result of decisions made by both Westminster establishment parties since the turn of the century, commencing in earnest under the Tony Blair government.

However, while the process began under Labour, the mass influx of foreigners hit its zenith under the supposedly Conservative government, as a result of former Prime Minister Boris Johnson drastically reducing restrictions on non-EU migrants rather than delivering on the promises of Brexit and multiple Tory election manifestos to cut migration to the tens of thousands.

Instead, Johnson’s post-Brexit migration reforms — which critically did not include an annual cap — saw net migration peak at 944,000 and a gross of around 1.47 million in 2023. Between 2021 and 2025, some 5.6 million people migrated to the United Kingdom.

Concerningly, O’Brien noted that the figures from the Department of Education did not appear to be impacted by the record breaking Boriswave following Brexit, with the MP suggesting that it is perhaps because the large number of recent arrivals may not have children of school age yet, meaning that his projections of White Britons becoming a minority in schools within a decade may be too optimistic.

The demographic transformation of the country is not merely a result of the annual influx of foreigners, however, but also as a result of differing birth rates between the native population and the migrant groups living in the country.

Indeed, according to the latest census, mothers born in Britain (of any ethnicity) had a total fertility rate (TFR) of 1.54 children, compared to a TFR of 2.03 children per non-UK-born women, meaning that migrant groups are at near replacement rate, while the local population is in demographic decline.

According to a report last year from Professor Matt Goodwin, such factors will contribute to White British people becoming a minority in the UK by 2063 and reduced to one fifth of the population by the end of the century.

breitbart.com
u/Sakanita- — 3 days ago
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Dizem que a imigração descontrolada é culpa de Israel, mas a Polónia parece imune a esse poder místico desse pequeno país. Não será simplesmente a vontade e incompetência dos restantes governos?

u/Sakanita- — 3 days ago
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Eusébio e o seu Saab Sonett, 1970s

u/-LoboMau — 3 days ago
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Homem agride polícia durante detenção por violência doméstica na Amadora

Um homem foi detido pela PSP depois de ter agredido a mulher, na tarde de segunda-feira, na Amadora.

A ocorrência foi registada por volta das 18h20. Segundo apurou o CM, o suspeito aparentava estar sob o efeito de álcool.

Durante a intervenção da polícia, o homem terá também agredido um dos agentes, que ficou ferido. 

A mulher sofreu ferimentos na cabeça e teve de ser transportada para o hospital de São Francisco Xavier, onde recebeu tratamento.

cmjornal.pt
u/Sakanita- — 2 days ago
▲ 41 r/Tuga+1 crossposts

Ponte Luis I, 1959

Fotógrafo: Kees Scherer

u/-LoboMau — 3 days ago
▲ 142 r/Tuga+1 crossposts

DIGI Portugal ultrapassa 960 mil serviços ativos no primeiro semestre de 2026

>A DIGI fechou o primeiro semestre de 2026 com 960 mil serviços ativos, nos quais 545 mil são de clientes na rede móvel e 186 mil clientes de internet de fibra ótica. Neste último grupo, 147 mil contrataram também o serviço de televisão. O resultado representa um crescimento de 21,7% face ao período homólogo do ano anterior, quando o operador contava com 789 mil serviços ativos.

>

>O desempenho da operação portuguesa insere-se numa trajetória de crescimento mais alargada do Grupo DIGI, que soma atualmente 33,9 milhões de RGU (unidades geradoras de receita) nas operações da Roménia, Espanha, Itália e Portugal, um aumento de 14% face ao mesmo trimestre de 2025. As receitas consolidadas do grupo cresceram 11%, atingindo 608 milhões de euros, enquanto o EBITDA ajustado do segundo trimestre alcançou os 169 milhões de euros, mais 23% do que no ano anterior.

>

>No acumulado do semestre, o EBITDA ajustado situou-se nos 330 milhões de euros, um crescimento de 19% face ao período homólogo. O grupo assinalou ainda, neste período, a expansão do negócio para o Reino Unido, com o lançamento da DIGI UK. Em Portugal, o segundo trimestre ficou marcado pela conclusão dos trabalhos de modernização de rede no Metropolitano de Lisboa.

>

>Depois de implementar rede 5G nas linhas Amarela, Verde e Vermelha, a DIGI anuncia agora a conclusão da cobertura na Linha Azul, passando a disponibilizar rede 5G em todas as linhas do Metro de Lisboa. Segundo o operador, a melhoria garante conectividade móvel de alta velocidade em toda a rede subterrânea, com desempenho mais consistente ao longo das viagens dos utilizadores.

>

>A DIGI foi ainda distinguida pela ANACOM com o melhor preço de mercado em 9 das 11 categorias analisadas entre abril e junho, incluindo o serviço telefónico móvel standalone, a 4 euros, e as combinações triple play e quadruple play, a 21 e 24 euros, respetivamente. O operador tinha já garantido, no início do ano, que não iria aumentar os preços dos seus serviços durante 2026.

>

>A operação portuguesa é assegurada por uma equipa própria que já ultrapassa os 1600 trabalhadores contratados diretamente pela DIGI, à semelhança do modelo seguido pelo grupo nos restantes mercados. O operador reforça que o desenvolvimento das redes móvel e de fibra ótica continua a ser prioritário para 2026, mantendo o foco na expansão da cobertura e na melhoria contínua da qualidade de serviço.

tek.sapo.pt
u/Sakanita- — 5 days ago
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Inauguração da Livraria Lello, 1906

u/-LoboMau — 4 days ago
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Destruiu uma vida, mas em meia dúzia de anos poderá retomar a sua

u/Sakanita- — 4 days ago
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Duas crianças de Gaza já estão em Portugal para receberem tratamentos médicos

As duas raparigas vão ser tratadas em Portugal em duas unidades de saúde. Chegaram acompanhadas pelas mães e deverão ficar no país durante seis meses. 

Ambas tiveram uma das pernas amputadas devido à guerra em Gaza.

As menores chegaram através da organização HEAL Palestine, que refere que "Portugal abriu uma porta que poucos países estiveram dispostos a abrir".

A iniciativa parte dambém da Parents for Peace (PfP) e Grupo de Apoio a Refugiados Palestinianos - Portugal (GARPP).

Em comunicado, a Embaixada do Estado da Palestina em Portugal expressou o seu "profundo apreço e gratidão" a Portugal pelo acolhimento das duas crianças. 

"Este gesto humanitário tem um significado profundo para o povo palestiniano", sublinha a representação diplomática, adiantando que Malak e Dima "estão entre os milhares de crianças em Gaza que sofreram quase dois anos de bombardeamentos implacáveis, assinatos, deslocações e destruição das suas casas e famílias". 

A Embaixada agradece ainda às organizações Heal Palestine e Parents for Peace, mas também aos hospitais e equipas médicas portuguesas que "abriram as suas portas" às duas meninas. 

"Esperamos sinceramente que esta iniciativa abra caminho para que mais crianças palestinianas de Gaza recebam os cuidados médicos de que tanto necessitam", vincou.

O comunicado expressa ainda o desejo de que "o exemplo de Portugal inspire a continuidade da ação internacional para proteger as crianças de Gaza e defender o seu direito fundamental à vida e a um futuro".

Desde o ano passado, na sequência do reconhecimento do Estado palestiniano por Portugal, a 21 de setembro de 2025, que a representação diplomática da Palestina no país tem estatuto de Embaixada. 

rtp.pt
u/Sakanita- — 3 days ago