Iran has lost significant control of the Strait of Hormuz
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Iran has lost significant control of the Strait of Hormuz

The battle for control of the Strait of Hormuz has become the focal point of the Iran war. Over the past several months, both Iran and the United States have claimed the upper hand – and the competing rhetoric has caused considerable confusion and doubt.

At the moment, however, the evidence is clear: The United States, patrolling the strait with its navy, is gaining ground – and Iran is losing much of its control of the critical waterway.

More than 80% of liquids transits through the Strait of Hormuz over the past two weeks have taken the Omani route – a UN-authorized shipping channel that Iran vehemently opposes – or have been “dark” transits that likely took the Omani route, according to Kpler, which tracks ships using transponders and satellite data.

Iran, declaring the strait under its control, has attacked dozens of ships that tried to to travel the waterway via the north coast of Oman. Despite the risk, most ships have recently chosen to ignore Iran’s demands and cross the strait with the promise of protection from US naval forces.

“It increasingly looks like Iran has at least partially lost control of the strait,” said Homayoun Falakshahi, head of crude oil analysis at Kpler.

Shifting control

That stands in stark contrast to a month ago, when Kpler observed virtually no shipping traffic via the Omani route. The sharp reduction in traffic around Iran’s preferred route has prevented Iran from charging tolls on ship traffic through the strait – as it did in the spring.

The expiration of the Memorandum of Understanding between the United States and Iran this week in theory allows Iran to begin charging tolls again. But it doesn’t appear the country has been able to, according to Kpler.

“Iran’s request to collect tolls is something that most Middle East folks don’t want to do and haven’t been doing,” said Dan Pickering, founder and chief investment officer at Pickering Energy Partners. “So the Oman route absolutely makes the most sense.”

Kuwait, Saudi Arabia and the United Arab Emirates have chartered Very Large Crude oil Carriers (VLCCs) – the biggest oil tankers – to transit out of the Persian Gulf via the Strait of Hormuz, then transfering the oil to customers’ tankers outside the danger zone in the Gulf of Oman, according to Andy Lipow, president of Lipow Oil Associates.

To evade Iran’s attacks, they’ve turned their transponders off, often for weeks on end. That so-called dark traffic appears to have eluded some data-tracking services like Kpler as well. Although some can be picked up on satellite, it’s harder to track via traditional means.

But the United States, with significant military force on the water, has eyes on all ships passing through the strait and has reported significantly higher oil shipping numbers than most traditional estimates had previously suggested.

Energy Secretary Chris Wright last week said that combined oil transits through the strait and rerouted around the waterway totaled around 15 million barrels per day over the course of a week – much closer to the 20-million-barrel average from before the war.

Lack of clarity

That led President Donald Trump to declare Monday that the United States has “total control over the strait,” a questionable claim he has reiterated often throughout the conflict. Iran’s continued attacks and oil flows still well below pre-war levels suggest the United States does not fully control the Strait of Hormuz.

But neither does Iran.

“If their goal is to be ‘in charge,’ then I’d say they were never completely in control to start with,” said Pickering. “It feels like their goal is deterrence, in order to be validated as in-control. I think they are still deterring.”

But if tankers are really getting as much oil through the strait as the United States claims, then Iran’s deterrence and control of the Strait of Hormuz is diminished compared to what it was a month or two ago.

Complicating matters: Oman and Iran are engaging in talks to restore freedom of navigation through the strait – absent the United States – much to Trump’s dismay. It’s not clear how those discussions will affect oil traffic or control of the waterway.

“I would take all the information and headlines ‘under advisement,’” said Lipow. “But it is fair to say that Iran has partially lost control of the strait.”

edition.cnn.com
u/Sakanita- — 1 day ago
▲ 17 r/Tuga+1 crossposts

Mais emprego, menos desempregados e 1,15 milhões em teletrabalho: o retrato do mercado laboral português

O mercado de trabalho português atingiu novos máximos no segundo trimestre de 2026, com a população ativa a ultrapassar pela primeira vez os 5,7 milhões de pessoas e o emprego a aproximar-se dos 5,4 milhões. Ao mesmo tempo, os dados mostram uma forte permanência no emprego: 1,39 milhões de profissionais, ou 25,7% do total, estão há mais de 20 anos no mesmo emprego, o equivalente a um em cada quatro trabalhadores.

Os dados constam dos 50 principais destaques do mercado de trabalho português relativos ao segundo trimestre de 2026, divulgados esta quarta-feira, 19 de agosto, pela Randstad Research, com base nos resultados do Inquérito ao Emprego do Instituto Nacional de Estatística (INE). O retrato traçado aponta para um mercado de trabalho resiliente, com mais emprego, menos desemprego e recuperação do teletrabalho, embora persistam desafios relacionados com as qualificações, o desemprego jovem e a formação dos trabalhadores.

Um em cada quatro trabalhadores tem mais de 20 anos de antiguidade

Um dos principais destaques do trimestre está relacionado com a antiguidade no emprego. 1,39 milhões de profissionais têm mais de 20 anos de permanência no emprego atual, o que representa 25,7% da população empregada.

A evolução deste indicador mostra, contudo, uma mudança de tendência. A proporção de trabalhadores com uma antiguidade tão elevada vinha a aumentar até ao período anterior à pandemia de covid-19. A partir de 2020, iniciou uma trajetória descendente, que agora parece ter estabilizado.

Para Isabel Roseiro, diretora de Marketing da Randstad, este dado constitui um dos sinais mais relevantes da evolução recente do mercado laboral. “Os dados do segundo trimestre de 2026 revelam um mercado de trabalho muito resiliente, que alcançou recordes históricos na população ativa. É particularmente interessante o nosso novo destaque: o facto de 1 em cada 4 profissionais estar há mais de 20 anos na mesma empresa”, afirma.

A responsável considera que esta permanência prolongada reflete “sinais de estabilidade”, associados tanto à experiência acumulada como à capacidade de adaptação dos profissionais. O desafio, acrescenta, passa agora por assegurar que essa experiência acompanha a transformação das empresas, através de uma aposta contínua na formação.

População ativa ultrapassa pela primeira vez os 5,7 milhões

O número de pessoas disponíveis para trabalhar também atingiu um máximo histórico. Durante o segundo trimestre de 2026, a população ativa aumentou 53,5 mil pessoas, permitindo a Portugal ultrapassar, pela primeira vez, a barreira dos 5,7 milhões de ativos.

Em comparação com o mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 2,2%. O aumento da população ativa acompanha a evolução positiva do emprego e contribui para explicar a dimensão dos valores registados no mercado de trabalho.

O número de pessoas empregadas aumentou, por sua vez, em 99 mil no segundo trimestre, aproximando-se dos 5,4 milhões de profissionais. A taxa de emprego fixou-se nos 58,3%.

A estabilidade contratual continua a representar a situação predominante entre os trabalhadores por conta de outrem. Dos 4,57 milhões de profissionais nesta situação, 85,5% têm contratos sem termo, enquanto os trabalhadores com contratos a termo representam 14,5%.

Quase três em cada dez trabalhadores têm baixas qualificações

Apesar do crescimento do emprego, a análise da estrutura das qualificações evidencia um problema que permanece no mercado laboral português.

29% das pessoas empregadas em Portugal têm um baixo nível de qualificação, definido neste estudo como, no máximo, o ensino secundário obrigatório. Segundo os dados apresentados pela Randstad Research, esta proporção corresponde ao dobro da média registada na União Europeia.

No extremo oposto, 36,1% dos profissionais empregados concluíram o ensino superior. Este grupo apresenta também uma taxa de emprego significativamente elevada, de 81,3%.

Os números colocam em evidência a importância da formação e da atualização das competências dos trabalhadores, sobretudo num contexto de transformação das necessidades das empresas.

Desemprego diminui 8,7% num ano

O número de desempregados também recuou durante o segundo trimestre. Face aos primeiros três meses do ano, houve uma redução de 45,5 mil pessoas, para um total de 300,8 mil desempregados.

Em termos homólogos, a descida foi de 8,7%, enquanto a taxa de desemprego ficou nos 5,3%.

Apesar da evolução favorável, alguns grupos continuam a apresentar indicadores bastante acima da média nacional. É o caso dos jovens entre os 16 e os 24 anos, cuja taxa de desemprego caiu para 18,3%, ainda cerca de três vezes acima da taxa nacional.

Também o desemprego de longa duração continua a representar uma parcela significativa do total. 40,2% dos desempregados procuram trabalho há mais de um ano, sinal de que a redução global do desemprego não elimina as dificuldades de reintegração enfrentadas por uma parte considerável dos candidatos.

Teletrabalho volta a crescer e já abrange 1,15 milhões de profissionais

Depois da redução registada no início do ano, o teletrabalho voltou a ganhar terreno durante o segundo trimestre de 2026.

O número de profissionais abrangidos por este regime aumentou em 33,1 mil pessoas, alcançando cerca de 1,15 milhões de trabalhadores. Este universo corresponde a 21,3% da população empregada.

O modelo híbrido, que combina trabalho presencial com trabalho a partir de casa, continua a ser a modalidade dominante. 40,8% dos trabalhadores em teletrabalho optam por este regime misto, reforçando a sua posição como principal forma de organização do trabalho à distância.

A distribuição geográfica, contudo, não é uniforme. Apenas a Península de Setúbal e a Grande Lisboa apresentam valores de teletrabalho superiores à média nacional.

Empresas continuam a ser criadas a um ritmo superior às dissoluções

A dinâmica empresarial também manteve a trajetória positiva iniciada no ano anterior. Durante junho de 2026, foram constituídas 3.639 empresas, enquanto 793 entidades foram dissolvidas.

A diferença entre os dois valores demonstra que a criação de novas empresas continua a superar de forma significativa o número de dissoluções, contribuindo para a manutenção de uma evolução positiva do tecido empresarial português.

Emprego nas administrações públicas supera os 768 mil

O emprego público também registou um crescimento no período em análise. No segundo trimestre de 2026, as administrações públicas empregavam mais de 768 mil profissionais, um aumento de 7.650 pessoas, ou 1%, face ao mesmo período de 2025.

A administração central concentra 75,3% do emprego público. No que diz respeito às categorias profissionais, o maior grupo é constituído por assistentes operacionais, operários e auxiliares.

As áreas da saúde e da educação assumem igualmente um peso particularmente elevado. 37,2% de todo o emprego público está concentrado nestes dois setores, considerados áreas essenciais da prestação de serviços públicos.

Um mercado de trabalho com mais emprego, mas desafios estruturais

O retrato apresentado pela Randstad Research combina, assim, vários sinais positivos. Portugal ultrapassou os 5,7 milhões de ativos, aproximou-se dos 5,4 milhões de pessoas empregadas, reduziu o desemprego e voltou a registar crescimento do teletrabalho. Paralelamente, o número de empresas constituídas continua a superar largamente o das dissoluções e o emprego nas administrações públicas aumentou.

A par destes indicadores, permanecem desafios estruturais. A elevada proporção de trabalhadores com baixas qualificações, o desemprego jovem, o peso do desemprego de longa duração e a necessidade de atualização permanente das competências continuam a exigir atenção.

É precisamente neste último ponto que Isabel Roseiro coloca uma das principais prioridades para os próximos anos. “O grande desafio passa agora por continuar a apostar na formação continuada para acompanhar a evolução das empresas”, afirma a diretora de Marketing da Randstad.

Os dados do segundo trimestre deixam ainda um retrato particularmente marcado pela estabilidade: um em cada quatro profissionais está há mais de duas décadas no mesmo emprego, num mercado que, apesar das transformações registadas desde a pandemia, voltou a atingir máximos históricos na dimensão da população ativa.

executivedigest.sapo.pt
u/Sakanita- — 1 day ago
▲ 10 r/Tuga+1 crossposts

Estrangeiros deixam 2,5 mil milhões de euros em Portugal no mês de junho

O dinheiro a entrar nos cofres portugueses provenientes da atividade turística diminuiu em junho. Pelo menos isso é o que mostram os dados do Banco de Portugal (BdP), que indica que os turistas estrangeiros gastaram 2,5 mil milhões de euros aquando das suas viagens. Trata-se de uma quebra de 7,4% em relação aos mais de 2,7 mil milhões registados em maio.

Apesar de o Banco de Portugal não fazer qualquer ligação, Portugal perdeu quase um dia de atividade devido à greve de 3 de junho, o que levou ao cancelamento de muitos voos. De facto, os dados da Vinci mostram que os aeroportos nacionais verificaram um recuo de 0,2% na procura no mês da greve. E o número de hóspedes estrangeiros no setor de alojamento, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), também caiu 8,6%, significando que o travão nos gastos não foi tão intenso.

No entanto, esta tendência de redução no primeiro mês de verão – dado que a temporada arranca a 21 de junho – também foi observada no ano passado. As receitas deixadas pelos turistas estrangeiros ascenderam a 2,6 mil milhões de euros em maio de 2025 e caíram para 2,4 mil milhões em junho desse mesmo ano.

Ainda que se tenha assistido a uma quebra em cadeia, o dinheiro gasto por turistas estrangeiros em Portugal cresceu em termos homólogos. Os turistas deixaram mais 2,7% em junho de 2026 quando comparado com os 2,4 mil milhões de euros de junho do ano passado.

Por sua vez, os gastos dos portugueses nas viagens a países estrangeiros cresceram. Foram, só em junho, 698,1 milhões de euros que os portugueses deixaram lá fora. Este valor significa um aumento de 2,2% em relação aos 683 milhões de maio e um crescimento homólogo de 6% face aos 658,7 milhões de euros de junho de 2025.

O saldo das viagens mantém-se positivo para Portugal. O Banco de Portugal reporta um excedente das receitas turísticas de 1,8 mil milhões de euros no mês de junho, uma subida homóloga ligeira de 1,5%. Contudo, o saldo positivo ficou abaixo daquele que tinha sido reportado no mês precente: 2,05 mil milhões de euros, significando uma diminuição de 10,5%.

jornaldenegocios.pt
u/Sakanita- — 1 day ago
▲ 13 r/Tuga+1 crossposts

Isenção de IMT Jovem mantém-se se casal mudar de casa após nascimento de um filho, diz Fisco

Um casal pode manter a isenção de IMT Jovem relativamente à primeira habitação se nos primeiros anos mudar de casa por causa do nascimento de um filho e se a primeira compra continuar destinada à habitação, esclareceu o Fisco.

Numa informação vinculativa de julho, publicada no Portal das Finanças em resposta a uma dúvida colocada por um contribuinte, a Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) começa por explicar que, à luz da lei, o fisco pode cessar a isenção de IMT Jovem e de Imposto de Selo para os jovens até aos 35 anos que compram a primeira habitação própria e permanente em determinadas situações, por exemplo, se nos primeiros seis anos após a aquisição um casal der ao imóvel um destino diferente daquele em que assentou o benefício fiscal.

A legislação, explica, prevê no entanto algumas exceções, uma das quais acontece quando há uma alteração do agregado familiar e, simultaneamente, o imóvel continuar destinado exclusivamente a habitação.

No caso do cidadão particular que questionou a AT, e que está na base do esclarecimento publicado no Portal das Finanças, o casal está a "preparar a chegada do seu filho" e encontra-se em "processo de mudança para um imóvel mais amplo", pretendendo colocar a habitação própria e permanente atual a arrendar e, ao mesmo tempo, "arrendar ou adquirir uma nova habitação, que passará a ser a sua habitação própria e permanente".

Como o nascimento do filho está prevista para novembro deste ano, o contribuinte quer saber de antemão se o casal pode manter o acesso ao benefício fiscal, defendendo que está abrangido pelas exceções elencadas na lei, ou se terá de devolver ao Estado o valor da isenção de IMT e de Imposto de Selo de que beneficiou.

Para a AT, o casal cumpre os requisitos exigidos para ser abrangido pela exceção e manter o incentivo.

"O nascimento do primeiro filho do requerente, previsto para novembro de 2026, caso se venha a verificar, alterará objetivamente a composição do respetivo agregado familiar", explica a administração tributária.

A segunda condição - a de que o primeiro imóvel "se mantenha destinado exclusivamente a habitação" - também se verifica, entende a AT, com base na presunção de que os membros do casal, enquanto senhorios, farão um contrato de arrendamento com os futuros inquilinos "com finalidade habitacional exclusiva", como se compromete o contribuinte, refere a AT.

A administração fiscal ressalva que a AT se reserva no direito "de, a posteriori, comprovar o preenchimento dos requisitos da exceção à caducidade dos benefícios fiscais".

"Só a partir da ocorrência daqueles dois momentos -- alteração da composição do respetivo agregado familiar, por via do nascimento do primeiro filho do requerente, e confirmação de que o prédio adquirido com os benefícios fiscais se mantém destinado exclusivamente a habitação, por via da celebração do contrato de arrendamento com essa finalidade exclusiva --é que a AT estará em condições de valorar as informações" para confirmar estas conclusões, sustenta.

As conclusões das informações vinculativas divulgadas pelo fisco só se aplicam ao caso concreto do contribuinte que solicitou o esclarecimento, mas a interpretação jurídica pode servir de exemplo para situações semelhantes, sendo tornada pública pela AT com esse objetivo, para servir de orientação a outros contribuintes.

jornaldenegocios.pt
u/Sakanita- — 1 day ago
▲ 30 r/Tuga+1 crossposts

Noite do Porto marcada por violência contra turistas e seguranças

A noite do Porto está a registar mais episódios de violência e agressões contra seguranças privados, segundo o presidente do Sindicato Unificado da Segurança Privada (SUSP), Cláudio Ferreira, que aponta um agravamento da situação na Baixa da cidade. O sindicalista, que trabalhou durante 24 anos como segurança-porteiro e durante 12 anos nas Galerias de Paris, afirmou que se tem assistido ao aumento não só do número de crimes, mas também da sua gravidade.

O alerta surge depois dos desacatos registados na madrugada de sábado na Baixa do Porto, noticiados pelo JN, os quais seis turistas terão sido roubados e agredidos por um grupo de homens que habitualmente circulam nas Galerias para vender droga. Mais tarde, no exterior de um bar, um cliente terá atacado um segurança no pescoço com um copo de vidro partido.

Cláudio Ferreira disse à Lusa ser insuficiente o número de agentes da PSP disponíveis para patrulhar a zona durante a madrugada. Segundo o sindicalista, houve noites em que não estava "um único agente da PSP disponível" para fazer rondas e que, depois das 4 horas, a presença policial deixava de ser visível.

Muitas vítimas não apresentam queixa

Entre as situações que diz serem cada vez mais frequentes estão desacatos entre grupos, tentativas de violação e venda de droga falsa, que pode resultar em agressões quando os compradores descobrem que foram enganados.

O presidente do SUSP considera ainda que as estatísticas não refletem toda a realidade, uma vez que muitos turistas vítimas de agressões abandonam a cidade sem apresentar queixa. Defende também que os seguranças privados estão "completamente vulneráveis" e reclama que as agressões contra estes profissionais passem a ser consideradas crime público.

O sindicato já pediu uma audiência urgente ao Ministério da Administração Interna. Cláudio Ferreira defende ainda uma maior possibilidade de utilização de armas não letais pelos seguranças, criticando a burocracia existente para autorizar esse equipamento.

Também o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, criticou a resposta das autoridades e considerou que os episódios recentes de violência representam um "falhanço do Estado" na área da segurança.

O autarca reconheceu que o Porto é uma cidade segura, mas admitiu a existência de "alguns focos de perturbação da ordem pública". Em setembro, anunciou, deverá avançar um plano operacional desenvolvido em conjunto com a PSP, a Polícia Municipal e outras forças.

jn.pt
u/Sakanita- — 1 day ago
▲ 4 r/Tuga

Criança de 3 anos encontrada sozinha em Braga. Mãe deixou menor sozinho com irmã de 15 anos e desapareceu

Uma criança de 3 anos foi encontrada a chorar no hall de um prédio em Braga na madrugada desta quarta-feira. Os vizinhos deram o alerta pelas 4h30 e à chegada da PSP ao local percebeu-se que a porta da casa onde vivia este menino estava aberta e que não estava ninguém no interior.

A criança foi encaminhada para o hospital de Braga e a PSP manteve-se à porta do prédio a aguardar que chegasse algum responsável pela habitação. Chegou entretanto uma adolescente de 15 anos que disse estar responsável pelo irmão e que saiu de casa para comprar comida numas bombas de gasolina. Referiu que o posto de combustível estava fechado e que, por isso, regressou a casa. 

A adolescente foi levada para o hospital e confessou que a mãe estava ausente desde o fim de semana e que mantinha contacto com a mesma através do WhatsApp. Até ao momento ainda não foi possível localizar a mãe das crianças. 

O pai dos menores morreu na cadeia e recaía sobre ele uma queixa de violência doméstica por parte da mãe das crianças. Este processo ainda estava a decorrer, mas ele já estava preso no âmbito de outro cujo motivo é desconhecido.

Esta família estava sinalizada. A assistente social da unidade hospitalar de Braga e a CPCJ estão a acompanhar o caso. Os menores encontram-se no hospital, estão bem de saúde e sabe-se que a criança de 3 anos foi alimentada pela irmã nos últimos dias.

cmjornal.pt
u/Sakanita- — 1 day ago
▲ 107 r/Tuga+1 crossposts

Ser pobre não é desculpa para não sair da casa dos pais

u/-LoboMau — 2 days ago
▲ 480 r/Tuga+1 crossposts

Em Espanha a paciência não é a mesma que por cá

u/Sakanita- — 2 days ago
▲ 32 r/Tuga+1 crossposts

Crise pode cortar mais de mil empregos no setor automóvel em Portugal

A indústria automóvel europeia está em crise e deverá impactar Portugal, com a Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA) a prever uma redução do número de trabalhadores em toda a cadeia de fornecedores. Em declarações ao Jornal de Notícias, o presidente da AFIA, José Couto, admite que as empresas portugueses podem perder mais de mil trabalhadores nos próximos três anos.

"As nossas projeções mostram uma queda do número de trabalhadores para os próximos três anos. Não só porque o mercado encolheu, mas também porque há investimento na intensidade tecnológica", ressalva o responsável da associação ao JN, evidenciando um cenário pouco otimista se as quebras nas encomendas se mantiverem ou acentuarem.

Este problema torna-se mais evidente quando as próprias fabricantes automóveis estão a reduzir na Europa: a BMW prepara a saída de 40 mil trabalhadores e a Volkswagen aponta para o corte de 100 mil empregos. E José Couto explica que existe "sobrecapacidade instalada de produção face ao nível de consumo", pelo que a indústria em Portugal seria apanhada no número de redução. "Uma diminuição da capacidade de produção de veículos automóveis na Europa, o nosso principal cliente, exigirá uma reação capacitada das nossas empresas", isto porque grande parte do que se produz é exportado para países europeus, nomeadamente Espanha e Alemanha.

jornaldenegocios.pt
u/Sakanita- — 2 days ago
▲ 18 r/Tuga+1 crossposts

Homem agride polícia durante detenção por violência doméstica na Amadora

Um homem foi detido pela PSP depois de ter agredido a mulher, na tarde de segunda-feira, na Amadora.

A ocorrência foi registada por volta das 18h20. Segundo apurou o CM, o suspeito aparentava estar sob o efeito de álcool.

Durante a intervenção da polícia, o homem terá também agredido um dos agentes, que ficou ferido. 

A mulher sofreu ferimentos na cabeça e teve de ser transportada para o hospital de São Francisco Xavier, onde recebeu tratamento.

cmjornal.pt
u/Sakanita- — 2 days ago
▲ 63 r/Tuga+2 crossposts

White British Students to Become a Minority in UK Schools Within 10 Years

n analysis of public data conducted by a Member of Parliament has found that White British students are set to become a minority in UK classrooms within a decade.

Neil O’Brien, the Conservative MP for Harborough, Oadby and Wigston and Shadow Minister for Policy Renewal and Development, has noted that the impacts of decades of mass migration into Britain are set to have significant impacts on the demographic makeup of the country, and are likely to accelerate.

The lawmaker revealed his findings in an extended essay post analysing public data on jobs, births, and schools, in a bid to fill in understanding gaps that grow during the decade-long interim between national censuses and inform the debate in a country where compared to some European nations, government data on immigration and demographics can be poor.

According to O’Brien, Department of Education data shows that 2026 became the first year on record in which White British students represented fewer than 60 per cent of all pupils in UK state-funded secondary schools for the first time in history at just 59.4 per cent.

Extrapolating the trend lines, O’Brien’s model predicted that by the year 2036, White British students would become a minority in their own schools.

The MP noted that the rapid pace of change means that students who are starting their education this year will still be in school as foreigners overtake them as the majority.

This could have potentially dire consequences for such students, given that White working class students are already the most systematically disadvantaged of any group in the country.

White British Students Set to Become a Minority in UK Schools Within 10 Years, MP Warns

Charles Hewitt/Picture Post/Hulton Archive/Getty Images

Kurt Zindulka

17 Aug 2026269

3:58

An analysis of public data conducted by a Member of Parliament has found that White British students are set to become a minority in UK classrooms within a decade.

Neil O’Brien, the Conservative MP for Harborough, Oadby and Wigston and Shadow Minister for Policy Renewal and Development, has noted that the impacts of decades of mass migration into Britain are set to have significant impacts on the demographic makeup of the country, and are likely to accelerate.

The lawmaker revealed his findings in an extended essay post analysing public data on jobs, births, and schools, in a bid to fill in understanding gaps that grow during the decade-long interim between national censuses and inform the debate in a country where compared to some European nations, government data on immigration and demographics can be poor.

According to O’Brien, Department of Education data shows that 2026 became the first year on record in which White British students represented fewer than 60 per cent of all pupils in UK state-funded secondary schools for the first time in history at just 59.4 per cent.

Extrapolating the trend lines, O’Brien’s model predicted that by the year 2036, White British students would become a minority in their own schools.

The MP noted that the rapid pace of change means that students who are starting their education this year will still be in school as foreigners overtake them as the majority.

This could have potentially dire consequences for such students, given that White working class students are already the most systematically disadvantaged of any group in the country.

Much of this transformation has been a result of decisions made by both Westminster establishment parties since the turn of the century, commencing in earnest under the Tony Blair government.

However, while the process began under Labour, the mass influx of foreigners hit its zenith under the supposedly Conservative government, as a result of former Prime Minister Boris Johnson drastically reducing restrictions on non-EU migrants rather than delivering on the promises of Brexit and multiple Tory election manifestos to cut migration to the tens of thousands.

Instead, Johnson’s post-Brexit migration reforms — which critically did not include an annual cap — saw net migration peak at 944,000 and a gross of around 1.47 million in 2023. Between 2021 and 2025, some 5.6 million people migrated to the United Kingdom.

Concerningly, O’Brien noted that the figures from the Department of Education did not appear to be impacted by the record breaking Boriswave following Brexit, with the MP suggesting that it is perhaps because the large number of recent arrivals may not have children of school age yet, meaning that his projections of White Britons becoming a minority in schools within a decade may be too optimistic.

The demographic transformation of the country is not merely a result of the annual influx of foreigners, however, but also as a result of differing birth rates between the native population and the migrant groups living in the country.

Indeed, according to the latest census, mothers born in Britain (of any ethnicity) had a total fertility rate (TFR) of 1.54 children, compared to a TFR of 2.03 children per non-UK-born women, meaning that migrant groups are at near replacement rate, while the local population is in demographic decline.

According to a report last year from Professor Matt Goodwin, such factors will contribute to White British people becoming a minority in the UK by 2063 and reduced to one fifth of the population by the end of the century.

breitbart.com
u/Sakanita- — 3 days ago
▲ 0 r/Tuga

Há novas mensagens de SMS a circular com pedidos de pagamento ao SNS. Ministério alerta para fraudes

Desde o início do ano, o Serviço Nacional de Saúde já fez vários alertas para esquemas de burlas que enviam mensagens fraudulentas a pedir o pagamento de valores em dívida. Agora há novas mensagens de phishing e smishing a circular, indicando valores diferentes e também formas de pagamento diferenciados, entre referências multibanco e códigos bancários.

As mensagens são enviadas em nome do Ministério da Saúde e com a referência aos mesmos números de telefone usados para confirmação de códigos e envio de receitas. Os alegados valores em dívida são o “isco” para enganar os cidadãos, tirando partido do período de férias em que habitualmente há menos atenção à cibersegurança e introduzindo elementos de urgência com a indicação de prazos curtos para saldar o pagamento.

O alerta do Ministério da Saúde refere que estas mensagens que estão agora a circular “são esquemas fraudulentos, com o intuito de induzir os destinatários a fornecerem informações pessoais e bancárias“.

O Ministério recorda que têm vindo a circular outros tipos de SMS falsas, com links para realizar reembolsos, links para sites fraudulentos ou referências para outro tipo de pagamentos em dívida ou execução fiscal

No final de Julho, uma onda de esquemas de phishing usava o nome da Segurança Social e do Fisco para roubar informação pessoal e dinheiro às vítimas, dando conta de dados por atualizar e falhas na entrega de correspondência.

tek.sapo.pt
u/Sakanita- — 3 days ago
▲ 7 r/Tuga+2 crossposts

Cibersegurança sob tutela das “Secretas”: uma decisão demasiado importante para que fique apenas num gabinete

>Foi noticiado recentemente pelo Expresso que o secretário-geral do Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), Vítor Sereno, propôs ao primeiro-ministro a transferência da tutela do Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) para a esfera dos serviços de informações. O Governo não confirmou que a proposta avançará, de facto, mas também não a rejeitou liminarmente. Estamos, portanto, perante uma negociação política em curso, sem processo legislativo aberto e sem escrutínio público correspondente à gravidade da matéria.

Apesar destas reservas temos de reconhecer o que está em causa: O CNCS integra hoje o Gabinete Nacional de Segurança, sob a Presidência do Conselho de Ministros e foi reforçado como autoridade nacional de cibersegurança pelo Decreto-Lei n.º 125/2025, em vigor desde abril deste ano, no quadro da transposição da diretiva europeia NIS2. Esse diploma consolidou uma separação institucional clara: excluiu expressamente do seu âmbito de aplicação as entidades da segurança nacional, segurança pública, defesa e serviços de informações. Transferir agora o CNCS para o SIRP inverteria, poucos meses depois, uma arquitetura legal que o próprio legislador acabou de construir.

Este pedido – contudo – não está episódio isolado.: Em junho, o mesmo Vítor Sereno defendeu publicamente a revisão da Constituição da República por forma a permitir às Secretas o acesso a metadados de comunicações em investigações de terrorismo, cibercrime e criminalidade organizada. Em conjunto: as duas iniciativas configuraram uma agenda coerente de expansão de competências dos serviços de informações sobre o espaço digital. É essa coerência, mais do que qualquer proposta isolada, que justifica atenção pública redobrada.

Não se trata de negar mérito técnico a quem propõe. O SIS tem demonstrado capacidade real na resposta a ameaças de origem estatal, como ilustram os alertas públicos emitidos este ano sobre ataques a contas de aplicações de mensagens de governantes e sobre ciberespionagem atribuída a atores associados à Rússia. O argumento operacional existe e deve ser reconhecido como válido. Mas esta validade do argumento operacional não deve esgotar a discussão sobre este importante assunto para a qualidade da democracia e para as liberdades e garantias dos cidadãos havendo, pelo menos, três ordens de riscos que uma decisão desta natureza não deve ignorar:

Em primeiro lugar, a fiscalização democrática: O CNCS está hoje sujeito a um regime de transparência e de acesso à informação, incluindo a Lei de Acesso aos Documentos Administrativos, substancialmente diferente do que se aplica aos serviços de informações, que operam sob segredo de Estado e fiscalização parlamentar reservada. Subordinar o CNCS a esse regime significaria reduzir, de forma prática e imediata, aquilo que hoje é publicamente sindicável sobre a sua atividade.

Em segundo lugar: o efeito sobre a cultura de reporte voluntário de incidentes. Parte do valor do CERT.PT depende da confiança de entidades públicas e privadas em reportar vulnerabilidades e incidentes sem recear que essa informação passe a alimentar um serviço de informações. Ainda que essa perceção seja apenas isso, uma perceção, o risco de retração no reporte é operacional, não meramente simbólico, e pode comprometer precisamente aquilo que se pretende reforçar.

Por fim, e em terceiro (mas nem por isso menos importante), temos o tema da concentração de poder… Reunir num único secretário-geral a coordenação da cibersegurança nacional, as informações externas e as informações internas, sem contrapesos equivalentes aos que hoje existem para o CNCS, é uma concentração de competências que merece escrutínio redobrado, independentemente da boa-fé de quem ocupa o cargo. Num Estado de direito, os contrapesos institucionais não se dispensam por confiança nas pessoas; existem precisamente para não depender delas e  quando este contrapeso é frágil ou está diminuído, a democracia cede, como demonstram aliás os EUA na atualidade.

Por tudo isto, a questão central não é apenas “sim” ou “não” à proposta, mas o processo pelo qual uma decisão desta magnitude deve ser tomada. Uma alteração que toca a transparência, a fiscalização democrática e a confiança pública nas infraestruturas críticas nacionais não deveria resultar de uma negociação fechada entre um secretário-geral e o primeiro-ministro. Deveria ser objeto de debate público informado, com participação da Assembleia da República e das entidades de supervisão competentes, entre as quais a CNPD, e precedida de uma avaliação séria do seu impacto sobre o reporte voluntário de incidentes.

Portugal reforçou recentemente, e de forma deliberada, a separação entre a autoridade civil de cibersegurança e os serviços de informações. Reverter essa opção em gabinete fechado, sem debate correspondente à sua importância, seria um mau precedente, independentemente do mérito técnico dos argumentos que a sustentam. As instituições democráticas não se avaliam apenas pelas competências técnicas de quem as propõe, mas pelos processos através dos quais decidem alterá-las.

tek.sapo.pt
u/Sakanita- — 3 days ago
▲ 1 r/Tuga

Homem detido por matar o irmão à pancada em Ponta Delgada

Um homem de 39 anos foi detido pela Polícia, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel (Açores), suspeito de matar o irmão, de 47 anos. Os dois viviam há cerca de um ano na residência do pai, mas a relação entre ambos vinha-se deteriorando com conflitos frequentes associados ao consumo habitual de álcool e estupefacientes.

jn.pt
u/Sakanita- — 3 days ago
▲ 4 r/Tuga

Duas crianças de Gaza já estão em Portugal para receberem tratamentos médicos

As duas raparigas vão ser tratadas em Portugal em duas unidades de saúde. Chegaram acompanhadas pelas mães e deverão ficar no país durante seis meses. 

Ambas tiveram uma das pernas amputadas devido à guerra em Gaza.

As menores chegaram através da organização HEAL Palestine, que refere que "Portugal abriu uma porta que poucos países estiveram dispostos a abrir".

A iniciativa parte dambém da Parents for Peace (PfP) e Grupo de Apoio a Refugiados Palestinianos - Portugal (GARPP).

Em comunicado, a Embaixada do Estado da Palestina em Portugal expressou o seu "profundo apreço e gratidão" a Portugal pelo acolhimento das duas crianças. 

"Este gesto humanitário tem um significado profundo para o povo palestiniano", sublinha a representação diplomática, adiantando que Malak e Dima "estão entre os milhares de crianças em Gaza que sofreram quase dois anos de bombardeamentos implacáveis, assinatos, deslocações e destruição das suas casas e famílias". 

A Embaixada agradece ainda às organizações Heal Palestine e Parents for Peace, mas também aos hospitais e equipas médicas portuguesas que "abriram as suas portas" às duas meninas. 

"Esperamos sinceramente que esta iniciativa abra caminho para que mais crianças palestinianas de Gaza recebam os cuidados médicos de que tanto necessitam", vincou.

O comunicado expressa ainda o desejo de que "o exemplo de Portugal inspire a continuidade da ação internacional para proteger as crianças de Gaza e defender o seu direito fundamental à vida e a um futuro".

Desde o ano passado, na sequência do reconhecimento do Estado palestiniano por Portugal, a 21 de setembro de 2025, que a representação diplomática da Palestina no país tem estatuto de Embaixada. 

rtp.pt
u/Sakanita- — 3 days ago
▲ 118 r/Tuga+1 crossposts

Dizem que a imigração descontrolada é culpa de Israel, mas a Polónia parece imune a esse poder místico desse pequeno país. Não será simplesmente a vontade e incompetência dos restantes governos?

u/Sakanita- — 3 days ago