
Eu percebo o apego do Zé Povinho ignorante à lenga lenga do anticapitalismo e do socialismo, mas ricos armados em socialistas são um nível muito especial de falta de noção
E quem papa estas merdas ainda é pior do que eles

E quem papa estas merdas ainda é pior do que eles
Um aluno do 8.º ano de uma escola primária em Cadca, no noroeste da Eslováquia matou, esta terça-feira, uma professora de 61 anos e feriu pelo menos duas outras pessoas. Entre os feridos está um aluno que se encontra em estado crítico e uma outra professora ferida com gravidade.
Em comunicado, o Ministério das Infraestruturas e Habitação informa ainda que o alargamento do Passe Ferroviário Verde "à Fertagus está a ser operacionalizado e será anunciado oportunamente".
Segundo o Governo, este alargamento permite, que, por 20 euros mensais, um passageiro possa "viajar por todas as linhas da CP, de norte a sul do país, à exceção do Alfa Pendular e Intercidades (1ª Classe), seja em deslocações frequentes para trabalhar, estudar ou em viagens de lazer".
"Nas Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto, os passageiros que se desloquem exclusivamente de comboio podem usar apenas o Passe Ferroviário Verde em vez do passe intermodal Navegante (Lisboa) ou Andante (Porto), o que representa uma redução do custo mensal para metade", refere-se na mesma nota, sublinhando-se que nas deslocações em localidades exteriores à Área Metropolitana do Porto "as poupanças podem ser mais significativas".
A tutela liderada por Miguel Pinto Luz salienta ainda que a medida "permite poupanças aos passageiros e uma simplificação dos títulos monomodais de transporte em particular para quem se desloca de territórios exteriores às Áreas Metropolitanas do Porto e de Lisboa".
"É um passo decisivo, particularmente neste momento, para o reforço do uso do transporte público sustentável, para a simplificação tarifária e uma aposta clara numa política pública de transportes centrada nas pessoas", afirma o ministro das Infraestruturas e Habitação, citado em comunicado.
De acordo com o ministério, desde outubro de 2024, aquando da criação do Ferroviário Verde, "já foram vendidos 1 milhão e 400 mil passes", com o Governo a estimar um impacto financeiro anual de 1,5 milhões de euros.
Vi isto num sub inferior a este, e não fiquei surpreendido com a glorificação deste tipo. Isto, porque, a putrefação cognitiva do cidadão comum já não me surpreende.
Antes de mais, o Rui Pinto é um criminoso. É por isso que é chamado de criminoso. Não estava sentado numa esplanada a comer um pastel de nata e começou a ser chamado de criminoso só por isso.
Segundo, o Rui Pinto não é um whistleblower, mas sim um hacker. Um whistleblower geralmente tem acesso legal a determinada informação, mas depois passa essa informação cá para fora. Um hacker simplesmente invade algo com o qual não tem nada a ver. É a diferença entre tu contares o que se passa na tua empresa, caso detetes algo ilegal, o que é perfeitamente legítimo e alguém entrar ilegalmente na tua empresa para espiar o que se passa lá.
Agora, vou explicar as coisas com mais cuidado para ver se os intelectualmente desprivilegiados chegam lá:
Imaginemos que na tua zona anda alguém a arrombar casas, inclusive a vossa. Entra, revista tudo o que as pessoas lá têm, depois mete tudo na net. Se encontrar evidência de que alguém fugiu aos impostos, ou cometeu outro crime qualquer divulga. Depois é visto como um grande herói. Foi essencialmente isso que o Rui Pinto fez, mas digitalmente
Ontem estava a explicar isto a um cepo local, e ele disse que não se importava que acontecesse. Que não tem nada a esconder.
Quem não tem nada a esconder e acha que violação da privacidade alheia é uma coisa aceitável, pode, por favor, dar-me acesso a toda a sua informação pessoal? Todos os dados e todas as comunicações. Pode ser? É que sou muito curioso.
/s, /s, /s, /s
Estou a brincar. É óbvio que ninguém o faria. É que os fãs de whistleblowers são assim tipo comunas: O que desejam para os outros, não aceitariam na sua vida
Se eu conseguisse ler as mensagens de whatsapp de centenas de cidadãos, de certeza que encontraria muitos crimes. Isso faria de mim um herói?
O mais irónico é que o Rui Pinto já pode invadir a tua privacidade para descobrir "crimes" (e extorquir) mas se fosse o Estado já era mau, certo? Fica tudo comichoso com o Chat Control, mas não será a premissa a mesma? "Estou a invadir a tua privacidade para prevenir crimes".
A privacidade é um limite ao poder dos outros sobre nós: se qualquer pessoa puder devassar a vida alheia sempre que achar que o fim o justifica, ninguém fica protegido contra exposição arbitrária, manipulação e abusos. Sem privacidade ficamos à mercê daquilo que cada um acha justo. É um poder demasiado grande para colocar nas mãos de alguém aleatoriamente.
Numa situação podes ter dois criminosos. O que revela o crime não é necessariamente um herói.
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) pode enfrentar dificuldades significativas durante o próximo inverno se não for encontrada uma solução para os milhares de prestadores de serviços de que dependem várias unidades hospitalares, sobretudo nas urgências. O alerta é de Xavier Barreto, que considera que a resposta dos hospitais nos próximos meses ficará fortemente condicionada pela negociação em curso.
Em entrevista ao Público, Xavier Barreto reconhece que existe o risco de encerramento de urgências caso os médicos tarefeiros avancem com uma paralisação, mas sublinha que a dependência destes profissionais resulta de um problema acumulado ao longo de vários anos.
A portaria que deverá estabelecer os valores a pagar aos médicos prestadores de serviços está prevista para outubro. O problema é que estes profissionais são atualmente essenciais para assegurar o funcionamento de vários serviços do SNS.
Segundo o Público, a dependência não se limita às urgências. Há hospitais onde áreas como a gastroenterologia são asseguradas quase integralmente por prestadores de serviços, além de outras atividades, nomeadamente a realização de exames. Uma eventual saída destes profissionais teria, por isso, consequências para além dos serviços de urgência.
Negociação exige cedências dos dois lados
Xavier Barreto defende que o objetivo de transformar prestações de serviços em contratos de trabalho faz sentido, mas considera necessário criar condições suficientemente atrativas para que os profissionais aceitem a mudança.
Uma das questões passa pelo reconhecimento da experiência profissional. Na sua perspetiva, médicos, enfermeiros ou técnicos de saúde com 20 ou 30 anos de carreira não devem ser obrigados a regressar ao SNS através da base da respetiva carreira. Para isso, admite ser necessária uma alteração legislativa que permita reconhecer os anos de experiência destes profissionais.
Mas também deixa um aviso aos próprios prestadores. Xavier Barreto considera que ambas as partes terão de fazer cedências e que os profissionais não podem iniciar a negociação recusando qualquer redução no valor que atualmente recebem por hora.
A passagem para um contrato de trabalho traz benefícios que não existem nas mesmas condições numa prestação de serviços, incluindo proteção na doença, baixas e descontos para a Segurança Social. Na sua perspetiva, essas diferenças deverão refletir-se no valor da remuneração.
ULS precisam de mais tempo para contratar
Outra preocupação prende-se com os prazos. O período de três meses previsto para os hospitais contratarem estes médicos termina no final de setembro, mas as Unidades Locais de Saúde (ULS) ainda não conhecem os termos da portaria que deverá ser publicada em outubro.
De acordo com o Público, Xavier Barreto considera que, depois da publicação, serão necessárias algumas semanas para que os prestadores possam analisar as condições e decidir se pretendem aceitar um contrato, ao mesmo tempo que as ULS preparam as propostas de contratação.
Por esse motivo, defende que o Governo deverá ponderar um prolongamento do prazo. Sem conhecerem as condições concretas, os profissionais não conseguem avaliar aquilo de que terão de abdicar ao trocar a prestação de serviços por um vínculo contratual.
Também critica a situação relativa aos incentivos às horas extraordinárias. O diploma foi anunciado em junho, mas, no final de setembro, continuava sem haver informação concreta, apesar de muitos médicos já terem realizado as horas adicionais contando com esse pagamento.
Inverno aumenta pressão sobre as urgências
A aproximação do inverno torna a questão mais urgente. Xavier Barreto admite que deverá existir um novo plano de inverno para o SNS, mas identifica vários problemas que podem aumentar a pressão sobre os hospitais.
Um deles é a possibilidade de haver menos vacinas disponíveis para venda nas farmácias. Uma epidemia mais agressiva, conjugada com menor disponibilidade de vacinação fora dos grupos de risco, poderia aumentar a procura de cuidados de saúde.
Outro problema está nos chamados internamentos sociais. São doentes que permanecem internados por não existir uma resposta adequada fora do hospital, contribuindo para a ocupação de camas e, indiretamente, para a sobrelotação das urgências.
Xavier Barreto considera que esta é uma questão que sucessivos responsáveis não têm conseguido resolver e critica a ausência de respostas do Governo. Defende uma aposta maior nos cuidados domiciliários, no apoio aos cuidadores informais e em equipas comunitárias capazes de acompanhar as pessoas nas suas próprias casas.
“Vamos ter muitos problemas”
Para reduzir a pressão sobre as urgências, defende uma combinação de medidas: mais recursos humanos, respostas para doentes agudos em ambulatório e maior capacidade dos centros de saúde para acompanhar situações que não necessitam de recorrer diretamente aos hospitais.
No entanto, para o próximo inverno, Xavier Barreto não espera uma mudança substancial no funcionamento das urgências face aos anos anteriores. A principal incógnita continua a ser a situação dos prestadores de serviços.
“Se não arranjarmos uma solução para os prestadores de serviços até ao Inverno, obviamente que vamos ter muitos problemas”, alerta, em declarações ao Público.
Escassez pode obrigar a concentrar urgências
A falta de profissionais poderá ainda acelerar a concentração de algumas urgências a nível regional. Xavier Barreto considera que esse caminho será necessário sobretudo nas especialidades onde a escassez já é mais evidente.
Entre os exemplos aponta obstetrícia, pediatria e ortopedia, particularmente na região de Lisboa e Vale do Tejo. A falta de anestesistas poderá também aumentar a pressão para concentrar algumas especialidades cirúrgicas.
Para Xavier Barreto, a disponibilidade de profissionais acabará por determinar o número e a localização das urgências, uma vez que não será possível manter todas abertas com os atuais recursos humanos.
“Turismo de saúde”: faltam números para avaliar dimensão
Na entrevista ao Público, Xavier Barreto aborda ainda a polémica em torno do chamado “turismo de saúde”, depois das declarações da presidente do Hospital Amadora-Sintra.
Começa por distinguir os cidadãos estrangeiros que vivem em Portugal, pagam impostos e têm número de utente do SNS daqueles que chegam ao país sem direito a tratamento gratuito. Recorda que cerca de 30% da população na área de influência do Amadora-Sintra é estrangeira, considerando por isso natural que uma parte relevante dos doentes tenha outra nacionalidade.
Quanto às pessoas que chegam diretamente do aeroporto aos hospitais para receber tratamento, defende que é necessário conhecer os números antes de avaliar a dimensão do fenómeno. Segundo explica, os atos realizados nos hospitais ficam registados, incluindo a identificação, morada e entidade responsável pelo pagamento, pelo que o Ministério da Saúde deverá ter condições para determinar quantos destes casos existem e qual o respetivo custo.
Xavier Barreto considera, por isso, que não se deve atribuir ao chamado turismo de saúde a responsabilidade pelos restantes problemas do SNS sem conhecer primeiro a dimensão concreta do fenómeno.
Aparentemente o caso está a gerar uma "onda de choque e revolta" em Espanha. Há multidões a protestar. Mais um pouco espancam o dono da casa.
Eu ponho-me a pensar nestas merdas e pergunto-me: Mas como é que alguém quer que haja casas a bons preços?
Nós olhamos para alguém a ser removido de uma casa QUE NÃO É SUA e achamos que é uma coisa inaceitável. Há qualquer coisa de imoral em alguém não poder viver numa casa que não lhe pertence. Esta mulher deveria, segundo o povo, ficar com a casa para si até morrer, apesar de não ser sua.
No outro dia estava um boneco qualquer aqui no Reddit que numa discussão sobre Okupas disse "o dono da casa que vá trabalhar". Ou seja, o dono da casa que se foda. Temos todo o direito de ocupar casas. Outros tantos concordaram com ele.
Portanto, nós queremos, SIMULTÂNEAMENTE, o investimento necessário para produzir habitação a bons preços para toda a gente, e o direito de morar nessas casas sem pagar.
Essencialmente, as pessoas querem alguém a investir o seu dinheiro para depois doá-lo. Se eu não posso expulsar uma pessoa da minha casa porque é velha, coxa, cega, surda ou seja lá o que for, então eu, enquanto entidade privada acabei de doar algo de grande valor a quem não me é nada.
Não aos meus filhos. Não aos meus pais. Não aos meus irmãos. Nada disso. A um estranho. Porque os meus interesses pessoais e os meus problemas pessoais não interessam para nada. Os meus direitos também não. O que importa é esta mulher. Acima de tudo e de todos.
Ironicamente, o povo chorão, que tão altruísta é, não anda a pegar em mendigos e a levá-los para suas casas, certo? Não. Isso não querem. Querem é que um "senhorio" o faça. Parece que a posição de "senhorio" te transforma em sinónimo de Santa Casa da Misericórdia, por uma razão misteriosa qualquer
As pessoas vivem chocadas com os preços das casas. Mas eu estou é chocado com ainda haver casas para arrendar. Como é que é possível ainda haver alguma coisa? Eu nunca na vida colocaria um bem tão precioso meu no mercado sabendo que se um dia precisar de recuperá-lo vou ser visto como o demónio na terra, e possivelmente até impedido de tal, dependendo de quem estiver no poder. Que negociozinho de merda.
O problema aqui é que, quanto mais pessoas acharem isto um negociozinho de merda, menos casas vais ter no mercado.
É este o problema do "povo" e da "democracia". Parece que grande parte da população olha para a vida com óculos embaciados. Isto não vai a lado nenhum, muito sinceramente. O povo rejeita lógica por completo. Move-se por emoção. Estão a cavar a própria sepultura, mas apelidam o processo de "justiça social"
Um homem de 47 anos detido por suspeita de furtar carteiras e cartões bancários nos últimos meses nos transportes públicos do Porto ficou em prisão preventiva, anunciou esta segunda-feira a PSP do Porto.
O alegado carteirista, detido na quinta-feira, "atuando de forma discreta e dissimulada, apoderava-se de carteiras e porta-moedas, dos quais retirava o numerário e os cartões bancários das vítimas", sem que estas se apercebessem, referiu, em comunicado, o Comando Metropolitano do Porto da PSP.
"Dedicava-se, de forma reiterada, à prática de furtos em transportes públicos de passageiros, aproveitando-se da elevada afluência e lotação dos veículos, bem como de momentos de menor atenção dos passageiros", lê-se no comunicado de imprensa.
Com os cartões bancários que furtava, o suspeito realizava de imediato "pagamentos em estabelecimentos comerciais, supermercados e postos de abastecimento de combustível, bem como levantamentos de numerário em caixas automáticas (ATM)", quer através de 'contactless', quer usando os "respetivos códigos de acesso", explicou a PSP.
A polícia referiu ter desenvolvido uma investigação "com caráter prioritário", que culminou na detenção do homem, suspeito da "prática reiterada de crimes de furto qualificado, furto e abuso de cartão de garantia ou de cartão, dispositivo ou dados de pagamento, ocorridos nos últimos meses na Área Metropolitana do Porto".
Depois de presente a primeiro interrogatório judicial, foi-lhe decretada a prisão preventiva como medida de coação.
Smile, peruser of the internet! Your facial features are being codified by algorithms.
Starting this week, Google has begun asking users to take a video selfie to sign into their accounts, Search Engine Watch found. The feature remains optional, but it represents an eerie step towards making facial recognition a standard way to navigate the web, which the search engine giant is now heavily promoting.
Google first announced the feature in July, framing it as an optional way of getting into your account if you’re locked out or don’t have access to your usual devices.
To set it up, you record a short video of your face while moving your head to capture different angles. Then, if “you’re having trouble signing in later on,” Google said in the announcement, “you just take another selfie to get back into your account.”
What’s new now is that Google has begun pushing the feature on its home page. A nudge at the bottom of the screen will ask you to “sign in with a selfie,” with “don’t set up” and “set up selfie” options.
It sounds like it’ll be used for more than just verifying you’re the account owner. A disclaimer on the setup page says that the video selfie will also determine if you’re “old enough to use certain Google services.” Users can also opt-in to “improve Google services,” which will allow the company to use your video selfies to “improve our facial recognition, age estimation, and other verification methods that use your physical features or movement, across Google services.”
Needless to say, it raises obvious privacy and security concerns. Google already collects troves of behavioral data on its billions of users to optimize its search engine and deliver targeted ads, so handing over a mathematical map of your face is concentrating a lot of your personhood with one company. Moreover, in an age of increasingly convincing and accessible AI deepfake technology, it’s uncertain how robust facial recognition scans will be against attempts to spoof them.
Se olharmos para o historial de políticas nacionais e europeias podemos facilmente comprovar que só nos têm tirado liberdades e privacidade. Qual foi a última política introduzida por um governo que nos tenha dado mais liberdade e tenha reduzido a presença do Estado nas nossas vidas? Não existe. É sempre o contrário. Cada vez mais controlo. Cada vez mais supervisão. Cada vez mais limitações.
Se forem introduzindo estas medidas aos poucos, ao longo de décadas, vão passando despercebidos e conservando a ilusão de liberdade. Se de repente implementassem todas estas medidas de uma vez seriam apelidados de ditadores. Mas como é aos poucos, vão normalizando a ausência de liberdade, até subverteres por completo o conceito de liberdade e levares as pessoas a acreditar que a têm, mesmo não tendo.
O Chega vai requerer a presença do ministro das Finanças na Assembleia da República para prestar esclarecimentos sobre a “operação mal explicada” da aquisição de ações da REN, anunciou o presidente do partido, André Ventura.
“O Chega questionou já o Governo sobre esta operação da REN (..) mas vamos de urgência chamar ao Parlamento o senhor ministro das Finanças para que possa explicar, de viva voz, quem foram estes comissionistas, que dinheiro se pagou a estas pessoas e se alguém do Governo, direta ou indiretamente lucrou com o negócio da REN”, disse Ventura numa declaração da sede do partido na Madeira.
Recordou que já tinha dado “nota pública” que o partido tinha questionado o Governo sobre “a aquisição de participações de 13% da REN por parte do Estado Português”.
“Uma operação mal explicada que envolveu muitos milhões de euros e parecia estar nebulosa e mal explicada”, acrescentou.
André Ventura referiu-se notícias hoje divulgadas hoje sobre esta operação, apontando que dão conta de que o ministro das Finanças “ignorou dar explicações sobre se tinham existido comissões, depois se tinham sido pagos alguns custos pela organização e desenho da operação, depois se alguém tinha lucrado com a operação”.
“A nossa República está podre e nós temos de fazer o possível para a salvar e limpar”, sustentou.
O presidente do Chega considerou “estranho que um negócio em que o Estado adquiriu 13% de uma elétrica aos chineses tenha sido aplaudido” pelos chineses como um boa forma de fazer negócios”, enquanto a eletricidade não para de aumentar.
“Por esta estranheza e porque as pessoas exigem esclarecimentos pedidos esta chamada de urgência no Parlamento” para que o processo possa ser desencadeado e o ministro das Finanças “preste os esclarecimentos necessários sobre a aquisição da REN e do dinheiro que pago em comissões e outro tipo de operações”.
André Ventura deslocou-se à Madeira para participar na `rentrée´ política do Chega que decorre esta noite numa praia do concelho de Câmara de Lobos.
A juíza do Tribunal Constitucional (TC) português Maria Benedita Urbano avisou esta segunda-feira que os tribunais constitucionais "estão a ser atacados" face à ascensão do populismo e autoritarismo em sociedades democráticas.
"Somos alvo de ataque por aqueles que querem desmantelar o Estado de Direito democrático, porque o Tribunal Constitucional defende os direitos fundamentais, de expressão, manifestação, participação política", disse a magistrada.
O TC "assegura que competição política é justa e igualitária", sublinhou Urbano, e "garante o jogo de pesos e contrapesos, que o executivo não usurpe as funções do legislativo".
A juíza defendeu que a pandemia de Covid-19 "foi a tempestade perfeita", ao levar à imposição de restrições às liberdades fundamentais, algo que "acelerou estas tendências" para o populismo.
Urbano alertou para vários métodos que podem ser usados para reduzir o papel do TC como "guardião da Constituição por excelência", incluindo a "asfixia financeira", a limitação da jurisprudência e a substituição de juízes.
A magistrada deu como exemplo a "campanha pública de deslegitimação" do Supremo Tribunal Federal do Brasil, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2023) tentou nomear "mais juízes sensíveis à sua causa".
Urbano sublinhou que a situação não é tão grave em Portugal, mas lembrou que em 2022 juristas apelaram ao fim ou à redução do número de juízes nomeados pelos outros membros do TC.
Nos termos da Constituição, o TC é composto por 13 juízes, sendo dez designados pela Assembleia da República e os outros três cooptados por estes. Dos 13, seis são obrigatoriamente escolhidos de entre juízes dos restantes tribunais e os demais de entre juristas.
"Há quem defenda que a cooptação deve deixar de existir, que os três juízes devem ser nomeados pelo Presidente da República", disse Urbano.
Mas a magistrada disse que essa mudança "é de evitar", porque pode levar à nomeação de "juízes leais ao poder político do momento" e "favorecer o controlo do poder judicial pelo executivo".
Para evitar uma "deslegitimação, que com o tempo se pode agravar", Urbano sublinhou que o TC deve manter "total respeito pela separação dos poderes".
"É preciso manter o prestígio do Tribunal Constitucional, manter e transmitir uma imagem de tribunal independente e parcial, para que seja a própria população a defender a instituição", disse a juíza.
Urbano, que é também docente na Universidade de Coimbra, falava durante o 29.º Encontro de Professores de Direito Público, que está a decorrer esta segunda-feira, pela primeira vez, em Macau, região chinesa cuja justiça tem como base o sistema português.
Em maio, a vice-presidente do grupo parlamentar do Chega, Cristina Rodrigues acusou o TC de "ativismo político" e desrespeito pela separação de poderes, durante as jornadas parlamentares do partido, em Viseu.
Isto depois do TC ter declarado como inconstitucional um decreto do parlamento que previa a perda de nacionalidade como sanção acessória pela prática de certos crimes.
"A esquerda perdeu a maioria na Assembleia da República, mas continua a ter a maioria no TC e nos juízes que ocupam os cargos para os quais são nomeados. E isto tem tido consequências, consequências à vista de todos, principalmente nos últimos tempos", afirmou Rodrigues.
No mesmo evento, a deputada Vanessa Barata, coordenadora do Chega na Comissão de Assuntos Constitucionais acusou o TC de ser uma "força de bloqueio à vontade do legislador".
A PSP do Porto fez, na madrugada deste sábado, uma operação especial de prevenção, que resultou na identificação de 17 suspeitos de tráfico de droga, na zona da Movida do Porto. Entre as 17 pessoas, estavam duas que se encontravam proibidas de frequentar os locais onde se situam os espaços noturnos. Foi também detido um cidadão estrangeiro que estava ilegal no País.
Ao CM, o presidente da Associação de Bares da Zona Histórica do Porto, António Fonseca, classificou as operações como "importantes", mas "a presença dos agentes na noite à vista de todos também é". As autoridades têm reforçado a presença no local às quintas, sextas e sábados, alturas em que existe mais fluxo na noite. "Esses dias são importantes, mas os restantes também, até porque existem espaços que estão abertos todos os dias. Há muitas pessoas com medo de sair. Espero que voltem a ganhar confiança para se divertirem", explicou.
Em relação ao ano passado, as detenções nesta zona da cidade do Porto aumentaram cerca de 20%, muito por causa do reforço das autoridades no terreno.