Carteirista em Lisboa
Vejam bem, a gaja rouba tranquilamente a senhora, abre a carteira, vê que não há dinheiro e depois vai devolver, e provavelmente a senhora ainda lhe agradeceu, é incrível os dotes destas gajas...
Vejam bem, a gaja rouba tranquilamente a senhora, abre a carteira, vê que não há dinheiro e depois vai devolver, e provavelmente a senhora ainda lhe agradeceu, é incrível os dotes destas gajas...
120 mil imigrantes sem verificação dos antecedentes criminais
Povo que vota esquerda tem consequências dos seus governos. PSOE foi quem incentivou isto ao legalizar e incentivar imigração em massa ilegal.
Acho que devíamos importar mais uns quantos
Gostava muito que o BE convidasse os moradores do bemformoso a uma marcha... a interacção seria bonita.
No que se está a transsformar a europa e o mundo..
Boas pessoal. Venho aqui partilhar uma situação surreal e tentar perceber se mais alguém no concelho da Maia está a lidar com este nível de incompetência.
Como alguns devem ter visto nas notícias no início do mês (agosto), a zona de Águas Santas esteve com um problema gigante de baratas a sair pelas tampas de saneamento, e até houve um caso bizarro de pulgas que meteu tribunais pelo meio. Pois bem, parece que o problema está a alastrar, e agora é a freguesia do Castêlo da Maia (zona de Barca / Gondim) que está a sofrer com o mesmo.
A situação está insustentável. As baratas saem aos magotes das sargetas. Chegámos ao ponto em que já nem podemos ter a janela da cozinha aberta à noite, caso contrário entram em casa e dão-nos cabo dos móveis.
Vários moradores já enviaram e-mails à Câmara e à Junta. Resposta? Zero. Mas o verdadeiro clímax da falta de respeito aconteceu quando finalmente conseguimos que os SMAS (Serviços Municipalizados) viessem ao local.
A intervenção ridícula dos SMAS:
Vieram à nossa zona e abriram uma única tampa de esgoto.
Disseram logo que o problema "não era do saneamento", empurrando a responsabilidade para as águas pluviais.
Foram super mal-educados com quem os questionou e, a cereja no topo do bolo, mandaram-nos literalmente ir "ao Continente comprar spray" para resolvermos a situação.
É esta a resposta de um serviço municipal perante uma praga instalada na via pública? Mandar quem paga impostos ir desenrascar-se ao supermercado?
Já estamos a reunir provas (prints dos e-mails ignorados e vídeos das baratas) para fazer uma denúncia em massa ao Delegado de Saúde e reencaminhar tudo para os jornais (Notícias Maia, JN, etc.), porque aparentemente é a única linguagem que a autarquia entende.
Mais alguém pelo concelho a passar por isto nas vossas ruas? Se sim, como é que resolveram (se é que resolveram)?