Carteirista em Lisboa

Vejam bem, a gaja rouba tranquilamente a senhora, abre a carteira, vê que não há dinheiro e depois vai devolver, e provavelmente a senhora ainda lhe agradeceu, é incrível os dotes destas gajas...

u/Valuable-Device69 — 6 hours ago
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Jornalista portuguesa que trabalha na Record é alvo de críticas em todo Brasil por causa do sotaque

Uma notícia trágica aconteceu em Portugal e foi transmitida pela RECORD para todo o Brasil. A reportagem foi feita por uma jornalista portuguesa, que trabalha para a própria Record e que apareceu com o microfone da estação a fazer o seu trabalho.

Mas sabem o que acabou por chamar mais a atenção de milhões de brasileiros?

Não foi a notícia.

Não foi a tragédia.

Foi o sotaque português da jornalista.

Nos comentários, há quem diga que “não dá para entender”, que “não faz sentido uma portuguesa fazer reportagem para uma televisão brasileira”, ou que a Record “não tinha uma jornalista melhor”. Outros simplesmente criticam a maneira como ela fala.

Em Portugal, é perfeitamente normal ligarmos para uma operadora de telecomunicações, para um serviço de apoio ao cliente ou para uma empresa e sermos atendidos por brasileiros. E não estou a dizer que isso seja mau, são pessoas que estão a trabalhar, a desempenhar a sua função e que merecem exatamente o mesmo respeito que qualquer português.

Na própria televisão portuguesa também encontramos profissionais brasileiros. Na CNN Portugal, por exemplo, há jornalistas brasileiros a trabalhar e ninguém deveria achar isso estranho.

Então por que razão uma portuguesa trabalhar numa televisão brasileira parece incomodar tanto grande parte dos brasileiros?

Será que o sotaque brasileiro é automaticamente aceite em Portugal, enquanto o sotaque português é considerado “estranho” ou “incompreensível” no Brasil?

E atenção: isto não é uma crítica aos brasileiros em geral. Seria injusto dizer isso. Há muitos brasileiros que respeitam profundamente o português europeu, que gostam de o ouvir e que não têm qualquer problema com a presença de portugueses no Brasil.

Mas os comentários que surgiram neste caso levantam uma questão interessante sobre reciprocidade, respeito e preconceito linguístico.

Existe muitíssimo mais preconceito sobre os portugueses no Brasil, do que sobre os brasileiros em Portugal, e quem não sabe isso, é porque nunca meteu os pés no Brasil

u/Valuable-Device69 — 3 days ago

Aditadura de extrema-esquerda

Estamos num país onde até uma simples opinião parece ter de passar por um filtro político antes de ser ouvida. Basta alguém mencionar “partidos de esquerda” para a jornalista, devidamente treinada, interromper, cortar o raciocínio e praticamente responder por ele.

E há aqui outra ironia curiosa: uma jornalista com um forte sotaque do Porto a fazer entrevistas ao povo de Lisboa, sotaque esse que deixa bastante evidente que chegou há pouco tempo à capital. Como tal, não se percebe muito bem a escolha de uma jornalista acabadinha de chegar do Porto, que desconhece a realidade e a sociedade lisboeta, para andar a fazer entrevistas pela rua. Seria mais natural colocar uma jornalista de Lisboa a entrevistar os lisboetas, da mesma maneira que, no Porto, faria mais sentido ter um jornalista que conhecesse verdadeiramente a realidade e a sociedade local.

No fim, fica a pergunta: quando é que entrevistar passou a significar deixar o entrevistado falar apenas até ao momento em que diz algo que não estava previsto?

u/Valuable-Device69 — 5 days ago

Maldito 25 de Abril

Vi este vídeo de um antigo soldado negro que combateu pelo Exército Português em África. O que mais me chamou a atenção foi ouvi-lo dizer, com orgulho, que nasceu português e que, desde que nasceu, todos o consideravam português.

Isto leva-me a uma questão que continua a ser extremamente controversa: e se Portugal tivesse seguido outro caminho depois de 1974?

Na minha opinião, o 25 de Abril foi uma das maiores tragédias políticas da história portuguesa.

Portugal não perdeu uma guerra convencional em África. Em 1974, a situação militar portuguesa era particularmente favorável em Angola e continuava a ser favorável em Moçambique. O próprio estudo publicado pela Revista Portuguesa de História Militar, do Ministério da Defesa, descreve a situação militar no Ultramar como estando sob controlo e afirma que, em Angola, MPLA, FNLA e UNITA tinham fugido para o Congo devido ás grandes baixas sofridas na luta contra Portugal

É por isso que, na minha opinião, não é correto contar a história simplesmente como se Portugal tivesse sido militarmente derrotado e obrigado a abandonar as colónias. O que aconteceu foi exatamente o contrário, uma mudança política em Portugal é que levou à decisão de descolonizar.

E eu pergunto: será que essa era inevitavelmente a única solução?

A França mantem em 2026, todos os territórios ultramarinos e encontrou diferentes formas de os integrar na República Francesa. Hoje existem territórios franceses espalhados pelo mundo onde as pessoas têm cidadania francesa e, em muitos casos, utilizam o euro. Será que Portugal não poderia ter procurado uma solução semelhante, em vez de abandonar completamente seus territórios?

Imagino um cenário em que Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e os restantes territórios tivessem evoluído para uma relação política diferente com Portugal. Muitos dos seus habitantes poderiam eventualmente ter mantido a cidadania portuguesa e, consequentemente, a cidadania europeia. Poderiam circular e viver legalmente em Portugal como cidadãos portugueses, em vez de hoje existirem situações de imigração irregular.

É claro que isto é um cenário contrafactual. Ninguém pode garantir que teria funcionado, nem que esses países teriam escolhido permanecer ligados a Portugal. Mas considero legítimo discutir essa possibilidade.

Também considero importante lembrar que a história não terminou simplesmente no dia 25 de Abril. Em Angola, depois da revolução, a situação deteriorou-se rapidamente: MPLA, FNLA e UNITA entraram em confronto e a violência espalhou-se pelo território. A própria documentação histórica do Ministério da Defesa descreve a escalada da violência depois de Portugal abandonar o cenário de guerra.

Por isso, quando olho para este senhor no vídeo, não consigo deixar de pensar na quantidade de pessoas que nasceram e viveram toda a vida a considerar-se portuguesas e que, de repente, viram desaparecer o país a que pertenciam.

Na minha opinião, Mário Soares foi um dos grandes responsáveis políticos por essa descolonização e considero-o, do meu ponto de vista, um grande traidor da pátria.

Também existe uma frase atribuída a Mário Soares durante o processo de descolonização, a famosa frase “atirem com os brancos aos tubarões”.

O que para mim continua a ser incompreensível é a rapidez com que Portugal abandonou territórios onde existiam centenas de milhares de pessoas que tinham nascido portuguesas, sem que todas elas tivessem tido tempo ou condições para decidir o seu próprio futuro.

Por isso, sim: “Maldito 25 de Abril” é a minha opinião.

Não porque eu ache que os povos africanos não tinham direito ao seu próprio futuro, mas porque acredito que Portugal poderia ter procurado uma solução completamente diferente, uma solução que preservasse os laços entre Portugal e esses territórios, em vez de cortar esses laços de forma tão abrupta.

Talvez Portugal hoje fosse um país completamente diferente.

Talvez fosse uma potência mundial.

Talvez não.

Mas acho que é legítimo perguntar: e se tivesse sido diferente?

u/Valuable-Device69 — 7 days ago

HELP! How do I protect myself from extreme heat while sleeping in a micro camper? ☀️🔥

Hi everyone!

I’m a complete beginner when it comes to campervanning, so I’d really appreciate some advice from experienced people.

I’m currently in Spain, where summer temperatures can easily exceed 40°C (104°F), and I have a very small micro camper. It’s not a van or a large motorhome, it’s a tiny car, but there is just enough room for me to put a bed inside and sleep fully stretched out. The car has only 29,000 km, so I’m really excited about starting this lifestyle and eventually travelling all over Europe with it.

However, I have one major concern: the heat and the sun.

I work remotely for a company based in another country, so I have to work during the Spanish night, roughly midnight to 6 AM. The advantage is that the car stays relatively cool during the night.

But this creates a serious problem.

At around 6 AM, when my work finishes, I need to go to sleep. That's exactly when the sun is starting to come up. If I fall asleep inside the car and the sun hits it directly for several hours, I'm worried that the temperature could become dangerously high while I'm asleep.

I know cars can become incredibly hot inside, especially in Spain and Portugal during summer. I've personally experienced temperatures of around 52°C (126°F) in northeastern Portugal in August.

I'm therefore worried about going to sleep at 6 AM, sleeping deeply, and not realizing how dangerously hot the car has become until it's too late.

Because this is such a small micro camper, I obviously don't have the space or equipment that someone with a proper campervan or motorhome might have.

So what would you experienced campers recommend?

How can I safely sleep during the daytime in a tiny car camper in southern Europe during extreme summer heat?

I'm completely new to this, but I'm very excited about starting my little camper and travelling around Europe.

What would you do in my situation?

Thanks in advance for any advice! ❤️

u/Valuable-Device69 — 9 days ago

Canal TNT Sports Brasil, põe legendas em Pt-br quando CR7 fala... Português... 🙀w

E como não baste, ele diz que o Lamborghini "foi mudar as rodas(jantes) e eles muito inteligentemente metem na legenda "foi trocar de pneus porque teve UM FURO" ou seja, eles, com suas legendas, acabam por dar uma informação completamente errada,... Dá que pensar, ou não?

u/Valuable-Device69 — 11 days ago

Porque razão a bandeira de Ceuta é exatamente igual á de Lisboa, e tem o escudo português no centro?

A bandeira de Ceuta é igual à de Lisboa porque foi a primeira bandeira hasteada na cidade no dia 21 de agosto de 1415, quando as forças portuguesas de Lisboa, comandadas por D. João I conquistaram a praça norte-africana. O padrão gironado de preto e branco (a antiga bandeira de São Vicente) e o escudo central com as armas de Portugal refletem essa herança direta do domínio português.

u/Valuable-Device69 — 17 days ago

A Grok não funciona mais

Galera, eu tava usando uma grok MOD que funcionava de maravilha, eu baixei ela em um site de apos modificadas, hoje do nada, ela deixou de funcionar e todos os milhares de sites de apos modificadas que têm a grok, ao instalar ela, aparece mensagem dizendo que está desatualizada e para usar preciso atualizar ela na Google PlayStore, alguém sabe como resolver o problema?a

u/Valuable-Device69 — 18 days ago

Bem-vinda.ao parque das nações...

Esta mulher é linda, nem parece ter 59 anos, quem me dera cruzar-me com ela no elevador e poder fazer um selfie...

u/Valuable-Device69 — 24 days ago

Será isto verdade?

Este vídeo anda a circular em todas as plataformas(Facebook, Instagram, tiktok,X etc etc)

u/Valuable-Device69 — 25 days ago

Afinal de contas, o que se passou aqui?

Este vídeo anda a circular pela internet, mas sinceramente não sei o que se passou exactamente, e quando a mulher diz "ai o eu carro" está a eferir-se a que carro? E porque colocaram mesas na frente do Mercedes vermelho? Para impedir? É algo confuso, não acham?

u/Valuable-Device69 — 25 days ago

Isto é revoltante!!! Mesmo muito revoltante!!!

Em 2017 Portugal e Espanha estavam praticamente ao mesmo nível. Hoje já nem conseguimos acompanhar.

Vi hoje uma notícia onde as associações patronais defendem que o salário mínimo em 2027 não deve aumentar mais de 50€, ficando perto dos 970€.

E, sinceramente, isto revolta-me.

Vivo em Espanha desde 2017. Quando vim para cá, o salário mínimo em Portugal era de 557€, enquanto em Espanha era de 707,70€. Mas há um detalhe que muita gente hoje já nem se lembra: em Portugal, a esmagadora maioria dos trabalhadores recebia também subsídio de alimentação, algo que não existia para a generalidade dos trabalhadores em Espanha. Além disso, os descontos sobre o salário eram mais elevados em Espanha.

Na prática, um trabalhador português a ganhar o salário mínimo, com subsídio de alimentação, acabava por levar para casa praticamente o mesmo dinheiro que um trabalhador espanhol. Em muitos casos, até mais uns tostões.

Lembro-me perfeitamente de, naquela altura, conhecer espanholas que ponderavam atravessar a fronteira para trabalhar em Portugal, na restauração, no comércio ou em lojas. Não achavam Portugal um país "mais pobre". Olhavam para os dois países quase como iguais. Os combustíveis eram mais baratos em Espanha, sim, e alguns produtos de supermercado também. Mas rendas, oficinas, seguros, inspeções automóveis e muitos serviços eram bastante mais caros do que em Portugal.

E depois tudo mudou.

Enquanto Espanha começou a aumentar os salários de forma consistente, Portugal ficou preso ao modelo dos salários baixos.

Hoje já se fala em Espanha de salários mínimos na ordem dos 1.300€ nos próximos anos, enquanto em Portugal continua-se a discutir se um aumento de 50€ já é um enorme esforço.

O que aconteceu entretanto?

Na minha opinião, o maior travão ao crescimento dos salários em Portugal não está apenas nos governos. Está na enorme influência que as associações patronais têm nas negociações salariais.

Sempre que se fala em aumentos mais significativos, ouvimos imediatamente que "as empresas não conseguem pagar".

Mas depois vemos empresas com lucros elevados, patrimónios a crescer e administradores muito bem pagos.

Ainda há pouco tempo falei com um amigo que é patrão em Portugal. Perguntei-lhe o que achava dos aumentos do salário mínimo.

Respondeu-me:

"Quanto mais baixo for o salário, melhor para mim."

Pelo menos foi honesto.

Não digo que todos os empresários pensem assim, mas essa resposta explica muita coisa.

Tenho cada vez mais a sensação de que Portugal se habituou a competir através dos salários baixos, enquanto outros países decidiram competir através de melhores salários, maior produtividade e maior valor acrescentado.

Países da Europa de Leste, que há poucos anos estavam muito atrás de nós, alguns já nos ultrapassaram em vários casos.

E o mais frustrante é que Portugal tem capacidade para fazer melhor.

Quando olho para França, lembro-me de que se tornou uma potência económica graças aos imigrantes, pagando salários elevados e atraindo trabalhadores de toda a Europa, incluindo portugueses, espanhóis e italianos. Em Portugal aconteceu precisamente o contrário: recebemos cada vez mais imigrantes, mas continuamos a insistir num modelo assente em salários baixos.

Para mim, o maior obstáculo não é a falta de riqueza. É a resistência de quem beneficia de mão de obra barata e a enorme influência que essas posições continuam a ter na definição das políticas salariais.

É apenas a minha opinião. Mas olhando para o que vivi desde 2017, custa-me muito ver que dois países que estavam praticamente ao mesmo nível seguiram caminhos tão diferentes.

CURIOSIDADE: em 2019 o salário mínimo em Espanha aumentou 164,10 €, e em Portugal apenas 20€, depois disso nunca mais conseguimos acompanhar os espanhóis...

u/Valuable-Device69 — 27 days ago

Imigração na Argentina 🇦🇷

Curiosamente os argentinos, na sua maioria não são brancos puros (Maradona é filho de uma indígena com um italiano, Di Maria também, até o Prestianni tem uma forte mistura indígena) ou seja, praticamente toda a seleção Argentina tem jogadores "brancos mestiços" com excepção de Messi que descende de italianos e espanhóis) por isso eu pergunto:

Concordam com o que os argentinos fizeram?

Sim ou não? E porquê?

u/Valuable-Device69 — 1 month ago

Não julguem o Brasil pelos emigrantes. Conheçam os brasileiros que ficam no Brasil...

Vejo com alguma tristeza os comentários depreciativos sobre os brasileiros que chegam a Portugal. É verdade que muitos vêm com um nível cultural muito abaixo da média europeia, não sabem a história real do Brasil, pensam que já havia Rio de Janeiro quando os portugueses chegaram, pedem para devolver o ouro... isso existe.

Mas atenção: esses não são representativos de todo o Brasil.

Eu já estive várias vezes no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro, e o nível cultural das pessoas que conheci por lá é, na maioria dos casos, impressionante. Conversas profundas, conhecimento real de história, respeito enorme por Portugal e pelos portugueses. Exatamente o oposto do que vemos nos emigrantes brasileiros em Portugal.

A diferença é simples: quem emigra na maioria das vezes está desesperado por sobrevivência. Quem fica, especialmente a classe média e alta culta, não precisa de emigrar. E é com essa parte do Brasil que vale a pena conversar.

O Brasil não é só o que vemos nos aeroportos e nas obras. O Brasil que fica lá é muito mais interessante do que imaginamos.

Este senhor do vídeo é um ótimo exemplo disso.w

u/Valuable-Device69 — 1 month ago

A valentia dos espanhóis...w

É muito comum quando acontece alguma coisa em Portugal relacionada com imigrantes ou criminalidade, aparecer logo um português espertinho a dizer: “Se fosse em Espanha eles iam ver como é que era, lá não é como aqui.”

Pois olha, este vídeo foi gravado em Espanha.

Um homem e o cão dele a serem agredidos brutalmente, várias pessoas à volta… e ninguém faz nada. São váriosb e nem sequer conseguem imobilizar um homem.

Realmente, que valentia espanhola...

u/Valuable-Device69 — 1 month ago

O Patriotismo Luso

Nasci em New Jersey, nos Estados Unidos, sou luso-descendente de pais de Trás-os-Montes. Só fui uma vez a Portugal, mas adorei. Em casa sempre falámos português e falo a língua sem qualquer sotaque.

O que o Jorge Jesus diz sobre ter orgulho em ser português é algo que se sente muito nos luso-descendentes. Lembro-me perfeitamente do Euro 2016, dos meus primos nascidos em França todos contra a própria seleção francesa e da explosão de alegria quando o Éder marcou.

O que me entristece é ver que muitos portugueses em Portugal parecem não ter noção de nacionalidade e patriotismo. Prova disso é que durante o Mundial 2026 estavam muitos contra o Cristiano Ronaldo, que tanto deu ao país e que até tem uma estátua no aeroporto com o seu nome.

Já aqui nos Estados Unidos, a comunidade luso-descendente (mesmo sendo pequena em New Jersey e maior em Connecticut) esteve sempre com Portugal e com o Cristiano. Nunca desejámos que ele não jogasse ou que a equipa perdesse depressa.

Parece que em Portugal estão a absorver outras culturas e já não se identificam tanto com o próprio país. Não sei explicar bem, mas é estranho ver isto.

Outra coisa que soa muito estranha a quem está de fora é ver portugueses a misturar constantemente palavras inglesas no meio do português: whatever, actually, so, like, I mean, you know... Isso soa ridículo.

E depois justificam dizendo que é porque o inglês é a língua mais falada do mundo. Isso é mentira. O mandarim e o espanhol têm muito mais falantes que o inglês, mas não vemos ninguém a meter palavras de mandarim ou espanhol nas conversas por causa disso.

Na única vez que fui a Portugal, reparei que os portugueses se desfaziam a falar as línguas dos turistas, arranhando francês, espanhol ou inglês básico, como se isso fosse uma grande mais-valia. Um turista até me disse no avião: 'Os portugueses são simpáticos, mas têm uma autoestima muito baixa. Parecem precisar de falar a língua dos outros para se sentirem bem consigo mesmos.'"

u/Valuable-Device69 — 1 month ago