PMESP sendo de outro estado.

Eu moro no Pará e tenho muito interesse na área policial. A PMESP vai realizar uma das provas em Fortaleza, que é a opção mais perto de casa. Mesmo assim, é um gasto de mais de R$ 1.200 só para fazer a prova, contando tudo.

Queria saber se alguém aqui, principalmente de outro estado, já foi aprovado e como ficaram as outras etapas. Pelo que vi, talvez fosse mais econômico até alugar uma kitnet do que ficar comprando várias passagens de ida e volta. Também ouvi dizer que alguns aprovados dividem o lugar onde ficam e coisas do tipo.

Para quem já fez ou conhece alguém que fez, como foi a experiência? Quanto custou tudo? Quanto tempo demorou? Ficou em algum lugar durante as etapas ou teve que fazer várias viagens?

Podem deixar de lado questões de mérito da carreira, eu quero isso, no momento quero ver se há algum caminho possível para realizar esse sonho.

reddit.com
u/Formal-Map-5427 — 1 day ago
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PMESP para quem é de outro estado

Eu moro no Pará e tenho muito interesse na área policial. A PMESP vai realizar uma das provas em Fortaleza, que é a opção mais perto de casa. Mesmo assim, é um gasto de mais de R$ 1.200 só para fazer a prova, contando tudo.

Queria saber se alguém aqui, principalmente de outro estado, já foi aprovado e como ficaram as outras etapas. Pelo que vi, talvez fosse mais econômico até alugar uma kitnet do que ficar comprando várias passagens de ida e volta. Também ouvi dizer que alguns aprovados dividem o lugar onde ficam e coisas do tipo.

Para quem já fez ou conhece alguém que fez, como foi a experiência? Quanto custou tudo? Quanto tempo demorou? Ficou em algum lugar durante as etapas ou teve que fazer várias viagens?

Podem deixar de lado questões de mérito da carreira, eu quero isso, no momento quero ver se há algum caminho possível para realizar esse sonho.

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u/Formal-Map-5427 — 1 day ago

Qual a verdade sobre a Teoria de Resposta ao Item?

Tenho uma dúvida matemática sobre a TRI do ENEM.

Todos dizem para nunca errar uma questão de propósito, mas não consigo entender matematicamente por que isso seria necessariamente verdade. Por exemplo: suponha que uma pessoa acerte dez questões fáceis e erre todo o resto. Compare isso com outra pessoa que acerte essas mesmas dez questões fáceis e também acerte duas questões difíceis. Parece intuitivo que a primeira pessoa deveria ter uma coerencia maior. Mas, se eu soubesse responder apenas às dez fáceis e às duas difíceis, surge a dúvida: seria possível que errar deliberadamente as duas difíceis produzisse uma estimativa de proficiência maior por tornar o padrão de respostas mais coerente?

Essa dúvida surgiu depois de assistir a um vídeo sobre votos brancos e nulos em que a questão era analisada matematicamente. O que me chamou atenção foi a diferença entre a matemática e a forma como isso costuma ser apresentado pela grande mídia. É comum a questão ser tratada de maneira bastante desconectada do efeito matemático real: simplesmente se afirma que “voto branco ou nulo não beneficia quem está na frente”, porque ele não é transferido para candidato algum, sem explicar que, dependendo do cenário, a retirada desses votos da base de votos válidos pode favorecer matematicamente a posição de quem já está na frente. Ou seja, uma parte verdadeira da explicação é apresentada como se fosse a explicação completa.

Foi justamente isso que me fez pensar em outras situações nas quais uma explicação aparentemente óbvia pode esconder algum efeito matemático.

No caso da TRI, eu já conheço o pressuposto normalmente apresentado de que, se você sabe uma questão, deve acertá-la, e de que acertar uma questão a mais não deveria prejudicar sua nota, mesmo que seja uma das questões mais difíceis da prova. Porém, essa explicação ainda não me convence totalmente.

Sabemos que duas pessoas podem ter quantidades diferentes de acertos e, dependendo do padrão de respostas, a pessoa com menos acertos pode acabar com uma nota maior. Por exemplo, alguém com 35 acertos em uma área pode receber uma nota menor que alguém com 32.

Então minha dúvida mais específica é:

É matematicamente possível que, mantendo todas as outras respostas exatamente iguais, uma pessoa obtenha uma proficiência maior errando deliberadamente uma questão difícil do que acertando essa mesma questão?

Não estou perguntando se isso é uma estratégia recomendável. Seria inviável confiar cegamente na própria análise de dificuldade, ter certeza absoluta das respostas ou determinar o cálculo da TRI durante a prova. Quero saber apenas se isso é matematicamente possível dentro do modelo, mesmo que em uma configuração hipotética ou extremamente específica.

Gostaria principalmente de uma demonstração matemática, uma simulação ou uma explicação baseada no modelo de TRI que mostre se isso é impossível ou se pode acontecer em alguma configuração.

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u/Formal-Map-5427 — 9 days ago

Qual a verdade sobre a Teoria de Resposta ao Item?

Tenho uma dúvida matemática sobre a TRI do ENEM.

Todos dizem para nunca errar uma questão de propósito, mas não consigo entender matematicamente por que isso seria necessariamente verdade. Por exemplo: suponha que uma pessoa acerte dez questões fáceis e erre todo o resto. Compare isso com outra pessoa que acerte essas mesmas dez questões fáceis e também acerte duas questões difíceis. Parece intuitivo que a primeira pessoa deveria ter uma coerencia maior. Mas, se eu soubesse responder apenas às dez fáceis e às duas difíceis, surge a dúvida: seria possível que errar deliberadamente as duas difíceis produzisse uma estimativa de proficiência maior por tornar o padrão de respostas mais coerente?

Essa dúvida surgiu depois de assistir a um vídeo sobre votos brancos e nulos em que a questão era analisada matematicamente. O que me chamou atenção foi a diferença entre a matemática e a forma como isso costuma ser apresentado pela grande mídia. É comum a questão ser tratada de maneira bastante desconectada do efeito matemático real: simplesmente se afirma que “voto branco ou nulo não beneficia quem está na frente”, porque ele não é transferido para candidato algum, sem explicar que, dependendo do cenário, a retirada desses votos da base de votos válidos pode favorecer matematicamente a posição de quem já está na frente. Ou seja, uma parte verdadeira da explicação é apresentada como se fosse a explicação completa.

Foi justamente isso que me fez pensar em outras situações nas quais uma explicação aparentemente óbvia pode esconder algum efeito matemático.

No caso da TRI, eu já conheço o pressuposto normalmente apresentado de que, se você sabe uma questão, deve acertá-la, e de que acertar uma questão a mais não deveria prejudicar sua nota, mesmo que seja uma das questões mais difíceis da prova. Porém, essa explicação ainda não me convence totalmente.

Sabemos que duas pessoas podem ter quantidades diferentes de acertos e, dependendo do padrão de respostas, a pessoa com menos acertos pode acabar com uma nota maior. Por exemplo, alguém com 35 acertos em uma área pode receber uma nota menor que alguém com 32.

Então minha dúvida mais específica é:

É matematicamente possível que, mantendo todas as outras respostas exatamente iguais, uma pessoa obtenha uma proficiência maior errando deliberadamente uma questão difícil do que acertando essa mesma questão?

Não estou perguntando se isso é uma estratégia recomendável. Seria inviável confiar cegamente na própria análise de dificuldade, ter certeza absoluta das respostas ou determinar o cálculo da TRI durante a prova. Quero saber apenas se isso é matematicamente possível dentro do modelo, mesmo que em uma configuração hipotética ou extremamente específica.

Gostaria principalmente de uma demonstração matemática, uma simulação ou uma explicação baseada no modelo de TRI que mostre se isso é impossível ou se pode acontecer em alguma configuração.

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u/Formal-Map-5427 — 9 days ago

Qual seria a possibilidade de Concursos Públicos para pessoas com nível superior em qualquer área deixarem de aceitar graduações Tecnólogo?

Basicamente o que está no título, eu pretentedo começar um tecnólogo caso eu passe no concurso do meu munícipio (nível médio como escada). Mas tenho medo de depois de anos de estudo, ser eliminado na verificação de documentos. Teria alguma base legal para os boates de Téc. não ser mais aceito no futuro?

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u/Formal-Map-5427 — 2 months ago
▲ 35 r/enem

Meu laudo de Tdah vai servir para o Enem?

Tenho diagnóstico de TDAH há um ano, porém só descobri recentemente que tenho direito a uma hora a mais de prova. Entretanto, para isso, o meu laudo precisava ter essa necessidade descrita explicitamente. Desde então, comecei a correr atrás para atualizar o documento, mas o primeiro neurologista que procurei negou o pedido.

O segundo médico, que foi quem emitiu meu primeiro laudo há um ano, foi muito compreensivo comigo e escreveu explicitamente como eu pedi. Porém, o documento foi feito à mão e consta apenas “60 minutos a mais para provas e seleções”. Não especifica que seria para o ENEM.

Haveria algum problema por estar escrito à mão ou por não especificar que é para o ENEM? O laudo possui CID, carimbo, CRM, RQE, data de emissão, nome da clínica, meu nome e CPF.

Eu fiquei preocupado pois ouvi que eles costumam ser muito exigentes e rígidos na questão de acessibilidade.

u/Formal-Map-5427 — 3 months ago
▲ 1 r/enem

Eu escrevia pra concursos, nao tenho muito costume com padrão enem, pesquisei sobre e li textos nota 1000 de 2025, tentei seguir os padrões que eu encontrei. Mas por sem bem diferente do que eu sabia fazer ficou muito demorado foram 1:55 escrevendo e 45 minutos passando a limpo, foi como se eu tivesse fazendo de um jeito muito "forçado"

Agora to meio perdido sobre como estudar, já que a grande maioria do material do yt ficou "desatualizado" com a mudança dos padrões de correção, muitos professores ainda falam dos repertório coringa etc...

Tema proposto: Os Impactos da Fake News na sociedade contemporânea.

Transcrição do texto:

As duas primeiras décadas do Século XXI foram marcadas por importantes avanços das tecnologias de informação e comunicação (TICs) – iniciando a chamada “era da informação instantânea”, promovendo a democratização de materiais de cultura e educação à população. No cenário contemporâneo, o acesso a notícias e diversos outros materiais informacionais não apresenta apenas mudanças positivas (como esperado no início do período de ascensão das comunicações). Uma vez que o constante crescimento da disseminação de notícias falsas conhecidas como “Fake News” representa uma ameaça ao estado democrático brasileiro e a segurança econômica da população.

Diante desse cenário, há de se destacar como as informações falsas podem atuar como agentes anti-democráticos ao agir de entrave no processo eleitoral. Sabe-se que a campanha eleitoral é peça chave no funcionamento do sistema democrático nacional, por meio da qual candidatos à cargos políticos, expressam suas propostas e discutem ideias visando apoio popular. Segundo a rede de sociólogos alemães conhecida como “Escola de Frankfurt”, a mídia exerce influência profunda no pensamento crítico das massas. Sob essa análise, é indubitável que a ocorrência de “Fake News” nos principais suportes de auto promoção política (as redes sociais) apresenta ameaça para a isonomia do certame, por exemplo: criando acusações falsas à outras figuras públicas. Assim o entendimento de “mídia” proposto por esses sociólogos no Século XX passa a ser aplicável nos suportes de informação modernos como: Instagram e Facebook.

Ademais, a propagação de conteúdos sem procedência – em especial nas mídias supracitadas – configura risco a segurança digital dos usuários. No cenário virtual, é comum que agentes mal intencionados ofereçam propostas irreais altamente benéficas. Segundo a Psicologia, o ser humano tende a escolher o caminho mais confortável para alcançar seus objetivos pessoais. Desta forma utilizando-se da natureza do comportamento humano, ao oferecer tais propostas como produtos abaixo do valor de mercado e ofertas de emprego com ótimas condições, golpistas tomam acesso a dados bancários e informações pessoais das vítimas, para, assim, aplicar fraudes e extorções.

Portanto, cabe ao Estado – responsável por assegurar os poderes constitucionais – objetivando a manutenção da segurança eleitoral, por meio de órgãos estatais como o Tribunal Superior Eleitoral, combater a disseminação de conteúdo sensível aos fins tratados, através da regulamentação das mídias – em especial as redes sociais. Concomitantemente, é papel do governo brasileiro promover campanhas de educação digital, visando instruir a população acerca de conteúdo fraudulento (em especial, em meio digital) através de propaganda estatal para então promover segurança social e econômica aos cidadãos.

u/Formal-Map-5427 — 4 months ago