u/No_Welcome_9977
Sabem me dizer se existem automações para o software Tasy da Philips?
Opa beleza?
Queria saber se existia alguma automação para me ajudar com rotinas repetitivas usando o software Tasy da Philips.
Já procurei na internet sobre mas eu não consegui achar nada sobre isso. Até mesmo informações sobre o Tasy são bem escassas na internet não sei por que.
Sou um pouco leigo quando o assunto é programação e automação mas eu vou tentar descrever de forma breve o processo que eu estou fazendo todos os dias:
•Ao chegar na empresa eu preciso receber guias de consultas médicas que vem no modelo TISS.
•Separo elas manualmente por convênios.
•Escaneio cada uma delas e nomeio elas com uma nomenclatura específica.
•Após isso eu preciso ir lá no Tasy e salvar cada uma daquelas guias escaneadas nos perfis de seus respectivos pacientes.
Caso não tenha estou considerando até mesmo contratar um especialista nessa área para fazer uma solução voltada para isso.
*Divulgação* Oficina: Escrevendo uma cena do zero ao vivo
Oficina sobre a criação de cenas do zero ao vivo no site da EBAC.
*Data*: 05 de agosto de 2026
*Horário*: 19:00
*Link*: https://ebaconline.com.br/webinars/audiovisual-workshop-2026-08-05-06
Algumas considerações que eu queria fazer sobre o processo da escrita
Alguns dias atrás eu estava navegando pelo sub e acabei me deparando com algumas coisas aqui que eu queria compartilhar. Eu li que algumas pessoas estavam falando que ninguém lia as histórias delas ou que não conseguiam evoluir na escrita.
Mesmo me considerando um escritor iniciante, ainda assim, eu queria abrir um tópico aqui para discutir sobre esses assuntos e dar um pouco da minha contribuição. Mas resumindo tudo em apenas uma única palavra: escrevam.
— Estou sem ideias do que escrever agora. O que eu faço?!
— Ah, mas essa história está muito ruim.
Ou
— Mas ninguém vai querer ler esse meu texto.
Foda-se! Escrevam! Mesmo que vocês não estejam tendo ideias do que fazer naquela história.
Enquanto vocês escrevem, mesmo que não haja qualquer ideia, mesmo que o seu texto fique um lixo ou mesmo que ninguém leia as suas histórias, ainda assim isso acaba se tornando um exercício de escrita que, no final, acaba nos ajudando a evoluir.
De 10 textos que vocês criarem, eu tenho certeza de que pelo menos um deles vai se destacar e vocês vão poder ver o que deu certo para aí sim replicarem nos próximos.
Sem falar que, mesmo que você não goste do que está escrevendo agora, você ainda tem a possibilidade de corrigir na revisão do seu texto, trocando as frases ou adicionando mais elementos para a história, ou não também.
E isso vai ajudar até mesmo nos momentos em que não temos nada em mente, pois, no fundo, estaremos exercitando a nossa criatividade.
E, falando sobre criatividade, eu queria entrar em outra questão: as A.I's. Não vou crucificar você por usar IA, nem vou tentar te convencer a usar ou não; eu mesmo já usei algumas vezes para escrever algumas histórias.
Porém, hoje eu cheguei à conclusão de que, ao usar IA, isso me tirava a melhor parte do processo criativo que eu tanto gosto quando me dedico a escrever: imaginar.
O processo de pensar e de usar a imaginação para criar e encontrar formas e caminhos de resolver as minhas histórias é a parte que eu mais gosto de fazer. Posso dizer que já fiquei algumas horas viajando na maionese, imaginando as histórias que eu invento.
Usando as A.I's na escrita, é como se eu tirasse toda essa satisfação que eu tenho ao escrever, além de ficar com a sensação de que aquelas histórias geradas por ela não eram realmente minhas.
Você pode até falar que não gostou de um texto meu, ou que fiz alguma coisa errada na minha história, ou que esqueci de alguma acentuação, mas pelo menos eu posso dizer que aquela história realmente foi eu quem escrevi. Mas isso tudo sou eu, hoje.
Pois bem! Era isso que eu queria falar.
Condução
Eu fiz ela sorrir.
Mas aquele sorriso nunca será meu.
Nossos olhares se encontraram.
Mas ela nunca me enxergará assim como eu a enxergo.
Seus lábios pronunciaram o meu nome.
Mas eu nunca poderei beijá-los.
Puxo a corda e dou o sinal.
Eu desço na próxima.
Condução
Eu fiz ela sorrir.
Mas aquele sorriso nunca será meu.
Nossos olhares se encontraram.
Mas ela nunca me enxergará assim como eu a enxergo.
Seus lábios pronunciaram o meu nome.
Mas eu nunca poderei beijá-los.
Puxo a corda e dou o sinal.
Eu desço na próxima.
Algumas semanas atrás, eu fiz um post aqui no Reddit falando que estava apaixonado por uma garota. Pois então…
Eu queria voltar aqui e contar para vocês que eu tinha conseguido, que ela tinha aceitado, que o sentimento que eu havia cultivado por ela era recíproco, mas não foi isso que aconteceu, infelizmente.
Vamos para o contexto: eu (H, 28 anos) a conheci (M, ?? anos) este ano. Ela foi contratada para trabalhar no mesmo lugar que eu. No começo, ela era sempre muito gentil comigo, dava bom dia quando passávamos pelos corredores, olhava para mim e sorria, mas, mesmo assim, por causa do nosso trabalho, nós não tínhamos muito contato. Eu só fiquei sabendo o nome dela por conta de outras pessoas do trabalho.
A cada dia que passava, sem ela saber, eu ia me apaixonando cada vez mais por ela, pelo olhar dela, pelo jeito dela e, principalmente, pelo seu sorriso.
Sem ter muito como interagir com ela, tomei a iniciativa de começar a flertar (OBS: eu nunca fiz isso, essa foi a minha primeira vez). Em um determinado dia, como de costume, ao nos cruzarmos pelos corredores, inventei de piscar para ela ao dar o meu bom dia. Percebi que ela desviou o olhar imediatamente. Na hora, achei que ela tivesse sido pega de surpresa e até mesmo tivesse ficado com vergonha ou algo do tipo; enfim, até aí, nada demais.
Mas, nos dias seguintes, comecei a perceber que ela, de algum modo, começava a me evitar, saindo de lugares em que eu estava e, às vezes, até desviando o olhar quando me via.
Minha cabeça ficava a mil, pensando no que eu havia feito de errado. O tempo passou até que chegamos à semana passada, quando, passando nos corredores como de costume, eu passo por ela e dou um simples “boa tarde”. Olho para ela e percebo que ela passa por mim sem me olhar e, o pior, sem me responder com um boa tarde. Foi aí que eu me dei conta do que estava acontecendo.
Hoje à tarde, pediram-me emprestada uma chave que estava comigo; essa chave abria uma sala que ela (a garota de quem eu gosto) ia usar. Pois bem, quando ela terminou e foram me devolver a chave, pediram para ela me entregar, mas, por algum motivo, escuto ela chamando uma amiga do setor para me devolver a chave. Como essa amiga não veio, pois estava ocupada, ela mesma acabou vindo me devolver. Mas, na hora em que ela veio até mim, senti que ela não queria estar ali, senti que ela não queria ter vindo até mim, senti que ela não se sentia confortável naquela situação. Eu olhei para ela, recebi a chave e agradeci.
E foi assim que eu levei um fora (mais um para a conta). Às vezes, as coisas não saem da forma nem do jeito que a gente quer.
Mas, sendo bem sincero com vocês, eu consigo tirar um lado positivo dessa história: dessa vez, eu não me entreguei às loucuras e insanidades da minha mente, eu não me declarei para ela e eu não fui brutalmente humilhado na frente de todo mundo como achei que fosse.