
u/Pixel859

PETRÓPOLIS/RJ: Prefeito decreta intervenção na Turp e município assume operação dos ônibus.
diariodotransporte.com.brSÃO PAULO: Trivia Trens estreia hoje nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade em fase de transição operacional.
metrocptm.com.brRECIFE: Primeiro trem usado para o Metrô vai estrear em junho.
metrocptm.com.brBRASÍLIA: Governadora cita estudos para nova linha de metrô entre Asa Sul e Recanto das Emas.
metrocptm.com.brRIO DE JANEIRO: Passageiros da SuperVia enfrentam alagamentos em trem.
radio93.com.brZURB: NTU defende Bolsa Família do Transporte Público e vai apresentar formas de financiamento dos serviços
As empresas de ônibus de todo o Brasil, reunidas na NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos) vão apresentar a conclusão de um estudo com novos modelos de financiamento dos serviços de transportes, com a previsão até mesmo do Bolsa Familia para garantir a mobilidade.
E a esteira do Marco Legal do Transporte Público pode ser uma oportunidade.
Comemorado pelos diferentes agentes do setor de mobilidade urbana, desde operadores até gestores públicos e usuários, o Marco Legal dos Transporte Coletivo é um importante avanço para melhorar a vida nas cidades e a qualidade dia serviços de ônibus, trens e metrôs, mas não é a solução para tudo.
A opinião é do diretor-presidente da NTU, Francisco Christovam, na abertura do Zurb - Seminário de Mobilidade Urbana, realizado pelo Urbana PE, sindicato que as empresas de ônibus da região metropolitana de Recife.
O evento que ocorre entre esta quarta-feira, 20 de maio de 2026 e quinta-feira (21), com cobertura presencial do Diário do Transporte.
Como mostrou a reportagem, após cinco anos de tramitação no Congresso, no último dia 13 de maio de 2026, foi aprovado na Câmara o PL 3.278/2021, que institui as novas regras que formam o Marco Legal.
Falta a sanção do presidente Luís Inácio Lula da Silva.
Para Christovam, entre os principais avanços estão a possibilidade de novos modelos contratuais com uma gama maior de atendimento dentro das concessões e a obtenção de receitas extra-tarifárias para não pesar no bolso do passageiro.
Porém, o conjunto de leis não resolve todos os problemas. Por isso, segundo Christovam, a NTU desenvolve um estudo para a criação de novos modelos de financiamentos compatíveis com as leis atuais.
O objetivo é criar destinações e formas de custeio mais direcionados entre as classes de beneficiários de gratuidades para sobrar dinheiro aos prefeitos subsidiarem os custos gerais dos transportes e assim conseguirem aplicar tarifas mais baixas.
Os principais pilares são, segundo a apresentação de Christovam.
FINANCIAMENTO DO SERVIÇO
Gratuidade: quern deve ser responsável pelo beneficiário do deslocamento deve pagar pelo serviço: Exemplo, as pastas de educação pagarem as passagens dos estudantes, as pastas Saúde, pelas pessoas com deficiência.
VTS - Vale Transporte Social: Verbas de programas sociais do Governo Federal, como para pessoas que são beneficiárias do Bolsa Família, ajudariam no custeio dos transportes de quem tem menos renda.
VTT: Modernização do Vale Transporte do Trabalhador, com custeios mais adequados às realidades de empregados e empregadores.
Subsídios: com todos estes outros custeios definidos, os prefeitos terão condições de melhorar dimensionar os subsidios para baratear as tarifas e ajudar a manter os serviços. Sobraria mais dinheiro para as gestões municipais.
PETRÓPOLIS/RJ: TURP diz que greve impede pagamento de adiantamento salarial dos rodoviários.
diariodotransporte.com.brFim da Escala 6 x 1 é debatido na Câmara com empresários: setor de transporte teria de contratar mais de 250 mil profissionais, diz CNT.
diariodotransporte.com.brEmpresas de ônibus (NTU) dizem que fim da escala 6 x 1 vai deixar tarifas mais altas e ampliar crise de falta de motoristas. Sindicatos trabalhistas apoiam e especialista recomenda cuidados.
As empresas de ônibus urbanos e metropolitanos, reunidas na NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), divulgaram nesta segunda-feira, 18 de maio de 2026, um posicionamento oficial sobre a redução na jornada de trabalho com o fim da escala 6 x 1.
Segundo as viações, no documento, a medida pode resultar em tarifas mais altas por causa do aumento dos custos com mão-de-obra, que deve ser em torno de 33%. – VEJA MAIS ABAIXO O DOCUMENTO NA ÍNTEGRA
O presidente da Comissão que analisa a proposta que é uma das principais bandeiras do presidente Luís Inácio Lula da Silva, o deputado federal Alencar Santana (PT-SP), acredita que nesta semana, até quarta-feira (20), uma primeira versão do texto já esteja aprovada pela comissão.
De acordo com pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (18), 68% dos brasileiros aprovam o fim da jornada 6 x 1. Ao todo, 2.004 eleitores de 16 anos ou mais foram entrevistados sobre o assunto. Em julho de 2025, a aprovação era de 69% e, em dezembro de 2025, estava em seu maior patamar nas última três edições: 72%
Centrais sindicais ligadas aos trabalhadores de transportes apoiam a redução da jornada e dizem que, ao contrário do que os empresários alegam, não vai elevar a crise da falta de mão de obra no setor.
O presidente da CNTTL – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística, Paulo João Estausia, em comunicado da entidade, acredita que o fim da escala 6 x1 pode gerar 4,5 mil empregos
“Além da abertura de vagas em si, reduzir a carga sem reduzir os salários, vai melhorar os ganhos e impactar positivamente na vida do trabalhador em transportes, tornando a profissão mais interessante. Hoje as altas jornadas, os baixos salários e as rotinas estafantes estão entre os motivos que justificam essa falta de mão de obra alegada pelos empresários” – disse.
A NTU, por sua vez, sustenta que além da falta de mão-de-obra; o setor vai enfrentar outra questão: para complementar renda, muitos motoristas de ônibus vão trabalhar mais tempo com aplicativos de carros particulares como 99 e Uber, o que já acontece e seria agravado, podendo resultar em profissionais mais cansados na hora der assumir a direção dos coletivos, ampliando o risco de acidentes e mau atendimento aos passageiros.
O presidente-executivo da NTU, Francisco Christovam, diz que não é possível igualar as regras para todos setores, sendo que cada um tem realidades muito específicas, como os transportes
“O transporte público já enfrenta um cenário extremamente delicado, marcado pela escassez de profissionais, aumento de custos operacionais e necessidade crescente de subsídios. Uma mudança dessa magnitude, sem transição adequada e sem considerar as características específicas do setor, tende a comprometer a sustentabilidade dos sistemas e penalizar justamente quem mais depende do serviço”, afirmou
A advogada especializada em risco empresarial, Liana Variani, disse que empresas e trabalhadores devem neste “início da reta final no Congresso” acompanhar cada vez mais de perto a tramitação da proposta.
“Há direitos fundamentais em que simplesmente o negociado não é considerado acima do legislado. Realmente, cada setor tem uma realidade diferente. Para algumas atividades, na prática, já não existem jornadas de 44 horas semanais, mas em outros, em especial as de funcionamento ininterrupto, qualquer alteração vai afetar e muito a realidade de trabalhadores e empregadores. Apesar de posições opostas, o consenso dos debates é um caminho interessante” – disse
Veja a nota oficial da NTU divulgada nesta segunda-feira, 18 de maio de 2026.
Redução da jornada pode comprometer o transporte público e pressionar tarifas
Entidade afirma que o fim da escala 6×1 e a diminuição da carga horária semanal podem elevar custos com motoristas em até 33% e agravar a crise de mão de obra no setor
Brasília, maio de 2026 – A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) manifesta preocupação com as propostas de extinção da escala de trabalho 6×1 e de redução da jornada semanal de 44 horas para 36 ou 40 horas, em análise no Congresso. Para a entidade, a medida pode gerar efeitos negativos em cadeia sobre toda a estrutura do transporte público coletivo urbano, um serviço essencial que opera de forma contínua e depende fortemente de mão de obra qualificada.
Responsável por garantir o deslocamento diário de milhões de brasileiros e viabilizar o funcionamento de atividades fundamentais, como saúde, educação e comércio, o transporte coletivo urbano funciona 24 horas por dia, sete dias por semana. Nesse contexto, a NTU avalia que alterações bruscas na jornada de trabalho, sem planejamento gradual e sem mecanismos de compensação de produtividade, podem gerar um cenário de “perde-perde” para empresas, trabalhadores, passageiros e poder público.
“O transporte público já enfrenta um cenário extremamente delicado, marcado pela escassez de profissionais, aumento de custos operacionais e necessidade crescente de subsídios. Uma mudança dessa magnitude, sem transição adequada e sem considerar as características específicas do setor, tende a comprometer a sustentabilidade dos sistemas e penalizar justamente quem mais depende do serviço”, afirma Francisco Christovam.
Segundo simulações analisadas pela entidade, a redução da jornada semanal para 36 horas poderá elevar os custos relacionados aos motoristas em até 33%. Mesmo uma redução para 40 horas já produziria impactos relevantes, estimados em cerca de 15%. A mão-de-obra representa 43,1% do custo total do serviço de transporte público coletivo urbano.
A NTU destaca ainda que o setor já convive com um grave déficit de profissionais qualificados. Atualmente, mais da metade das empresas operadoras relata dificuldades para contratar motoristas, enquanto a escassez de mecânicos afeta diretamente a manutenção das frotas e a regularidade das operações. Na avaliação da entidade, exigir ampliação imediata das equipes, em um mercado já desabastecido de trabalhadores qualificados, pode comprometer a oferta do serviço e aumentar a pressão financeira sobre os sistemas.
Do ponto de vista dos trabalhadores, a entidade alerta que a redução da jornada pode produzir efeitos contrários aos pretendidos. A adequação às novas escalas de trabalho resultaria em diminuição das horas extras trabalhadas, por exemplo, resultando em perda de renda real para muitos rodoviários. Em outras áreas, o fim da jornada 6 X 1 pode estimular a adoção de modelos mais precários de contratação, como a informalidade e a pejotização, reduzindo garantias trabalhistas e proteção social.
A mudança incentivaria os rodoviários a exercerem atividades complementares, além da jornada de trabalho no transporte público, para compensar a futura perda de renda. Parcela significativa dos rodoviários poderia passar a atuar como motoristas de serviços de transporte por aplicativos, por exemplo, nos horários de folga; isso resultaria em um excesso de horas trabalhadas e fadiga dos profissionais, o que colocaria em risco a segurança dos passageiros do transporte coletivo.
Para os passageiros, o impacto tende a ser sentido diretamente no bolso. Como o financiamento do transporte público urbano ainda depende majoritariamente da arrecadação tarifária, o aumento dos custos operacionais inevitavelmente pressionará o valor das passagens. Já para estados e municípios, a alternativa para evitar reajustes elevados seria ampliar os subsídios públicos, onerando ainda mais os orçamentos públicos já comprometidos com outras demandas sociais.
A NTU defende que qualquer mudança nas regras de jornada seja conduzida de forma gradual e construída por meio da negociação coletiva entre patrões e empregados, considerando as particularidades operacionais de cada região ou empresa. Para a entidade, esse é o caminho mais seguro para equilibrar a valorização dos trabalhadores, a sustentabilidade econômica das operações e a continuidade da prestação do serviço à população.
“É fundamental que esse debate considere a realidade operacional do transporte coletivo brasileiro. Estamos falando de um serviço essencial, previsto como direito social na Constituição, e que não pode ter sua sustentabilidade ameaçada por medidas desconectadas da dinâmica do setor”, reforça Francisco Christovam.
RIO DE JANEIRO: Paes volta a citar Linha 3 do metrô, mas projeto ainda depende de estudos técnicos.
metrocptm.com.brR.M. SÃO PAULO: 6 linhas intermunicipais paralisadas ou com processo de parar desde abril.
Recentemente, várias linhas intermunicipais da artesp na rmsp estao sendo paralisadas, ou estao com pedido para serem paralisadas, ou já foram aprovadas parar por 6 meses. Aparecem no diário oficial do estado. Desde abril tivemos:
212 (Diadema/Sapopemba x Sp/sacomã)
327 (Poá/Cid kemel x Sp/Itaquera)
390BI1 (Osasco/padroeira x barueri/alphaville 3)
460 (Ferraz/Vila sp x Sp/Guaianazes)
543 (Cotia/Jd. Santa Isabel x Sp/Metrô Morumbi)
843 (Poá/Nova Poá x Suzano/CPTM)
algumas já foram paralisadas, outras linhas foram solicitadas a paralisação por 6 meses e outras linhas já foram autorizadas a pararem por um semestre.
Sao linhas com poucos horários, mas deve ter alguma demanda...
Vamos ver se teremos mais linhas indo de Vasco. Até agora sao 6 desde abril.
TERESINA: Rodoviários paralisam transporte coletivo nos horários de pico nesta segunda (18), sinalizando estado de greve.
Atos programados para os períodos de maior movimento antecedem possível greve geral prevista para começar no dia 25 de maio.
O movimento ocorre em meio às negociações salariais entre trabalhadores e empresários do setor. Em assembleia realizada na quarta-feira (13), os profissionais recusaram a proposta patronal que previa reajuste de 3% aplicado aos salários, ao vale-alimentação e ao plano de saúde.
SÃO PAULO: Artesp autoriza gestão Tarcísio a pagar R$ 3,6 bilhões adicionais à empresa que constrói a Linha 6-Laranja do Metrô de SP.
g1.globo.comSÃO PAULO: Linha 21-Vinho aparece “oficialmente” em documento do Metrô.
no skyscrapercity falaram que a cor é vinho.
SÃO PAULO: Tarcísio fala em operação na Linha 6-Laranja no mês que vem.
“Agora em junho nós devemos iniciar as operações da Linha 6. Final do ano a gente vai ter a Linha 6 ligando a Brasilândia até Perdizes. Ano que vem a gente liga Perdizes até São Joaquim”, afirmou.
SP: Tarcísio volta a falar em caducidade de contrato do BRT ABC, apesar de avanço nas obras.
“Ontem tive a possibilidade, antes de vir aqui para o ABC, de passar pela obra e eu vi que ela realmente andou. Ela teve um avanço físico importante”, disse Tarcísio.