Antes de mørrer vou deixar varias cartas se Justificando do porque
Eu já não aguento mais estar viva, então espero que até dezembro, tenha conseguido se m@tar. A única coisa quero fazer é isso, m@rrer de vez.
Eu já não aguento mais estar viva, então espero que até dezembro, tenha conseguido se m@tar. A única coisa quero fazer é isso, m@rrer de vez.
Estou aqui pensando como será minha mrte. Eu passo dia e noite como realmente vou executar todo esse plano. Sempre de madrugada, tenho pensamentos instrusivos pra cometer o ato, mais estou aqui firme. Tudo tem sua hora.
O negócio que comprei pra ingerir, tem até prazo de validade rs. Isso chegar ser engraçado, porque se daqui alguns meses não tomar, e não fazer feito, estou lascada.
Eu simplesmente não suporto mais estar viva, não suporto mais minha existência nessa terra. Quero muito tentar m@rrer, só que tenho medo de acabar ingerir o certo remédio, e dar errado.
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Não acredito que as coisas vão sair conforme estão sendo planejadas. É como se o destino estivesse do meu lado dessa vez. Daqui a uns meses, vou realmente conseguir ir de arrasta em paz e não vou ter que ficar nesse mundo de m*rda. Não vou ter mais crises de madrugada, não vou mais sentir dores, não vou mais questionar minha vida e muito menos ter que interagir com humanos. ❤️🩹🥹
Hoje aconteceu uma situação que está me deixando muito mal. Meu avô é idoso e já não sabe mais o que faz. Eu o vi urinando na área da casa, onde dá acesso a rua.
Na hora, acabei ficando sem reação e mandei "criar vergonha na cara". Minha mãe me deu uma bronca e disse que eu já sou adulta e deveria ter agido diferente. Depois que parei para pensar, percebi que ele realmente não tem controle sobre o que faz.
Agora estou me sentindo culpada pelo jeito que reagi e também preocupada com a possibilidade de os vizinhos terem ouvido ou visto a situação. Só precisava colocar isso para fora.
Acho que grupo de depressão como whatsapp, e telegram, onde tem muitas pessoas conversando ao mesmo tempo, só faz a mente da gente ficar pior. Eu antigamente gostava de ficar nesses grupos, e depois de algum tempo, voltei frequentar um hoje no Whatsapp, e foi uma péssima ideia, porque desabafei sobre se cobrar demais, aí a pessoa não leu meu texto, e eu falei algo que não devia. Enfim, o pessoal ficou contra mim, dizendo que fico na defensiva. Mandou procurar tratamento, eu sinceramente saí e não disse nada.
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Eu já tive vários transtornos alimentares ao longo dos anos, como anorexia, bulimia, compulsão alimentar, e por conta disso, sempre emagrecia e engordava.
Meu corpo sempre foi meio desproporcional, pois meus braços eram muito gordo, quase da grossura das minhas pernas, e também minhas canelas não eram grossas.
Enfim, desde 2021 estava numa compulsão severa mesmo, de comer, devido ansiedade e compulsão alimentar.
Os anos foram se passando, e eu sempre emagrecia e engordava, por ter o metabolismo rápido, e por causa disso, minha pele ficou flácida, várias parte do meu corpo.
Hoje em dia tenho pavor do meu corpo, principalmente dos meus braços. Eu tenho 25 anos, 1,70 de altura , peso 98kg. Realmente tem dias que me olho no espelho, dar vontade de pegar uma f@ca, e cortar cada camada de pele flácida. Não penso em emagrecer. Tudo que penso acabar com essa vida ordinária.
Eu já tive vários transtornos alimentares ao longo dos anos, como anorexia, bulimia, compulsão alimentar, e por conta disso, sempre emagrecia e engordava.
Meu corpo sempre foi meio desproporcional, pois meus braços eram muito gordo, quase da grossura das minhas pernas, e também minhas canelas não eram grossas.
Enfim, desde 2021 estava numa compulsão severa mesmo, de comer, devido ansiedade e compulsão alimentar.
Os anos foram se passando, e eu sempre emagrecia e engordava, por ter o metabolismo rápido, e por causa disso, minha pele ficou flácida, várias parte do meu corpo.
Hoje em dia tenho pavor do meu corpo, principalmente dos meus braços. Eu tenho 25 anos, 1,70 de altura , peso 98kg. Realmente tem dias que me olho no espelho, dar vontade de pegar uma f@ca, e cortar cada camada de pele flácida. Não penso em emagrecer. Tudo que penso acabar com essa vida ordinária.
Ninguém vai te ajudar a sair desse fundo do poço. Não importa o quanto você desabafe nas redes sociais; no máximo, vai encontrar alguém para te escutar. Depois, outra pessoa. Depois mais outra. E isso vai se repetir infinitamente.
Só você pode sair desse buraco imundo. E, mesmo sem conseguir, vai continuar buscando ajuda, principalmente no mundo virtual, porque isso se tornou uma forma de fuga, um ciclo vicioso sem fim. No fundo, você sabe que a vida real é dura, crua e indiferente, sem as ilusões que a sua mente cria para acreditar que amanhã será melhor. Dias melhores não surgem por si só. Eles só passam a existir quando a sua mente encontra um pouco de paz.
Você deve estar cansado de buscar ajuda, de fazer terapia, de tentar uma coisa depois da outra, apenas para sentir que, no fim, nada deu certo.
Quando alguém diz: "Você não está sozinho", talvez essa frase não faça sentido para você. Você sente que sempre esteve sozinho. A única diferença é que, quando procura ajuda, aparecem muitas pessoas dispostas a ouvir. Mas, para você, isso não é o mesmo que ter alguém que realmente se importe, permaneça ao seu lado e esteja presente de verdade.
Todo dia tenho uma crise diferente. Não aguento mais conviver com essas malditas pessoas. Eu dei diabete com 22 anos, e junto veio neuropatia periférica.
Tenho problemas de obesidade, e excesso de pele. Não sou bonita.
Não conquistei nada nessa mRda.
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Sou mulher, tenho 25 anos, e a minha vida parece ser uma sequência interminável de perdas. Problemas psicológicos, doenças, conflitos familiares, fracassos... é como se cada ano trouxesse mais um peso para carregar.
Tudo começou a desmoronar ainda em 2018, quando passei a viver completamente isolada dentro de casa por causa da depressão e da fobia social. Enquanto o mundo seguia em frente, eu apenas existia, presa entre quatro paredes, vendo os dias passarem sem conseguir enxergar uma saída.
Em 2022, recebi o diagnóstico de neuropatia periférica. Na época, eu nem sabia o que aquela doença significava. Só sabia que a dor era tão intensa que parecia que meu corpo estava sendo destruído aos poucos. Achei que fosse morrer de tanto sofrimento.
O que tornou tudo ainda pior foi ouvir da minha própria mãe que aquilo era um "presente de Deus", um milagre para me obrigar a sair de casa. Como eu ainda frequentava a igreja com ela, apenas concordava em silêncio, mesmo sentindo que aquelas palavras não traziam conforto algum. Apenas aumentavam a culpa que eu já carregava.
Mais tarde, depois de muitos remédios controlados, interrompi o tratamento em 2024, quando descobri que também era diabética. Foi então que tudo começou a fazer sentido: a neuropatia, na verdade, era consequência da diabetes. Vieram novos exames, novas preocupações e, junto delas, mais críticas. Ouvi da minha mãe que ela já havia gastado dinheiro demais comigo, como se adoecer fosse uma escolha, como se o meu isolamento tivesse sido um capricho.
Nunca tive uma relação saudável com meus pais. Com o passar do tempo, os conflitos dentro de casa só aumentaram. Eu já convivia com transtornos psicológicos, uma autoestima destruída e uma dificuldade enorme de aceitar minha própria aparência. Houve um momento em que a dor pareceu maior do que qualquer esperança, e eu tentei tirar a minha própria vida.
Hoje, sinto que estou ainda mais no fundo do poço.
Não tomo mais os medicamentos. Dentro de casa, praticamente todos os dias terminam em discussões. Qualquer desentendimento é suficiente para minha mãe mandar que eu procure outro lugar para morar, como se eu tivesse forças para simplesmente recomeçar.
Passo a maior parte do tempo deitada na cama, exatamente como fazia anos atrás. Existem dias em que até tomar banho parece uma tarefa impossível. Mesmo assim, continuo tentando sobreviver, porque ninguém fará isso por mim.
Às vezes saio de casa apenas para enfrentar mais um tipo de sofrimento: o olhar das pessoas. Tenho a sensação de que sou julgada pela minha aparência o tempo todo, como se cada olhar carregasse desprezo, pena ou zombaria. Talvez algumas dessas impressões venham da forma como minha mente interpreta o mundo, mas, para mim, a dor que elas causam é absolutamente real.
É difícil explicar como é viver quando tudo parece pesado ao mesmo tempo. Quando o próprio corpo adoece, a mente não encontra descanso e o lugar que deveria oferecer acolhimento se transforma em mais uma fonte de sofrimento. Em alguns dias, a única sensação que resta é a de estar apenas sobrevivendo, esperando que, de alguma forma, essa dor encontre um fim.
Se puder aprovar esse desabafo agradeço!
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Sou mulher, tenho 25 anos, e a minha vida parece ser uma sequência interminável de perdas. Problemas psicológicos, doenças, conflitos familiares, fracassos... é como se cada ano trouxesse mais um peso para carregar.
Tudo começou a desmoronar ainda em 2018, quando passei a viver completamente isolada dentro de casa por causa da depressão e da fobia social. Enquanto o mundo seguia em frente, eu apenas existia, presa entre quatro paredes, vendo os dias passarem sem conseguir enxergar uma saída.
Em 2022, recebi o diagnóstico de neuropatia periférica. Na época, eu nem sabia o que aquela doença significava. Só sabia que a dor era tão intensa que parecia que meu corpo estava sendo destruído aos poucos. Achei que fosse morrer de tanto sofrimento.
O que tornou tudo ainda pior foi ouvir da minha própria mãe que aquilo era um "presente de Deus", um milagre para me obrigar a sair de casa. Como eu ainda frequentava a igreja com ela, apenas concordava em silêncio, mesmo sentindo que aquelas palavras não traziam conforto algum. Apenas aumentavam a culpa que eu já carregava.
Mais tarde, depois de muitos remédios controlados, interrompi o tratamento em 2024, quando descobri que também era diabética. Foi então que tudo começou a fazer sentido: a neuropatia, na verdade, era consequência da diabetes. Vieram novos exames, novas preocupações e, junto delas, mais críticas. Ouvi da minha mãe que ela já havia gastado dinheiro demais comigo, como se adoecer fosse uma escolha, como se o meu isolamento tivesse sido um capricho.
Nunca tive uma relação saudável com meus pais. Com o passar do tempo, os conflitos dentro de casa só aumentaram. Eu já convivia com transtornos psicológicos, uma autoestima destruída e uma dificuldade enorme de aceitar minha própria aparência. Houve um momento em que a dor pareceu maior do que qualquer esperança, e eu tentei tirar a minha própria vida.
Hoje, sinto que estou ainda mais no fundo do poço.
Não tomo mais os medicamentos. Dentro de casa, praticamente todos os dias terminam em discussões. Qualquer desentendimento é suficiente para minha mãe mandar que eu procure outro lugar para morar, como se eu tivesse forças para simplesmente recomeçar.
Passo a maior parte do tempo deitada na cama, exatamente como fazia anos atrás. Existem dias em que até tomar banho parece uma tarefa impossível. Mesmo assim, continuo tentando sobreviver, porque ninguém fará isso por mim.
Às vezes saio de casa apenas para enfrentar mais um tipo de sofrimento: o olhar das pessoas. Tenho a sensação de que sou julgada pela minha aparência o tempo todo, como se cada olhar carregasse desprezo, pena ou zombaria. Talvez algumas dessas impressões venham da forma como minha mente interpreta o mundo, mas, para mim, a dor que elas causam é absolutamente real.
É difícil explicar como é viver quando tudo parece pesado ao mesmo tempo. Quando o próprio corpo adoece, a mente não encontra descanso e o lugar que deveria oferecer acolhimento se transforma em mais uma fonte de sofrimento. Em alguns dias, a única sensação que resta é a de estar apenas sobrevivendo, esperando que, de alguma forma, essa dor encontre um fim.
Não adianta quanto desabafe, pois sei como será meu final.
Se eu quiser, posso ir de arrasta, tenho métodos eficaz pra isso. Meu único problema é o medo, e aí fico resistindo numa mRda de rede social. Sabe, ninguém é obrigado a viver, cada faz o que quer da sua vida , e tomare logo que eu toma coragem pra acabar com tudo.
1- Terminei somente ensino médio
2-Moro numa família disfuncional até hoje
3- Fui diagnosticada com problemas psicológicos
4- Tenho dois problemas de saúde sério: se não cuidar posso vegetar
5- Nunca trabalhei na vida
6- Não sou bonita
7- Minha única conquista foi o ensino médio
8- Não tenho ninguém além de si mesma
9- Não tenho casa própria
10- Tentei ir de arrasta,e pretendo ir de novo.
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Eu não consigo me m@tar, por mais que eu tenha a solução, eu não consigo ir.
Estou cansada desse sofrimento, desse peso que tenho que carregar, dos fracassos, das doenças, das pessoas ao meu redor, de tudo.
Me sinto perdida, porque não sei mais o que fazer em relação a tudo isso.
Eu tenho dois problemas de saúde que não tem cura.
Esse é o principal motivo de querer m@rrr
Sou M25 anos, minha vida é uma mrda, resumida em problemas psicológicos, fracasso, doenças, problemas familiares.
Enfim, desde 2022, fui diagnosticada com neuropatia periférica, até aí ok, porque na época eu vivia totalmente isolada em casa devido a depressão e fobia social. Isso porque isolamento começou em 2018.
Eu não fazia a ideia do que era essa doença na época, pois quase me morri de dor quando surgiu. É pior ainda foi tem que escutar a falsa moralista da minha mãe dizendo que isso era um presente de Deus , um milagre pra ter saído de casa, e eu já frequentando igreja com ela, simplesmente só concordava com a balela.
Muito tempo depois, já tomando remédio controlado como sempre, eu parei de tomar em 2024 quando descobri que estava diabética. Então resumindo, ali era neuropatia diabética, e não periférica.
O médico passou vários exames pra fazer depois, é claro estive que escutar da minha mãe que já tinha gastado dinheiro comigo demais, porque ninguém mandou eu se isolar.
Nunca me dei muito bem com meus pais. De um tempo pra cá, minha mãe já estava virando uma narcisista como sempre, e por causa de tudo que aconteceu, porque já tinha transtornos psicológicos, problemas com minha aparência, eu acabei tomando remédio pra poder ir de arrasta. No final, não deu certo.
Agora minha situação atual é bem mais fundo. Não tomo remédios, aqui em casa todo dia há uma discussão, e qualquer coisa minha mãe já manda procurar um lugar pra morar. Eu vivo dia e noite numa cama deitada, como sempre fazia. As vezes não nem tomar um banho, e tenho que lavar minhas roupas, as vezes sair na rua pra se expor ao ridículo,e escutar as pessoas me julgar pela aparência, fazer pouco caso de mim.
Enfim, na verdade não quero mais viver, só que também estou se esforçando pra acabar com tudo isso.
Porque sei as consequências no futuro.
Sou M25 anos, minha vida é uma mrda, resumida em problemas psicológicos, fracasso, doenças, problemas familiares.
Enfim, desde 2022, fui diagnosticada com neuropatia periférica, até aí ok, porque na época eu vivia totalmente isolada em casa devido a depressão e fobia social. Isso porque isolamento começou em 2018.
Eu não fazia a ideia do que era essa doença na época, pois quase me morri de dor quando surgiu. É pior ainda foi tem que escutar a falsa moralista da minha mãe dizendo que isso era um presente de Deus , um milagre pra ter saído de casa, e eu já frequentando igreja com ela, simplesmente só concordava com a balela.
Muito tempo depois, já tomando remédio controlado como sempre, eu parei de tomar em 2024 quando descobri que estava diabética. Então resumindo, ali era neuropatia diabética, e não periférica.
O médico passou vários exames pra fazer depois, é claro estive que escutar da minha mãe que já tinha gastado dinheiro comigo demais, porque ninguém mandou eu se isolar.
Nunca me dei muito bem com meus pais. De um tempo pra cá, minha mãe já estava virando uma narcisista como sempre, e por causa de tudo que aconteceu, porque já tinha transtornos psicológicos, problemas com minha aparência, eu acabei tomando remédio pra poder ir de arrasta. No final, não deu certo.
Agora minha situação atual é bem mais fundo. Não tomo remédios, aqui em casa todo dia há uma discussão, e qualquer coisa minha mãe já manda procurar um lugar pra morar. Eu vivo dia e noite numa cama deitada, como sempre fazia. As vezes não nem tomar um banho, e tenho que lavar minhas roupas, as vezes sair na rua pra se expor ao ridículo,e escutar as pessoas me julgar pela aparência, fazer pouco caso de mim.
Enfim, na verdade não quero mais viver, só que também estou se esforçando pra acabar com tudo isso.
Porque sei as consequências no futuro.