Drivers da AMD

Rapazeada que quer começar a montar um pc do zero, recomendo passarem longe de placas de video da AMD, eu duvidava antes, achava que era só frescura tipo xbox vs playstation, mas realmente, os drivers da amd são uma porra, eu ja to a dias tentando resolver essa merda de Timeout Detection and Recovery e nada resolve essa desgraça, tudo nesses drivers é instavel e muito chato de resolver, eu ja usei o ddu 4 vezes desde ontem e o adrenalin continua dando problema, e não consigo achar nenhuma ferramenta pra me ajudar a descobrir o que caralhos ta causando isso.

estou ficando LOUCO!

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u/Yellow-Jester001 — 1 day ago

Pc Crashando

Sempre joguei normalmente, mas recentemente meu pc crasha sempre que eu tento entrar em alguma missão especificamente no jogo Destiny 2, eu ja verifiquei os arquivos pela steam e aparentemente ta tudo certo, minha placa sempre aguentou esse jogo com menos de 50% de uso e nunca crashou.

Eu não sei onde ver os logs pra saber o que exatamente ta causando isso e não sei como resolver, eu simplesmente abro o jogo e entro na missão e o pc inteiro tem um derrame antes de fechar o jogo.

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u/Yellow-Jester001 — 3 days ago

Black Bars.

im sorry if this is a reoccurring question but, is there any way to get rid of the black bars? when i go on youtube for a tutorial people just talk about nvidia panels while i have a amd gpu...

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u/Yellow-Jester001 — 10 days ago

T4 Nova Lite issue

Basically the controller doesn't show on the desktop app for me to configure everything, if anyone knows how to fix it, i would be very happy.
Thanks in advance for the help everyone!

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u/Yellow-Jester001 — 12 days ago

Forza 6 not detecting controller

i can't get it to work with my controller, already tried to put the game on steam and when i start it through steam the game closes itself after the intro.

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u/Yellow-Jester001 — 2 months ago

Review Honesta de Mixtape

Mixtape prova que bons gráficos e boas musicas não são o bastante para fazer uma obra prima. Como uma experiência curta e intimista sobre amizade, juventude e o último dia juntos, o título me surpreendeu: um simulador de caminhada colorido, nostálgico e cheio de saudosismo. É uma experiência especial, imperfeita, mas capaz de deixar uma marca emocional bonita para quem conseguir se identificar com sua atmosfera.

A história é simplória, mas funciona muito bem dentro do que propõe. Trata-se do último dia que três amigos passam juntos antes de seguirem caminhos diferentes. Não há grandes reviravoltas, apenas dramas adolescentes exagerados.

O título aborda temas como ansiedade, controle parental tóxico e a perda da juventude de forma sensível. Quero deixar claro que esta infância retratada no jogo passa bem longe da minha própria infância, tive uma criação muito pobre e nasci depois dos anos 2000, portanto não me identifiquei e sequer entendi boa parte das referências e do clima nostálgico. Ainda assim, estou avaliando o que vejo no jogo, e não pela minha experiência de vida pessoal. Dito isso, o título romantiza excessivamente os anos 80/90, flertando com o passado através de lembranças hormonais e pintando-os como uma era mágica de liberdade, enquanto suaviza ou ignora aspectos problemáticos como alcoolismo juvenil, uso de drogas, vandalismo e rebeldia autodestrutiva.

A jogabilidade é extremamente simples e fluida, um simulador de caminhada pontuado por diversos minigames interessantes e bem integrados. Nada revolucionário, mas executado com carinho e bom gosto.

O que realmente carrega Mixtape são seus dois grandes pontos fortes: a direção de arte e a trilha sonora. Visualmente, o jogo é lindo. Os ambientes são vibrantes, detalhados e cheios de vida, com personagens que lembram o estilo de Arcane. A trilha sonora é excelente, com várias músicas que eu não conhecia, e a forma como a música e a imagem conversam é quase mesmerizante.

Há uma cena em que o policial "malvado" interrompe um dos monólogos excêntricos de Stacey para responder com uma referência afiada de Leonard Cohen. Desde então, essa sequência não sai da minha cabeça.

Olhando com generosidade, o momento revela uma verdade incômoda que muitos jogadores que se identificam com a Stacey preferem ignorar: as pessoas ao nosso redor, mesmo aquelas que odiamos ou que são completamente opostas a nós, ainda são pessoas. Elas têm vida, se relacionam com arte e podem nos surpreender com referências que julgávamos exclusivas. Mas, como quase sempre acontece em Mixtape, o jogo chega perto de dizer algo profundo e logo recua. Em vez de explorar essa tensão, a resolução é simplesmente Stacey gritando com ele, ignorando que se trata do pai de sua própria amiga.

Vi o jogo ser chamado de “fascista”, e embora não ache que chegue a esse extremo, ele flerta perigosamente com a ideia de que as outras pessoas são NPCs na vida da protagonista. Stacey não é apenas o centro da narrativa — ela é o centro da realidade. Todos ao redor existem para orbitar suas emoções, a ponto de pedirem desculpas por coisas que ela mesma causou.

Stacey é uma protagonista extremamente autocentrada e até vazia em alguns pontos do jogo. Ela não quer criar música, quer ser music supervisor. Quer controlar a trilha sonora da vida dos outros, mas não tem curiosidade real pela arte em si. É o tipo de pessoa que trata cultura como acessório de identidade.

As comparações com Life is Strange são inevitáveis, mas injustas com o primeiro jogo. Enquanto LiS usava sua nostalgia, gírias e needle drops com intenção clara para retratar estagnação emocional e isolamento, Mixtape faz tudo de forma superficial e sem consciência. Stacey é basicamente o que os haters mais radicais de LiS imaginam que Max e Chloe sejam: egoístas, paradas no tempo e presas em uma bolha de autocomiseração.

Apesar de tudo, recomendo Mixtape para fãs de jogos indie, walking simulators e experiências curtas e atmosféricas e pessoas que estão afim de conhecer musicas novas de uma forma diferente. É barato, bonito e tem coração, mesmo que, às vezes, esse coração seja oco e olhe para o passado com lentes cor-de-rosa.

É um projeto pequeno, bonito e provavelmente foi feito pros próprios criadores do que pra nós players. Carrega um saudosismo forte, mas também uma sinceridade. Como bem observou Søren Kierkegaard: “A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida olhando-se para a frente.”

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u/Yellow-Jester001 — 2 months ago

Review de Mixtape

Mixtape prova que bons gráficos e boas musicas não são o bastante para fazer uma obra prima. Como uma experiência curta e intimista sobre amizade, juventude e o último dia juntos, o título me surpreendeu: um simulador de caminhada colorido, nostálgico e cheio de saudosismo. É uma experiência especial, imperfeita, mas capaz de deixar uma marca emocional bonita para quem conseguir se identificar com sua atmosfera.

A história é simplória, mas funciona muito bem dentro do que propõe. Trata-se do último dia que três amigos passam juntos antes de seguirem caminhos diferentes. Não há grandes reviravoltas, apenas dramas adolescentes exagerados.

O título aborda temas como ansiedade, controle parental tóxico e a perda da juventude de forma sensível. Quero deixar claro que esta infância retratada no jogo passa bem longe da minha própria infância, tive uma criação muito pobre e nasci depois dos anos 2000, portanto não me identifiquei e sequer entendi boa parte das referências e do clima nostálgico. Ainda assim, estou avaliando o que vejo no jogo, e não pela minha experiência de vida pessoal. Dito isso, o título romantiza excessivamente os anos 80/90, flertando com o passado através de lembranças hormonais e pintando-os como uma era mágica de liberdade, enquanto suaviza ou ignora aspectos problemáticos como alcoolismo juvenil, uso de drogas, vandalismo e rebeldia autodestrutiva.

A jogabilidade é extremamente simples e fluida, um simulador de caminhada pontuado por diversos minigames interessantes e bem integrados. Nada revolucionário, mas executado com carinho e bom gosto.

O que realmente carrega Mixtape são seus dois grandes pontos fortes: a direção de arte e a trilha sonora. Visualmente, o jogo é lindo. Os ambientes são vibrantes, detalhados e cheios de vida, com personagens que lembram o estilo de Arcane. A trilha sonora é excelente, com várias músicas que eu não conhecia, e a forma como a música e a imagem conversam é quase mesmerizante.

Há uma cena em que o policial "malvado" interrompe um dos monólogos excêntricos de Stacey para responder com uma referência afiada de Leonard Cohen. Desde então, essa sequência não sai da minha cabeça.

Olhando com generosidade, o momento revela uma verdade incômoda que muitos jogadores que se identificam com a Stacey preferem ignorar: as pessoas ao nosso redor, mesmo aquelas que odiamos ou que são completamente opostas a nós, ainda são pessoas. Elas têm vida, se relacionam com arte e podem nos surpreender com referências que julgávamos exclusivas. Mas, como quase sempre acontece em Mixtape, o jogo chega perto de dizer algo profundo e logo recua. Em vez de explorar essa tensão, a resolução é simplesmente Stacey gritando com ele, ignorando que se trata do pai de sua própria amiga.

Vi o jogo ser chamado de “fascista”, e embora não ache que chegue a esse extremo, ele flerta perigosamente com a ideia de que as outras pessoas são NPCs na vida da protagonista. Stacey não é apenas o centro da narrativa — ela é o centro da realidade. Todos ao redor existem para orbitar suas emoções, a ponto de pedirem desculpas por coisas que ela mesma causou.

Stacey é uma protagonista extremamente autocentrada e até vazia em alguns pontos do jogo. Ela não quer criar música, quer ser music supervisor. Quer controlar a trilha sonora da vida dos outros, mas não tem curiosidade real pela arte em si. É o tipo de pessoa que trata cultura como acessório de identidade.

As comparações com Life is Strange são inevitáveis, mas injustas com o primeiro jogo. Enquanto LiS usava sua nostalgia, gírias e needle drops com intenção clara para retratar estagnação emocional e isolamento, Mixtape faz tudo de forma superficial e sem consciência. Stacey é basicamente o que os haters mais radicais de LiS imaginam que Max e Chloe sejam: egoístas, paradas no tempo e presas em uma bolha de autocomiseração.

Apesar de tudo, recomendo Mixtape para fãs de jogos indie, walking simulators e experiências curtas e atmosféricas e pessoas que estão afim de conhecer musicas novas de uma forma diferente. É barato, bonito e tem coração, mesmo que, às vezes, esse coração seja oco e olhe para o passado com lentes cor-de-rosa.

É um projeto pequeno, bonito e provavelmente foi feito pros próprios criadores do que pra nós players. Carrega um saudosismo forte, mas também uma sinceridade. Como bem observou Søren Kierkegaard: “A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida olhando-se para a frente.”

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u/Yellow-Jester001 — 2 months ago

Sobre Mixtape

Mixtape prova que bons gráficos e boas musicas não são o bastante para fazer uma obra prima. Como uma experiência curta e intimista sobre amizade, juventude e o último dia juntos, o título me surpreendeu: um simulador de caminhada colorido, nostálgico e cheio de saudosismo. É uma experiência especial, imperfeita, mas capaz de deixar uma marca emocional bonita para quem conseguir se identificar com sua atmosfera.

A história é simplória, mas funciona muito bem dentro do que propõe. Trata-se do último dia que três amigos passam juntos antes de seguirem caminhos diferentes. Não há grandes reviravoltas, apenas dramas adolescentes exagerados.

O título aborda temas como ansiedade, controle parental tóxico e a perda da juventude de forma sensível. Quero deixar claro que esta infância retratada no jogo passa bem longe da minha própria infância, tive uma criação muito pobre e nasci depois dos anos 2000, portanto não me identifiquei e sequer entendi boa parte das referências e do clima nostálgico. Ainda assim, estou avaliando o que vejo no jogo, e não pela minha experiência de vida pessoal. Dito isso, o título romantiza excessivamente os anos 80/90, flertando com o passado através de lembranças hormonais e pintando-os como uma era mágica de liberdade, enquanto suaviza ou ignora aspectos problemáticos como alcoolismo juvenil, uso de drogas, vandalismo e rebeldia autodestrutiva.

A jogabilidade é extremamente simples e fluida, um simulador de caminhada pontuado por diversos minigames interessantes e bem integrados. Nada revolucionário, mas executado com carinho e bom gosto.

O que realmente carrega Mixtape são seus dois grandes pontos fortes: a direção de arte e a trilha sonora. Visualmente, o jogo é lindo. Os ambientes são vibrantes, detalhados e cheios de vida, com personagens que lembram o estilo de Arcane. A trilha sonora é excelente, com várias músicas que eu não conhecia, e a forma como a música e a imagem conversam é quase mesmerizante.

Há uma cena em que o policial "malvado" interrompe um dos monólogos excêntricos de Stacey para responder com uma referência afiada de Leonard Cohen. Desde então, essa sequência não sai da minha cabeça.

Olhando com generosidade, o momento revela uma verdade incômoda que muitos jogadores que se identificam com a Stacey preferem ignorar: as pessoas ao nosso redor, mesmo aquelas que odiamos ou que são completamente opostas a nós, ainda são pessoas. Elas têm vida, se relacionam com arte e podem nos surpreender com referências que julgávamos exclusivas. Mas, como quase sempre acontece em Mixtape, o jogo chega perto de dizer algo profundo e logo recua. Em vez de explorar essa tensão, a resolução é simplesmente Stacey gritando com ele, ignorando que se trata do pai de sua própria amiga.

Vi o jogo ser chamado de “fascista”, e embora não ache que chegue a esse extremo, ele flerta perigosamente com a ideia de que as outras pessoas são NPCs na vida da protagonista. Stacey não é apenas o centro da narrativa — ela é o centro da realidade. Todos ao redor existem para orbitar suas emoções, a ponto de pedirem desculpas por coisas que ela mesma causou.

Stacey é uma protagonista extremamente autocentrada e até vazia em alguns pontos do jogo. Ela não quer criar música, quer ser music supervisor. Quer controlar a trilha sonora da vida dos outros, mas não tem curiosidade real pela arte em si. É o tipo de pessoa que trata cultura como acessório de identidade.

As comparações com Life is Strange são inevitáveis, mas injustas com o primeiro jogo. Enquanto LiS usava sua nostalgia, gírias e needle drops com intenção clara para retratar estagnação emocional e isolamento, Mixtape faz tudo de forma superficial e sem consciência. Stacey é basicamente o que os haters mais radicais de LiS imaginam que Max e Chloe sejam: egoístas, paradas no tempo e presas em uma bolha de autocomiseração.

Apesar de tudo, recomendo Mixtape para fãs de jogos indie, walking simulators e experiências curtas e atmosféricas e pessoas que estão afim de conhecer musicas novas de uma forma diferente. É barato, bonito e tem coração, mesmo que, às vezes, esse coração seja oco e olhe para o passado com lentes cor-de-rosa.

É um projeto pequeno, bonito e provavelmente foi feito pros próprios criadores do que pra nós players. Carrega um saudosismo forte, mas também uma sinceridade. Como bem observou Søren Kierkegaard: “A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida olhando-se para a frente.”

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u/Yellow-Jester001 — 2 months ago

Jogos ruins que a gente gosta

Vocês tem algum jogo que vocês sabem que é ruim e mesmo assim gostam dele?
O meu é Assassin's Creed Syndicate, muita gente critica muita coisa desse jogo mas eu acho ele incrivel, ainda mais aquela DLC do Jack The Ripper

Sonic 2006 também, mas acredito que seja pela nostalgia de ter sido meu primeiro jogo de ps3 que ganhei de presente

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u/Yellow-Jester001 — 2 months ago