



Programa do FMI — US$ 20 bilhões: Em abril de 2025, o FMI aprovou um programa de quatro anos de US$ 20 bilhões para a Argentina, destinado a fortalecer as reservas internacionais, sustentar o ajuste fiscal e estabilizar a economia. O acordo previa um desembolso inicial de US$ 12 bilhões, seguido de novas parcelas condicionadas ao cumprimento das metas estabelecidas pelo Fundo. Os recursos pertencem ao FMI, e não ao governo americano, embora os Estados Unidos tenham exercido influência importante na aprovação do programa por serem o principal acionista do organismo.
Swap do Tesouro americano — até US$ 20 bilhões: Em outubro de 2025, o Tesouro dos Estados Unidos disponibilizou ao Banco Central argentino uma linha de swap de até US$ 20 bilhões, destinada a fornecer liquidez em dólares e reduzir as pressões sobre o peso argentino e as reservas internacionais. A Argentina efetivamente utilizou US$ 2,5 bilhões dessa linha, valor que posteriormente foi integralmente devolvido ao Tesouro americano. Portanto, os US$ 20 bilhões representavam o limite potencial da operação, e não um desembolso de US$ 20 bilhões.
Financiamento privado — até US$ 20 bilhões: Paralelamente ao apoio oficial, os Estados Unidos trabalharam para viabilizar até US$ 20 bilhões em financiamento privado para a Argentina, envolvendo bancos e investidores internacionais. Diferentemente do swap, não se tratava de dinheiro do governo americano, mas de uma tentativa de mobilizar capital privado para reforçar o financiamento externo argentino. O valor de US$ 20 bilhões correspondia ao potencial de recursos que poderiam ser levantados no mercado, e não a um empréstimo de US$ 20 bilhões concedido diretamente pelos Estados Unidos.
Por conta do balanço abaixo do esperado, a ação acumula uma queda de 5% nos últimos 5 dias apesar da alta de hoje.
Apesar disso chama a atenção ver uma empresa tão volátil como ela tem sido (geralmente respondendo as quedas com maior volatilidade) ir na contramão do Ibovespa justamente no dia em que o índice despencou cerca de 2,4%.
A Natura é uma empresa com uma pegada interessante de produtos de base natural e sustentáveis, mas que sofre em momentos de juros elevados e de renda pressionada pela inflação.
Também há críticas quanto ao modelo de negócios baseado em consultoras, que estaria defasado para os tempos atuais de comércio on-line, que disponibilizam entrega até no mesmo dia.
O ponto central para o investidor é avaliar se a companhia conseguirá modernizar sua distribuição e recuperar crescimento e rentabilidade sem perder os diferenciais que sustentam sua marca, além dos desafios de reestruturação por conta da tentativa frustrada de se tornar uma corporação global.
Os múltiplos da empresa estão descontados, mas já fazem alguns anos em que ela segue destruindo valor para o acionista. Enquanto isso, alguns ainda têm a esperança de que a empresa consiga reverter essa situação e volte a ser aquela Natura do passado e uma das queridinhas do mercado.
Balanços do 2T26 — calendário de divulgação
10/08 — segunda-feira
EMBR3 — Embraer
ITSA4 — Itaúsa
NATU3 — Natura
SMTO3 — São Martinho
HBSA3 — Hidrovias do Brasil
SBFG3 — Grupo SBF
JBSS3 — JBS
11/08 — terça-feira
CSUD3 — CSU Digital
ESPA3 — Espaçolaser
DIRR3 — Direcional
B3SA3 — B3
BPAC11 — BTG Pactual
CURY3 — Cury
FRAS3 — Frasle Mobility
TAEE11 — Taesa
CSED3 — Cruzeiro do Sul Educacional
BMOB3 — Bemobi
12/08 — quarta-feira
KEPL3 — Kepler Weber
BEEF3 — Minerva
COGN3 — Cogna
CSNA3 — CSN
CMIN3 — CSN Mineração
SLCE3 — SLC Agrícola
SUZB3 — Suzano
AZZA3 — Azzas 2154
BRKM5 — Braskem
MOVI3 — Movida
SBSP3 — Sabesp
MATD3 — Mater Dei
CVCB3 — CVC Brasil
ENEV3 — Eneva
ENJU3 — Enjoei
MELK3 — Melnick
BBAS3 — Banco do Brasil
EQTL3 — Equatorial
GGPS3 — GPS
HAPV3 — Hapvida
MRVE3 — MRV
RDOR3 — Rede D’Or
UGPA3 — Ultrapar
OIBR3 — Oi
MLAS3 — Multilaser
MDNE3 — Moura Dubeux
AMER3 — Americanas
BHIA3 — Grupo Casas Bahia
POSI3 — Positivo
ONCO3 — Oncoclínicas
SEER3 — Ser Educacional
RAIZ4 — Raízen
RAIL3 — Rumo
AZUL4 — Azul
13/08 — quinta-feira
PASS3 — Compass
FHER3 — Fertilizantes Heringer
PETZ3 — Petz
SAPR11 — Sanepar
MDIA3 — M. Dias Branco
TOKY3 — Grupo Toky
VAMO3 — Vamos
AMOB3 — Automob
RAPT4 — Randoncorp
BRAP4 — Bradespar
CMIG4 — Cemig
CPFE3 — CPFL Energia
CYRE3 — Cyrela
GMAT3 — Grupo Mateus
IRBR3 — IRB
LWSA3 — LWSA
YDUQ3 — Yduqs
TTEN3 — 3Tentos
JHSF3 — JHSF
BMGB4 — Banco BMG
MBRF3 — MBRF
DASA3 — Dasa
ROXO34 — Nubank
BRSR6 — Banrisul
14/08 — sexta-feira
ANIM3 — Ânima
SOJA3 — Boa Safra
CSMG3 — Copasa
VBBR3 — Vibra
JALL3 — Jalles Machado
SIMH3 — Simpar
CSAN3 — Cosan
KRSA3 — Kora Saúde
Vi uma matéria recentemente sobre o BC estar avaliando integrar o PIX com sistemas de pagamentos de outros países:
Banco Central avalia integrar Pix a sistemas de pagamentos instantâneos de outros países
Será que estamos mais próximos do imaginamos de poder realizar câmbio para outras moedas de forma instantânea e com spread muito baixo?
Apesar de ser uma solução bastante interessante, ao meu ver, é um produto que não competiria com a Wise, por exemplo, principalmente por conta do Rend+
Otimistas: com a cotação atual em R$ 0,25, só precisa subir 300% em oito meses.
2 vídeos diferentes e compradores distintos, porém o mesmo tênis brega.
Puro teatro e história da carochinha. Quase nunca mostram o comprovante do PIX ou do cartão.
Enquanto isso o canal segue faturando com a monetização.