r/Economia

Independência do Bacen

Gostaria de ter uma ideia sobre a independência do Bacen, tô na graduação de econo em uma estadual e meus professores falam muito mal da independência, mas na minha cabeça (que sim, pode haver viés político) descentralizar a atuação de um órgão regulador/intrumentalizador da mão política é algo positivo, não?

Gostaria de ter maior embasamento no assunto, quem puder me indicar livros, papers ou vídeos, seria de enorme valia.

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u/nttdts — 1 day ago
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Liga de mercado financeiro e Núcleos

Estou cursando economia na puc Rio e gostaria de perguntar especialmente sobre os núcleos da faculdade (Gama, alfa, econdata e nea), a liga de mercado financeiro sei q é mt importante para o currículo, no entanto a faculdade recomenda q os alunos entram no núcleo q é uma suposta liga, q vai ser tão bom pra mim quanto a liga só q o núcleo por ser dos alunos eles se preocupam c datas de provas por exemplo… gostaria de saber se realmente os núcleos são bons como dizem lá

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Eu preciso ser social?

Boa tarde, tenho 18 anos e faço econo em uma estadual mineira.

Eu sempre quis economia e hoje estou na graduação, no entanto, aqui tem uma cultura muito forte de você debater muito o lado social das coisas, inclusive, já ouvi coisas como: "segundo Conceição Tavares, economista que não pensa no lado social não é nem economista" e não sei, me sinto afetado, em tese, pq não ligo. Mas tipo, acho que cada pessoa tem seu lado mais forte e que gosta, me dedico mais para as matérias quant/análise, contábil, matemática, conceitologia de economia, gosto dos manuais, mas não sei, eu não tenho apreço por "tentar resolver o problema da fome" e afins, eu gosto da parte analítica da economia, sou louco por câmbio, tripé macroeconomico, contas nacionais, juros, política monetária e cambial, tudo isso me enche os olhos, é errado isso? Eu tenho que obrigatoriamente tentar resolver todos os problemas sociais?

Uma das pessoas que tenho apreço é o Simonsen e ele falava que tentava resolver problemas sociais que via com quant e tal (até pelo firepower que tinha com números e modelagem), acho que é bem por aí. Gostaria de uma opinião, vejo em outros campos que você tem uma maior flexibilidade, em economia e principalmente no período da graduação, parece que vivemos no binário entre Conceição Tavares (social, resolver todos os problemas, sociologia, acabar com a pobreza) ou você é um faria lima ultracapitalista que quer sugar todo o dinheiro da população. E eu não vivo em nenhum desses extremos.

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u/nttdts — 1 day ago

Segunda graduação em economia no Rio de Janeiro

Olá sub, sou bem interessado em economia e acompanho muito aqui. Minha graduação é em História pela FGV Rio. Atualmente faço um MBA em Negócios e Produção Audiovisual. Mas tenho vontade de fazer outra graduação, em economia. A princípio, buscando o mercado ou ingressar em pesquisa. Minha maior dificuldade seria matemática, cálculo, programação, etc. Mas acredito que consigo correr atrás.

Sei que as melhores faculdades demandam um investimento alto, que eu não poderia fazer, ao menos por enquanto. Minha graduação eu fiz com bolsa de 60%. Pelo que vi, não é possível ter bolsa como portador de diploma em uma segunda graduação.

Sei que FGV estaria no topo em economia também, mas minha escolha ideal seria PUC. Também vi que a ESPM também tem graduação em Economia e fiquei curioso, porque deve ser bem recente, mas a proposta parece muito interessante. De toda forma, essas estão todas fora de cogitação sem bolsa.

Ainda nas particulares de qualidade, sei que tem Mackenzie no Rio também. Essa já daria pra considerar.

Outra consideração: o Insper talvez fosse minha maior preferência. Claro, mais caro e em outra cidade. Porém, o programa de bolsas é forte, e soube que é possível trabalhar lá fazendo pesquisa. Mas tudo isso não muito pra graduação, e sim pra pós. Faz sentido mudar de área através de pós lato sensu? Sei que lá tem uma forte, Advanced Program in Economics. E também tem mestrado acadêmico em economia, mais caro e mais difícil, talvez não pensado tanto pra quem vem de outra área.

Sobre as públicas, no Rio de Janeiro me parece que a maioria tem uma base quantitativa mais fraca. A UFRJ seria a melhor, só fica mais longe pra mim.

A quem leu até aqui agradeço muito, peço paciência com essas tantas divagações. Este ainda é outro mundo pra mim. Não sei ainda se irei ingressar nele ou não, mas é fascinante.

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u/gdfa1 — 1 day ago

Freelas para um estudante de economia

Há tanto benifícios que uma universidade pública me proporciona, como artigos, projetos, estudos e demais, mas que, infelizmente não consigo participar por ter um trampo das 15 às 23, como garçom por um salário que claramente não condiz com que eu produzo (Mais valia), gostaria de sugestões de trabalhos meio período ou freelancers que eu possa realizar para ter uma renda de uns 2k.

Eu não sei dizer o quão ingênuo eu sou por buscar isso, mas eu tenho que mudar minha rotina o mais rápido possível para evitar um burnout.

Minhas notas e frequência estão boas, então ano que vem vou atrás de bolsas e monitoria com bolsa.

Desde já agradeço.

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u/Poolizeli — 1 day ago

Como foi a escolha de TCC de vocês?

Bom dia, rapaziada! Tranquilos?

A cada período que passa mais tenho certeza que não tenho ideia do que fazer no TCC, porque Economia é muito diverso e eu simplesmente gostaria de fazer TCC de tudo, já pensei em várias coisas muito diferentes. Então resolvi ir por um lado diferente, em vez de olhar o que gosto e as teorias mentais que criei, queria casos reais e prático, logo estou aqui fazendo essa pergunta: "Como foi sua escolha de TCC? Já sabia o que fazer e foi polindo ou foi conturbada?"

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u/Difficult-Poet3962 — 1 day ago

ser professor de economia

aos mestrandos, doutorandos, professores ou simpatizantes: quão difícil / concorrido é se tornar professor de economia? a carreira é furada?

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u/Euodeioacolica — 3 days ago

Não estão percebendo que o Lula está fodendo com a economia brasileira?

Bom, não sou uma pessoa de tomar lado partidário e particularmente acho isso ridículo.
Mas tendo conhecimento amplo no mercado e de políticas econômicas, tenho total absoluta de que estamos indo para merda. Estamos diante de um cenário proeminente do colapso da época Dilma.

Vamos aos fatos:

Sei que o PIB cresceu 2.3%, mas precisamos entender que os gastos do governo também entram na conta, então só esse número isolado não prova nada.
Além disso, o PIB está se desacelerando com uma das menores taxas de desemprego da história = completamente preocupante.
A nossa economia está próxima do limite de mão de obra disponível.
A produtividade está e sempre foi fraca.
PIB perdendo velocidade
Inflação ainda acima da média
Dívida atingindo 81.1% do PIB
Um dos maiores juros do mundo.

Resumindo:
O governo mantém emprego e consumo aquecidos por meio de expansão fiscal, mas sem crescimento equivalente da produtividade e do investimento produtivo. O resultado é PIB desacelerando, renda per capita crescendo cada vez menos, dívida maior e juros persistentemente altos. Não existe plano de governo e nunca existiu no governo atual.
Isso me parece muito um caminho para a explosão da crise Dilma.

Qual é a opinião de vcs sobre isso?

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u/Hihilarie — 4 days ago

Você se considera ortodoxo ou heterodoxo? E por quê?

o que fez vocês penderem pra um lado ou outro, foi um livro específico, um professor, uma experiência prática, os dados que viram em algum momento?

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u/CompreiUmG-Shock — 5 days ago

Como vocês lidam com tantas correntes teóricas que divergem entre si? Algum dia acharemos qual a certa?

Quando leio discussões econômicas, tenho a impressão de que essa é a área do conhecimento mais bagunçada que existe. Há inúmeras correntes de pensamento que, já na base, defendem posições opostas.

Um exemplo que me chamou atenção: estava lendo sobre a teoria do valor e descobri que existe uma linha importante (aparentemente forte na UFRJ) baseada em Sraffa, um neo-ricardiano que defende que o valor vem do trabalho e que teria “vencido” a Controvérsia de Cambridge. Ao mesmo tempo, os marginalistas tratam o valor como algo subjetivo, e essa parece ser a posição predominante na ortodoxia atual. (Posso estar simplificando demais, corrijam se eu errar. Mas é só um exemplo)

O mesmo padrão se repete em várias outras questões: keynesianos, neoclássicos, MMT, austríacos… Uns defendem a industrialização como necessária, outros dizem que não; uns explicam a inflação de um jeito, outros de forma completamente diferente. E não estamos falando de opiniões de leigos, mas sim de pesquisadores renomados, com décadas de estudo, em desacordo profundo entre si.

Não entendo como uma área que tem ao seu lado a matemática, dados, estatísticas, anos de história, pode ser tão divergente assim.

Qual a opinião de vcs sobre essas questões? E pq acham que a corrente q vcs defendem é a certa?

Obrigado desde já e desculpa qualquer imprecisão técnica. O post é pra um leigo entender melhor a área mesmo.

u/CompreiUmG-Shock — 6 days ago

O que seria preciso mudar para o Brasil atingir o nivel de producão econômica de países como Alemanha, Japão, China ou Coreia do Sul? Pq parece ser completamente ignorado no debate publico que nenhum país se tornou desenvolvido baseando a economia na agropecuária?

Momento de revolta aleatória com o Brasil e a dificuldade de olhar para a história dos outros países para debater alternativas de desenvolvimento (como o fato de que em todos esses países houve planejamento de políticas de desenvolvimento nacional que duraram por gerações). A questão é principalmente econômica ou sociopolítica?

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u/chidi-sins — 7 days ago

A República do Complexo Estado-Banco-Agro: A Ditadura do Rentismo contra a Indústria e a Falsa Cisão Partidária

A República do Complexo Estado-Banco-Agro: A Ditadura do Rentismo contra a Indústria e a Falsa Cisão Partidária
(Ou: Como os bancos e os donos das terras mataram os empregos e usam a briga política para enganar você)

Você já teve a sensação de que, não importa em quem você vote, a sua vida continua a mesma correria, o seu salário não rende e o preço das coisas no mercado só sobe? Isso não é incompetência de um governo ou outro. Isso é um projeto que começou há mais de 100 anos e que chamamos de Estado-Banco-Agro.

Vem entender como essa panelinha funciona, passo a passo, sem palavras difíceis, olhando direto para os fatos que a escola não te contou desse jeito:

Ponto 1: A República não foi para o povo, foi um golpe dos fazendeiros (1888 e 1889)

A gente aprende que a Proclamação da República foi um momento lindo de democracia. Mentira. Foi um golpe militar bancado por fazendeiro rico.

O que aconteceu: Em 1888, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea, libertando os escravos. Os barões do café ficaram furiosos porque perderam a sua mão de obra de graça (que eles viam como "propriedade") e o Império não quis pagar indenização para eles. Na mesma época, gente como André Rebouças já desenhava um projeto de reforma agrária para entregar terras aos negros recém-libertos.

O golpe: Com medo de que o Império começasse a dar terras para os pretos, esses fazendeiros - os "Republicanos de 14 de maio", que viraram republicanos no dia seguinte à abolição - pagaram o Exército para derrubar o Império em 1889. Eles tomaram o controle do país para garantir que a terra continuaria na mão de poucos e, ao contrário do projeto de Rebouças, usaram o dinheiro do governo para trazer imigrantes europeus para trabalhar no lugar. O Brasil moderno já nasceu com o Agro com as chaves do cofre.

Ponto 2: O dia em que inventaram a regra de "O lucro é meu, o prejuízo é seu" (1906)

Sabe quando uma empresa grande quebra e o governo corre lá para salvar com o seu dinheiro? Essa palhaçada foi oficializada em 1906, no famoso "Convênio de Taubaté".

O que aconteceu: Os barões do café plantaram tanto, mas tanto café, que o preço despencou e encalhou. Eles iam tomar um prejuízo gigantesco.

O golpe: Em vez de assumirem o próprio erro, eles mandaram o governo pegar empréstimos milionários em bancos ingleses para comprar e guardar o café deles mesmos! Ou seja: o fazendeiro saiu no lucro, o banqueiro gringo lucrou rios de dinheiro com os juros, e a dívida ficou para o trabalhador brasileiro pagar através de impostos. Nasceu aí o Estado-Banco-Agro: o governo sendo capacho do dono da terra e do dono do banco. Essa mesma regra hoje se chama Plano Safra, perdão de Funrural e isenção bilionária.

Ponto 3: Por que o Brasil não tem indústria boa e o emprego é ruim? (O Banco contra a Fábrica)

Por que a gente não produz celular, carro barato ou computador aqui? Por que o Brasil virou só um fazendão de exportar soja e carne, com um monte de emprego precarizado, pejotizado e salário baixo?

O que aconteceu: Para essa galera do topo, indústria é um problema. Ter fábrica significa ter operário, carteira assinada, engenheiro, estrada boa e infraestrutura.

O golpe: Em 1996, criaram a "Lei Kandir". Essa lei diz que o barão do agro não paga imposto para mandar soja e minério cru para fora do país. Mas, se você quiser abrir uma fabriquinha de sapatos no Brasil e gerar 50 empregos, você é esmagado por impostos. E o pior: as taxas de juros (a Selic) no Brasil são tão absurdas que o cara que tem muito dinheiro não vai abrir uma fábrica para se estressar; ele vende as máquinas, coloca a grana no banco e fica ganhando rios de dinheiro só de juros do governo, sem produzir um único prego. Os bancos e os juros mataram as fábricas. É por isso que nossa indústria caiu de quase 30% do PIB nos anos 80 para só 10% hoje.

Ponto 4: O teatro dos políticos e a "Ilusão do Voto"

Aí você liga a TV ou abre o WhatsApp e vê a esquerda brigando com a direita. O país pega fogo, amizades acabam. Mas lá em Brasília, o roteiro principal nunca muda.

O que aconteceu: Desde que o Brasil virou democracia de novo, o orçamento do país (a carteira de dinheiro do governo) tem dois gastos sagrados que nenhum presidente mexe, seja ele de direita, centro ou esquerda:

  1. A montanha de dinheiro público (quase metade do que o governo arrecada) que vai direto para pagar os juros da dívida pública para os banqueiros e investidores ricos.
  2. Os bilhões em perdão de dívida e ajudinha financeira para os grandes latifúndios de exportação.

O golpe: A briga entre os partidos que você vê na TV é só a disputa pelas "migalhas" que sobram. Quando o governo diz que o dinheiro acabou e precisa "cortar gastos" para manter o país funcionando, eles cortam da saúde, limitam a educação, congelam salário mínimo ou aumentam o imposto do seu feijão e da sua blusa da Shein. Mas nunca cortam os juros bilionários dos bancos e os privilégios do agronegócio.

Resumindo a história toda:

O Brasil não é um país "que deu errado". Ele deu certíssimo para quem o inventou.

Os militares foram usados em 1889 para garantir a terra aos donos de fazenda. Essas terras dão lucro vendendo soja e boi cru lá para fora, sem pagar imposto direito. O Estado serve para cobrar imposto de você (que rala o mês todo) só para pegar esse dinheiro e pagar juros aos bancos.

O governo não manda no país. O governo é apenas o contador do Banco e o segurança particular do Agro.

Lembra do café caro e do imposto do biscoito que te fez chegar até aqui e te deu 1,1 mil views? Agora você sabe de onde vem: de 1889.

E enquanto a gente não entender isso e continuar brigando por migalhas e por políticos, a conta dessa fazenda vai continuar caindo nas costas de quem pega ônibus lotado às 5 da manhã.

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u/Ok-Masterpiece2534 — 6 days ago

Carreiras possíveis economia - Sempre preso a +60h semanais?

Boa tarde pessoal. Sou um vestibulando e vou prestar economia esse ano, para FEA e FGV-SP, indo para qualquer uma das duas. Eu me interesso muito pela área do curso, desde a parte mais humana e teórica até a matemática, porém algo sempre me "barrou" de estar 100% convicto nele: As altas cargas horárias do mercado financeiro. Não penso em trabalhar nessa parte do mercado de trabalho a vida toda, mas sei que terei que passar por lá eventualmente. Eu queria saber das experiências de vocês em outros âmbitos de trabalho, como no financeiro de empresas, e como a graduação em economia é competitiva neles. Ademais da transição do MF para o mundo corporativo tradicional. Obrigado.

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u/Ok_Tangelo_6731 — 6 days ago

Quão difícil é realmente entrar em IB vindo do Insper/GV?

Vou prestar vestibular pra Economia no Insper/FGV no início do ano que vem e tenho interesse em seguir mercado financeiro, principalmente IB, mas também AM, Equity Research etc.

Um amigo comentou comigo que é extremamente difícil conseguir estágio/virar analista em bancos bons, e que de uma turma de ~75 alunos de Economia do Insper talvez só 2 ou 3 consigam uma vaga realmente boa em IB.

Achei esse número meio estranho, considerando a quantidade de bancos e casas que recrutam (BTG, Itaú BBA, BBI, Santander, boutiques, bancos internacionais, assets etc.).

Isso procede? É realmente algo como 2-3 pessoas por turma conseguindo IB bom, ou meu amigo está exagerando? Uma pessoa comentou que se eu fizesse o básico bem feito dava pra entrar em IB no Itaú BBA…

Para quem já estudou no Insper ou trabalha no mercado: quantas pessoas de uma turma costumam conseguir boas vagas em IB/AM/ER? E o quanto o Insper facilita esse processo?

Queria entender melhor a realidade antes de começar a faculdade e calibrar minhas expectativas.

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u/Low_Imagination_6905 — 7 days ago

Aço chinês dando trabalho para Gerdau

Em resumo pelo que eu li que a China já vem a anos vendendo com valor abaixo do mercado, mas desde 2020~2021 com a crise no mercado imobiliário chinês o mercado internacional foi inundado com o aço chinês. Sendo denunciado prática de dumping (venda abaixo do valor de custo) ao redor do mundo

Em fevereiro de 2026 o Brasil aplicou um valor fixo por tonelada de aço chinês importado com prazo de 5 anos.

Sem a medida protetiva era estimado que o aço estaria de 30~40% mais barato que o mercado interno (já com impostos, sem a medida anti-dumping).

Também é possível observar movimentos da China em montar usinas em outros países do Mercosul já possuindo uma na Bolívia, e possível expansão no Paraguai e Peru.

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Enfim trouxe pq achei curioso esse movimento da China disposta a gastar tanto dinheiro, e tendo notícias recorrentes de reclamações e posicionamentos da Gerdau (link)

oglobo.globo.com
u/paulinoow — 7 days ago

A pergunta era: O que falta para o Brasil melhorar?

Vocês concordam com esse argumento? Sim, não, por quê?

O que respondo pra quem defende isso?

u/Personpersonoerson — 9 days ago

Como estaria a economia argentina sem os três pacotes de até US$ 20bi por parte dos EUA?

  1. Programa do FMI — US$ 20 bilhões: Em abril de 2025, o FMI aprovou um programa de quatro anos de US$ 20 bilhões para a Argentina, destinado a fortalecer as reservas internacionais, sustentar o ajuste fiscal e estabilizar a economia. O acordo previa um desembolso inicial de US$ 12 bilhões, seguido de novas parcelas condicionadas ao cumprimento das metas estabelecidas pelo Fundo. Os recursos pertencem ao FMI, e não ao governo americano, embora os Estados Unidos tenham exercido influência importante na aprovação do programa por serem o principal acionista do organismo.

  2. Swap do Tesouro americano — até US$ 20 bilhões: Em outubro de 2025, o Tesouro dos Estados Unidos disponibilizou ao Banco Central argentino uma linha de swap de até US$ 20 bilhões, destinada a fornecer liquidez em dólares e reduzir as pressões sobre o peso argentino e as reservas internacionais. A Argentina efetivamente utilizou US$ 2,5 bilhões dessa linha, valor que posteriormente foi integralmente devolvido ao Tesouro americano. Portanto, os US$ 20 bilhões representavam o limite potencial da operação, e não um desembolso de US$ 20 bilhões.

  3. Financiamento privado — até US$ 20 bilhões: Paralelamente ao apoio oficial, os Estados Unidos trabalharam para viabilizar até US$ 20 bilhões em financiamento privado para a Argentina, envolvendo bancos e investidores internacionais. Diferentemente do swap, não se tratava de dinheiro do governo americano, mas de uma tentativa de mobilizar capital privado para reforçar o financiamento externo argentino. O valor de US$ 20 bilhões correspondia ao potencial de recursos que poderiam ser levantados no mercado, e não a um empréstimo de US$ 20 bilhões concedido diretamente pelos Estados Unidos.

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u/fgtoni — 8 days ago