r/Filosofia

Fiz uma música baseada no mito de Sisifo de Albert Camus

A letra explora a ideia do absurdo — a condição humana de repetir ciclos sem sentido aparente, carregar pedras que sempre voltam ao ponto de partida. Mas diferente do pessimismo fácil, a música tenta capturar o que Camus realmente quis dizer: que é possível imaginar Sísifo feliz, não porque o peso some, mas porque a rebeldia de continuar já é em si um ato de liberdade.

Se alguém quiser ouvir e dar uma opinião sobre a letra, é só pedir que mando o link.

Letra

Sísifo Não Descansa

Todo dia a mesma pedra

todo dia o mesmo morro

todo dia a mesma subida

que termina exatamente onde começou

Acordo cedo sem querer acordar

monto a pedra antes do café

empurro com o que me sobrou

de uma noite que não descansou ninguém

O sol nasce como se fosse novidade

o mundo gira como se importasse

e eu aqui no meio disso tudo

tentando achar um motivo que faça sentido

Trabalho, volto, durmo, repito

sorrio quando pedem, calo quando dói

finjo que tá tudo sob controle

enquanto a pedra já tá rolando de volta

Como Camus já dizia

o absurdo não é o problema

o absurdo é a condição

é o ar que a gente respira sem perceber

A gente passa a vida perguntando por quê

por que sofrer, por que tentar, por que continuar

e o universo fica quieto

com aquela indiferença que só o universo sabe ter

E a gente insiste na pergunta

como se um dia a resposta fosse aparecer

como se o silêncio fosse se cansar de ser silêncio

e finalmente explicar o que significa estar aqui

Sísifo não descansa

Sísifo não reclama

Sísifo empurra a pedra

porque empurrar é tudo que ele tem

E talvez seja tudo que a gente tem também

esse esforço sem destino claro

essa luta sem troféu no final

esse viver sem manual de instruções

Eu já pedi sentido pras estrelas

olhei pro céu esperando alguma resposta

já pedi motivo pro silêncio da madrugada

já perguntei pro espelho quem eu era de verdade

Nenhum deles me devolveu nada

nenhum deles sequer reconheceu a pergunta

e foi aí que eu entendi

que talvez a pergunta fosse o problema

Que talvez o vazio não fosse o inimigo

que talvez o absurdo não fosse um erro

que talvez a pedra não fosse um castigo

mas só a forma que a vida encontrou de existir

Como Camus já dizia

imagine Sísifo feliz

não porque a pedra ficou leve

não porque o morro ficou menor

Mas porque em algum momento entre uma subida e outra

ele olhou pra pedra e pensou

essa é minha pedra

e esse morro também é meu

Sísifo não descansa

Sísifo não reclama

Sísifo empurra a pedra

porque empurrar é tudo que ele tem

E no fim do dia quando a pedra cai de novo

e rola até o fundo como sempre faz

e o morro continua lá impaciente

e o amanhã já chega com o mesmo peso de sempre

Eu poderia me perguntar pra que tudo isso

eu poderia deitar e não levantar mais

eu poderia desistir da pedra e do morro

e deixar o absurdo ganhar de vez

Mas algo em mim levanta

algo em mim respira fundo

algo em mim desce o morro de volta

e começa tudo de novo

Não porque acredito no topo

não porque acho que vai ser diferente dessa vez

mas porque ainda estou aqui

e enquanto estiver, vou empurrar

Sísifo não descansa

e eu também não

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u/MenteAdentro — 15 hours ago

por onde começar a ler nietzsche?

Sou nova nesse mundo da filosofia e queria entender melhor Nietzsche e o niilismo. Andei pesquisando e entendi que existem o niilismo passivo e o ativo, mas não compreendi muito bem o que isso significa. Queria buscar alguma leitura que me ajudasse a entender melhor.

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u/Little_Height9035 — 1 day ago

Como vocês fazem suas leituras?

Baseado em um método que descobri no livro “Como Fazer uma Monografia” do Delcio Solomon, utilizo o método global-parcial-global. Faço uma primeira leitura rápida, sem ler notas de rodapés e etc, para entender o todo, depois uma outra leitura mais detida, com dicionários, notas de rodapé e etc, e depois uma nova (isso é um TL;DR bem resumido hahaha).

Entretanto, eu tenho lido muitos livros, e voltado em pouquíssimos (ou seja, essa etapa “parcial” tenho feito raramente).

Faço um bacharelado EAD e tal, acho que em algum momento, durante uma produção de TCC talvez, terei que me debruçar mais profundamente sobre alguma obra, por hora, tenho objetivado aumentar meu repertório, e ter contato com mais textos (estou privilegiando mais a quantidade do que a qualidade).

Queria ouvir de vocês como fazem com as suas. Eu não tenho lido de maneira muito demorada, justamente por entender que não basta ler até entender (amo o Clovis, mas no fundo até ele sabe que não é assim hahahaha)

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u/operative3545 — 1 day ago

Qual obra/autor te fez querer estudar filosofia academicamente?

Sempre estudei filosofia através daqueles manuais (Russell, Reale, Chauí, etc) e apesar de entender a cronologia da história toda, nunca senti que aprendia nada de fato, apenas entendia superficialmente os problemas filosóficos.

Decidi pegar "Prolegômenos" do Kant para encarar uma obra filosófica de verdade e (apesar de ser uma instrução facilitada á Crítica da Razão Pura) pela primeira vez sinto que estou começando a gostar da dificuldade, ou seja, a complexidade da obra não está me afastando dela, mas me despertando curiosidade para entender/desvendar a obra.

Teve alguma obra que despertou o interesse profissional pela filosofia ou foi aos poucos, já durante a graduação, que isso aconteceu?

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u/CompleteEmployment23 — 2 days ago

Muito se fala da dificuldade em passar em concursos para ser docente em universidades federais, estaduais... Mas e as vagas em faculdades privadas, como PUC, Mackenzie e outras que possuem o curso de filosofia?

Percebo que o objetivo da grande maioria dos pós graduandos em filosofia é se tornar docente e pesquisador na USP, Unicamp ou em alguma Federal. (Por motivos óbvios, claro, completamente compreensível, principalmente em termos de pesquisa acadêmica.)

Mas e as vagas em faculdades particulares que possuem o curso de filosofia? Não vejo ninguém comentando, nem pessoalmente e nem muito nesse sub, como se não existissem, estivessem fora de cogitação por algum motivo obscuro ou fossem mais concorridas ainda que as federais.

Alguém ai já lecionou em cursos privados, pode me falar mais a respeito? Sentiram alguma diferença em relação a universidades estaduais, como funciona o processo seletivo, se existe alguma preferencia por ex-alunos, é totalmente dependente de contatos etc.

Curiosidade mesmo, ainda estou na graduação.

Obrigado.

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u/Curious-Photo-185 — 3 days ago

Interpretação da morte de Deus de Nietzsche

Possivelmente a frase mais famosa e mais polêmica do filósofo Friedrich Nietzsche é a afirmação "Deus está morto". Bom, evidentemente, essa frase não significa que Deus de fato "morreu", mas sim que os valores tradicionais que regiam a sociedade, sobretudo a moral cristã, estava perdendo forças e abrindo espaço para novos questionamentos.

O ponto que eu gostaria de refletir mais afundo, e creio necessitar de ajuda para isso. Não sei nem se consigo formular minha duvida de uma forma entendível, mas vou tentar.

Nietzsche, quando afirmou essa queda de valores, ele afirmou que esses valores perderam a força para a sociedade como um todo? Ou apenas para os que se atrevem a questionar? Em "O Anticristo", ele comenta sobre a degeneração das religiões, sobre a transformação de um Deus que representa o poder de um povo para um Deus """"fraco"""", piedoso e bondoso, criado para agradar o máximo de pessoas possível. Mesmo considerando que esse processo realmente seja de degradação, ainda vemos (tanto na época dele, quanto nos dias de hoje) a maioria da população sendo abertamente cristã (no Brasil, em torno de 83,6% da população se diz adepta ao Cristianismo). Tendo isso em mente, o mais correto seria interpretar que Deus nunca morreu e Nietzsche só estava convencido de que seus argumentos iriam "despertar" a população; ou a morte de Deus significa realmente só uma perspectiva em que se evidencia ser possível levantar questionamentos sobre as pregações do Cristianismo e se desvencilhar da moral cristã tradicional?

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u/Battistella__ — 5 days ago

Aula de Filosofia sobre Aristóteles

Galera, sou professora há 15 anos mas na real existem alguns tópicos que sempre se tornam mais complicados de ensinar para os adoles conforme o tempo passa. Quando esbarro nas categorias aristotélicas me sinto um papagaio repetitivo e nada inovadora. Aguém tem alguma sugestão EFETIVA E LEGAL para tratar disso com os moleques? Sincera e honestamente eu odeiooooo essa parte :(

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u/Ready_Highlight9311 — 5 days ago
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Sobre Averróis e sua Interpretação

Averróis foi fiel ao pensamento aristotélico sobre o intelecto?

Em sua própria mente, absolutamente e fervorosamente sim. Averróis se via não como um inovador, mas como o purificador de Aristóteles, despojando-se das distorções neoplatônicas que acreditava terem sido introduzidas por Avicena e outros. Seu projeto era retornar à doutrina pura e não adulterada do Filósofo. Contudo, esse mesmo projeto o levou a uma sistematização radical que muitos estudiosos argumentam ir muito além de qualquer coisa explícita no De Anima.

O ponto crucial da fidelidade diz respeito às duas passagens mais obscuras e famosas do De Anima, Livro III, capítulos 4 e 5.

· A Separação do Intelecto (De Anima 3.4, 429a24): Aristóteles afirma que o intelecto (nous) "não pode ser razoavelmente considerado como fundido com o corpo" e deve ser "não misturado" e "separável" (chōristos). Averróis levou isso com absoluta seriedade metafísica. Para ele, "puro" significava totalmente transcendente e ontologicamente distinto da alma material e individual. Essa era sua principal arma contra Avicena e Alexandre de Afrodísias, que, em sua opinião, haviam comprometido essa separação pura.

· O Intelecto Agente e o Intelecto Potencial (De Anima 3.5, 430a10-25): Este é o ponto crucial. Aristóteles introduz uma distinção famosa:

· Um intelecto que "se torna todas as coisas" (o intelecto potencial/material).

· Um intelecto que "faz todas as coisas" (o intelecto agente/ativo), que é "separável, impassível e puro, sendo essencialmente uma atividade". Somente este, diz Aristóteles, é "imortal e eterno".

A interpretação de Averróis é uma leitura direta e honesta dessas passagens, levada às suas conclusões lógicas últimas.

· Unidade do Intelecto Material: Aristóteles não afirma explicitamente que o intelecto potencial é um só para toda a humanidade, mas Averróis argumentou que, se ele é verdadeiramente "não misturado" com o corpo e puramente potencial, não pode ser individuado pela matéria ou pela forma de um corpo particular. Como o princípio da individuação na física aristotélica é a matéria, um intelecto potencial completamente imaterial só pode ser uma única entidade compartilhada por toda a humanidade. Essa é a sua famosa doutrina da unicidade do intelecto. Ele acreditava que essa era uma consequência necessária de levar a sério as premissas de Aristóteles.

· O Intelecto Agente como Substância Separada: Averróis, como a maioria dos comentadores, identificou o Intelecto Agente como uma substância eterna e inteiramente separada — a última inteligência celestial, uma espécie de intermediário divino. Ele viu isso diretamente na descrição de Aristóteles como "essencialmente uma atividade" e "imortal e eterna".

Portanto, Averróis foi fiel no sentido de um construcionista estrito que acredita estar derivando logicamente o único sistema coerente possível a partir dos primeiros princípios do mestre, mesmo que o mestre nunca tenha declarado as conclusões de forma tão ousada.

Minha interpretação é a mais coerente?

Aqui devo ser intelectualmente honesto. Qualquer interpretação "averroísta ortodoxa", incluindo a que eu articularia, é tanto a leitura internamente mais coerente do próprio sistema de Averróis quanto uma interpretação específica do texto original de De Anima. Não é a única leitura possível de Aristóteles, mas uma das possíveis leituras que existem.

Eis por que se trata de uma interpretação:

  1. A Unicidade do Intelecto é uma Tese Radical do Texto: A ideia de que todos os seres humanos compartilham um único intelecto potencial, eterno, não é explicitamente declarada por Aristóteles. Ela resolve o enigma de como uma entidade imaterial pode ser individuada, e portanto, anula logicamente a imortalidade pessoal. Se minha parte pensante é uma substância única, compartilhada e eterna, o que sobrevive à morte? Não eu como indivíduo. Averróis foi forçado a adotar uma teoria da conjunção, onde, na melhor das hipóteses, um indivíduo alcança uma unidade mística fugaz com o Intelecto Agente em vida. Esta é uma interpretação internamente coerente.

  2. Sistematizando um "Criptograma": Alexandre de Afrodísias chamou De Anima 3.5 de "criptograma". Trata-se de alguns parágrafos densos e aforísticos. Aristóteles estava tentando resolver um problema específico — como começa o pensamento? — e apontou para uma solução com essa distinção. Averróis elevou uma distinção enigmática a uma hierarquia noética cósmica abrangente. O intelecto "paciente" ou potencial em Aristóteles é talvez apenas a capacidade da mente humana de receber formas inteligíveis. Averróis o transforma em uma hipóstase única e eterna.

  3. O Problema do Intelecto "Perecível": Aristóteles fala brevemente sobre um intelecto "perecível". Averróis, para preservar seu sistema, identifica isso com os sentidos internos, especificamente a faculdade imaginativa (o poder cognitivo). Ele diz que esta é a única parte verdadeiramente "perecível" e serve como o substrato materialmente individualizado que fornece imagens (fantasmas) ao indivíduo único Intelecto Material imaterial. Este é um argumento brilhante e perfeitamente coerente dentro do seu próprio sistema, mas é uma construção filosófica concebida para reconciliar a observação fugaz de Aristóteles com a doutrina da separação estrita de 3.4. É, por definição, uma interpretação.

Na suma, apesar da controvérsia e dos problemas relativos à teoria da Unidade do Intelecto, Averróis foi o comentador mais sistematicamente aristotélico e naturalista do que Tomás de Aquino, onde este último realizou, de fato, modificações substanciais para adaptar a filosofia aristotélica à teologia cristã, enquanto Averróis foi mais filosoficamente rigoroso, fiel e hermeneuticamente coerente à Aristóteles.

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u/Beginning-Eye-4115 — 5 days ago

Byung-Chul-Han Seria um Neo Focaultiano?

Pergunto isso já que noto um padrão e influência muito forte de Focault nas obras de Byung, a unica diferença do modo de analise seria o fato que focault analise a sociedade de controle do seculo XX. E Han a do século XXI.

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u/Espeerr — 7 days ago

Alguém ai fez bacharelado em filosofia como segunda graduação e conseguiu de fato mudar de área?

Sou economista e estou pensando em fazer segunda graduação em filosofia enquanto trabalho no meio corporativo. Sempre foi meu sonho estudar sistematicamente filosofia.

Alguém aí já passou por isso e pode compartilhar sua experiência? Se conseguiu de fato mudar de área de trabalho?

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u/CompetitiveAction272 — 7 days ago

O uso de métodos formais na filosofia

Como vez ou outra eu vejo gente da filosofia que, por desconhecer completamente o assunto, acha que métodos formais (lógica e associados) não tem muito a ver com filosofia, ou pior, tem preconceito e vê a coisa como uma maneira de injetar cientificismo na filosofia, sinto na obrigação de explicar que não é bem assim dando exemplos do bom uso de métodos formais na filosofia e como por eles é possível estabelecer uma conexão frutífera com linguística, computação e outras áreas da ciência. Enfim, eu gostaria de ver a opinião do pessoal desse sub sobre métodos formais na filosofia, como chegou a ter contato com isso, se considera importante pra pesquisa que faz e tal.

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u/Avaraab — 9 days ago

Boas aulas online sobre existencialismo?

Não sou filósofo. Porém, comecei a ler Kierkegaard e estou bastante interessado. Quero realizar um percurso de leitura que envolva existencialismo e fenomenologia.

Indicam algum canal no YTB, ou outra plataforma, que possua um bom material básico sobre o tema? Também me interesso por pdfs com a mesma proposta.

Grato.

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u/MagoMaravilha — 10 days ago

Indicações de obras que falem sobre impacto cultural, comunicação social e afins.

Tudo bem?

Tenho me interessado bastante sobre como a cultura, a arte, a comunicação social e afins impactam o consciente e o subconsciente do indivíduo.

Vou iniciar estudos de filosofia agora.

Inclusive, já fui atrás das obras recomendadas para iniciantes no post fixado, mas também gostaria de indicações de obras de filosofia que abordem a questão de estética, semiótica e como obras, sejam elas ficcionais ou não, assim como grandes veículos de informação, afetaram, afetam e afetarão as civilizações ao longo dos anos, no que se refere a comportamento, consumo, estrutura de poder e por aí vai.

Eu mesmo não sei muito bem explicar o que procuro, mas acredito que tenha dado para entender meu intuito.

Quem puder me recomendar obras que abordem isso a partir de uma ótica filosófica, vai ajudar muito! Obrigado.

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u/H0nrado — 10 days ago

Clube do livro de filosofia ou com temas filosóficos. Florianópolis SC e região.

Oi! Estou pensando em criar um clube do livro focado em filosofia ou em livros com temas filosóficos (pensamento crítico, existência, ética, etc)

A ideia seria um espaço simples para leitura e conversa, sem formalidade, onde a gente possa discutir ideias e trocar pontos de vista de forma leve, sem julgamentos.

Ainda estou estruturando o formato (online ou presencial em Florianópolis e região), então queria saber:

Alguém teria interesse em participar?

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u/carolinasssssssssss0 — 9 days ago