RP no Roblox (Zaibatsu) VALE MUITO A PENA, LEIA!

Ok, ok. Acho que isso é muito diferente do que vocês devem estar acostumados, mas, ainda assim, podem se interessar, e espero que aceitem jogar comigo!

Recentemente, descobri um jogo de RP no Roblox que simplesmente tirou o meu fôlego. Nunca havia visto um jogo de RP no Roblox tão interessante, imersivo e gostoso de jogar. Eu joguei a madrugada inteira e foi ótimo, uma experiência muito rica, mesmo eu não tendo interagido com muita gente.

O nome do jogo é Zaibatsu e é um jogo de RP de mundo moderno no Japão. O jogo, por enquanto, não é muito famoso, mas, mesmo assim, às 4 da manhã havia 750 pessoas online. Uma dificuldade que eu tive durante o jogo foi a linguagem, porque os servidores eram mistos, mas, tudo bem, eu sei falar inglês. Outra dificuldade que eu tive foi me enturmar, porque no jogo havia meio que núcleos de trama muito fechados e o povo não costumava querer receber gente nova.

No jogo, você pode customizar seu avatar como quiser em um menu muito intuitivo e um catálogo MUITO RICO. O catálogo é absurdamente vasto. Eu não consigo descrever aqui o quão grande ele é, mas arrisco dizer que deve ter a maioria das mercadorias do Roblox. Isso chamou a minha atenção, e me vi por quase meia hora customizando meu personagem, uma vez que eu podia fazê-lo como eu quisesse. O jogo deixa você escolher um nome para o RP (o nome do seu personagem), um subtítulo para ele e uma profissão. São muitas profissões disponíveis no jogo. Cada uma aparentemente tem mecânicas próprias e relações hierárquicas independentes. As profissões são muito coesas e fazem com que o background sempre esteja movimentado por algum trabalhador. O jogo permite que você crie mais de um personagem, que você pode revezar a hora que quiser. Se não me engano, são até 5 personagens.

Outra coisa dentro do jogo que me cativou enormemente foi a mecânica de residências. No jogo, você pode alugar apartamentos e casas (não sei se dá para comprar, mas imagino que sim) e customizá-las livremente. O catálogo de coisas que você pode pôr para decorar a sua casa também é vasto, tal qual o catálogo de acessórios do personagem. Você pode modificá-la como quiser, e isso é extremamente gratificante. O jogo também permite que você tenha carros, motos, bicicletas e vários tipos de veículos. Profissões específicas ganham veículos próprios (policiais, carros de polícia; bombeiros, caminhão de bombeiros, etc.). Para você comprar os itens, você precisa do dinheiro do jogo; isso me incentiva a ficar ainda mais horas online para ganhar mais dinheiro e ter mais coisas.

Bom, mas e o RP, como é? O RP acontece por texto. Até onde vi, não tem microfone no jogo. O RP acontece tal qual um RPG de texto. Você escreve suas falas e suas ações, e o roleplay vai se desenrolando a partir das interações entre os personagens. O RP é muito interessante e diverso. O mapa é gigante e colossal – eu o comparei ao mapa de GTA quando o vi –, tornando as possibilidades de tramas praticamente ilimitadas. Para você ter noção, eu passei uma hora na vida real inteira andando pelo mapa e só deu para conhecer 60% do mapa, a parte continental dele, porque ainda existem duas ilhas enormes conectadas por pontes que levam a outros dois bairros, dos quais não sei o que podem ser.

É sério, esse jogo vale a pena de verdade.

Agora, vem a minha proposta:

Eu gostaria de conhecer pessoas para jogar comigo. Gostaria de construir um núcleo dentro do RP e ir adicionando quantas pessoas forem possíveis a esse núcleo. Nossos personagens poderiam se conhecer ali mesmo dentro do jogo, se esbarrando na rua; ou você poderia ser algum comerciante que puxou assunto; ou poderíamos tentar traçar uma história entre nossos personagens, em que eles já se conhecessem, fossem irmãos, pai e filho, mãe e filho, amigos de infância, colegas de "trabalho", namorados (não parei para pensar na sexualidade do meu personagem até agora kk), casados... enfim, podemos pensar em algo juntos.

À medida que mais gente for entrando, podemos ir adicionando camadas de complexidade a esse núcleo.

Então, eu poderia ser irmão de um cara que tem um amigo policial que não gosta de mim, mas gosta do meu irmão; uma garota que conheci certa vez na rua poderia ter ficado ofendida comigo e criado uma rivalidade, mas, daí, viria o infortúnio de descobrir que sou vizinho dela; o pai dela tentaria arrumar problema comigo, mas o meu pai conhece o pai dela e eles se resolveriam... enfim! Dá para fazer muita coisa, inserir muitas pessoas e personagens dentro dessa lore, e criar algo realmente muito rico.

Para que você tenha algum fôlego para pensar nisso melhor, vou explicar para você a história do meu personagem:

O nome dele é Suehiro Kemykoma, e ele nasceu e cresceu na cidade. Desde novo causava muitos problemas na escola. Se metia em brigas, matava aulas, era detido pela polícia. Um jovem rebelde, até então. Mas ele mostrou um dom extremo para leitura e escrita. Nas poucas aulas que frequentava, ele se destacava como um gênio. No primário, ele já entendia conceitos complexos que nem formandos em filosofia conseguem entender completamente. Ele dominava a escrita como nenhum outro. Um certo professor do ensino médio, vendo quão grande era seu dom, tentou convencê-lo a se dedicar aos estudos e a deixar de lado essa vida de rebelde. Isso funcionou, e Suehiro concluiu o ensino médio, fez faculdade de filosofia e mestrado em filosofia. Só que, logo depois disso, ele voltou para as atividades rebeldes da sua adolescência. Tornou-se punk e ingressou em uma máfia, onde se destacou como uma das lideranças dela. Ele é bem atípico até para os parâmetros dos subúrbios, tem uma linguagem que mistura o coloquial com o rebuscado e parece ser muito empático e caridoso para a profissão que exerce. É um cara extremamente sociável e gente fina. As pessoas de Old Town (nome do bairro periférico do jogo) confiam nele e o saúdam como um cara do bem, tal qual um Robin Hood.

Enfim, é isso. POR FAVOR, SE VOCÊ GOSTOU DO JOGO E DA IDEIA, ME MANDE MENSAGEM NA DM. Daí, vamos trabalhando a lore, decidindo como os nossos personagens se conheceram ou vão se conhecer, e deixar o RP fluir. Se bastante gente gostar da ideia, vou criar um servidor no Discord para organizar tudo e intermediar a jogatina, para conseguirmos aperfeiçoar cada vez mais esse novo super núcleo dentro do jogo. Era isso. Muito obrigado por ler até aqui. Te espero, hein! ☝🤓

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u/Vivid_Health_ — 1 day ago

RPG de Texto no Roblox (VALE MUITO A PENA)

Ok, ok. Acho que isso é muito diferente do que vocês devem estar acostumados, mas, ainda assim, podem se interessar, e espero que aceitem jogar comigo!

Recentemente, descobri um jogo de RP no Roblox que simplesmente tirou o meu fôlego. Nunca havia visto um jogo de RP no Roblox tão interessante, imersivo e gostoso de jogar. Eu joguei a madrugada inteira e foi ótimo, uma experiência muito rica, mesmo eu não tendo interagido com muita gente.

O nome do jogo é Zaibatsu e é um jogo de RP de mundo moderno no Japão. O jogo, por enquanto, não é muito famoso, mas, mesmo assim, às 4 da manhã havia 750 pessoas online. Uma dificuldade que eu tive durante o jogo foi a linguagem, porque os servidores eram mistos, mas, tudo bem, eu sei falar inglês. Outra dificuldade que eu tive foi me enturmar, porque no jogo havia meio que núcleos de trama muito fechados e o povo não costumava querer receber gente nova.

No jogo, você pode customizar seu avatar como quiser em um menu muito intuitivo e um catálogo MUITO RICO. O catálogo é absurdamente vasto. Eu não consigo descrever aqui o quão grande ele é, mas arrisco dizer que deve ter a maioria das mercadorias do Roblox. Isso chamou a minha atenção, e me vi por quase meia hora customizando meu personagem, uma vez que eu podia fazê-lo como eu quisesse. O jogo deixa você escolher um nome para o RP (o nome do seu personagem), um subtítulo para ele e uma profissão. São muitas profissões disponíveis no jogo. Cada uma aparentemente tem mecânicas próprias e relações hierárquicas independentes. As profissões são muito coesas e fazem com que o background sempre esteja movimentado por algum trabalhador. O jogo permite que você crie mais de um personagem, que você pode revezar a hora que quiser. Se não me engano, são até 5 personagens.

Outra coisa dentro do jogo que me cativou enormemente foi a mecânica de residências. No jogo, você pode alugar apartamentos e casas (não sei se dá para comprar, mas imagino que sim) e customizá-las livremente. O catálogo de coisas que você pode pôr para decorar a sua casa também é vasto, tal qual o catálogo de acessórios do personagem. Você pode modificá-la como quiser, e isso é extremamente gratificante. O jogo também permite que você tenha carros, motos, bicicletas e vários tipos de veículos. Profissões específicas ganham veículos próprios (policiais, carros de polícia; bombeiros, caminhão de bombeiros, etc.). Para você comprar os itens, você precisa do dinheiro do jogo; isso me incentiva a ficar ainda mais horas online para ganhar mais dinheiro e ter mais coisas.

Bom, mas e o RP, como é? O RP acontece por texto. Até onde vi, não tem microfone no jogo. O RP acontece tal qual um RPG de texto. Você escreve suas falas e suas ações, e o roleplay vai se desenrolando a partir das interações entre os personagens (por isso que eu estou divulgando aqui neste subreddit). O RP é muito interessante e diverso. O mapa é gigante e colossal – eu o comparei ao mapa de GTA quando o vi –, tornando as possibilidades de tramas praticamente ilimitadas. Para você ter noção, eu passei uma hora na vida real inteira andando pelo mapa e só deu para conhecer 60% do mapa, a parte continental dele, porque ainda existem duas ilhas enormes conectadas por pontes que levam a outros dois bairros, dos quais não sei o que podem ser.

É sério, esse jogo vale a pena de verdade.

Agora, vem a minha proposta:

Eu gostaria de conhecer pessoas para jogar comigo. Gostaria de construir um núcleo dentro do RP e ir adicionando quantas pessoas forem possíveis a esse núcleo. Nossos personagens poderiam se conhecer ali mesmo dentro do jogo, se esbarrando na rua; ou você poderia ser algum comerciante que puxou assunto; ou poderíamos tentar traçar uma história entre nossos personagens, em que eles já se conhecessem, fossem irmãos, pai e filho, mãe e filho, amigos de infância, colegas de "trabalho", namorados (não parei para pensar na sexualidade do meu personagem até agora kk), casados... enfim, podemos pensar em algo juntos.

À medida que mais gente for entrando, podemos ir adicionando camadas de complexidade a esse núcleo.

Então, eu poderia ser irmão de um cara que tem um amigo policial que não gosta de mim, mas gosta do meu irmão; uma garota que conheci certa vez na rua poderia ter ficado ofendida comigo e criado uma rivalidade, mas, daí, viria o infortúnio de descobrir que sou vizinho dela; o pai dela tentaria arrumar problema comigo, mas o meu pai conhece o pai dela e eles se resolveriam... enfim! Dá para fazer muita coisa, inserir muitas pessoas e personagens dentro dessa lore, e criar algo realmente muito rico.

Para que você tenha algum fôlego para pensar nisso melhor, vou explicar para você a história do meu personagem:

O nome dele é Suehiro Kemykoma, e ele nasceu e cresceu na cidade. Desde novo causava muitos problemas na escola. Se metia em brigas, matava aulas, era detido pela polícia. Um jovem rebelde, até então. Mas ele mostrou um dom extremo para leitura e escrita. Nas poucas aulas que frequentava, ele se destacava como um gênio. No primário, ele já entendia conceitos complexos que nem formandos em filosofia conseguem entender completamente. Ele dominava a escrita como nenhum outro. Um certo professor do ensino médio, vendo quão grande era seu dom, tentou convencê-lo a se dedicar aos estudos e a deixar de lado essa vida de rebelde. Isso funcionou, e Suehiro concluiu o ensino médio, fez faculdade de filosofia e mestrado em filosofia. Só que, logo depois disso, ele voltou para as atividades rebeldes da sua adolescência. Tornou-se punk e ingressou em uma máfia, onde se destacou como uma das lideranças dela. Ele é bem atípico até para os parâmetros dos subúrbios, tem uma linguagem que mistura o coloquial com o rebuscado e parece ser muito empático e caridoso para a profissão que exerce. É um cara extremamente sociável e gente fina. As pessoas de Old Town (nome do bairro periférico do jogo) confiam nele e o saúdam como um cara do bem, tal qual um Robin Hood.

Enfim, é isso. POR FAVOR, SE VOCÊ GOSTOU DO JOGO E DA IDEIA, ME MANDE MENSAGEM NA DM. Daí, vamos trabalhando a lore, decidindo como os nossos personagens se conheceram ou vão se conhecer, e deixar o RP fluir. Se bastante gente gostar da ideia, vou criar um servidor no Discord para organizar tudo e intermediar a jogatina, para conseguirmos aperfeiçoar cada vez mais esse novo super núcleo dentro do jogo. Era isso. Muito obrigado por ler até aqui. Te espero, hein! ☝🤓

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u/Vivid_Health_ — 1 day ago

RPG de Texto no Roblox ☝ (VALE A PENA ACREDITE)

Ok, ok. Acho que isso é muito diferente do que vocês devem estar acostumados, mas, ainda assim, podem se interessar, e espero que aceitem jogar comigo!

Recentemente, descobri um jogo de RP no Roblox que simplesmente tirou o meu fôlego. Nunca havia visto um jogo de RP no Roblox tão interessante, imersivo e gostoso de jogar. Eu joguei a madrugada inteira e foi ótimo, uma experiência muito rica, mesmo eu não tendo interagido com muita gente.

O nome do jogo é Zaibatsu e é um jogo de RP de mundo moderno no Japão. O jogo, por enquanto, não é muito famoso, mas, mesmo assim, às 4 da manhã havia 750 pessoas online. Uma dificuldade que eu tive durante o jogo foi a linguagem, porque os servidores eram mistos, mas, tudo bem, eu sei falar inglês. Outra dificuldade que eu tive foi me enturmar, porque no jogo havia meio que núcleos de trama muito fechados e o povo não costumava querer receber gente nova.

No jogo, você pode customizar seu avatar como quiser em um menu muito intuitivo e um catálogo MUITO RICO. O catálogo é absurdamente vasto. Eu não consigo descrever aqui o quão grande ele é, mas arrisco dizer que deve ter a maioria das mercadorias do Roblox. Isso chamou a minha atenção, e me vi por quase meia hora customizando meu personagem, uma vez que eu podia fazê-lo como eu quisesse. O jogo deixa você escolher um nome para o RP (o nome do seu personagem), um subtítulo para ele e uma profissão. São muitas profissões disponíveis no jogo. Cada uma aparentemente tem mecânicas próprias e relações hierárquicas independentes. As profissões são muito coesas e fazem com que o background sempre esteja movimentado por algum trabalhador. O jogo permite que você crie mais de um personagem, que você pode revezar a hora que quiser. Se não me engano, são até 5 personagens.

Outra coisa dentro do jogo que me cativou enormemente foi a mecânica de residências. No jogo, você pode alugar apartamentos e casas (não sei se dá para comprar, mas imagino que sim) e customizá-las livremente. O catálogo de coisas que você pode pôr para decorar a sua casa também é vasto, tal qual o catálogo de acessórios do personagem. Você pode modificá-la como quiser, e isso é extremamente gratificante. O jogo também permite que você tenha carros, motos, bicicletas e vários tipos de veículos. Profissões específicas ganham veículos próprios (policiais, carros de polícia; bombeiros, caminhão de bombeiros, etc.). Para você comprar os itens, você precisa do dinheiro do jogo; isso me incentiva a ficar ainda mais horas online para ganhar mais dinheiro e ter mais coisas.

Bom, mas e o RP, como é? O RP acontece por texto. Até onde vi, não tem microfone no jogo. O RP acontece tal qual um RPG de texto. Você escreve suas falas e suas ações, e o roleplay vai se desenrolando a partir das interações entre os personagens (por isso que eu estou divulgando aqui neste subreddit). O RP é muito interessante e diverso. O mapa é gigante e colossal – eu o comparei ao mapa de GTA quando o vi –, tornando as possibilidades de tramas praticamente ilimitadas. Para você ter noção, eu passei uma hora na vida real inteira andando pelo mapa e só deu para conhecer 60% do mapa, a parte continental dele, porque ainda existem duas ilhas enormes conectadas por pontes que levam a outros dois bairros, dos quais não sei o que podem ser.

É sério, esse jogo vale a pena de verdade.

Agora, vem a minha proposta:

Eu gostaria de conhecer pessoas para jogar comigo. Gostaria de construir um núcleo dentro do RP e ir adicionando quantas pessoas forem possíveis a esse núcleo. Nossos personagens poderiam se conhecer ali mesmo dentro do jogo, se esbarrando na rua; ou você poderia ser algum comerciante que puxou assunto; ou poderíamos tentar traçar uma história entre nossos personagens, em que eles já se conhecessem, fossem irmãos, pai e filho, mãe e filho, amigos de infância, colegas de "trabalho", namorados (não parei para pensar na sexualidade do meu personagem até agora kk), casados... enfim, podemos pensar em algo juntos.

À medida que mais gente for entrando, podemos ir adicionando camadas de complexidade a esse núcleo.

Então, eu poderia ser irmão de um cara que tem um amigo policial que não gosta de mim, mas gosta do meu irmão; uma garota que conheci certa vez na rua poderia ter ficado ofendida comigo e criado uma rivalidade, mas, daí, viria o infortúnio de descobrir que sou vizinho dela; o pai dela tentaria arrumar problema comigo, mas o meu pai conhece o pai dela e eles se resolveriam... enfim! Dá para fazer muita coisa, inserir muitas pessoas e personagens dentro dessa lore, e criar algo realmente muito rico. (Eu não quero que o rp seja centralizado em mim, pfv, desculpe, eu só quis dar um exemplo sob a minha perspectiva)

Para que você tenha algum fôlego para pensar nisso melhor, vou explicar para você a história do meu personagem:

O nome dele é Suehiro Kemykoma, e ele nasceu e cresceu na cidade. Desde novo causava muitos problemas na escola. Se metia em brigas, matava aulas, era detido pela polícia. Um jovem rebelde, até então. Mas ele mostrou um dom extremo para leitura e escrita. Nas poucas aulas que frequentava, ele se destacava como um gênio. No primário, ele já entendia conceitos complexos que nem formandos em filosofia conseguem entender completamente. Ele dominava a escrita como nenhum outro. Um certo professor do ensino médio, vendo quão grande era seu dom, tentou convencê-lo a se dedicar aos estudos e a deixar de lado essa vida de rebelde. Isso funcionou, e Suehiro concluiu o ensino médio, fez faculdade de filosofia e mestrado em filosofia. Só que, logo depois disso, ele voltou para as atividades rebeldes da sua adolescência. Tornou-se punk e ingressou em uma máfia, onde se destacou como uma das lideranças dela. Ele é bem atípico até para os parâmetros dos subúrbios, tem uma linguagem que mistura o coloquial com o rebuscado e parece ser muito empático e caridoso para a profissão que exerce. É um cara extremamente sociável e gente fina. As pessoas de Old Town (nome do bairro periférico do jogo) confiam nele e o saúdam como um cara do bem, tal qual um Robin Hood.

Enfim, é isso. POR FAVOR, SE VOCÊ GOSTOU DO JOGO E DA IDEIA, ME MANDE MENSAGEM NA DM. Daí, vamos trabalhando a lore, decidindo como os nossos personagens se conheceram ou vão se conhecer, e deixar o RP fluir. Se bastante gente gostar da ideia, vou criar um servidor no Discord para organizar tudo e intermediar a jogatina, para conseguirmos aperfeiçoar cada vez mais esse novo super núcleo dentro do jogo. Era isso. Muito obrigado por ler até aqui. Te espero, hein! ☝🤓

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u/Vivid_Health_ — 1 day ago

E se cortarmos os salários dos políticos?

Uma ideia que tive estudando alguns países europeus é de abolir o salário de todos os políticos eleitos, remunerando apenas secretários e funcionários que não influenciam nenhuma decisão política. E ainda deveríamos fazer um recorde de patrimônio líquido para que pessoas a partir de X reais em patrimônio pagassem um valor proporcional para poder trabalhar como político.

Por que isso? Porque assim a política não seria uma carreira e não seria ministrada por lobbystas, parasitas e por camadas sociais distantes da realidade brasileira. A política não devia ser uma profissão, mas uma forma de poder popular e democrático. Se a política não for uma profissão, teríamos apenas pessoas motivadas por paixão na política.

Muitos países de primeiro mundo adotam medidas similares: Suíça, Áustria, Alemanha e Hungria.

Na Suíça alguns níveis de políticos recebem pelo "sistema de milícia", sistema que diz que os políticos devem receber por dias de trabalho empregado.

Na Alemanha os membros do Bundesrat não possuem salário.

Mas eae, e se nós abolíssimos os salários dos políticos no Brasil?

https://www.swissinfo.ch/por/democracia-suica/w%C3%BCrden-sie-sich-ohne-lohn-f%C3%BCr-ihre-gemeinde-oder-ihr-land-engagieren/89242532

https://www.vol.at/lower-austria-2026-with-zero-wage-round-in-politics/9803591

u/Vivid_Health_ — 3 days ago

QUEM ANIMA DE JOGAR UM RPG ESSA NOITE

Eu e uns amigos inventamos de última hora de fazer uma mesa. MAS VEM NA MINHA QUE O BGL NÃO É BAGUNÇA NÃO. Vem vem vem vai ser resenha

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u/Vivid_Health_ — 9 days ago

Estou chorando

E absolutamente ninguém se importa. Estou aos poucos desistindo de continuar, me conformando com um suicídio. Não será hoje e nem amanhã, mas será logo. Desculpe, eu tinha que falar, mesmo se é para ninguém ouvir. Desculpe.

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u/Vivid_Health_ — 10 days ago
▲ 5 r/Poemas

O Culto à Morte (LEIA! LEIA! VOCÊ PRECISA LER!)

O interior do Brasil é quieto,

Que torna as vozes dos moradores

Um triste hino decrépito.

É como se fossem jóias em penhores,

Jóias falsas feitas de concreto.

​

E suas casas barrocas

Quando triunfa a noite

Suas curvas se tornam bocas

Que sussurram o desejo de açoite.

​

“Matem uns aos outros

E enterrem em covas rasas.

Gritem como nenhum noutro.”

– Sussurram as casas.

​

Mas o hino dos que residem

Fazem com que ninguém obedeça

E assim as bocas insistem

Mas nunca farão nada – certeza.

​

Mas veja, como é curioso:

O crime no campo é novidade,

É sempre brutal e misterioso

Não se compara ao da cidade.

​

Ao mesmo tempo que raro,

A violência no campo é habitual

Aconteça ela no barro

Ou em algum ritual.

​

Coxinhas de carne no Nordeste,

Linguiças gourmet no sul,

Todo o interior é submetido a este

Fato de que o interior é azul

Cor do oculto e do flerte.

​

Muitos segredos sombrios, de fato,

Circulam o nosso interior.

Te contarei um, um bem farto,

Com cultos, sacrifícios e terror.

​

Eu quero que você siga o que eu disser,

Como uma instrução ou um manifesto,

Porque o culto da morte quando vier

Será consumado como sendo indigesto

E se expandirá do Brasil ao Níger.

​

Em Pindamonhangaba da Serra

Um grupo de jovens adorava poesia.

Eles viviam no tempo da guerra

Mas isso não atrapalha essa alegria

De cultivar a palavra no papel e na terra.

​

Bento, Oswald, Tarsila, Assis

E o ilustre Álvaro Azevedo,

Eles andavam empinando o nariz

Nenhum deles acordava cedo.

​

Dava para dizer que eles eram da burguesia,

Isso refletia no que eles escreviam,

Amor e patriotismo eram temas da poesia

Que a preguiça falava e eles obedeciam.

​

Isso mudou quando chegou um novo rapaz

Que vestia trapos pretos e andava lento.

E ele seria rapidamente o novo capataz.

A poesia passaria por um rejuvenescimento

E ele acabaria com essa Guerra e Paz.

​

Foi no bar onde Assis o conheceu.

O rapaz ainda era recém chegado,

Mas o povo já logo o reconheceu

Como um bêbado esquisito e irritado.

​

Assis estava do seu lado quando ele entrou,

Pediu uma cachaça e começou a escrever

Em um caderninho. Assis o encarou,

Tentava ler o que escrevia, mas não podia ver

E o rapaz fingiu que não reparou.

​

Quando as doses de cachaça que pediu

Chegaram, ele pôs o caderno de lado

E Assis se arrepiou com o que viu.

Uma escrita do qual nunca havia escutado:

​

“Seja isso a nossa despedida! Ergo-me e grito, alma incendida.

Volta de novo à tempestade, aos negros antros infernais!

Nem leve pluma de ti reste aqui, que tal mentira ateste!

Deixa-me só neste ermo agreste! Alça teu voo dessa porta!

Retira a garra que me corta o peito e vai-te dessa porta!”

E o Corvo disse: “Nunca mais!”

​

Noite? Fantasmas? Corvo? Lenora?

Quem raios é esse homem?

Por que parece que já esteva na memória

Estas palavras que agora o consomem?

​

– Qual…qual é o seu nome?

Ele sorriu e disse: – Edgar.

Já ouvi falar do seu renome.

E, aliás, acabei de chegar.

​

Assis apresentou Edgar para os outros.

E rapidamente ele se enturmou,

Mesmo sem ter jóias ou ouros.

E Álvaro foi aquele que mais gostou.

​

Edgar começou a falar sobre o obscuro

E eles ouviam encantados, maravilhados

Com todas esses desejos impuros

De agora eles queriam ser finados.

​

“A sociedade da poesia morta”

Foi assim que o grupo se chamou

E acabou essa ladainha de poesia patriota.

Agora somente a morte era o resplendor.

​

Começaram a frequentar cemitérios,

Funerais e locais de Desova

Para brindarem à poesia morta e seus novos critérios

De tema e de prosa.

​

Começaram a vestir roupas cor-de-submundo

E isso estranhou toda aquela cidade

Que nunca viu um vivo andar como defunto

E recitar poesia com tamanha intensidade.

​

Eles passaram a escutar as bocas das casas

E começaram a obedecer o que diziam.

Queimaram vários cadáveres na brasa

E outras coisas deliciosas que viciam.

​

“A Morte é uma deusa,

É sim, celestial,

Dona de toda a beleza

Da metafísica e do material.”

​

“Ela exige sacrifício, Ela quer sangue

Vamos ceder ao que deseja

E formaremos uma morta falange

E desafiaremos a própria igreja

Ao dissermos ‘Cristo teve amante

E era a Morte, não tereis goteja

Pois não sois ignorante.

A Morte é uma veia que lateja

A doutrina mais importante.

E a Morte de Cristo que os salvam.

No fim podemos dizer que é a Morte,

Só graças à Morte há redenção.’”

​

A Sociedade da Poesia morta não matou ninguém,

Não querem apressar o que está por vir:

O fim do sequestrador e do refém,

Tudo estará para se extinguir.

​

Mas antes de todos, matem os políticos,

Ou os ponha para trabalhar,

Não se juntem em manifestos pacíficos,

Hajam para como fim matar

Todos os os inocentes e ímpetos,

Pois se são cúmplices do alienar,

Eles não são de fato pacíficos.

​

Matem a vida eterna,

A nossa única inimiga,

Àquela que causa baderna

E nos adoece como lombriga

A não nos deixar sair da caverna.

​

Honras e glórias eternas à morte,

A única higiene do mundo,

Mãe de todos os filhotes,

E nosso único real triunfo.

​

Se a musa te chamar e a alma te suporta,

você pode se juntar à sociedade da poesia morta.

Para ludibriar a moderação da comunidade, trago este ensejo,

alego que isso aqui ainda faz parte da poesia e eis meu desejo:

Me chame no privado sem demora,

para começarmos esse projeto mórbido. 🦇

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u/Vivid_Health_ — 15 days ago
▲ 3 r/Poemas

A Solidão Amada

Tenho pensado numas noites assim

Que estou fadado à ser esmo,

Porque tenho por mim

Que não posso ser amado e ser eu mesmo.

​

Vi um casal bem jovem e alternativo

E pensei comigo: “Ó! Que adoardo!”,

Porque se eu quiser tê-los cativo

Terei que perceber como sou mal-amado.

E percebi, percebi como sou vocativo

Para ter em mim que puro é adornado

Que apenas chorar me é instintivo.

​

Perfure-me e crave na minha dor;

Preciso sentir algo de novo nessa vida,

Se quiser, eu lhe peço por favor.

Do contrário, do que valeria a vinda

Se nem na ida eu provei do amor?

​

Eu me humilho, se quiser, arqueio um sorriso.

Poemas, músicas, pinturas e até cordéis

Faço para sentir que sou ao menos preferível

Às solidões esmas, puras e isondavéis.

Mas não acho realmente realizável

Algum dos meus sorrisos serem desejáveis.

Solidão…fria, quente, irreael e inevitável.

​

Solidão, se você aqui continuar,

Podes ficar em mim abraçada?

Porque se você desejar,

Até você posso fazer ser amada.

​

Solidão, triunfal e feminina,

A única mulher conhecida

Que na companhia de alguém

Pode não ser sentida.

​

Se posso amar qualquer desalmado,

Menos a mim mesmo, esse eu forço,

Qualquer um pode ser o amado,

Menos eu, eu não posso.

​

​

reddit.com
u/Vivid_Health_ — 15 days ago
▲ 3 r/Poemas

Meu Algoz

Eu sou um homem doente

Sou eu meu próprio mal.

Na miséria fico contente

E fico também no umbral.

Minha doença está na mente –

Aliás, não sei níquel sobre esse mal.

​

Apesar de respeitar os médicos

E também respeitar a medicina,

Nos seus corpos esqueléticos

Eu vejo ali uma chacina.

​

Eu aprendi a gostar de sofrer

Eu almeijo que meu algoz

Me sufoque até esvaecer

Para eu sentir a morte, feroz

Vontade terrível de morrer

Junto do homem dos sóis.

​

Entre mim e a danação,

Perdi-me! Perdi-me!

Mestre, não sou mais irmão,

Cheguei ao ponto do crime,

Ao ponto do inferno, da tentação

De qualquer que me aproxime

Um pouco mais dela, corrupção.

​

Me reconheço mais na guerra

Do que na paz, meu amigo.

Eu choro por essa merda

De sentimento que sinto.

​

Eu destruo minha honra

Por nada, por ninguém,

Eu sou a própria desonra

E meu próprio refém.

​

Perdi-me! Estou morto!

Não me reconheço rapaz!

Me vejo como um monstro torto

Mais do que o bem que se faz.

​

Eu me vejo matando quem ajudo,

Apenas por prazer sombrio;

E hoje choro e faço de escudo

Até o meu próprio calafrio.

​

Alguém me mate, por favor.

reddit.com
u/Vivid_Health_ — 19 days ago
▲ 2 r/Poemas

A Varanda

Indo para fora, na varanda,

Vejo sua imagem nas veias

Da cidade, onde os carros andam

E onde os pássaros gorjeiam

A mais bela melodia das sereias.

​

E até debaixo do chuveiro

Eu brindo á sua formosura:

“Se você fosse dinheiro,

Eu cometeria usura”

É o que diz o letreiro

Nas curvas letras, rasura

Minha vida por inteiro!

Quero ser a sua partitura

Se você for o tinteiro!

​

Minha amada veste

Um girassol florido

No vestido bege

E deixa constrangido

E tanto estremece

Eu, seu marido

Que não reconhece

Que é assíduo

De amá-la como merece.

​

E eu sendo esse teu marido

Quero lhe dizer, epopéia,

Que sou muito agradecido

Por ser da sua Odisseia.

​

E assim posso gritar ao pranto:

“És tu minha amada e querida,

A mulher que eu amo tanto,

A paixão de toda minha vida!”.

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u/Vivid_Health_ — 20 days ago