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Built Pytah — a composable rich text editor for React

Built Pytah — a composable rich text editor for React

I’ve been building Pytah, a rich text editor built with React, Lexical, shadcn/Base UI and Tailwind CSS v4.

The idea is less about creating another editor from scratch and more about having a reference implementation that I can reuse and build on instead of recreating the same editor setup for every project.

It includes slash commands, floating toolbar, draggable blocks, tables, embeds, layouts, Markdown/HTML output, and a composable API for extending the editor.

It’s still a work in progress and not production-ready yet, but I’d love feedback on the direction and implementation.

Demo: pytah.vercel.app
Source: GitHub

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u/underwatercr312 — 5 days ago

Post consciente E32

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A Mistura de 32%: Uma Política de Interesse Privado Disfarçada de Soberania Energética

A elevação da mistura de etanol anidro na gasolina para 32% — e a pressão para chegar a 35% — não é uma decisão técnica neutra. É o resultado de uma captura regulatória que transforma a política pública em extensão da estratégia corporativa de poucos grupos econômicos, com Rubens Ometto e o Grupo Cosan/Raízen como protagonistas indiscutíveis.

O que está em jogo: não é o campo, é o mercado

Defensores da medida invocam a "soberania energética" e a "valorização do produtor rural". Isso é retórica de fachada.

A produção de etanol no Brasil está concentrada em poucas mãos: a Raízen (Cosan/Shell) sozinha detém parcela dominante do mercado. A mistura compulsória de 32% não beneficia o pequeno produtor de cana — que, na prática, é mero fornecedor de matéria-prima para usinas controladas por grandes grupos. O benefício direto vai para os acionistas de empresas que já dominam a cadeia de produção, distribuição e comercialização.

A política de mistura compulsória é, em essência, um mecanismo de transferência de renda do consumidor para o oligopólio do etanol. O motorista brasileiro não escolhe comprar etanol anidro: ele é obrigado a pagar por ele, misturado à gasolina, independentemente da eficiência energética, do preço relativo ou das condições de seu veículo. A decisão de consumo foi confiscada e transferida para a mesa de reuniões entre a ANP e representantes do setor.

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A farsa da eficiência energética

O etanol hidratado (usado puro) tem menor poder calorífico que a gasolina — aproximadamente 70%. O etanol anidro, usado na mistura, apresenta perdas similares.

Aumentar a mistura de 27% para 32% significa, na prática, que o consumidor paga por um combustível que rende menos por litro. A promessa de que o preço ajustado compensaria a perda de eficiência nunca se materializa de forma consistente; o que se observa é uma tendência de equalização de preços para cima, não para baixo.

A ANP e o governo federal argumentam que a medida reduz a dependência de importação de gasolina. Mas essa lógica ignora um fato elementar: o Brasil exporta petróleo e importa gasolina não por falta de capacidade de refino, mas por escolha estratégica de desinvestimento na Petrobras, que priorizou dividendos e desmonte de refinarias em vez de capacidade produtiva.

A "solução" do etanol não resolve um problema estrutural; maquia um problema criado deliberadamente com uma política que beneficia os mesmos grupos que lucram com a desindustrialização do refino nacional.

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A captura política: doações como investimento de retorno garantido

Rubens Ometto, o "Rei do Etanol", é o maior doador individual de campanhas eleitorais do Brasil desde 2018, com mais de R$ 36 milhões em doações registradas — e valores adicionais em anos não eleitorais.

Sua estratégia é suprapartidária por design: financia 15 partidos diferentes, do PT ao PL, do PSD ao Republicanos. Não há ideologia; há aritmética de influência.

Em 2023, após uma reunião privativa com o presidente Lula no Palácio do Planalto, Ometto doou R$ 1 milhão ao PT.

Em 2025, novos aportes:

R$ 2,2 milhões ao PT

R$ 1,7 milhão ao Republicanos, partido do presidente da Câmara e do governador de São Paulo.

Essas doações não são filantropia. São contratos de influência com cláusulas de execução implícitas: regulamentação favorável, mistura compulsória, subsídios indiretos via política pública.

A concentração de doações em municípios produtores de cana-de-açúcar e gás natural — áreas centrais aos negócios da Cosan — não é coincidência. É mapeamento eleitoral de interesse econômico.

Quando 41% dos candidatos apoiados por Ometto são eleitos, o que se compra não é apenas um vereador ou prefeito; compra-se acesso privilegiado às decisões que moldam mercados inteiros.

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O mito da neutralidade regulatória

A ANP, teoricamente órgão regulador independente, funciona como extensão do lobby do setor sucroalcooleiro.

A decisão de aumentar a mistura para 32% foi tomada sem debate público substantivo, sem consulta a consumidores, sem análise de impacto independente sobre a durabilidade de motores, eficiência de frota ou custo real para o cidadão.

O que existe é um consenso fabricado entre regulador e regulado, mediado por doações, cargos de influência e rotatividade entre o setor público e o privado.

A pressão para 35% — meta declarada pelo setor — é ainda mais reveladora.

Não se trata de atender a uma demanda do consumidor, que sequer foi consultada. Trata-se de criar demanda artificial via compulsoriedade legal, expandindo o mercado cativo de um produto cuja produção é dominada por poucos atores.

Isso não é economia de mercado; é planejamento central corporativo.

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A mistura de 32% de etanol na gasolina não é uma política energética. É uma política de transferência de renda disfarçada, executada por um Estado capturado e paga pelo consumidor sem que este tenha sido consultado. A influência do capital sobre a política, neste caso, não é metáfora: é linha de item em prestação de contas eleitorais, é agenda privativa no Palácio do Planalto, é decisão regulatória que expande mercados e fortunas enquanto o cidadão comum abastece o carro com um combustível que rende menos e custa mais.

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u/underwatercr312 — 1 month ago
▲ 5 r/tauri

I have a Doubt

I've been debugging a rendering issue in a Tauri app on Linux and found that setting:

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WEBKIT_DISABLE_DMABUF_RENDERER=1

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completely fixes the problem.

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Environment:

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- Arch Linux

- Niri (Wayland)

- AMD Ryzen 7 5700G (integrated Vega graphics)

- Mesa 26.1.2

- WebKitGTK 2.52.4

- Tauri v2

- CodeMirror 6

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Without the variable, the editor occasionally appears less sharp (almost like it's being rendered at a lower resolution and then scaled up). Scrolling or repainting sometimes restores the correct rendering. With "WEBKIT_DISABLE_DMABUF_RENDERER=1", the issue disappears entirely.

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I also noticed something else:

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- Tauri apps distributed as Flatpak work correctly.

- Builds installed from the AUR also work correctly.

- A locally built tar.gz package works correctly.

- However, AppImage builds either fail to start or exhibit graphics-related issues on my system.

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For example, Yaak (also Tauri-based) fails to launch as an AppImage and logs:

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Could not create default EGL display: EGL_BAD_PARAMETER. Aborting...

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This made me wonder whether there are known interactions between:

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- DMABUF

- WebKitGTK

- Wayland compositors (especially Niri)

- AppImage packaging

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My main question is: what are the performance implications of disabling the DMABUF renderer?

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Has anyone measured differences in:

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- Memory usage

- GPU usage

- Scrolling performance

- Video playback

- General UI responsiveness

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Would you consider shipping a Tauri app with "WEBKIT_DISABLE_DMABUF_RENDERER=1" enabled as a Linux workaround, or is it better to treat it as a debugging-only option?

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Any insights would be greatly appreciated..

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u/underwatercr312 — 2 months ago
▲ 2 r/motoca

Duvida

Rapidao , to adicionando categoria A na minha carta quando eu passar etc nao existe esse de ppd correto ? Seria a definitiva com a adição da A ? Questão da renovação a validade vai resetar e contar apartir dessa adição?

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u/underwatercr312 — 3 months ago
▲ 6 r/motoca

Pergunta

Quanto de vcs aqui tiraram carta e pilotam porem nunca tiveram pai mae alguém da familia com moto aprenderam na raça a questão do medo perderam de boa ? Tiraram sozinhos a moto da concessionária?

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u/underwatercr312 — 3 months ago
▲ 0 r/motoca

Alguém ai no processo de tirar carta ? Estão pedindo toxicológico? Meu problema é ritalina e nao tenho ctza se ritalina da positivo no exame e tbm nao quero dizer que tomo ritalina pois o Detran pode querer empurrar validade de 5 anos na carta

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u/underwatercr312 — 4 months ago
▲ 1 r/motoca

Tenho um problema na lombar nada muito grave porem sempre vai existir e quando fui tirar carta de moto nas práticas senti muito essa região a moto era uma factor. No caso eu queria tirar a carta por ser mais acessível a moto etc ja tenho carta de carro e tenho carro ai tipo sera q essas dores seriam constantes caso viesse a fazer uso diário da moto alguem tem um certo tipo de experiência pra passar .

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u/underwatercr312 — 4 months ago