
r/AnimalsOnReddit

“Trish” … this little wren turned up a couple of weeks ago on the day that my lovely mum-in-law passed away… her name was Trish… we’ve called the wren Trish
Finally saw one in a zoo
Honestly, i grew up watching nat geo wild, but i didnt expect that hippo are THAT big (and so loud??) in real life
Man how scary if i found one in the wild and it suddenly chases after me 😭😭
Sound up for some Burghley ASMR.
He's another Foster at the place I'm working at, and I just love him!!
minha experiencia com a eutanásia
Há cerca de seis meses, implorei de joelhos para que minha mãe deixasse eu adotar um gatinho. Foi necessária muita persuasão, mas, duas semanas depois, um filhote siamês dos olhinhos azuis, que eu carinhosamente nomeei como “Leon Kennedy” (pq sou muito fã de resident evil) passou a ser o mais novo membro da família.
(nunca vou me esquecer de que ele cagou na minha cama na nossa primeira noite juntos)
Leon era bem medroso e vivia escondido embaixo das camas e armários da cozinha, mas, com o tempo, passou a ser mais receptivo aos meus carinhos.
Toda vez que eu chegava do trabalho, minha mãe dizia que ele saltava da cama ou de onde estivesse pra me procurar só de ouvir a minha voz.
Acontece que pouco antes de eu adotá-lo, Leon havia sofrido um acidente na rua e acabou quebrando uma das patinhas da frente, e essa patinha acabou calcificando toda errada. Como resultado, toda vez que ele caminhava, ela meio que saía do lugar, e com o tempo, conforme ele foi crescendo e ganhando mais peso a situação foi piorando.
Aos poucos, Leon foi ficando cada vez mais apático e começaram a surgir manchas estranhas em seus olhinhos. Ficamos preocupadas e decidimos levá-lo ao veterinário. Ele testou positivo para felv.
Por conta da doença, o organismo dele não suportaria uma cirurgia na patinha quebrada (e uma simples tala não resolveria, já que a pata já havia calcificado)
A veterinária nos receitou um caminhão de remédios, e segui a prescrição certinho, mudando até mesmo um pouco da minha rotina pra conseguir cuidar dele direitinho. Uma semana depois, levamos ele na reconsulta e, após mais alguns exames, descobrimos que ele não havia melhorado nada.
Assim se foi mais dinheiro que eu sequer tinha condições de gastar naquele momento em novos remédios (e outros apetrechos para tentar dar a ele um pouquinho mais de conforto)
Novamente, segui as receitas durante uma semana, para então descobrir que ao invés de melhorar, o estado dele só piorou.
Leon estava tão fraco que toda vez que eu o soltava no chão, seu corpinho simplesmente tombava para o lado. Ele já não conseguia mais abrir 100% daqueles olhinhos azuis que eu tanto amava e também não tinha forças para se alimentar (mesmo que eu tentasse insistir com sachês variados e pedaços de carne)
Certa manhã, quando peguei ele no colo para dar o remédio, notei que suas patinhas estavam úmidas e cheiravam muito mal, ele havia feito xixi na caminha porque não teve forças de ir até a caixinha de areia. Aquilo acabou comigo. Leon estava lutando com todas as suas forças para viver uma vida miserável.
Naquele momento, decidi que eu precisava parar de ser egoísta prolongando o sofrimento dele. Com os olhos marejados em lágrimas do sofrimento mais puro que já senti em todos os meus 18 anos de existência, conversei de coração aberto com uma veterinária de confiança. Disse a ela que não suportava mais ver o meu menininho sofrendo daquele jeito e, eu já havia gastado mais do que podia, simplesmente não tinha condições de arcar com um tratamento caríssimo que sequer me garantiria de que ele iria melhorar ou sequer ter uma boa qualidade de vida.
Como o organismo dele estava realmente debilitado, a veterinária aprovou a solicitação do procedimento de eutanásia.
Lembro de ter visto a notificação da aprovação durante o meu horário de intervalo do trabalho e, sem conseguir conter as lágrimas, comecei a chorar ali mesmo, na frente da minha chefe.
Depois do meu expediente, minha mãe nos levou até a clínica e, durante todo o trajeto eu o abracei e senti o calor do corpinho debilitado dele pela última vez.
Enquanto raspavam o bracinho dele, eu saí da sala chorando desesperada e uma moça que esperava na recepção veio me abraçar com os braços trêmulos, dizendo que, apesar de ser extremamente doloroso, eu tinha tomado a decisão certa.
Nós choramos juntas até a médica chamar pra aplicar o remédio
Eu vi a pouca vida que restava se esvair dos olhinhos dele e chorei de soluçar enquanto, pela última vez dava um beijinho na cabeça dele, me desculpando entre soluços por não ter conseguido fazer mais por ele.
Quando a veterinária disse que ele havia enfim descansado, gentilmente tirei a coleira de arco-íris com uma tag com o nome dele e meu número de telefone gravados e dei-lhe um último beijo de adeus. Não vou mentir, essa foi facilmente uma das PIORES decisões que já tive que tomar em toda a minha vida. Enquanto nós o levavamos para o consultório, eu sentia que estava levando ele de bandeja para a morte, e foi uma sensação terrível que espero nunca mais experimentar novamente.
No fim, apesar de curta, a existencia de Leon Kennedy, o gato bobinho que me seguia até o banheiro toda vez que eu acordava de madrugada pra fazer xixi, foi cheia de amor e carinho.
(Eu e ele na foto btw)
“Gekkering”, apparently is that stuttering throaty clicking noise that foxes make… just found that out 👍
The cutest calf
The cow and calf belong to my brother who raises cattle
My little buddy found a tiny new friend today 🐱❤️
Caught this wholesome moment between my little one and a curious kitten. They just stared at each other for a while—it was the cutest thing ever.