
r/AvataraLendadeAang

Os produtores de Avatar parecem querer jogar na nossa cara que o ciclo Avatar vai ser recuperado pelo mundo espiritual.
Graças ao novo filme lançado, a próxima série com as "novas avatares" e a notícia do filme do Avatar Kuruk eu acredito que eles vem nos dando sinais disso.
Primeiramente o Avatar Kuruk está fortemente ligado ao plano espiritual uma vez que boa parte de suas disputas aconteceram nele.
Segundo do pouco que sabemos de Avatar sever Hevens, foi nos revelado que o mundo humano e espiritual está quase fundido, o que me faz pensar que teremos dois avatares daqui para frente uma para o mundo humano e um para o espiritual e que eles tem como vontade "corrigir o erro da Korra" de perder o ciclo Avatar.
Por fim, aqui vai um alerta de spoilers do filme, então se não assistiu e liga para spoilers pare aqui.
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O Aang do filme descobre pela Sonam que é possível se "desconectar do ciclo" então acho mais que possível que eles possam habitar algum lugar no mundo espiritual aparte de Raava e que seria possível se reconectar com Raava novamente.
É no mínimo suspeito como tudo leva ao mundo espiritual.
Estou fumando banana ou essa teoria realmente faz algum sentido?
Tio iroh foi único personagem de avatar que foi parar no mundo espiritual depois de sua morte
A Lenda de Korra T1.E5 ∙ O Espírito da Competição
T1.E5 ∙ O Espírito da Competição
Esse episódio explica por que os escritores às vezes precisam de um KAZUHIKO TORISHIMA na vida. Não que esses caras sempre acertem, mas, meus irmãos e irmãs de Avatar, que coisa horrorosa é esse triângulo amoroso.
Esse deveria ser um episódio de transição, algo mais leve para a próxima parte da história, mas perdemos muito tempo no pró-dobra, nessa bagunça de romance, e no final é só passação de vergonha.
Mako e Korra não têm química nenhuma. Bolin chega mais perto, mas ele como amigo é melhor, e coitado do Bolin, merecia mais. Sinceramente, ao invés dessas cenas de vergonha alheia, deveria ser um episódio focado nos irmãos, explorando um pouco o trauma do Mako de ver sua família morta na sua frente, na Asami, no Hiroshi, e talvez até nos sentimentos românticos da Korra, mas de uma forma mais cuidadosa.
Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko sempre tiveram esse fetiche em triângulos: é Toph com Katara e Aang, depois Zuko, Katara e Aang, e é isso de novo agora. Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko podem ser bons em muita coisa, mas romance não é uma delas, e talvez, se eles queriam tanto esse romance, deveriam ter pedido ajuda, porque está feio. E outra coisa: a Asami deveria ter sido uma espiã, como era originalmente planejado; seria muito bom vê-la se dividindo entre o amor pelo pai e o trauma da morte da mãe, e ao mesmo tempo ver que talvez o Amon não seja quem ela pensa. Seria uma dúvida de lealdade entre o Avatar, o Mako e o pai algo muito bom, e no momento em que ela escolhesse derrubar o pai, seria muito mais interessante para ela.
Amon e Korra, nessa primeira temporada, continuam sendo a minha temporada favorita.
A identidade da Korra é sua dobra, é ser o Avatar; não existe só a Korra, existe o Avatar. O Aang ainda era o Aang, com o peso de ser o Avatar, mas para a Korra sua autoimagem é só o Avatar; ela não se enxerga fora desse papel. E quando o Amon aparece e diz que pode tirar a dobra dela, e ela vê isso, é quase como se ele pudesse apagá-la da existência, e o medo que isso gera nela é o que há de melhor nessa temporada e em toda a série: o medo. Cara, um personagem forte como ela admitir medo e chorar nos braços de outro é uma coisa muito boa.
Já tinha dito que minha imagem da Korra era a de uma adolescente mimada e mal-educada, mas sinceramente ela está funcionando muito bem nessa primeira temporada.
Personagens bons têm qualidades e defeitos; eles começam de uma forma e terminam de outra. Existem personagens que já vêm completos, então a função deles é mudar o mundo e as pessoas ao seu redor, como o Tanjiro. Korra é o personagem que o mundo exterior e as pessoas vão mudar ela.
Korra é confiante (embora no seu interior ela seja insegura), ela é forte, ela é cabeça-quente, etc. Porém, ela não está equilibrada. Ser confiante não é ruim, mas quando se torna arrogância, sim, e é aí que entra a evolução dela: você quebra essas características, boas ou ruins, reforma-as e as constrói novamente, dessa vez com uma confiança positiva, cabeça-quente mas de uma forma positiva. Você quebra seu personagem e o reconstrói melhor. Infelizmente, Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko ficaram resetando a Korra.
Korra é sobre o tema espiritualidade, que ela não tem, e a questão da liberdade do ar.
Por isso, acho que uma das grandes falhas dessa temporada é que, naquele confronto deles, o Amon não retira a dobra dela ali mesmo. Esse seria um ponto de mudança, já que o Aang fala que "no seu ponto mais baixo é que você está aberto a mudanças".
Nesse momento é onde entraria o espiritual, a reconstrução da autoimagem dela além da dobra e de ser o Avatar; ela sentiria o que é ser uma não dobradora e encontraria habilidades dela além da dobra.
E, em algum ponto, ao aceitar essa perda, viria a dobra de ar, e no final, lá na cena do penhasco, o Aang apareceria para ela e devolveria sua dobra — embora eu ainda deixasse isso para o Livro Dois e trabalhasse esse retorno lá.
Em relação ao Amon, eu acho que ele é muito bom, funciona bem. Ainda acho que ele deveria não ser um dobrador, ainda ser irmão do Tarrlok, sendo desprezado pelo pai por não ter dobra, aprender o bloqueio de chi, e meio que o que ele faz é mais por uma vingança distorcida do que realmente pelo bem do povo.
Por enquanto é isso.
Duas versões do Avatar Aang
Finalmente terminei a receita do Aang! Tem 2 versões: a tradicional (em azul) e a avatar state (em branco que brilha no escuro).
Usei fios amigurumi e amigurumi glow, e agulha 2,25 mm.
Padrão @crochesquerda
Azula merecia sim redenção
Eu já vi algumas opiniões um tanto contrárias às minhas de que a Azula não merecia redenção e que ela era má desde o início. Eu não concordo, eu acho que ela merece a redenção tanto quanto o Zuko, ambos cometeram atos horríveis, mas por que o Zuko merece e a Azula não?
AVATAR : THE SEVEN HAVENS
Nuevo vistazo de Pavi y Nisha 🪨
A Lenda de Korra — Episódio 1: "Bem-vinda a Republic City"
Reassistir A Lenda de Korra tem sido mais agradável do que eu esperava. A memória que eu guardava da Korra era de uma protagonista menos carismática, mas ela é ok, legal.
Gosto bastante da introdução dela, porque em poucos minutos entendemos exatamente quem é Korra: impulsiva, confiante, fisicamente talentosa e ansiosa para sair do ninho. É uma introdução econômica e eficiente, que já deixa claro o tipo de conflito interno que a série provavelmente vai explorar.
O aspecto mais interessante do episódio e, para mim, o mais subaproveitado é como Korra é, de certa forma, uma prisioneira. Ela é uma criança cuja identidade inteira foi construída em torno de uma única frase: "eu sou o Avatar". Não há espaço, na criação dela, para a formação de uma personalidade que não passe por essa função.
O contraste com Aang é gigante. O Monge Gyatso não queria que Aang soubesse que era o Avatar tão cedo, justamente para preservar sua infância e identidade e não sufocá-lo enquanto símbolo. Korra teve o caminho oposto: isolamento e vigilância constante desde muito cedo.
Isso aparece visualmente de um jeito que, se a gente parar para reparar, é até um pouco perturbador os enquadramentos com guardas sempre posicionados atrás dela. É uma escolha de linguagem visual que comunica controle e vigilância sem precisar de diálogo nenhum. O problema é que o episódio não parece muito interessado em desenvolver essa ideia ela fica sugerida, mas não explorada.
Meu maior incômodo com o episódio é o tom do humor. É um humor raso, que tenta render piada em cima do fato de que Korra é alienada da realidade. O problema é que esse mesmo material poderia ter sido tratado com mais seriedade, transformando a dissonância entre a Korra "poderosa Avatar" e a Korra "garota que nunca viveu no mundo real" em algo mais rico dramaticamente, em vez de reduzi-la a piada situacional.
É um episódio de estreia bom.
Meu maior problema segue sendo o humor e a falta de compromisso do episódio com as questões sociais que ele mesmo levanta.
A cena do mendigo é sintomática: tudo é limpo e bonito demais para o que deveria ser um momento de contraste. Sabe talvez ao fundo mais barraas e mengidos.
O mesmo vale para o confronto com a polícia: o momento poderia ter sido usado para mostrar um contraste de tratamento entre dobradores e não-dobradores inclusive entre os próprios policiais, com uma certa rixa entre dobradores e não-dobradores na corporação, os primeiros mais dispostos a proteger seus semelhantes e mais lentos para atender os segundos. Até uma diferença estrutural nos uniformes ou equipamento reforçaria essa desigualdade.
Na verdade, eu gostaria que a série inteira tivesse se mantido em Republic City, explorando a fundo esse estilo steampunk de influência oriental como pano de fundo para cruzar política e espiritualismo.
Nota: 7/10
O que acharam do filme novo? (SPOILERS)
>! Eu gostei de assistir, mas tenho que confessar que não é o que eu queria de um filme desses.
Pra começar numa nota positiva as coisas que eu gostei:
A dublagem em português tava muito boa, tirando a voz do Sokka que eu achei um pouquinho irritante (mas pra ser justo talvez isso seja mais culpa do personagem mesmo). Visualmente foi um espetáculo, animação excelente, estilo artístico impecável, coreografia das lutas muito boa também. O filme tem uma duração boa, e conseguiu me manter interessado por toda duração.
O que eu não gostei tanto:
Aquilo que eu gostaria mesmo de ver do filme do avatar era que eles explorassem mais o mundo deles. Pra mim o maior charme tanto da lenda de aang quanto a de Korra era o como eles exploravam a “cor local”. O mundo parecia vivido, as culturas reais e interessantes. Eu achei que esse filme ia explorar justamente a cultura dos nômades do ar, e a gente até tem um ou outro momento entre o Aang e o Taga que gostei bastante, mas é bem pouco. A história sobre essa cidade do ar antiga e que os dobradores do ar ganharam seus poderes do cajado eu achei meio esquisita, e bem passada por cima. Mais parece o contexto pro cajado do que eles de fato explorando a cultura dos nômades do ar. Não deixa de ser interessante, só que com o tempo menor de um filme em relação a uma temporada inteira, eu gostaria que tivessem desenvolvido outras coisas.
O roteiro é um tanto previsível, ainda mais pra quem já viu korra. Não sei quanto a vocês, mas pra mim ficou bem na cara que o Taga ia ser o antagonista praticamente no momento que ele acordou. Aí o resto fica bem manjado, não tem tensão nenhuma. Não tem nenhum furo grande, mas também não empolga. Outra coisa que não gosto é quando o conflito todo só é possível porque o protagonista decidiu interagir com ele. Se o aang tivesse ignorado o problema ele se resolveria sozinho, Taga continuaria congelado, os insurgentes não chegariam na ilha por causa da tempestade, e mesmo se chegassem não teriam acesso ao cajado.
O desenvolvimento dos personagens eu acho que foi o ponto mais fraco. O resto da Gaang tem papel praticamente de figurante no filme. O Sooka talvez seja o pior, regrediu completamente a personalidade da primeira temporada da lenda de Aang. Cadê aquele guerreiro maduro e resoluto, sem deixar de ser bem humorado, do final da terceira temporada? Passaram mais tempo desenvolvendo o aang, mas o conflito principal dele é algo que já tinha sido resolvido na série original, ele já tinha ficado em paz com os erros do passado. O Taga também acabou sendo previsível e sem profundidade.
Algumas inconsistências me incomodaram, tipo os insurgentes imediatamente dominarem a dobra de ar, sendo que em korra os novos dobradores eram completamente inaptos no começo. Ou quando a Katara fala “estou sem água!”, ela não aprendeu a tirar água do vapor do ar? Ainda não recebemos uma explicação do que aconteceu com a Suki e pq ela não tá mais na Gaang.
Enfim, não conseguiu capturar a mágica de a lenda de Aang. Não vou falar que não gostei do filme, até gostei, só que parece que os criadores não conseguem mais replicar aquilo que fez a obra original deles tão especial.
E vocês? O que acharam? !<
Qualquer um pode dobrar, e eu posso provar!
Primeiro de tudo, eu preciso dizer que eu não estarei falando ou me referindo a TLOK. Meu desabafo aqui NÃO tem NADA a ver com a Korra.
A Lenda de Korra é uma sequência horrível na minha opinião, e isso na verdade me deixa triste porque poderia ter sido ótima e tinha um potencial ilimitado, mas não foi, e infelizmente arruinou tudo o que ATLA construiu:
- Os espíritos, antes misteriosos e não restritos pelas morais humanas, se tornaram seres estranhos, cartunescos e irritantes e aquelas duas pipas ridículas, e o mundo espiritual que antes era um plano de existência diferente no mesmo mundo, que só podia ser acessado por meio de uma profunda iluminação espiritual, tornou-se uma literalmente uma DIMENSÃO MATERIAL acessada não por iluminação espiritual, mas por PORTAIS.
- O mundo se tornou extremamente avançado em um curto período de tempo sem nenhuma razão, eu consigo aceitar dirigíveis, trens, carros e até o papel impresso, mas CÂMERAS e AVIÕES eu não consigo aceitar.
- O avatar, antes a encarnação do equilíbrio, um espírito literal encarnado, tornou-se uma FUSÃO entre uma pipa e um ladrão.
E o pior de tudo, a dobra.
Não apenas arruinaram como a dominação funciona, como também arruinaram como a dominação era APRENDIDA. Você ouviu direito, APRENDIDA, dobra não é um poderzinho que foi dado aos humanos pelas tartarugas-leão, é uma prática cultural antiga e única de cada parte do mundo. Por que apenas aquelas partes do mundo, você me pergunta, eu te digo, POR CAUSA DOS MESTRES ORIGINAIS.
Ao longo de ATLA, é dito que os humanos APRENDERAM a dobrar com os mestres originais, nos primórdios da humanidade, aqueles que tiveram contato com os mestres originais (por exemplo, Oma e Shu) e aprenderam com eles, de fato desenvolveram a capacidade de dobrar. A dobra é a capacidade de estender a influência do próprio chi para fora do corpo a fim de influenciar o ambiente, qualquer pessoa pode aprender a dominar um elemento, mas como cada elemento exige um caminho e fluxo único de chi no corpo, uma vez que você é um dobrador de um elemento, não pode dominar outro elemento, pois isso exigiria uma completa reorganização do caminho do chi de uma pessoa. E, como qualquer tipo de habilidade, como arte, desenho, dança, luta com espada etc., existem pessoas que têm mais aptidão para elas, elas são naturalmente boas nessas coisas, o mesmo acontece com a dobra, existem pessoas que já nascem sintonizadas com um elemento, pessoas com um caminho natural de chi correspondente a um elemento e, portanto, um dobrador nato.
Mas então por que muitos personagens não dobram? Por que nem todo mundo no universo de avatar dobra? Deixe-me perguntar, todo mundo no nosso universo é um espadachim? Um lutador? Um cantor, um dançarino, um ilustrador, um mestre de kung fu? Porque simplesmente muitas pessoas não querem, ou não acreditam que sejam capazes. Ou estão simplesmente espiritualmente desconectadas do elemento, como o Sokka. Sokka nunca quis dobrar, ele sempre demonstrou desconsideração e falta de interesse pelo lado espiritual das coisas, quase sempre se concentrava em táticas de combate, estratégia, o lado físico e material das coisas. E, como muitas pessoas, Sokka não tinha o "talento" para ser um dobrador, ele não tinha a aptidão natural ou conexão com a água, ou qualquer outro elemento, e não tinha os caminhos naturais de seu chi alinhados com nenhum elemento, e nunca quis alinhá-los com nenhum. E como é extremamente difícil se tornar um dobrador sem os caminhos naturais, as pessoas que não tinham essa aptidão não tentavam, e se tentavam eram desencorajadas.
E com o passar do tempo, devido à dificuldade de aprender a reorganizar os caminhos do próprio chi, as pessoas pararam de pensar que qualquer um pode dominar e começaram a acreditar que apenas aqueles com a conexão natural poderiam, e como isso exige muito treinamento e tempo para dominar, as pessoas que não têm essa conexão natural simplesmente não tentam ou simplesmente não querem ou não podem se dar ao luxo de gastar tempo em uma prática para a qual não têm talento natural, em vez de se dedicarem a um talento que já possuem, como artesanato, pintura, desenho, artes marciais etc.
Mas então por que o único tipo de dobrador que vemos é nativo de suas regiões? Por que não existe um dobrador de água na Nação do Fogo, ou um dobrador de terra na Tribo da Água? Porque não existe nenhum tipo de estímulo nessas regiões para desenvolver essas artes. Por que uma escola de dobra de terra estaria em uma tribo da água, quando não há terra por perto?
Não apenas isso, mas como o talento para dominar é algo que pode ser transmitido, como muitas outras coisas (como talento para lutar, cantar etc.), isso faria com que um tipo específico de dominação fosse mais predominante nessas regiões.
A dobra de fogo como exemplo: desde o começo, as pessoas que aprenderam a dobrar o fogo com os dragões e tinham o talento para fazê-lo facilmente passariam os genes e o conhecimento para as gerações futuras, mas outras pessoas que tivessem aptidão para outros tipos de dobra não desenvolveriam essas características, devido à ausência de mestres naturais nessas regiões e, por causa disso, seriam consideradas não dobradoras. Além disso, o ambiente também criaria uma pressão por mais dobradores de fogo do que de outros tipos, favorecendo os dobradores de fogo em relação a outros dobradores e, com o passar do tempo, essas outras características seriam silenciadas e enfraquecidas. O mesmo se aplica às outras dobras .
Outro fator é o acesso aos mestres originais e o tamanho de uma população. Nem todo mundo pode se dar ao luxo de gastar muito tempo aprendendo dobra de fogo sem qualquer tipo de aptidão enquanto precisa trabalhar para alimentar a família, enquanto aqueles que já demonstram sinais de dobra podem.
Eu acredito que a razão pela qual TODOS os nômades do ar eram dobradores era porque: todos eles tinham acesso aos bisões voadores, seu estilo de vida incentivava o desenvolvimento da dobra, eles eram focados no lado espiritual das coisas e tinham uma população realmente pequena. Esses fatores contribuíram para que todas as pessoas nascidas entre os nômades do ar pudessem desenvolver a dobra de ar, mesmo aquelas sem aptidão natural, porque todas tinham tempo, professores e acesso aos mestres originais.
O Avatar é o único dobrador capaz de dominar todos os elementos devido ao fato de que:
- Antes do retcon de Raava e Wan, o avatar era pra ter sido dito ser a encarnação do Espírito do próprio planeta, a personificação literal do equilíbrio e do equilíbrio. Um sistema imunológico do próprio mundo para manter o equilíbrio em tudo.
- Eu teorizo que o primeiro avatar (tirando o retcon de Wan) dobrava apenas um elemento, o segundo avatar dobrava dois, o terceiro dobrava três e, finalmente, o quarto avatar dobrava os quatro elementos. É daí que veio a ordem dos elementos. Agora, qual elemento veio primeiro, eu teorizo a terra, mas eu realmente não sei.
- A condensação de todos esses diferentes caminhos de chi dentro do corpo do avatar permite que ele dobre todos os quatro elementos sem precisar reescrever os caminhos, e o estado avatar é a ativação de todos esses caminhos ao mesmo tempo.
É por isso que acredito que até mesmo um não dobrador pode se tornar um dobrador (mesmo que com extrema dificuldade) se tiver oportunidade, tempo e dedicação. Diga-me o que você acha.