Depois dos carros elétricos, a Tesla pode perder também a corrida dos robôs?
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Depois dos carros elétricos, a Tesla pode perder também a corrida dos robôs?

Durante anos, a Tesla foi vista como a empresa que lideraria o futuro dos carros elétricos. Hoje, porém, fabricantes chinesas como a BYD já disputam essa liderança com uma capacidade impressionante de produzir mais barato e em grande escala.

Agora a Tesla aposta no robô humanoide Optimus. Mas será que a história está prestes a se repetir?

A China não entrou atrasada nessa corrida. Pelo contrário. Ela já domina grande parte da cadeia de fornecimento de componentes, concentra boa parte da manufatura mundial e possui empresas de robótica evoluindo em ritmo acelerado.

Enquanto isso, a Tesla continua apresentando protótipos e promessas. Ainda não existe um robô humanoide produzido em massa pela empresa nem evidências de que ela conseguirá escalar essa tecnologia antes dos concorrentes.

Nos carros elétricos, muita gente acreditava que a vantagem tecnológica da Tesla seria praticamente impossível de alcançar. Hoje isso já não parece tão evidente. Nos robôs, talvez estejamos vendo o mesmo roteiro começar novamente.

Será que a Tesla realmente tem uma vantagem competitiva sustentável, ou estamos subestimando a velocidade com que a indústria chinesa consegue copiar, melhorar e produzir em escala?

O que vocês acham? A Tesla ainda tem chance de liderar esse mercado ou já está ficando para trás mais uma vez?

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Possível oferta pública (follow-on) da ISAE4

Fala pessoal!

O que vocês acharam dessa possível oferta publica de ações (follow-on) da Isa Energia?

Caso se concretize, pra já é acionista, irão aportar pra não terem as participações de vocês diluídas?

ISA Energia (ISAE4) avalia oferta de ações e pode levantar R$ 650 milhões; entenda
(https://www.moneytimes.com.br/isa-energia-isae4-avalia-oferta-de-acoes-e-pode-levantar-r-650-milhoes-lmrs/)

Qual é a melhor forma que uma empresa tem para se financiar na opinião de vocês?

Quais são as vantagens e desvantagens de um follow-on?

▲ 74 r/criptomoedas+2 crossposts

Bitcoin abaixo dos $60k

Por que o Bitcoin está caindo tanto nos últims tempos?

31% desde o início do ano e de 44% nos últimos 12 meses.

Na visão de vocês, é uma oportunidade ou armadilha?

u/Different_Thing_5641 — 5 days ago

Aprenda com o melhor: Trump declara mais de US$ 1,4 bilhão de lucro em investimentos com criptomoedas

Você investiu seus 50 reais em bitcoin, mas ainda não saiu do lugar e não se tornou milionário em menos de 2 anos? Isso porque você é um incompetente.

Aprenda com o melhor: aquele que declarou rendimentos de 1,4 bilhões de dólares com criptomoedas no último ano, muito acima de qualquer um dos rendimentos dos seus empreendimentos.

Não é culpa do Trumo que você sempre compra na alta e vende na baixa. Aprenda com o mestre do bitcoin a coincidentemente operar sempre na véspera de grandes acontecimentos.

reuters.com
u/Different_Thing_5641 — 5 days ago
▲ 62 r/AtivosFinanceiros+1 crossposts

Executivo conhecido caiu no conto do 5% a.m.

Quem conhece o Lásaro do Carmo, sabe que ele já foi presidente do Grupo Silvio Santos e executivo de diversas outras empresas.

Atualmente, ele também posta diversos cortes no YouTube vendendo uma imagem de espécie de coach dos negócios e pagando de fodão (“uma vez eu demiti um diretor que…” , “o cara pra trabalhar pra precisa de…”, etc).

Ao ver esse vídeo, me chamou a atenção que nem mesmo a sua vasta experiência profissional foi suficiente pra impedir que ele caísse no conto do rendimento de 5% a.m.

Fica o aprendizado de não se confiar em propostas de ganhos rápidos e irreais, e muito menos nos coachs da internet.

Só não deixem ele conhecer o Wiliam Bigode, pois senão ele vai investir em um negócio imperdível com pedras de alexandrita…

u/Different_Thing_5641 — 6 days ago

XP Copilot Trader: ferramenta de IA servir de apoio emocional e anjo da guarda …

Fala pessoal,

A XP investimentos passou a oferecer o serviço “Copilot Trader”.

Parece piada, mas você pode ativar limites de trading para servir de “apoio emocional” e “anjo da guarda”.

Isso aparentemente pagando 10 reais por ordem pra aparentemente ser stoppado automaticamente.

É uma ferramenta de IA, mas a responsabilidade é 100% do cliente.

Alguém vê alguma utilidade ou potencial nisso ou é mais uma ferramenta criada pra tirar dinheiro de trader?

u/Different_Thing_5641 — 6 days ago

Barsi sobre a Taurus (TASA4): Talvez seja a próxima que você irá comprar a 4 e vender a 30 reais

Segue mais um vídeo do ilustre Luiz Barsi.

Peço desculpas antecipadamente por aparecer também o Rich Cousin, pois as minhas habilidades de edição não são boas o suficiente para remover ele do vídeo.

A tese do Barsi sobre a Taurus é simples: compre agora um ativo de qualidade que está largado e que talvez você consiga obter um lucro interessante no futuro.

A opinião dele, no entanto, pode estar enviesada por ter aproximadamente 10% da Taurus.

O setor de armas é bastante complexo, seja pelos interesses de segurança nacional, quanto pelas trocas de poder com frequentes alterações das políticas de posse e porte de armas.

No entanto, como o próprio Barsi disse, é uma empresa que passou por um grande ciclo de investimentos e um salto tecnológico. É uma empresa que tem muito potencial, mas também grandes riscos.

Vocês estão tão confiantes quanto o Barsi na Taurus ou não?

u/Different_Thing_5641 — 7 days ago

Exemplo de recomendação bomba da XP Investimentos

Segue um exemplo de proposta que recebi recentemente da XP Investimentos e achei importante compartilhar aqui no sub para o pessoal que está começando ficar esperto.

Caracterísiticas da proposta:

  • A Taxa CDI+2,74% (ou 17,013% a.a. nominalizada na curva atual) é uma taxa excelente para o cenário macroeconômico atual de 2026, especialmente para um prazo médio de quase 3 anos (34 meses).

Os problemas dessa proposta que não foram epsecificados pelo assessor:

A Estrutura Jurídica

  • Em operações com cedentes, existe o risco de a empresa principal reter o pagamento caso haja alguma disputa judicial ou descumprimento de contrato por parte da empresa cedente.
  • Certifique-se de que a operação possui cláusula de irrevogabilidade e irretratabilidade, garantindo que a empresa principal vai pagar o investidor independentemente do que aconteça na relação dela com a cedente.

Falta de Liquidez

  • Operações desse tipo costumam ter liquidez D+34 meses, ou seja, o dinheiro fica totalmente preso até o vencimento. Se você precisar do dinheiro para uma emergência, tentar vender esse título no mercado secundário antes da hora pode acarretar em marcação a mercado negativa (perda de dinheiro).

Gatilho da Urgência ou Escassez

  • O tom do e-mail ("janela de 5 minutos", "absorvidas integralmetne nos primeirso minutos", "chame hoje") é uma tática de vendas conhecida para te impedir de pensar muito. O volume total da operação é pequeno (R$ 15,5 milhões). Mas nunca invista sob pressão se você não entender o produto.

Falta de Dados ou Informações Superficiais

  • O e-mail continha apenas essas informações sensasonalistas. Não enviaram a lâmina ou contrato da operação, onde estariam especificados todas as cláusulas e riscos.
  • A desculpa padrão para não mandarem a lâmina antes é: "Como o volume é pequeno (R$ 15 milhões) e vai esgotar em minutos, o sistema só libera os documentos na hora da abertura do book". Mas isso não justifica. Os estruturadores (o banco ou a corretora que criou o produto) distribuem o material técnico para os assessores de véspera. Se ele tem as datas, o volume e o spread exato, ele tem o documento técnico no sistema dele.

Custos e Taxas escondidas

  • O assessor passou a taxa bruta: CDI + 2,74%. Mas e as taxas da operação? Existe taxa de custódia? Existe taxa de estruturação ou corretagem embutida que vai morder esse rendimento? Como funciona a liquidação? A lâmina detalharia exatamente o fluxo de caixa (se paga juros mensais, semestrais ou tudo no vencimento).
u/Different_Thing_5641 — 8 days ago

Governo vai renegociar dívidas de MEIs com até 70% de desconto

Acabei de ler essa notícia sobre a proposta de renegociação de dívidas de MEIs com descontos que podem chegar a 70%.

Isso me faz pensar: qual é o incentivo para quem faz sacrifícios para pagar tudo em dia?

Quem atrasa acaba tendo a chance de negociar com descontos significativos, enquanto quem cumpriu todas as obrigações não recebe nenhum benefício equivalente.

Entendo que programas de renegociação podem ajudar pequenos empreendedores a voltar para a formalidade, mas também passam a impressão de que vale mais a pena esperar um novo parcelamento do que manter os pagamentos em dia.

Será que esse tipo de política cria um problema de incentivo? Ou os benefícios econômicos de recuperar empresas inadimplentes compensam essa percepção de injustiça?

O que vocês acham?

moneytimes.com.br
u/Different_Thing_5641 — 9 days ago

MGLIXO3 - A máquina de destruição de valor ao acionista

A MGLU3 pode ser vista como uma verdadeira máquina de moer dinheiro do acionista: apesar de anos de investimentos, aquisições e promessas de transformação digital, a companhia segue enfrentando dificuldades para gerar retornos consistentes sobre o capital empregado. Em um mercado altamente competitivo, a empresa não possui um diferencial claro e sustentável frente a gigantes como Mercado Livre e Amazon. Enquanto seus concorrentes contam com escala superior, ecossistemas mais robustos, logística mais eficiente e maior capacidade de investimento, o Magazine Luiza disputa os mesmos clientes sem apresentar vantagens competitivas evidentes que justifiquem sua avaliação ou sustentem margens superiores no longo prazo. Como resultado, o acionista acaba exposto a um negócio que consome capital, enfrenta pressão competitiva crescente e tem dificuldade em converter crescimento em criação efetiva de valor.

u/Different_Thing_5641 — 11 days ago

O ouro começou o ano em alta, mas agora enfrenta uma forte correção [“Gold Slipped Below $4,000. Don’t Rush to Buy It Just Yet”]

O ouro começou o ano em ritmo acelerado, ampliando os grandes ganhos de 2025 e avançando quase 30% até o fim de janeiro, quando atingiu uma máxima histórica intradiária em torno de US$ 5.600 por onça. Agora, isso parece uma lembrança distante.

O metal precioso despencou nos últimos meses. Os preços do ouro caíram 3% na quarta-feira e ficaram abaixo de US$ 4.000. No acumulado do ano, o ouro já registra queda de quase 8%.

Pode ser tentador comprar na baixa. Mas os indicadores técnicos estão se deteriorando, com o metal rompendo para baixo o importante nível de US$ 4.000. Se esse patamar não se sustentar, novas quedas são prováveis, o que significa que pode ser possível comprar a preços ainda menores nos próximos meses.

Por que o ouro está caindo? As preocupações com a inflação e a possibilidade de juros de curto prazo mais altos por parte do Federal Reserve (Fed). Isso elevou tanto os rendimentos dos títulos de longo prazo quanto o dólar americano nos últimos meses — e isso é uma má notícia para os investidores em ouro.

O rendimento do título do Tesouro dos EUA de 10 anos está agora acima de 4,4%, depois de ter caído brevemente abaixo de 4% pouco antes do início da guerra no Irã, no fim de fevereiro. Isso significa que os títulos de longo prazo se tornaram um refúgio mais atraente para investidores conservadores do que o ouro, que não oferece rendimento.

A valorização do dólar neste ano também é problemática, pois torna o ouro mais caro e menos atraente para compradores internacionais.

Parece que a chamada “operação de desvalorização monetária” — na qual investidores abandonavam o dólar e outras moedas fiduciárias para comprar ouro — chegou ao fim, pelo menos por enquanto.

“O ouro estava disparando em janeiro e caiu bastante desde então porque passou a ser visto mais como um ativo de risco”, afirmou Paisley Nardini, chefe de soluções multiativos da Simplify Asset Management.

O novo presidente do Fed, Kevin Warsh, também não ajudou. Em sua primeira coletiva de imprensa na semana passada, ele adotou um tom mais agressivo em relação à política monetária do que o esperado, aumentando as expectativas de uma alta de juros já em setembro. Nardini disse que algo semelhante aconteceu com a prata, que acumula queda de 16% neste ano após ter disparado até 60% até o final de janeiro.

Com tudo isso, fica fácil entender por que os ETFs de ouro também sofreram fortes perdas. O ETF SPDR Gold Shares recua mais de 7% neste ano, praticamente acompanhando a queda da commodity. Já o ETF VanEck Gold Miners, que possui participações relevantes em Newmont, Agnico Eagle Mines e Barrick Mining, despencou 13%.

A situação pode piorar para o ouro antes de melhorar. Doug Busch, analista técnico sênior da Barron’s, afirmou que tanto o ETF GLD quanto os preços à vista do ouro “precisam sustentar as mínimas de hoje”. A média móvel de 50 dias do ETF corre o risco de cair abaixo da média móvel de 200 dias, fenômeno conhecido como “cruz da morte” (death cross), geralmente interpretado como um sinal baixista. Busch acrescentou que o fundo já caminha para registrar quatro meses consecutivos de perdas, sua pior sequência desde os sete meses de queda observados em 2022.

Quanto ao ouro em si, Busch disse que seria encorajador se o metal conseguisse se manter próximo do nível psicológico de US$ 4.000. Caso permaneça abaixo desse patamar, ele acredita que uma queda até US$ 3.750 pode ocorrer durante o verão.

Outra estrategista técnica também acredita que os investidores otimistas com o ouro podem enfrentar mais dificuldades.

“O momentum de médio prazo continua apontando para baixo e, combinado com o rompimento da tendência, isso torna improvável uma recuperação expressiva do ouro”, afirmou Katie Stockton, fundadora da Fairlead Strategies, em relatório divulgado na quarta-feira.

Ainda existem otimistas

Apesar disso, ainda há quem veja potencial de alta. Embora estrategistas de commodities do Bank of America tenham admitido em relatório na semana passada que o ouro atingir sua meta de US$ 6.000 “parece improvável por enquanto”, eles acrescentaram que o cenário para o metal nos próximos anos continua promissor — principalmente porque o governo dos Estados Unidos parece determinado a aumentar os gastos públicos.

“A atual combinação macroeconômica dos EUA — déficits elevados, ausência de consolidação fiscal e as necessidades de financiamento resultantes — que serviu de base para nossa recomendação otimista original para o ouro, sugere que ainda há combustível para uma nova valorização no longo prazo”, afirmaram os estrategistas do Bank of America.

Isso pode ser verdade. Mas ainda não há motivo para iniciar uma nova corrida ao ouro.

barrons.com
u/Different_Thing_5641 — 11 days ago
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Métricas para a avaliação de risco da carteira: Índice de Sharpe e Beta

Avaliar o risco e o retorno de uma carteira de investimentos é um dos passos mais cruciais para quem quer investir de forma inteligente. No mercado financeiro, existem duas métricas clássicas para fazer esse trabalho pesado: o índice de Sharpe e o Beta.

Embora ambos lidem com o conceito de risco, eles olham para o problema por ângulos completamente diferentes. Vamos entender como cada um funciona e quando usar qual.

1. O Índice de Sharpe: o retorno que vale o risco

Criado pelo Nobel de Economia William F. Sharpe, este índice mede o retorno excedente de uma carteira em relação a um ativo livre de risco (como o CDI ou os títulos do Tesouro Direto), dividido pela volatilidade total dessa carteira (o desvio padrão).

Da fórmula matemática:
* Rp é o retorno da carteira
* Rf é o retorno do ativo livre de risco (risk-free)
* sigma é o desvio padrão (volatilidade total) da carteira

Como interpretar: O Sharpe responde à pergunta: “Para cada unidade de risco que estou correndo, quanto estou ganhando a mais?”

* Abaixo de 0: O investimento rende menos que o ativo livre de risco. Não vale a pena.
* Entre 0 e 1: O retorno compensa o risco, mas de forma moderada.
* Acima de 1: Excelente. Significa que a carteira entrega um ótimo retorno para o nível de oscilação que apresenta.

Exemplo Prático: Se a Carteira A e a Carteira B renderam 15% no ano, mas a Carteira A oscilou muito menos que a B, a Carteira A terá um Índice de Sharpe maior. Ela foi mais eficiente.

2. O Beta: A Sensibilidade ao Mercado

Enquanto o Sharpe olha para a volatilidade interna da carteira, o Beta mede o risco sistemático. Ele avalia o quão sensível a sua carteira é em relação aos movimentos de um índice de referência (o benchmark, como o Ibovespa ou o S&P 500).

Da fórmula matemática:
* Covariância mede como os retornos da ação se movem em relação aos retornos do mercado.
* Variância refere-se à variabilidade do retorno do mercado.

Como interpretar: O Beta do mercado (o índice de referência) é sempre igual a 1,00.

* Beta > 1 (Alta volatilidade): Se a sua carteira tem um Beta de 1,5, ela é mais volátil que o mercado. Se o Ibovespa subir 10%, a tendência teórica é que sua carteira suba 15%. Mas se o mercado cair 10%, ela pode cair 15%.
* Beta = 1: A carteira caminha exatamente junto com o mercado.
* Beta < 1 (Baixa volatilidade): Se o Beta for 0,7, a carteira é mais defensiva. Ela oscila menos que o mercado, ideal para momentos de crise.

Qual deles usar para avaliar sua carteira?

A resposta ideal é: use ambos de forma complementar:
* Use o Índice de Sharpe para descobrir se o seu gestor de fundos ou a sua própria estratégia de montagem de carteira está realmente gerando valor ou se você está apenas correndo um risco desnecessário para ganhar o mesmo que o CDI.
* Use o Beta para ajustar o seu estômago e o seu momento de mercado. Se você acha que a economia vai entrar em recessão, monte uma carteira com Beta baixo. Se o cenário for de forte otimismo, uma carteira com Beta mais alto pode alavancar seus ganhos.

Combinando as duas ferramentas, você garante uma carteira que não apenas busca os melhores retornos, mas que também está alinhada ao nível de risco que você consegue suportar.

u/Different_Thing_5641 — 11 days ago
▲ 123 r/Economia+2 crossposts

Barsi sobre a Cosan: “a atividade é boa, mas a gestão não”

Trecho retirado de uma entrevista recente do Barsi ao canal “Você mais rico” em que comenta sobre a Cosan

u/Different_Thing_5641 — 11 days ago
▲ 101 r/AtivosFinanceiros+1 crossposts

JBS retendo imposto de renda para a Holanda é um tapa na cara do brasileiro?

Segundo a matéria, os dividendos pagos pela JBS aos detentores das suas ADRs já são descontados dos 15% de acordo com a legislação holandesa.

Os argumentos oficiais para migrarem a sede da empresa para a Holanda foram baseados em uma maior facilidade de acesso à listagem nos EUA, maior flexibilidade e menor custo de capital. Conhecendo o histórico da empresa e dos controladores, sabemos que podem haver outras motivações também.

Na prática, isso é um tapa na cara da sociedade brasileira. A empresa continua a operar no Brasil e aproveitar as vantagens competitivas do nosso país, como ampla disponibilidade de pastagens, terras férteis, tecnologia do agro, mão de obra barata e especializada, ao mesmo tempo em que reduz a sua contribuição pagando impostos para a Holanda.

moneytimes.com.br
u/Different_Thing_5641 — 11 days ago