A opção silenciar subs não funciona mais?

Existem certos subs que já "silênciei" no meu feed e eles continuam a aparecer. Eu selecionava um post, e selecionava a opção "mostrar menos post como esse", e automaticamente o sub não aparecia mais no meu feed.

Só que agora não adianta mais. Fica aparecendo aquele tipo de postagem de idoso de 40 anos que acham que isso é Facebook ou o grupo de zap de motorista de uber. Às vezes para interagir com subs que faço parte tenho que ir nas opções e selecionar comunidades manualmente.

Como resolver isso? Sem ser a opção "mais recente"... é que... cof-cof... eu faço parte de uns subs NSFW meio movimentados, e não queria ver meu feed totalmente bombardeado de femboys.

reddit.com
u/Padre-do-Balao — 15 hours ago

Após conversão, ex-vice Miss Bumbum Andressa Urach lança sua biografia sobre seu passado no "submundo da fama, drogas e prostituição"

"Andressa deixou de ser uma mãe solteira adolescente apelidada de magrela para ser uma explosiva participante de reality show." — The New York Times

"(...) o tecido de suas pernas estava apodrecendo. Fotografias tiradas no hospital mostram enormes feridas abertas." — TV CNN

**"**A modelo acredita ter recebido uma segunda chance para corrigir os erros que cometeu ao longo da vida." — Daily Mail

u/Padre-do-Balao — 19 hours ago

Como diz qualquer velhinho do bairro: "só não se da jeito para a morte." Por que todo filósofo parece fugir do casamento?

Já pararam para pensar que a maioria dos grandes filósofos não foram casados?

Heráclito, Platão, Descartes, Spinoza, Kant, Schopenhauer, Hegel, Nietzsche... Inclusive Nietzsche chega a comentar que filósofo casado é coisa de comédia.

O que será que acontece com os dos nossos? Seletividade, celibato, rejeição ou amor a solidão? Ou será a paixão pelos bordéis; pulando de colo em colo até o dia que a espada do nosso guerreiro jubiloso perderá o fio do corte? Como se este espaço limiar entre a sarjeta e o cheiro de lençóis estranhos nas narinas fosse o caminho para os Campos Elísios do pensamento. Algo meio nietzchiano, encontrar Dionísio antes de Apolo?

Casamentos e amores seriam eclipses da grande estrela da sabedoria, cuja a luz os aspirantes a filósofos necessitam. E o amor e casamento seriam a ausência do brilho?

Há uma passagem na obra de Diôgenes Laêrtius: "Vidas e Doutrinas dos Filósofos ilustres", que conta uma anedota sobre Sócrates, na qual alguém lhe perguntou se deveria casar ou não, e o filósofo responde: "Em ambos os casos te arrependerás."

Sorte que, em nossos dias o arrependimento pode ser disfarçado com tinta.

u/Padre-do-Balao — 4 days ago
▲ 29 r/artpoc

Quando me perguntam se eu gosto de fantasia de coelhinho por causa da Playboy... mas meu pensamento:

u/Padre-do-Balao — 4 days ago
▲ 3 r/artpoc

Absolute Cinema: a teoria de Tarantino em Reservoir Dogs que "Like a Virgin" da Madonna é uma grande metáfora para 🍆

O filme é Reservoir Dogs (1992). O filme é sobre um assalto que não acontece como o planejado. E Tarantino explorara a tensão do erro nesse clássico do cinema.

E quem nunca comentou com os bros e manas na mesa do café da manhã sobre pirocas e divas pop?

u/Padre-do-Balao — 4 days ago

Quando Cruz e Sousa concebeu o verso: "Masturbações mentais [...]"; será que era isso o que o gênio catarinense tinha em mente?

u/Padre-do-Balao — 5 days ago
▲ 37 r/artpoc

Almoço em família e lembrei da época que a Gretchen rebolava na virilha do Van Damme no domingo à tarde, bons tempos...

E há pessoas que dizem que antigamente não tinha baixaria na televisão.

Gretchen rebolando na virilha do Van Damme e o Gugu de voyeur. E toda a família na sala: as crianças, a vó, o vô, os primos, tios, gato, cachorro e o papagaio na sala.

O vídeo é velho e não tem pixels.

u/Padre-do-Balao — 11 days ago

Uma manhã de sexta com Edith Piaf

Edith Piaf é uma cantora francesa que orbita a década de 50. Ela canta em francês, não querendo ser vira lata, mas... a língua francesa serve o refinamento temperado com cunt. O verdadeiro idioma Belle Époque (a bela é poc).

Ela tem várias canções, que poetizam vários momentos do cotidiano. Tem as músicas para as largadas na chuva na noite de natal, a música para os cornos, a música para as abandonadas, a música para os viúvos, a música para aquele amor imaginário que nasce às vezes no café da manhã na mesa ao lado: mesmo o garoto ou garota acompanhado, aquela tensão da troca de olhares, por debaixo dos óculos de sol, o coração pulsante de adrenalina do proibido, as borboletas no abdômen, o frio na espinha, o arrepio ligeiro, efêmero, foi traduzida em música pela Edith.

Uma das minhas músicas favoritas é a que eu chamo: "a música de trocar a roupa de cama após o encontro", com aquelas marcas de suor. Onde o último resquício da noite anterior será apagado com água, sabão em pó e completamente evaporado pelo amaciante de lavanda.

Assim que a pessoa cruza o portão, é a hora de contemplar "La Foule" no volume ao ponto de não perturbar os vizinhos. Toda aquela multidão de carnes nos açougues dos app, indo e vindo na vitrine ao alcance de um clique, os desencontros de uns, pode ter sido um encontro para mim? Eu não sei se fui a quarta, a quinta ou a primeira opção, o que importa é que a multidão (La foule) me trouxe o suor, os apertos, afagos, ali na cama esmagados um contra o outro, do qual não éramos dois, e sim um. Depois dos sorrisos e da felicidade dos embriagados, era chegado o momento: trocar os lençóis.

Vou ao banheiro, pego a toalha de banho, cheiro, por fim... quem saberá... e esse é o último cheirinho de outro, que logo desaparecerá. Faço toda a trouxa de roupa suja e levo para a máquina de lavar. Ao ligar a máquina, lembro do app e da multidão (La Foule) e Edith canta:

"L'homme qu'elle m'avait donné et que je n'ai jamais retrouvé."

(O homem que ela me havia dado e que nunca mais reencontrei)

E o último fantasma da lembrança é o preservativo usado no lixo do banheiro.

reddit.com
u/Padre-do-Balao — 13 days ago
▲ 13 r/artpoc

Vcs curtem Edith Piaf? Ela tem o verdadeiro hino do encontro casual

Edith Piaf é uma cantora francesa que orbita a década de 50. Ela canta em francês, não querendo ser vira lata, mas... a língua francesa serve o refinamento temperado com cunt. O verdadeiro idioma Belle Époque (a bela é poc).

Ela tem várias canções, que poetizam vários momentos do cotidiano. Tem as músicas para as largadas na chuva na noite de natal, a música para os cornos, a música para as abandonadas, a música para os viúvos, a música para aquele amor imaginário que nasce às vezes no café da manhã na mesa ao lado: mesmo o garoto ou garota acompanhado, aquela tensão da troca de olhares, por debaixo dos óculos de sol, o sentimento forte, as borboletas no abdômen, o frio na espinha, o arrepio ligeiro, efêmero, foi traduzida em música pela Edith.

Uma das minhas músicas favoritas é a que eu chamo a música de trocar a roupa de cama após o encontro, com aquelas marcas de suor. Onde o último resquício da noite passada será apagado com água, sabão em pó e completamente evaporado pelo amaciante de lavanda.

Assim que a pessoa cruza o portão, é a hora de contemplar "La Foule" no volume ao ponto de não perturbar os vizinhos. Toda aquela multidão de carnes nos açougues dos app, indo e vindo na vitrine ao alcance de um clique, os desencontros de uns, pode ter sido um encontro para mim? Eu não sei se fui a quarta, a quinta ou a primeira opção, o que importa é que a multidão (La foule) me trouxe o suor, os apertos, afagos, ali na cama esmagados um contra o outro, do qual não éramos dois, e sim um. Depois dos sorrisos e da felicidade dos embriagados, era chegado o momento: trocar os lençóis.

Vou ao banheiro, pego a toalha de banho, cheiro, por fim... quem saberá... e esse é o último cheirinho de outro, que logo desaparecerá. Faço toda a trouxa de roupa suja e levo para a máquina de lavar. Ao ligar a máquina, lembro do app e da multidão (La Foule) e Edith canta:

"L'homme qu'elle m'avait donné et que je n'ai jamais retrouvé."

(O homem que ela me havia dado e que nunca mais reencontrei)

E o último fantasma da lembrança é o preservativo usado no lixo do banheiro.

u/Padre-do-Balao — 13 days ago

Viver é sofrer, independentemente do espectro político

Como pensou Schopenhauer: "a vida é uma guerra sem tréguas, e morre-se com as armas na mão."

u/Padre-do-Balao — 17 days ago

Os romanos tiveram perda de cognição pela contaminação por chumbo, já em nossos tempos...

Dizem que os romanos, intoxicados pelo chumbo que infiltrava seu vinho e sua água, viram seu declínio intelectual se iniciar. Será que essa névoa cognitiva, esse lento embotamento, criou o terreno fértil para que revelações mais simples e respostas mais confortantes encontrassem eco? Será que o Império, em seu declínio, trocou a complexidade filosófica por verdades absolutas porque já não tinha capacidade para questioná-las?

E nós, hoje, imersos na sopa invisível de microplásticos... o que estamos respirando, bebendo e absorvendo? Quando estudos sinalizam uma possível estagnação ou mesmo um declínio em nossos indicadores de inteligência, não deveríamos parar para conectar os pontos?

O que está sendo "revelado" ao nosso cérebro contaminado? As polarizações irracionais, as teorias da conspiração que se espalham como praga, a dificuldade crescente de distinguir fato de ficção... será apenas uma coincidência, ou o eco moderno de uma velha história?

Se o chumbo pode ter pavimentado o caminho para o dogmatismo/fanatismo da Idade Média, será o microplástico o novo condutor da nossa era pós-verdade?

A pergunta que fica, inquietante, é: no fim, toda sociedade é o fruto do delírio que a sua contaminação permite?

Esse pensamento me foi revelado pelo microplástico... ou será que só estou confundindo pensamento com delírio por intoxicação por microplástico?

u/Padre-do-Balao — 18 days ago