
u/numseiquemsou

Talheres, copos, luminárias, 10 mil guardanapos e até balde de gelo: chefs relatam furtos frequentes em restaurantes de SP
g1.globo.comA prefeitura não oferece infraestrutura pra estacionar a bicicleta, e se prender no poste a prefeitura leva embora. 🤡
lemmy.eco.brSenado aprova projeto que autoriza venda de spray de pimenta para mulheres acima de 16 anos; veja regras
g1.globo.comMoraes derruba exigência de seguro adicional para mototáxi por app em SP
cnnbrasil.com.brJogo do Brasil contra o Japão na Copa leva São Paulo ao menor nível de congestionamento da tarde
g1.globo.comBalanço final da Faixa Azul mostra aumento de mortes e acidentes
metropoles.comTransformei um chinelo havaianas velho, cor Roxa em uma huarache versão full reforçada com sola de pneu. Huarache de havaianas, conforto e grip
​
Fala pessoal,
Compartilhando aqui o desenvolvimento da minha sandália havaianas roxa de corrida de trilha, que é atualmente a versão mais reforçada que fiz.
Construção:
Base: Havaianas original roxa bem gasta (mantém o conforto insano que só as havaianas entregam)
Sola: pneu de bike 1.9 usado com boa tração ainda
Preparação do solado e do pneu para colagem usando ancoragem com a cola e ancoragem mecânica
Detalhe especial: integrei alças de couro vaqueta de 1,7mm tensionada por paracord 550 que literalmente abraçam os pés, dando firmeza e segurança a todo momento.
O objetivo foi criar uma sandália com o conforto característico da Havaianas + durabilidade e grip de sola de pneu. Usei todos os reforços que venho testando (cola Cascola + ancoragem mecânica forte).
Ainda estou testando o desempenho a longo prazo, mas até agora a construção está bem sólida.
Perguntas:
O que acharam do visual e da construção?
Alguém aqui já tentou algo parecido com ancoragem mecânica + costura em sandálias de pneu?
Sugestões de melhoria?
Instagram: @sandalia_peregrina
#DIY #trailrun #huarache #Havaianas #FeitoAMao
Pai é preso por planejar a morte do filho para não pagar pensão e confessar crime ao ChatGPT
g1.globo.comMapa da Desigualdade de SP mostra diferença de 16 anos na expectativa de vida entre os distritos da Brasilândia e Consolação
g1.globo.comPrefeitura lança app do Smart Sampa, que permite denunciar veículos suspeitos | Capital também terá Smartcop, helicóptero com câmera que fará leitura de placas de carros e reconhecimento facial
Prefeitura lança app do Smart Sampa, que permite denunciar veículos suspeitos
• Capital também terá Smartcop, helicóptero com câmera que fará leitura de placas de carros e reconhecimento facial; equipamento é alugado ao custo de R$ 2 mi ao mês
• Medidas ampliam vitrine da gestão Nunes para a segurança pública
O prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB) lançou na manhã desta terça-feira (23) o aplicativo do sistema Smart Sampa, bandeira do mandatário para a segurança pública paulistana.
Chamado de Smart Sampa Cidadão, a plataforma está disponível para Android e iOS e permite que qualquer pessoa envie sua denúncia às autoridades policiais.
Embora conte com sistema de reconhecimento facial nas milhares de câmeras espalhadas pela capital, o aplicativo se voltará apenas à leitura e identificação de placas veiculares.
A plataforma funciona por geolocalização. A denúncia é anônima e ocorre a partir de fotos registradas pelo usuário. As imagens são enviadas automaticamente ao sistema do Smart Sampa e, se detectada alguma irregularidade na placa veicular, a polícia é imediatamente acionada.
O sistema só emitirá alertas em caso de alguma restrição criminal, como furto, roubo ou placa adulterada. Segundo Nunes, a plataforma não fiscaliza questões administrativas como eventual IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) atrasado nem será utilizado para aplicar multas.
"O que mais incentiva o criminoso é o sentimento de impunidade. Ele acha que vai sair ileso, que vai ficar impune", disse Nunes. "Enquanto tiver um roubo, um assalto, a gente não vai sossegar", complementou.
O prefeito citou o caso do ciclista Vitor Medrado, morto a tiros em 2025 na região do Parque do Povo durante um assalto.
"Aquela moto fugiu e a placa foi registrada. O Smart Sampa e o Muralha Paulista registraram o percurso. A moto foi para Paraisópolis e o crime foi desvendado", afirmou.
Em março, a 30ª Vara Criminal de São Paulo condenou dois homens denunciados pela morte do ciclista. Um deles recebeu 28 anos de prisão e o outro, 22 anos, 2 meses e 20 dias por confessar o crime.
Nesta terça, Nunes declarou ter convicção de que o sistema do Smart Sampa "é importantíssimo", citou planos para aumentar o número de câmeras para 90 mil e disse que se "tiver espaço no orçamento, compro mais cem mil".
O tempo médio de detenções feitas pelo Smart Sampa após o reconhecimento facial, segundo a prefeitura, é de dez minutos; a rapidez se explica pelo uso de geolocalização em todas as viaturas e equipes a pé da GCM.
A central de operação do programa funciona no centro de São Paulo, no terceiro andar da antiga sede do Banco Alemão, e conta com 400 agentes distribuídos em quatro turnos para manter o monitoramento ininterrupto.
Após o Ministério Público recomendar o uso de câmeras nos agentes da GCM, o secretário de Segurança Urbana, Orlando Morando, afirma que isso será discutido, mas que a prioridade do programa é instalar câmeras nas 220 motos da guarda para permitir a leitura de placas e uma resposta mais rápida no caso de veículos roubados.
Atualmente há 25 mil câmeras em operação, sendo 20 mil do programa e 5.000 de 27 empresas particulares, como as de segurança de condomínios.
O Smart Sampa usa a base de dados do Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões para identificar foragidos, e do Córtex, programa de vigilância do Ministério da Justiça e Segurança Pública, para informações de placas de veículos roubados.
A checagem de que uma pessoa filmada pelo Smart Sampa é procurada pela Justiça é feita pelo algoritmo do programa, que só emite um alerta quando há 80% de confiança na informação; o acionamento de guardas civis próximos do local só é feito com 92% de confiança, segundo a prefeitura.
O programa, que também tem câmeras em escolas na cidade de São Paulo, cria 'cercas virtuais' que disparam um alerta para a central caso sejam transpassadas, permitindo também a ação de guardas civis que estejam no entorno.
Criticado por falta de transparência e de falta de controle externo, o Smart Sampa é fiscalizado pelo Ministério Público e por órgãos como a Controladoria-Geral do Município, segundo a secretaria de Segurança Urbana, e deve começar a publicar relatórios após seis meses de operação.
Nunes declarou também que o aplicativo levará o governo "a multiplicar em muito o combate ao crime" e disse que a segurança pública é um papel conjunto de todas as forças policiais, da GCM (Guarda Civil Metropolitana) às polícias estadual e federal.
Nos últimos meses, afirmou, "nós tivemos 864 motos apreendidas por adulteração de placa, 701 por furto, 659 por roubo e mais de 200 pessoas presas" pelo sistema Smart Sampa.
Helicóptero fará reconhecimento facial e leitura de placas de veículos
Além do Smart Sampa Cidadão, Nunes lançou também o chamado SmartCop, um helicóptero da prefeitura com uma câmera de alta precisão que funciona com reconhecimento facial e de placas veiculares.
O sistema opera a partir de visão térmica e sinais infravermelhos e consegue identificar suspeitos mesmo em meio a fumaça, neblina ou escuridão, afirmou a gestão municipal. A tecnologia, de acordo com o governo, é militar e a mesma utilizada pela Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
O helicóptero é alugado ao custo de R$ 2 milhões por mês e deverá sobrevoar a capital paulista durante quatro horas por dia, com objetivo de identificar pessoas e veículos em tempo real. O período de atuação poderá ser estendido em situações extraordinária, disse o prefeito.
As imagens são automaticamente encaminhadas à central do Smart Sampa, que em caso de irregularidades encaminha até o local a viatura que estiver mais próxima.