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O ALUCÍNIO DE UM HOMEM MORTO

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Eu como, eu ando, eu cheiro, eu sinto. Resplandeço; de onde poderia vir a luz do meu espelho? Ou poderia o homem ser como as estrelas: de mim prover-se a vida? A partir de mim as flores irão brotar; comerão da minha luz, e todos os seres viventes subsistirão de minha essência. Comerão com fartura até que se encham; mas os que de minha bondade usufruírem com ganância explodirão de comida e se queimarão.

Todavia, em mim também há vida, e de outro não poderão se alimentar, pois longe é o caminho que se atravessará até as estrelas; morrerão de fome. Então, os que virarem seus rostos congelarão e morrerão.

E, os que em causa destes chorarem, suas lágrimas serão sua única água, pois igualmente mau, é o que por ele se entristece. Assim, negar-me, não haverá vida.

Nas noites negras, então, a alvorada tomará todo o céu pela manhã, mostrando-lhes a beleza de toda a terra: das árvores, flores e frutos que de mim sucederam.

Os pássaros circundam os montes, trazendo o seu canto agudo para onde só se ouve a voz do vento. Os pastores consomem da melodia, de modo que lhes permite fechar os olhos, assumindo o risco de caírem, pois atravessam entre caminhos magros.

Sou eu, então, a beleza? Sou! Ora: do belo, será belo o que dele vier! Portanto, tratem-se de apregoar sobre o sol! Disseminem em toda a terra sobre minha misericórdia que de tua repugnância não farta.

E ao meio dos pastores, um não possui gado, conquanto a sua cabra que só servirá de alimento. Este se dirige ao mais gélido e longíquo ponto da montanha, vê-se nos seus olhos um grande ódio, que se esconde nas suas desgraças.

Um mero homem, que da carne anda, pondera-se em teus quebráveis ossos que lhe acorrentam na terra; escravizado em teu corpo, que de tua alma não desgarra, diz:

— Sobre tua beleza, não duvido! Ó, sol. O alento do teu brilho à terra é tão incontestável como tua beleza. Mas indisponho-me no que mandaste, como mesmo disseste: teu brilho é visível a tudo que vive, mesmo os não-viventes refletem teu brilho; quase um declamar do mais âmago de tua essência. Deste modo, do que lhe serviria o meu pregar senão reafirmar tua beleza?

— Tua alma é a maior das repugnâncias Como ousas tu, um homem, confutar-me, o sol? Idem, ande por todos os confins deste mundo; não acharás um brilho tão sublime como o meu. Um calor tão candente, uma beleza tão bela. Vai-te então! Vai-te até outras estrelas; pois não se delimitam entre os confins deste mundo.

— Meu sol, os que sob seu brilho vivem, viverão-no até morrer. Ora, até as estrelas, outro sol se avistará para que há o que de comer? Tornou-se portanto, meu caminhar, um extravio de minha essência que somente em ti será.

-Sua pequenez. Não há palavras que cubram tua ofensa à mim.

-Meu Sol, há mártir que por ti não morra? Há súplicas para que a lua nos alimente? Há vida em terra, que à ti não olha? Todas as criaturas engrandece-o por essência. Assim, poderia eu, lhe ofender de algum modo?

-As palavras que restam em sua boca, jogue-as aonde eu não possa ver, mastigue tua lingua e entregue aos cães. Não ouse falar, nem com as pedras, com a lama, com o vento, com os porcos e passarinhos. Conjuntamente, não irá alimentar-se destes. Ora, poder-se-ia o escravo saborear do banquete real?

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u/Jealous-Dinner-4643 — 13 days ago

O ALUCÍNIO DE UM HOMENM MORTO

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Eu como, eu ando, eu cheiro, eu sinto. Resplandeço; de onde poderia vir a luz do meu espelho? Ou poderia o homem ser como as estrelas: de mim prover-se a vida? A partir de mim as flores irão brotar; comerão da minha luz, e todos os seres viventes subsistirão de minha essência. Comerão com fartura até que se encham; mas os que de minha bondade usufruírem com ganância explodirão de comida e se queimarão.

Todavia, em mim também há vida, e de outro não poderão se alimentar, pois longe é o caminho que se atravessará até as estrelas; morrerão de fome. Então, os que virarem seus rostos congelarão e morrerão.

E, os que em causa destes chorarem, suas lágrimas serão sua única água, pois igualmente mau, é o que por ele se entristece. Assim, negar-me, não haverá vida.

Nas noites negras, então, a alvorada tomará todo o céu pela manhã, mostrando-lhes a beleza de toda a terra: das árvores, flores e frutos que de mim sucederam.

Os pássaros circundam os montes, trazendo o seu canto agudo para onde só se ouve a voz do vento. Os pastores consomem da melodia, de modo que lhes permite fechar os olhos, assumindo o risco de caírem, pois atravessam entre caminhos magros.

Sou eu, então, a beleza? Sou! Ora: do belo, será belo o que dele vier! Portanto, tratem-se de apregoar sobre o sol! Disseminem em toda a terra sobre minha misericórdia que de tua repugnância não farta.

E ao meio dos pastores, um não possui gado, conquanto a sua cabra que só servirá de alimento. Este se dirige ao mais gélido e longíquo ponto da montanha, vê-se nos seus olhos um grande ódio, que se esconde nas suas desgraças.

Um mero homem, que da carne anda, pondera-se em teus quebráveis ossos que lhe acorrentam na terra; escravizado em teu corpo, que de tua alma não desgarra, diz:

— Sobre tua beleza, não duvido! Ó, sol. O alento do teu brilho à terra é tão incontestável como tua beleza. Mas indisponho-me no que mandaste, como mesmo disseste: teu brilho é visível a tudo que vive, mesmo os não-viventes refletem teu brilho; quase um declamar do mais âmago de tua essência. Deste modo, do que lhe serviria o meu pregar senão reafirmar tua beleza?

— Tua alma é a maior das repugnâncias Como ousas tu, um homem, confutar-me, o sol? Idem, ande por todos os confins deste mundo; não acharás um brilho tão sublime como o meu. Um calor tão candente, uma beleza tão bela. Vai-te então! Vai-te até outras estrelas; pois não se delimitam entre os confins deste mundo.

— Meu sol, os que sob seu brilho vivem, viverão-no até morrer. Ora, até as estrelas, outro sol se avistará para que há o que de comer? Tornou-se portanto, meu caminhar, um extravio de minha essência que somente em ti será.

-Sua pequenez. Não há palavras que cubram tua ofensa à mim.

-Meu Sol, há mártir que por ti não morra? Há súplicas para que a lua nos alimente? Há vida em terra, que à ti não olha? Todas as criaturas engrandece-o por essência. Assim, poderia eu, lhe ofender de algum modo?

-As palavras que restam em sua boca, jogue-as aonde eu não possa ver, mastigue tua lingua e entregue aos cães. Não ouse falar, nem com as pedras, com a lama, com o vento, com os porcos e passarinhos. Conjuntamente, não irá alimentar-se destes. Ora, poder-se-ia o escravo saborear do banquete real?

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O ALUCÍNIO DE UM HOMEM MORTO

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Eu como, eu ando, eu cheiro, eu sinto. Resplandeço; de onde poderia vir a luz do meu espelho? Ou poderia o homem ser como as estrelas: de mim prover-se a vida? A partir de mim as flores irão brotar; comerão da minha luz, e todos os seres viventes subsistirão de minha essência. Comerão com fartura até que se encham; mas os que de minha bondade usufruírem com ganância explodirão de comida e se queimarão.

Todavia, em mim também há vida, e de outro não poderão se alimentar, pois longe é o caminho que se atravessará até as estrelas; morrerão de fome. Então, os que virarem seus rostos congelarão e morrerão.

E, os que em causa destes chorarem, suas lágrimas serão sua única água, pois igualmente mau, é o que por ele se entristece. Assim, negar-me, não haverá vida.

Nas noites negras, então, a alvorada tomará todo o céu pela manhã, mostrando-lhes a beleza de toda a terra: das árvores, flores e frutos que de mim sucederam.

Os pássaros circundam os montes, trazendo o seu canto agudo para onde só se ouve a voz do vento. Os pastores consomem da melodia, de modo que lhes permite fechar os olhos, assumindo o risco de caírem, pois atravessam entre caminhos magros.

Sou eu, então, a beleza? Sou! Ora: do belo, será belo o que dele vier! Portanto, tratem-se de apregoar sobre o sol! Disseminem em toda a terra sobre minha misericórdia que de tua repugnância não farta.

E ao meio dos pastores, um não possui gado, conquanto a sua cabra que só servirá de alimento. Este se dirige ao mais gélido e longíquo ponto da montanha, vê-se nos seus olhos um grande ódio, que se esconde nas suas desgraças.

Um mero homem, que da carne anda, pondera-se em teus quebráveis ossos que lhe acorrentam na terra; escravizado em teu corpo, que de tua alma não desgarra, diz:

— Sobre tua beleza, não duvido! Ó, sol. O alento do teu brilho à terra é tão incontestável como tua beleza. Mas indisponho-me no que mandaste, como mesmo disseste: teu brilho é visível a tudo que vive, mesmo os não-viventes refletem teu brilho; quase um declamar do mais âmago de tua essência. Deste modo, do que lhe serviria o meu pregar senão reafirmar tua beleza?

— Tua alma é a maior das repugnâncias Como ousas tu, um homem, confutar-me, o sol? Idem, ande por todos os confins deste mundo; não acharás um brilho tão sublime como o meu. Um calor tão candente, uma beleza tão bela. Vai-te então! Vai-te até outras estrelas; pois não se delimitam entre os confins deste mundo.

— Meu sol, os que sob seu brilho vivem, viverão-no até morrer. Ora, até as estrelas, outro sol se avistará para que há o que de comer? Tornou-se portanto, meu caminhar, um extravio de minha essência que somente em ti será.

-Sua pequenez. Não há palavras que cubram tua ofensa à mim.

-Meu Sol, há mártir que por ti não morra? Há súplicas para que a lua nos alimente? Há vida em terra, que à ti não olha? Todas as criaturas engrandece-o por essência. Assim, poderia eu, lhe ofender de algum modo?

-As palavras que restam em sua boca, jogue-as aonde eu não possa ver, mastigue tua lingua e entregue aos cães. Não ouse falar, nem com as pedras, com a lama, com o vento, com os porcos e passarinhos. Conjuntamente, não irá alimentar-se destes. Ora, poder-se-ia o escravo saborear do banquete real?

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O alucínio de um homem morto

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Eu como, eu ando, eu cheiro, eu sinto. Resplandeço; de onde poderia vir a luz do meu espelho? Ou poderia o homem ser como as estrelas: de mim prover-se a vida? A partir de mim as flores irão brotar; comerão da minha luz, e todos os seres viventes subsistirão de minha essência. Comerão com fartura até que se encham; mas os que de minha bondade usufruírem com ganância explodirão de comida e se queimarão.

Todavia, em mim também há vida, e de outro não poderão se alimentar, pois longe é o caminho que se atravessará até as estrelas; morrerão de fome. Então, os que virarem seus rostos congelarão e morrerão.

E, os que em causa destes chorarem, suas lágrimas serão sua única água, pois igualmente mau, é o que por ele se entristece. Assim, negar-me, não haverá vida.

Nas noites negras, então, a alvorada tomará todo o céu pela manhã, mostrando-lhes a beleza de toda a terra: das árvores, flores e frutos que de mim sucederam.

Os pássaros circundam os montes, trazendo o seu canto agudo para onde só se ouve a voz do vento. Os pastores consomem da melodia, de modo que lhes permite fechar os olhos, assumindo o risco de caírem, pois atravessam entre caminhos magros.

Sou eu, então, a beleza? Sou! Ora: do belo, será belo o que dele vier! Portanto, tratem-se de apregoar sobre o sol! Disseminem em toda a terra sobre minha misericórdia que de tua repugnância não farta.

E ao meio dos pastores, um não possui gado, conquanto a sua cabra que só servirá de alimento. Este se dirige ao mais gélido e longíquo ponto da montanha, vê-se nos seus olhos um grande ódio, que se esconde nas suas desgraças.

Um mero homem, que da carne anda, pondera-se em teus quebráveis ossos que lhe acorrentam na terra; escravizado em teu corpo, que de tua alma não desgarra, diz:

— Sobre tua beleza, não duvido! Ó, sol. O alento do teu brilho à terra é tão incontestável como tua beleza. Mas indisponho-me no que mandaste, como mesmo disseste: teu brilho é visível a tudo que vive, mesmo os não-viventes refletem teu brilho; quase um declamar do mais âmago de tua essência. Deste modo, do que lhe serviria o meu pregar senão reafirmar tua beleza?

— Tua alma é a maior das repugnâncias Como ousas tu, um homem, confutar-me, o sol? Idem, ande por todos os confins deste mundo; não acharás um brilho tão sublime como o meu. Um calor tão candente, uma beleza tão bela. Vai-te então! Vai-te até outras estrelas; pois não se delimitam entre os confins deste mundo.

— Meu sol, os que sob seu brilho vivem, viverão-no até morrer. Ora, até as estrelas, outro sol se avistará para que há o que de comer? Tornou-se portanto, meu caminhar, um extravio de minha essência que somente em ti será.

-Sua pequenez. Não há palavras que cubram tua ofensa à mim.

-Meu Sol, há mártir que por ti não morra? Há súplicas para que a lua nos alimente? Há vida em terra, que à ti não olha? Todas as criaturas engrandece-o por essência. Assim, poderia eu, lhe ofender de algum modo?

-As palavras que restam em sua boca, jogue-as aonde eu não possa ver, mastigue tua lingua e entregue aos cães. Não ouse falar, nem com as pedras, com a lama, com o vento, com os porcos e passarinhos. Conjuntamente, não irá alimentar-se destes. Ora, poder-se-ia o escravo saborear do banquete real?

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u/Jealous-Dinner-4643 — 1 month ago

O alucínio de um homem morto

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Eu como, eu ando, eu cheiro, eu sinto. Resplandeço; de onde poderia vir a luz do meu espelho? Ou poderia o homem ser como as estrelas: de mim prover-se a vida? A partir de mim as flores irão brotar; comerão da minha luz, e todos os seres viventes subsistirão de minha essência. Comerão com fartura até que se encham; mas os que de minha bondade usufruírem com ganância explodirão de comida e se queimarão.

Todavia, em mim também há vida, e de outro não poderão se alimentar, pois longe é o caminho que se atravessará até as estrelas; morrerão de fome. Então, os que virarem seus rostos congelarão e morrerão.

E, os que em causa destes chorarem, suas lágrimas serão sua única água, pois igualmente mau, é o que por ele se entristece. Assim, negar-me, não haverá vida.

Nas noites negras, então, a alvorada tomará todo o céu pela manhã, mostrando-lhes a beleza de toda a terra: das árvores, flores e frutos que de mim sucederam.

Os pássaros circundam os montes, trazendo o seu canto agudo para onde só se ouve a voz do vento. Os pastores consomem da melodia, de modo que lhes permite fechar os olhos, assumindo o risco de caírem, pois atravessam entre caminhos magros.

Sou eu, então, a beleza? Sou! Ora: do belo, será belo o que dele vier! Portanto, tratem-se de apregoar sobre o sol! Disseminem em toda a terra sobre minha misericórdia que de tua repugnância não farta.

E ao meio dos pastores, um não possui gado, conquanto a sua cabra que só servirá de alimento. Este se dirige ao mais gélido e longíquo ponto da montanha, vê-se nos seus olhos um grande ódio, que se esconde nas suas desgraças.

Um mero homem, que da carne anda, pondera-se em teus quebráveis ossos que lhe acorrentam na terra; escravizado em teu corpo, que de tua alma não desgarra, diz:

— Sobre tua beleza, não duvido! Ó, sol. O alento do teu brilho à terra é tão incontestável como tua beleza. Mas indisponho-me no que mandaste, como mesmo disseste: teu brilho é visível a tudo que vive, mesmo os não-viventes refletem teu brilho; quase um declamar do mais âmago de tua essência. Deste modo, do que lhe serviria o meu pregar senão reafirmar tua beleza?

— Tua alma é a maior das repugnâncias Como ousas tu, um homem, confutar-me, o sol? Idem, ande por todos os confins deste mundo; não acharás um brilho tão sublime como o meu. Um calor tão candente, uma beleza tão bela. Vai-te então! Vai-te até outras estrelas; pois não se delimitam entre os confins deste mundo.

— Meu sol, os que sob seu brilho vivem, viverão-no até morrer. Ora, até as estrelas, outro sol se avistará para que há o que de comer? Tornou-se portanto, meu caminhar, um extravio de minha essência que somente em ti será.

-Sua pequenez. Não há palavras que cubram tua ofensa à mim.

-Meu Sol, há mártir que por ti não morra? Há súplicas para que a lua nos alimente? Há vida em terra, que à ti não olha? Todas as criaturas engrandece-o por essência. Assim, poderia eu, lhe ofender de algum modo?

-As palavras que restam em sua boca, jogue-as aonde eu não possa ver, mastigue tua lingua e entregue aos cães. Não ouse falar, nem com as pedras, com a lama, com o vento, com os porcos e passarinhos. Conjuntamente, não irá alimentar-se destes. Ora, poder-se-ia o escravo saborear do banquete real?

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u/Jealous-Dinner-4643 — 1 month ago

Luz acende ao conectae o cabo de força ps4

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Quando eu desligo ele, ele pisca a luz branca normalmente, e depois a luz branca congela. Não tem barulho de cooler nem nada.

E quando eu tiro da tomada e ligo dnv, não aparece nenhuma mensagem de que foi desligado incorretamente.

Essa luz branca sólida é normal? Porque até umas horas atrás não aparecia essa luz branca quando ele estava "desligado".

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u/Jealous-Dinner-4643 — 1 month ago

Meu ps4 desliga mas não desliga

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Quando eu desligo ele, ele pisca a luz branca normalmente, e depois a luz branca congela. Não tem barulho de cooler nem nada.

E quando eu tiro da tomada e ligo dnv, não aparece nenhuma mensagem de que foi desligado incorretamente.

Essa luz branca sólida é normal? Porque até umas horas atrás não aparecia essa luz branca quando ele estava "desligado".

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u/Jealous-Dinner-4643 — 1 month ago

Me deem dicas de como escrever melhor (a historia é propositalmente sem cenas)

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Eu como, eu ando, eu cheiro, eu sinto. Resplandeço; de onde poderia vir a luz do meu espelho? Ou poderia o homem ser como as estrelas: de mim prover-se a vida? A partir de mim as flores irão brotar; comerão da minha luz, e todos os seres viventes subsistirão de minha essência. Comerão com fartura até que se encham; mas os que de minha bondade usufruírem com ganância explodirão de comida e se queimarão.

Todavia, em mim também há vida, e de outro não poderão se alimentar, pois longe é o caminho que se atravessará até as estrelas; morrerão de fome. Então, os que virarem seus rostos congelarão e morrerão. Assim, negar-me, não haverá vida.

Nas noites negras, então, a alvorada tomará todo o céu pela manhã, mostrando-lhes a beleza de toda a terra: das árvores, flores e frutos que de mim sucederam. Sou eu, então, a beleza? Sou! Ora, o belo será belo no que dele vier! Portanto, tratem-se de apregoar sobre o sol! Disseminem em toda a terra sobre minha infindável misericórdia sobre tuas insignificantes vidas.

Um mero homem, que da carne anda, pondera-se em teus quebráveis ossos que lhe acorrentam na terra; escravizado em teu corpo, que de tua alma não desgarra, diz:

— Sobre tua beleza, não duvido! Ó, sol. O alento do teu brilho à terra é tão incontestável como tua beleza. Mas indisponho-me no que mandaste, como mesmo disseste: teu brilho é visível a tudo que vive, mesmo os não-viventes refletem teu brilho; quase um declamar do mais âmago de tua essência. Deste modo, do que lhe serviria o meu pregar senão reafirmar tua beleza?

— Tua alma é a maior das repugnâncias Como ousas tu, um homem, confutar-me, o sol? Idem, ande por todos os confins deste mundo; não acharás um brilho tão sublime como o meu. Um calor tão candente, uma beleza tão bela. Vai-te então! Vai-te até outras estrelas; pois não se delimitam entre os confins deste mundo.

— Meu sol, os que sob seu brilho vivem, viverão-no até morrer. Ora, até as estrelas, outro sol se avistará para que há o que de comer? Tornou-se portanto, meu caminhar, um extravio de minha essência que somente em ti será.

-Sua pequenez. Não há palavras que cubram tua ofensa à mim.

-Meu Sol, há mártir que por ti não morra? Há súplicas para que a lua nos alimente? Há vida em terra, que à ti não olha? Todas as criaturas engrandeçe-o por essência. Assim, poderia eu, lhe ofender de algum modo?

-As palavras que restam em sua boca, jogue-as aonde eu não possa ver, mastigue tua lingua e entregue aos cães. Não ouse falar, nem com as pedras, com a lama, com o vento, com os porcos e passarinhos. Conjuntamente, não irá alimentar-se destes. Ora, poder-se-ia o escravo saborear do banquete real?

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