

Any help with this monstera?
Water is fine, light too but it shows this on its newest leaf. Any guess what this could be? I I had this plant for about 4 years


Water is fine, light too but it shows this on its newest leaf. Any guess what this could be? I I had this plant for about 4 years
Tudo bem com que a moto elétrica não seja considerada uma moto e as regras sejam diferentes em termos de IPVA e tals, mas esse rolê de ficar andando na ciclofaixa não entendo ainda.
Pessoal, venho compartilhar um pouco da minha experiência com a obesidade. Acho que entender o que realmente acontece comigo tem me ajudado muito.
Eu sempre fui uma pessoa que jogava basquete. Até os 16 anos, eu era malhado. Depois deixei o esporte, me dediquei à faculdade e ganhei vários quilos. Na minha família, a gordura sempre foi um assunto. Todos lá em casa tinham sobrepeso ou obesidade. A comida sempre foi o que nos uniu.
Embora hoje eu esteja pesando cerca de 107 kg, nunca me enxerguei como uma pessoa obesa, até porque continuo, ainda que não com a mesma frequência, praticando esportes, andando de bicicleta e tal. Porém, segundo o IMC (que não é a verdade absoluta sobre tudo), sou obeso grau I.
Aos poucos, com 36 anos, comecei a desenvolver alguns problemas: hérnias inguinais, pré-hipertensão e, ao que tudo indica, resistência à insulina.
Tenho tentado várias vezes encarar minha situação com nutricionistas. Porém, quando chego perto da barreira dos 100 kg, começo a me sentir melhor e tal, sempre acontece alguma coisa que me tira de lá. Perder peso vai ficando cada vez mais difícil. E a vida, que é bonita, porém imperfeita e desafiadora pra caralho, somada ao fato de que a comida mais acessível é, na maioria das vezes, ultraprocessada e cheia de selos no mercado, faz com que eu acabe perdendo, mais uma vez, essa batalha.
Reganho o peso, ou parte dele, fico chateado, angustiado e começo a dizer para mim mesmo coisas horríveis: que não tenho força de vontade, que não sou consistente, que não me comprometo, que sou ruim, que sou meu próprio inimigo, etc.
Depois de semanas, ou meses, me comportando como se estivesse em um regime militar, controlando cada caloria e cada grama, jogo a toalha. Volto aos velhos hábitos. A fome parece aumentar, me sinto pior. Me odeio. Já cheguei a pesar cerca de 119 kg.
Faz um tempo que cheguei ao ponto de dizer: preciso de ajuda. Comecei a fazer terapia, que acho que tem me ajudado muito a entender várias coisas sobre mim. Porém, continuo com fome. Então resolvi procurar uma endocrinologista.
Sou a primeira pessoa da minha família que teve a possibilidade de consultar uma endocrinologista e tentar tratar a obesidade não apenas como uma questão de força de vontade.
Esses dias, estava no Uber pensando sobre minha sessão de terapia. Quando cheguei em casa, comecei a escrever sobre tudo isso e cheguei a uma ideia tão simples quanto poderosa. E ainda estou meio chocado com isso.
Embora a gente às vezes escute essas palavras, é uma experiência totalmente diferente quando você organiza essas ideias e realmente as internaliza.
Obesidade não é apenas uma questão de vontade. É uma doença.
Assim como uma amiga foi diagnosticada com câncer de mama, eu fui diagnosticado com obesidade. Pensava como é incrível que, com algumas doenças, a gente tenha essa relação: aquilo simplesmente caiu do céu sobre nós, somos vítimas dela. Porém, com a obesidade, acontece o contrário.
A sociedade inteira nos julga. E, pior do que a sociedade, nós mesmos nos julgamos e passamos a nos enxergar da mesma forma.
Em uma sociedade que o tempo todo vende a ideia de que é pobre quem quer e que qualquer um pode ser rico se realmente se esforçar (o que, na prática, é uma grande mentira), acabamos enxergando a obesidade da mesma maneira.
Isso faz com que a gente embarque, com a maior das vontades e com toda a força, em uma luta que muito poucos conseguem realmente vencer: perder peso e, principalmente, se manter nesse peso. É aí que a maioria falha.
O que entendi é que nós não somos inteiramente culpados pela doença que temos. E, mesmo que a sociedade nos olhe com julgamento, dizendo que somos pessoas sem força de vontade para mudar de vida, o mais importante é que nós mesmos deixemos de nos enxergar dessa forma.
Porque o dano que causamos a nós mesmos é terrível.
Hoje eu estava lendo o relato de uma pessoa dizendo que queria se suicidar, que estava gorda e que só comia e comia porque se sentia culpada. Isso é injusto.
Mas essa mudança na forma como nos enxergamos começa dentro de nós.
O mundo vai continuar sendo esse lugar hostil, com momentos bonitos, mas nós não podemos continuar reproduzindo esses castigos contra nós mesmos.
Hoje comecei finalmente a usar a medicação. Ainda há um longo caminho pela frente. Mas hoje estou com esperança porque, pela primeira vez, não estou apenas fazendo academia, exercícios e terapia para combater essa doença pela qual tanto me castiguei.
Hoje estou acrescentando a parte que faltava: a medicação. Espero que ela me ajude a finalmente chegar lá.
É verdade que a medicação não é a solução para tudo. Também é verdade que dieta, sozinha, não é suficiente, e que apenas força de vontade não basta. É preciso atacar a doença por vários lados.
Também é verdade que, ao interromper a medicação, pode haver reganho parcial ou total do peso. Mas, como a médica me disse, trata-se de uma doença crônica. Se para qualquer outra doença crônica tomamos medicação de forma contínua, por que seria diferente com a obesidade?
De qualquer forma, não usar a medicação também tem consequências. Porque o corpo vai avisando e, uma hora, precisa gritar.
Eu acho que a gente precisa realmente falar sobre isso.
Medicação não deveria ser apenas para pessoas ricas que querem emagrecer para um casamento. Medicação deveria ser um direito de todos nós, como acontece com qualquer outra doença crônica.
Ainda existe muito preconceito contra a obesidade. E, infelizmente, o pior preconceito muitas vezes está dentro de nós.
O que nos resta é, antes de tudo, nos abraçar, nos perdoar e pressionar o governo — independentemente de qual seja sua cor política — para nos dar o que precisamos: medicação acessível ou gratuita para quem realmente precisa, acesso à terapia e saúde de qualidade.
Pessoal, venho compartilhar um pouco da minha experiência com a obesidade. Acho que entender o que realmente acontece comigo tem me ajudado muito.
Eu sempre fui uma pessoa que jogava basquete. Até os 16 anos, eu era malhado. Depois deixei o esporte, me dediquei à faculdade e ganhei vários quilos. Na minha família, a gordura sempre foi um assunto. Todos lá em casa tinham sobrepeso ou obesidade. A comida sempre foi o que nos uniu.
Embora hoje eu esteja pesando cerca de 107 kg, nunca me enxerguei como uma pessoa obesa, até porque continuo, ainda que não com a mesma frequência, praticando esportes, andando de bicicleta e tal. Porém, segundo o IMC (que não é a verdade absoluta sobre tudo), sou obeso grau I.
Aos poucos, com 36 anos, comecei a desenvolver alguns problemas: hérnias inguinais, pré-hipertensão e, ao que tudo indica, resistência à insulina.
Tenho tentado várias vezes encarar minha situação com nutricionistas. Porém, quando chego perto da barreira dos 100 kg, começo a me sentir melhor e tal, sempre acontece alguma coisa que me tira de lá. Perder peso vai ficando cada vez mais difícil. E a vida, que é bonita, porém imperfeita e desafiadora pra caralho, somada ao fato de que a comida mais acessível é, na maioria das vezes, ultraprocessada e cheia de selos no mercado, faz com que eu acabe perdendo, mais uma vez, essa batalha.
Reganho o peso, ou parte dele, fico chateado, angustiado e começo a dizer para mim mesmo coisas horríveis: que não tenho força de vontade, que não sou consistente, que não me comprometo, que sou ruim, que sou meu próprio inimigo, etc.
Depois de semanas, ou meses, me comportando como se estivesse em um regime militar, controlando cada caloria e cada grama, jogo a toalha. Volto aos velhos hábitos. A fome parece aumentar, me sinto pior. Me odeio. Já cheguei a pesar cerca de 119 kg.
Faz um tempo que cheguei ao ponto de dizer: preciso de ajuda. Comecei a fazer terapia, que acho que tem me ajudado muito a entender várias coisas sobre mim. Porém, continuo com fome. Então resolvi procurar uma endocrinologista.
Sou a primeira pessoa da minha família que teve a possibilidade de consultar uma endocrinologista e tentar tratar a obesidade não apenas como uma questão de força de vontade.
Esses dias, estava no Uber pensando sobre minha sessão de terapia. Quando cheguei em casa, comecei a escrever sobre tudo isso e cheguei a uma ideia tão simples quanto poderosa. E ainda estou meio chocado com isso.
Embora a gente às vezes escute essas palavras, é uma experiência totalmente diferente quando você organiza essas ideias e realmente as internaliza.
Obesidade não é apenas uma questão de vontade. É uma doença.
Assim como uma amiga foi diagnosticada com câncer de mama, eu fui diagnosticado com obesidade. Pensava como é incrível que, com algumas doenças, a gente tenha essa relação: aquilo simplesmente caiu do céu sobre nós, somos vítimas dela. Porém, com a obesidade, acontece o contrário.
A sociedade inteira nos julga. E, pior do que a sociedade, nós mesmos nos julgamos e passamos a nos enxergar da mesma forma.
Em uma sociedade que o tempo todo vende a ideia de que é pobre quem quer e que qualquer um pode ser rico se realmente se esforçar (o que, na prática, é uma grande mentira), acabamos enxergando a obesidade da mesma maneira.
Isso faz com que a gente embarque, com a maior das vontades e com toda a força, em uma luta que muito poucos conseguem realmente vencer: perder peso e, principalmente, se manter nesse peso. É aí que a maioria falha.
O que entendi é que nós não somos inteiramente culpados pela doença que temos. E, mesmo que a sociedade nos olhe com julgamento, dizendo que somos pessoas sem força de vontade para mudar de vida, o mais importante é que nós mesmos deixemos de nos enxergar dessa forma.
Porque o dano que causamos a nós mesmos é terrível.
Hoje eu estava lendo o relato de uma pessoa dizendo que queria se suicidar, que estava gorda e que só comia e comia porque se sentia culpada. Isso é injusto.
Mas essa mudança na forma como nos enxergamos começa dentro de nós.
O mundo vai continuar sendo esse lugar hostil, com momentos bonitos, mas nós não podemos continuar reproduzindo esses castigos contra nós mesmos.
Hoje comecei finalmente a usar a medicação. Ainda há um longo caminho pela frente. Mas hoje estou com esperança porque, pela primeira vez, não estou apenas fazendo academia, exercícios e terapia para combater essa doença pela qual tanto me castiguei.
Hoje estou acrescentando a parte que faltava: a medicação. Espero que ela me ajude a finalmente chegar lá.
É verdade que a medicação não é a solução para tudo. Também é verdade que dieta, sozinha, não é suficiente, e que apenas força de vontade não basta. É preciso atacar a doença por vários lados.
Também é verdade que, ao interromper a medicação, pode haver reganho parcial ou total do peso. Mas, como a médica me disse, trata-se de uma doença crônica. Se para qualquer outra doença crônica tomamos medicação de forma contínua, por que seria diferente com a obesidade?
De qualquer forma, não usar a medicação também tem consequências. Porque o corpo vai avisando e, uma hora, precisa gritar.
Eu acho que a gente precisa realmente falar sobre isso.
Medicação não deveria ser apenas para pessoas ricas que querem emagrecer para um casamento. Medicação deveria ser um direito de todos nós, como acontece com qualquer outra doença crônica.
Ainda existe muito preconceito contra a obesidade. E, infelizmente, o pior preconceito muitas vezes está dentro de nós.
O que nos resta é, antes de tudo, nos abraçar, nos perdoar e pressionar o governo — independentemente de qual seja sua cor política — para nos dar o que precisamos: medicação acessível ou gratuita para quem realmente precisa, acesso à terapia e saúde de qualidade.
Just bought two weeks ago, now at home like this. It’s in the shade. Any guess? Thanks! I think it had enough water. Not too much light maybe?
Thinkinf of taking the hard drive inside my Seagate Expansion Plus HDD with 26TB to put it inside my Terramaster DAS D4-320, on one of its bays. Is this possible?
I have a Seagate Expansion Drive of 26 GB on its enclosure, I see through the vents that it is a normal hard drive inside. Can I take it out of the enclosure to connect it in one of the bays of my Terramaster D4-320? or am I nuts?
I’m having this issue with my sekonic light meter i Just bought. I’m trying to measure flash light and it kind of shows ambient light like in real time or something, instead of metering the flash light. Any help?
Hi everyone!
I'm looking for some guidance on this journey.
Any advice on what to check, what to do, how to expose better, etc. are welcome.
I've inherited this beauty from an old photographer friend:
I've been trying it for a while with Kodak Portra 400, but the results are pretty inconsistent.
I think there are many things to troubleshoot. So I'll give you some more info:
- The film is Kodak Portra 400
- I've been using the light meter of the camera that still works since the camera it's pretty preserved. I've just bought a Sekonic light meter, but haven't received it yet.
- The development is made at a lab in São Paulo, and I think the scan is something that can be improved. Their results from the scanning process sometimes seem rushed. They use a Sony a6something to scan, and they give me a DNG file that I then import to Lightroom and work from there. But I see some of the images are very noisy, with color bending in the shadows toward red... this could also be exposure issues...
- I also saw some of the pictures that show a clear light contamination... but it's not on every image, so it's not a body issue, but maybe handling the films?
In these images, I've achieved the highest resolution. I remember it mind-blowed me when I saw them, and I thought, 'This is a camera from the 1960's'...
But here, from the same film, I have this light entrance that I can't explain:
Then, here are some other images of other films, where you can see some pretty bad noise and color cast in the shadows.