
Starting a new adventure!
My English was pretty bad when I was a kid, but now I can totally follow and understand the whole story.

My English was pretty bad when I was a kid, but now I can totally follow and understand the whole story.
Recebi o e-mail de rejeição após ver o meu artigo 4 meses parado na etapa de submissão. A negativa foi do próprio editor, que descartou antes de encaminhar para avaliadores. Como o e-mail recebido tinha um texto padrão, decidi enviar uma réplica para entender o motivo.
Ele foi muito educado por sinal. Me explicou que, embora meu artigo deixasse claro o uso de IA no processo metodológico, e mesmo que esta prática estivesse autorizada, a revista ainda estava entendendo como tratar essa questão, principalmente por causa dos novos métodos de avaliação Qualis (???????).
Eu fui extremamente franco no artigo. Deixei claro que usei o Elicit e o Consensus para buscar artigos através de linguagem natural. Adicionei qual frase foi utilizada como descritor, inclusive adicionei os filtros de cada pesquisa e embasei o método com o dois artigos publicados na Springer. Usei IA, mas também usei o método tradicional, passando por Google Acadêmico, Scopus e Eric. Minha parte eu fiz.
Minha dica é: antes de usar IA, pergunte para a equipe da revista se eles aceitam ou não. Não percam tempo como eu.
Hoje me deu uma forte vontade de jogar Tenchu 2, então fui atrás das informações sobre o jogo. Descobri que ele só foi lançado para o PlayStation 1. Eu sempre tive a impressão de que também existia uma versão para PC, mas estava enganado. Ao pesquisar mais a fundo, notei que não sou o único com esse efeito Mandela.
Dito isso, não dá para acreditar que franquia está morta. O último jogo foi lançado há 20 anos, e fracassou, assim como os que saíram depois do PS2, mas, em tempos de tanto título oriental, seria interessante rever o Tenchu raíz nos dias atuais.
Isso aí é uma terça-feira para quem trabalha com comunicação e marketing. Todo dia uma empresa te pede para enviar um planejamento estratégico, uma ideia de arte para campanha, uma análise das redes sociais, análise do site etc. Tudo de graça. No fim das contas nem te retornam pra falar que vc não passou.
Não mandem trabalho criativo para ninguém sem deixar claro os limites de uso. Essas empresas precisam deixar de ser otárias.
Atualmente faço minha segunda graduação em Engenharia de Software a distância. Infelizmente a faculdade não aceitou minha experiência prévia para eliminar as horas de estágio, então, serei obrigado a fazer estágio aos 33 anos, o que, por sí só, já é tenso.
Dito isso, consegui participar de algumas entrevistas e tal, mas todas as oportunidades eram bem ruins. O que me chamou atenção é que ouvi a pergunta "mas engenharia de software é engenharia mesmo?" em três processos diferentes esse ano. Aí me pego igual um advogado respondendo sobre a resolução do CONFEAR 2018 e 2025.
O mais surreal é que a última vaga era para o setor comercial numa empresa de engenharia, exigindo apenas o 2º período, pacote Office e facilidade com CRM. Ou seja, qualquer pessoa poderia estar nessa vaga.
Existe um certo "preconceito" mesmo ou é impressão minha?
A franquia Nightmare Creatures me marcou demais, o II principalmente. A primeira coisa que chamou minha atenção foi design, tanto fases como personagens são autênticos.
A jogabilidade também é boa. O áudio deixa um pouco a desejar, mas dá para relevar. Mas, como eu disse no título, o ponto alto são os gráficos. Esse jogo numa TV de tubo de 29'' era uma coisa de outro mundo.
Eu sou um inimigo do bom senso e curso vários jogos que a maioria odeia, mas um que tem um canto especial na minha memória é Dragon Age II.
Os motivos são vários: gameplay, personagens carismáticos, história fácil de acompanhar e duração ideal para quem trabalha.
No ano passado, tive a oportunidade de receber as assinaturas anuais Pro do Perplexity e do Gemini, devido à minha conta no PayPal e ao meu status de estudante, respectivamente. Então, não posso reclamar, pois não estou pagando nada, mas fico pensando em quem está desembolsando com essas IAs.
O Perplexity agora tem um plano mais caro, tirou uns recursos e modelos da versão Pro original. Fizeram isso sem falar nada, só anunciaram uma atualização no navegador de IA e os cortes de "presente" para os assinantes.
O Google mandou um e-mail como se fosse uma novidade para o serviço. Agora, o plano padrão tem limite de uso semanal, assim como a versão Ultra, que tem uma cota 5x maior.
Com os serviços de IA ficando mais caros pra gente e pras empresas, só vejo dois caminhos: ou o mercado volta a valorizar a mão de obra humana experiente, ou os colaboradores serão pressionados a acertar de primeira com a IA, meio que uma hard skill.
Comecei a assistir "Kaiju No. 8" no começo do ano passado, com 32 anos. Foi aí que conheci o Kafka Hibino, um personagem de 32 anos que não desistiu de realizar seus sonhos, e isso chamou minha atenção.
Eu tava estagnado: há nove anos na mesma área, num cargo de gerência, mas infeliz no trabalho, preso por causa da queda de salários na minha área.
O Kafka Hibino é um cara que superou os limites e competiu com os mais jovens, sem medo, mesmo sabendo das desvantagens. Esse anime me pegou de jeito, mais do que eu imaginava, a ponto de me motivar, passei a acreditar em mim novamente.
Resumindo: No segundo semestre deste ano vou iniciar o quarto período da minha obtenção de novo título em engenharia EaD e, simultaneamente, vou cursar meu doutorado, algo que eu já tinha deixado de lado. A melhor parte é que pude contar com o apoio de minha família mesmo com mais de 30 anos. Estou muito feliz e consigo ver um futuro melhor para mim a curto prazo.
Nunca imaginei que uma assinatura de streaming poderia me apresentar um desenho que me daria o gatilho da mudança. Dito isso, não desistam e continuem acreditando em vocês.
Esta aqui pensando com o meu chapéu de alumínio: existe alguma explicação lógica para as empresas farmarem currículos? Vejo empresas de pequeno e médio porte publicando a mesma vaga em todas as plataformas possíveis e, ainda assim, ativando candidatura simplificada no LinkedIn. No fim, encerram a oportunidade, contratando ou não, e, meses depois, reabrem outro processo para uma posição praticamente idêntica.
Ganhei um mês de LinkedIn Premium e consegui ver os números reais: vagas com mais de 300 candidaturas. Aí você encontra a mesma vaga na Gupy, com mais de 100 candidatos apenas na etapa de triagem. E, aparentemente, ninguém é bom o suficiente, porque a vaga acaba sendo reaberta novamente.
Qual o ganho real disso? Existe alguma métrica ou coisa do tipo que não tenho conhecimento?
Realizei a prova no último domingo para a posição de pesquisador. A avaliação consistiu em 50 questões de múltipla escolha (A-D), seguidas por quatro questões discursivas.
Quando sigo "questões discursivas", entendam como "quatro redações". Cada questão apresentava um enunciado extenso, cujo propósito era desenvolver, em um texto de 15 a 30 linhas, dois pontos específicos. Tudo isso em quatro horas.
Concursos para auditoria ou magistrado tem exigências parecidas, mas organizam a prova em dois turnos ou até em mais de um dia. Tudo isso em apenas quatro horas? A banca desconsiderou o tempo de leitura do candidato e organização das ideias.
Fiz cálculo rápido e vi o seguinte: em média, o candidato pode dedicar 2 minutos a cada questão de múltipla escolha e 30 minutos para cada questão discursiva. O tempo restante seria destinado ao preenchimento do gabarito e à interpretação das perguntas. Tudo isso por R$ 6.600. Estudar para esse concurso foi a maior perda de tempo.
Fala galera. Estou "dando uma olhadinha" em programas de pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho. Infelizmente, só tem on-line por aqui. Gostei da grade da FUMEC e gostaria de saber se alguém já estudou lá na modalidade EAD, para saber se vale a pena.
2026 tem sido o meu pior ano profissional. Comecei a trabalhar em 2012 e tenho 10 anos de experiência na minha área. Nunca tive dificuldades para conseguir trabalho, receber propostas ou trocar de emprego.
Tudo mudou neste ano. Desde novembro do ano passado venho participando de entrevistas, mas sem sucesso. Felizmente, ainda estou conseguindo me manter com trabalhos freelance.
Percebi que, à medida que preenchia cada vez mais currículos em plataformas e repetia minha trajetória em entrevistas presenciais e por videochamada, eu ficava mais cansado e desanimado. O processo de resumir e recontar sua experiência durante meses para pessoas diferentes, realizar testes online supostamente comportamentais e buscar constantemente novas formas de se apresentar foi, gradualmente, diminuindo minha performance.
Nesta semana, fiz uma entrevista em que quase não consegui falar. Aos poucos, fui tendo um verdadeiro “apagão” de informações. Foi nesse momento que percebi o quanto o processo de buscar uma vaga realmente nos afeta.
Se você está procurando emprego, não deixe isso acontecer com você. Mantenha o foco, o ânimo e uma postura positiva diante dos recrutadores e das demais pessoas com quem precisar conversar. Este ano não tem sido fácil, não apenas para mim, mas para muitas outras pessoas também, mas não podemos desanimar.
Hoje foi a gota d'água. Abri o Abode Reader para ler um PDF de uma página, e um pop-up me sugeriu o resumo do documento com I.A.
O Word não está ficando atrás. Em algumas situações, ele está sugerindo primeiramente a reescrita de uma sentença com o Copilot, do que a simples correção de uma palavra sublinhada de vermelho. Eu sempre curti inovação, mas no caso da I.A., a coisa está meio que saindo do controle... É como se estivéssemos perdendo a autonomia de pensar, usar e explorar ferramentas.
Outro dia precisei devolver uma mercadoria pelo Mercado Livre e tive que conversar com uma I.A. ineficiente e lenta, que tentou me guiar com soluções inúteis, sendo que o produto veio com defeito. Algo que se resolvia em dois passos levou quase dois dias para chegar na mesma conclusão: o código de logística reversa.
A verdade é que somos todos cobaias desse grande teste A/B, pra ver que dá e o que não dá certo. E isso está me irritando.
Recentemente descobri que a especialização em engenharia de segurança do trabalho concede ao engenheiro o título de EST, em vez de apenas uma especialização comum.
Gostaria de saber se isso se aplica ao engenheiro de software ou se existe alguma restrição.
Sou tecnólogo em Gestão de TI e tenho vontade de atuar em Engenharia de Produção. Eu não consigo aproveitar minha grade na obtenção de novo título em Produção, mas em Software, seria possível terminar o curso em dois anos, graças as disciplinas em comum entre o curso e minha formação. Isso me pouparia três anos de estudo.
Estou pensando em fazer a obtenção de novo título em Engenharia de Software e me matricular simultaneamente em um MBA/especialização em Produção.
É um bom caminho ou posso encontrar barreiras no futuro quando for para o mercado de trabalho?
Hoje eu vi um post sobre as ferramentas mais usadas na nossa área e correlatas (como o Design) e nenhum serviço Adobe apareceu na lista. Fui conversar com alguns colegas de profissão e só dois ainda preferem a Adobe.
Hoje, quase quatro anos depois do boom da IA, vocês ainda confiam mais na Adobe para criar ou já migraram de plataforma?