









Dicas de alguns itens para montar um setup de café espresso 58mm
Alguns acessórios que tenho no setup de café espresso, compatíveis com a Gaggia ou o outras máquinas de espresso 58mm.










Alguns acessórios que tenho no setup de café espresso, compatíveis com a Gaggia ou o outras máquinas de espresso 58mm.
Bom dia. Tomo muito pouco café por dia (8g por dia) e os cafés demoram muito tempo pra acabar aqui em casa. Gosto de variedade então um único pacote de 250g demora um mês pra acabar. Tenho 5 congelados e, portanto, 5 meses com apenas 5 opções de café. Pensei em a partir de agora começar a comprar esses combos, que geralmente são chamados de kits degustação. Eu sei que geralmente é bem mais caro, mas é o preço que se paga. Vocês têm alguma recomendação? Eu moro no RJ então seria legal não ter que gastar 25 reais de frete kkkkkkkk
Pessoal, estou em busca de indicação de assinatura de cafés especiais, mas que não seja estilo unique ou moka clube, quero conhecer marcas novas.
Me indiquem aqui por favor.
Comecei a gostar de café especial ao visitar uma cafeteria de especiais, me surpreendeu aquele gosto nada esfumaçado, meio azedinho, muito diferente do extra forte que estava acostumado, aí fui tomando gosto, meu pai me fez essa coadora de pano, usei muito, pq eles gostavam de café bem forte, e eu bem fraco então a coisa foi evoluindo esse ano comprei meu primeiro moedor um M3 , e uns pacotinho especial, como só eu tomo café em casa agora eu compro 250g e todo mês um diferente, tenho me divertindo pela manhã meu ritual , escolho o método e vou tem dias mais fortes e dias mais suaves, tenho chás também, caputino caseiro e um descafeinado para tomar a noite, e biscoito caseiro, enfim tô curtindo a comunidade e aprendendo
Esse café foi a maior decepção que experimentei em um bom tempo.
É da Fazenda Guariroba, mas a torra assasinou sua identidade.
Gosto de torra escura com uma lembrança distante de frutado.
Alguém mais que participou dessa compra teve problemas ?
Seguindo a saga da cadeia de produção caseira:
Da publicação anterior até ontem eu consegui juntar quase 100g de café cru (97,4g especificamente - foto 1), pronto pra torra.
Após uma conversa por telefone em momento anterior, combinei com a representante da Kaleido de levar meu café pro "São Paulo Coffee Festival" e trabalhar a torra lá no estande deles.
Fui muito bem recepcionado pela Branca, que me apresentou ao Renato, mestre de torra e operador das máquinas da Kaleido.
Eu, muito despretensioso, agradeci a atenção e apresentei meu café num pacote reciclado, contando brevemente sobre eu ter ganhado as mudas de café na edição de 2024 da feira, e o Renato, de forma muito atenciosa, foi além de me receber e torrar. Me deu uma bela aula sobre todo o processo. Vou resumir:
Primeiramente, ele pegou uma amostra do café e mediu o teor de umidade (foto 2 - 0,872). Explicou que normalmente os cafés estão idealmente na faixa de 0,670±, o que mostra que meu café tinha bastante água ainda e provavelmente iria mofar se eu armazenasse de qualquer forma.
Com esse parâmetro, ele definiu uma torra com uma curva de temperatura bem mais lenta, buscando extrair o máximo de umidade e finalizar a torra de maneira mais uniforme. A torra foi encerrada com quase 11 minutos. Após resfriar, o processo foi finalizado com a medição do perfil de torra.
Essa medição (foto 6 - 54,1 pontos) normalmente é feita com uma amostra moída. Porém o Renato me orientou a fazer com os grãos, por conta da baixa quantidade que eu tinha de café rs. Deu uma torra média.
Batizei esse "nanolote" de Guido, em homenagem ao meu avô. Agora deixo ele descansar um pouco e nas próximas semanas eu devo provar um coado do meu próprio café.
Receita do malaio que hoje venceu o campeonato mundial. A campeã brasileira Ju Morgado ficou na 28 colocação. Este geisha no site da Tanat está pela módica quantia de 90 euros (56g).
Fala pessoal, esse aqui é mais um relato breve sobre receita para geshas. Eu sempre que tomava geshas na rua ficava encantado e em casa ficavam um pouco herbais demais para o meu paladar. Eu sabia que estava fazendo algo errado na receita.... geralmente faço tudo com bloom + 2 despejos, semana passada tomei o gesha conexão lá na volante e reparei que para esse eles sempre fazem mais despejos e fiz isso aqui em casa, água a 94 graus, padrão classico de água SCA e 5 despejos, 1/5 do total em cada despejo, clique 4.5 do ZP6s, passando em 2:50. Testei nesse guesha da dropit, no conexão da Volante, no raro na encantos, no guesha reserva da cafetto e aparentemente era isso o que faltava. Em TODOS a receita foi o 10/10 para o meu paladar. Não sei se mais gente teve essa questão mas espero que ajude vocês. Bons cafés!!
Bom dia! Meu primeiro post nesse sub. Vamos lá, por se tratar de uma comunidade pequena vou começar contextualizando. Comecei no mundo do café especial em 2020, passei pela fase do "café de verdade é só o especial", pela fase do "credo, não consigo engolir nem gourmet", depois fui pra "tá caro esse negócio de café né? Esse gourmet não é tão ruim", e atualmente estou na fase do: bebo tudo, só muda o volume: especial vai 200 ml, gourmet 100, tradicional é "não posso beber muito, me vê só um dedinho por favor".
Porém voltei a explorar os cafés especiais. Tenho 6 congelados no freezer, tenho meu caderninho de anotações, faço mestrado com café, meu mundo é isso. Porém uma coisa que eu percebo demais é que todo café que bebo tem nota MUITO FORTE de marzipã. Na real eu tô fazendo um levantamento pra ver se esse sensorial é mais forte de acordo com alguma variável. Exemplo: fermentados eu não costumo sentir, mas fermentado é aquilo, né? São sensoriais que fogem da curva. Penso que, por se tratar de um sensorial doce (marzipã é doce de amêndoas), talvez esse sensorial seja mais forte em cafés de maior doçura ou mais corpo. Enfim, tô fazendo minhas anotações e a ideia é, com o tempo, tentar traçar algumas variáveis em planilhas: será que tem alguma característica que sinto sempre nos cafés naturais? Será que tem alguma variedade que eu sinta realmente diferença (sei que é absolutamente improvável)?
E aqui vai uma curiosidade. Eu tenho uma sensibilidade à cafeína muito forte. Infelizmente minha dose máxima é de 8g de café por dia (sim, às vezes eu choro). Última vez que eu assanhei fiquei 4 dias tendo palpitação a cada 3 minutos, achei que ia morrer. Existe um café no meu freezer que a cafeína bate demais em mim. Estou tentando entender o porquê (será característico de uma variedade?).
Aproveito pra dizer que a ciência por trás do café é incrível. A quantidade de estudos científicos fod#s que existe na literatura é estonteante. Quando você pega pra estudar, descobre que tem muita gente metida a besta falando muita besteira por aí. Enfim, sou suspeita pra falar do quanto isso me admira.
Sobre o tema: quem aí já experimentou marzipã? E vocês sentem isso também?
Comprei 2 cafés pela loja online dessa torrefação: "clássico delicado" e "sensorial frutado". O delicado estava ok, mas a torra é vendida como clara quando é na verdade média-clara. Já o frutado estava RUIM mesmo. Provei várias vezes para dar uma chance, mas não teve jeito. O café queimou, deixando aquele gosto de panela queimada na bebida. O aroma durante a moagem é bom, mas ao despejar água subiu o cheiro de queimado. Outra coisa que eu achei estranho é que os pacotes não tem válvula bidirecional, além do aroma dentro da embalagem não parecer com o de café verdadeiramente fresco (apesar de a data de fabricação ser de 23 dias antes da entrega). Só posso falar bem mesmo da entrega, que ocorreu em menos de 24 horas mediante frete de R$ 22. Mas não consigo recomendar. Fiquei muito chateado com a qualidade da torra, pois tinha expectativa de ser uma marca boa aqui da capital 😢.
Para um apreciador de café menos criterioso, pode até ser considerada boa essa torrefação, a depender da sorte de não comprar uma batelada de grão queimado, mas eu acho que controle de qualidade é fundamental, e isso está faltando na Crio.
(Obs.: Eu não sou muito entendido do negócio não. Acho até que meu paladar é meio tosco, eu não sendo capaz de sentir várias notas sensoriais. Só que isso talvez só piore a avaliação, já que mesmo eu não sendo muito bom degustação fui capaz de perceber o erro na torra.)
Quem sabe a galera aqui do sub se encontra por aqui?
Depois de várias recomendações da galera aqui do sub, comecei a explorar não só variedades diferentes, mas também produtores e torrefações. Já tinha gostado de alguns cafés da Fazenda Terracota e dessa vez resolvi experimentar um Laurina pela primeira vez.
Escolhi um Laurina processamento natural da Azo Roasters com notas descritas de hibisco e limão siciliano.
Para quem não conhece, Laurina é uma variedade naturalmente baixa em cafeína. Os grãos são pequenos e mais alongados, e o aroma dos grãos secos já chamou atenção: bem frutado, lembrando frutas maduras.
Receita:
V60 - 20g café / 320g água - 92°C - C3 com slow feeding - 50g bloom (45s) - Depois até 120g, 200g, 260g e 320g - Tempo final: até 3 min
E olha... dessa vez a descrição da embalagem não estava exagerando.
Lembrou muito chá de hibisco com limão siciliano. Fazendo aquele slurp mais forte, o limão aparece ainda mais. Café leve, refrescante, com uma acidez brilhante e muito agradável.
Hoje está um dia ensolarado aqui no Rio e foi um daqueles cafés que parecem feitos para esse clima.
Primeira experiência com Laurina e achei excelente. Quem mais gosta dessa variedade? O sensorial que vocês encontraram foi parecido ou diferente? Recomendam algum outro laurina para eu conhecer?
Montei um setup para fazer café coado em hotéis, principalmente se estou com mais de uma pessoa.
Tenho um kit para Aeropress Go, mas achei esse Kit de Coados melhor para 2 ou 3 pessoas.
O que acharam? Alguma dica para melhorar?
Hoje, voltando de viagem, aproveitei para fazer uma parada na torrefação Colheita Cafés Especiais, em Macaé (RJ).
A Colheita trabalha principalmente com cafés de produtores da região do Caparaó e tive a oportunidade de provar alguns rótulos durante a visita.
Os que mais me chamaram atenção foram o Blend da Copa e o Mascavo e Brilhante.
O Blend da Copa foi uma surpresa. Logo no aroma me lembrou muito caju. Conforme o café esfriava, tanto o cheiro quanto o sabor começaram a lembrar maracujá de forma impressionante, tive até oportunidade de degustar usando uma colher de cupping e parecia suco de maracujá, surreal kkkk É um café muito equilibrado, suculento, com acidez presente na medida certa e extremamente agradável de beber.
Já o Mascavo e Brilhante seguiu por outro caminho. No aroma senti bastante mel, um floral delicado ao fundo e, quando esfriou um pouco, predominou o aroma intenso de mel. Daqueles cafés confortáveis, gostosos e fáceis de querer repetir a xícara, perfeito para o dia a dia sabe?
Se você gosta de cafés com acidez elegante e bem integrada, recomendo fortemente experimentar o Blend da Copa.
Já para quem procura aquele café delicioso para o dia a dia, com doçura marcante e retrogosto persistente, o Mascavo e Brilhante precisa estar na sua lista.
Acabei trazendo vários pacotes para conhecer melhor a torrefação e, conforme for preparando em casa, volto aqui para compartilhar as impressões dos outros cafés.
Eles vendem online para todo o Brasil e, se você estiver passando por Macaé sem muita pressa, a visita vale a pena. E, se tiver a oportunidade de bater um papo com o Joabe, melhor ainda. Simpaticíssimo, extremamente receptivo e daqueles que gostam de conversar sobre café sem pressa, compartilhando histórias e conhecimento com quem aparece por lá.
Tem aí nessa foto minha primeira grande aquisição cafezeira: uma De'Longhi Magnifica Super automática kkk
Quando comprei, há cerca de 11 anos, tinha certeza de que estava levando para casa o segredo dos melhores cafés. Na prática, os resultados eram quase sempre os mesmos: cafés corretos, mas sem graça.
Naquela época era difícil encontrar bons grãos, eu testava diversas variedades, mas nunca me atentava ao processamento, a torra, moagem. Depois vieram as cápsulas, que muitas vezes entregavam resultados mais honestos que meus expressos.
Só muitos anos depois descobri que boa parte da magia estava em outro lugar: no grão, na torra, no processamento, na moagem e, principalmente, nos métodos filtrados.
Foi aí que o hobby floresceu ainda mais...kkkk
Vieram os filtros, o moedor manual, os testes, as receitas e as compras que todo cafezeiro promete que serão as últimas.
Hoje olho para esse cantinho e vejo um registro de tudo o que fui aprendendo ao longo desses 11 anos. E também percebo que talvez esteja chegando a hora de aposentar alguns dos equipamentos que me trouxeram até aqui.
E vocês? O que o café ensinou ao longo da trajetória de vocês? Como tudo começou, Qual foi o equipamento que fez vocês pensarem: "agora sim vou tomar o melhor café da minha vida"?