Como os brasileiros se deslocam para o trabalho

Como os brasileiros se deslocam para o trabalho

🚗🏍️🚲 Como os brasileiros se deslocam para o trabalho

O Brasil tem uma mobilidade marcada pelo transporte individual motorizado, mas com fortes diferenças regionais.

O automóvel é o principal meio de deslocamento no país, usado por 32,3% dos trabalhadores (22,6 milhões pessoas ao trabalho)

🚗 Automóvel| 32,3% | 22,6 milhões

🚌 Ônibus| 21,4% | 14,9 milhões

🚶 A pé| 17,8% | 12,4 milhões

🏍️ Motocicleta| 16,4% | 11,4 milhões

🚲 Bicicleta| 6,2% | 4,4 milhões

🚇 Trem ou metrô| 1,6% | 1,1 milhão

🚐 Van/perua| 1,4% | 945 mil

🚤 Barco | 0,1% | 100,8 mil

O padrão muda conforme o espaço geoeconômico: o carro predomina no Centro-Sul, chegando a 45,9% no Sul e 38,8% no Centro-Oeste, enquanto a motocicleta ganha força no Norte e Nordeste, com 28,5% e 26,0%, respectivamente.

O ônibus tem peso maior nas grandes concentrações urbanas, onde as distâncias e a densidade tornam o transporte coletivo essencial.

🚌Entre as 10 maiores capitais, o ônibus predomina em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Salvador e Manaus.

🚙O automóvel lidera em Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Recife e Goiânia. São Paulo ilustra bem o contraste: no estado, o carro é predominante; na capital e em sua área metropolitana o ônibus assume a liderança.

Nos municípios, os extremos revelam a diversidade: Pinto Bandeira (RS) tem 72% por automóvel;

São Gonçalo (RJ), 57% por ônibus;

Acauã (PI), 80% motocicleta;

Afuá (PA), 75% bicicleta; e

Cairu (BA), 78% a pé.

A distância também pesa: cerca de 40 milhões levam de 6 a 30 minutos até o trabalho, enquanto 1,3 milhão gastam mais de duas horas. Em São Paulo, 27,9% levam mais de uma hora; no Rio, 29,8%.

O mapa revela um país que se desloca de formas diferentes conforme a região e a estrutura urbana. Carro, ônibus e motocicleta dominam, mas 16,8 milhões de trabalhadores vão principalmente a pé ou de bicicleta, mostrando o peso da mobilidade ativa.

Principal meio = categoria na qual a pessoa passa mais tempo durante o trajeto casa–trabalho.

© 2026 Brasil em Mapas publi* Canal GeoLive

Fonte: Censo 2022 — IBGE

u/BrasilemMapas — 12 hours ago
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Os carros mais vendidos do Brasil (até jul 2026)

🚙 Os carros mais vendidos do Brasil (jun, 2026)

O mercado automotivo brasileiro iniciou o segundo semestre de 2026 com uma dinâmica clara nos emplacamentos: avanço consistente dos elétricos e manutenção da liderança tradicional da Fiat Strada.

No 1º semestre de 2026, do total dos emplacamentos 51% foram venda direta e 49% como varejo.

Em julho, os modelos eletrificados conquistaram o topo em 9 das 27 unidades da federação — exatamente um terço do país —, indicando uma mudança estrutural no padrão de consumo, ainda que gradual.

Esse avanço foi puxado principalmente por marcas como BYD e Geely, responsáveis por todas as lideranças elétricas no mês (seis e três estados, respectivamente).

Um ponto relevante é a distribuição geográfica: seis dessas vitórias ocorreram nas regiões Norte e Nordeste, mostrando que a eletrificação já não está restrita aos mercados do Sul e Sudeste.

📈Em termos de variação anual (jul/26 vs. jul/25), os maiores avanços percentuais entre as principais montadoras foram da própria BYD (+142%), da GWM (+136%) e da Honda (+32%), enquanto as maiores quedas vieram de Hyundai (-20%), Toyota (-11,6%) e Jeep (-8,4%).

🔋Apesar disso, a Fiat Strada segue dominante, liderando em 14 estados espalhados por todas as regiões. Outros destaques regionais incluem o Fiat Argo em Minas Gerais e o Renault Kwid no Paraná.

No consolidado, o ranking de julho também chama atenção pela presença crescente de eletrificados entre os mais vendidos — com três modelos no Top 10 — e pela primeira vez a GWM com seu Haval H6 entra no top 10, reforçando a diversificação do mercado.

O cenário aponta para uma transição em curso: enquanto líderes tradicionais mantêm escala e capilaridade, os elétricos ganham espaço de forma territorialmente mais ampla do que se observava até poucos anos atrás.

© 2026 Brasil em Mapas Publi* Canal MarketLive Dados: Fenabrave (jul 2026)

u/BrasilemMapas — 10 hours ago
▲ 425 r/Paraiba+2 crossposts

Turistas internacionais por estados de destino turístico

🧳🛫O Brasil registrou um recorde de 9,29 milhões de chegadas de turistas internacionais em 2025, o maior volume de sua história.

Impulsionado por atrações como a Amazônia, o Pantanal, os Lençóis Maranhenses, as Cataratas do Iguaçu, praias, patrimônio histórico e diversidade cultural.

O país também alcançou um recorde de US$ 7,9 bilhões (R$ 41,5 bilhões) em receitas geradas pelo turismo internacional.

🗺️Como ler o mapa

São Paulo lidera o turismo internacional no Brasil, com 2,75 milhões de chegadas de visitantes estrangeiros em 2025, o equivalente a 29,7% do total nacional. O estado ocupa a 1a posição no ranking e tem os EUA como principal país de origem dos turistas.

Seguido por Rio de Janeiro (2,20 milhões), Rio Grande do Sul (1,54 milhão), Paraná (1,03 milhão) e Santa Catarina (711,9 mil).

⭐O top 10 estados concentram 96% de todo o turismo internacional no país.

São Paulo lidera no turismo de negócios, o Rio de Janeiro destaca-se pelo lazer e grandes eventos, enquanto os estados do Sul recebem forte fluxo de visitantes dos países vizinhos.

O Nordeste consolidou-se como referência em turismo de sol e praia, com destaque para Bahia, Ceará e Pernambuco. No turismo de natureza, o Amazonas sobressai mundialmente pela Amazônia, enquanto Mato Grosso do Sul é reconhecido internacionalmente pelo Pantanal e por Bonito.

🇦🇷A Argentina permaneceu como principal mercado emissor, com 3,4 milhões de turistas (36,5%), seguida por Chile, Estados Unidos, Paraguai e Uruguai, que juntos responderam por cerca de 59% das chegadas.

Os dados foram harmonizados para representar o destino turístico final dos visitantes, oferecendo uma visão mais precisa da distribuição do turismo no país. Com recordes de visitantes e receitas, o Brasil reforça sua posição entre os destinos turísticos mais completos e competitivos do mundo.

© Brasil em Mapas (CCBY)

Fonte: Embratur (2025), Polícia Federal – DPF,

Banco Central – Receita do turismo internacional (BCB, 2025)

u/BrasilemMapas — 19 days ago
▲ 388 r/brasilemmapas+3 crossposts

Visualizando as Exportações Brasileiras para os Estados Unidos e China

China e Estados Unidos são os dois principais destinos das exportações brasileiras, mas com perfis bem diferentes.

No primeiro semestre de 2026, a China importou US$ 58,3 bilhões em produtos do Brasil, mais de três vezes os US$ 17,4 bilhões comprados pelos EUA. Enquanto o mercado chinês respondeu por 31,6% das exportações brasileiras, os Estados Unidos representaram 9,4%.

A diferença também aparece nas tarifas. Cerca de 81% das exportações para a China estão sujeitas a tarifas de importação e 19% de produtos com isenção e tarifa 0%.

Em contrapartida, os Estados Unidos isentam aproximadamente 51% das exportações brasileiras, enquanto 49% dos produtos estão sujeitos a tarifas.

A pauta exportadora para a China é fortemente baseada em commodities, com destaque para soja (US$ 20,2 bi), petróleo bruto (US$ 15,1 bi) e carne bovina (US$ 4,8 bi).

Já os EUA possuem uma pauta mais diversificada, incluindo petróleo, semimanufaturados de ferro e aço, aeronaves, máquinas, café, suco de laranja e carne bovina.

Na China, as tarifas variam conforme o produto, de 0% a 12% na maioria dos casos. Em especial, a carne bovina: 12% dentro da cota tarifária; 55% para volumes acima da cota anual de 1,1 milhão de toneladas.

Os dados mostram que a China compra muito mais do Brasil, mas também tributa uma parcela maior das importações, enquanto os Estados Unidos representam um mercado menor em volume, porém com maior proporção de exportações isentas das tarifas adicionais.

No comércio internacional, entender quem compra mais é tão importante quanto saber quem taxa mais.

© Brasil Em Mapas (2026)

Fonte: MDIC/ComexStat; U.S. Census Bureau; GACC; OMC (WTO). Dados: jan–jun/2026.

u/BrasilemMapas — 1 month ago
▲ 330 r/brasilemmapas+1 crossposts

Taxa de aprovação dos líderes mundiais do G20 (jun 2026)

Taxa de aprovação dos líderes mundiais do G20

Entre os líderes das maiores economias do mundo, apenas três superam a marca de 60% de aprovação: Narendra Modi (Índia, 70%), Lee Jae-myung (Coreia do Sul, 63%) e Sanae Takaichi (Japão, 61%).

Logo atrás aparecem Prabowo Subianto (Indonésia, 59%) e Mark Carney (Canadá, 54%), os únicos outros líderes com maioria de aprovação entre os países analisados.

Na outra ponta do ranking, os menores índices são de Friedrich Merz (Alemanha, 19%), Emmanuel Macron (França, 20%) e Keir Starmer (Reino Unido, 21%), refletindo o momento de desgaste político vivido por parte das principais economias europeias.

Também aparecem com aprovação abaixo de 40% líderes como Donald Trump (39%), Recep Tayyip Erdoğan (38%), Pedro Sánchez (38%), Giorgia Meloni (35%), Javier Milei (35%) e Cyril Ramaphosa (31%).

O cenário global revela um contraste marcante: enquanto diversas democracias asiáticas registram elevados níveis de apoio aos seus governos, grande parte da Europa enfrenta baixa popularidade de seus líderes.

Nas Américas, os índices permanecem intermediários, com Claudia Sheinbaum (49%), Lula da Silva (49%) e Donald Trump (39%).

O levantamento reúne pesquisas realizadas de abril a junho de 2026 e exclui China, Rússia e Arábia Saudita pela ausência de levantamentos públicos independentes e verificáveis.

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u/BrasilemMapas — 1 month ago
▲ 614 r/brasilemmapas+1 crossposts

População do Brasil com acesso à Internet

Percentual da população com acesso à Internet👨🏻‍💻

Aqui está um breve panorama do acesso da população dos moradores em domicílios com acesso à internet por unidades federativas.

🔹O percentual nacional da população com acesso à Internet é de 96,8%, o que equivale a 206,3 milhões de pessoas com acesso à internet, enquanto a proporção por domicílios com Internet está em 95% (76 milhões de domicílios).

🏡Por situação de domicílios, nas áreas urbanas está 97,5% e nas áreas rurais 91,6% (ante 88% de 2023 em regiões rurais).

Por grandes regiões, o Centro-Oeste possui maior % nacional com 98,2%, seguido de Sudeste (97,5%), Sul (97,4%), Norte (95,4%) e Nordeste (95,4%).

👨🏽‍💻 O Brasil está quase 100% universalizado quanto a disponibilização de Internet à população e domicílios brasileiros. Todos os estados estão com proporção acima de 90%.

Dentre as regiões metropolitanas, Goiânia e Manaus possuem as maiores proporções da população com acesso, 98,6% e 98,5, respectivamente.

🛜 Tipos de acesso: banda larga fixa: 89,2% e banda larga móvel: 85,9%.

Principais meios de acesso à Internet:

📲 Telefone móvel celular: 98,7%

📺 TV: 57,8%

💻 Microcomputador: 33,4%

📱 Tablet: 9,2%

Dos 4 milhões de domicílios ou 3,2% da população que não utilizava a Internet, os três motivos que mais se destacaram foram: nenhum morador sabia usar a Internet (36,5%), serviço de acesso à Internet era caro (25,9%) e falta de necessidade em acessar a Internet (25,2%).

© 2026 Brasil em Mapas @ brasilemmapas

dados: PNAD-Continua TIC 2025 (IBGE)

u/BrasilemMapas — 1 month ago
▲ 173 r/Economia+2 crossposts

Inflação no Mundo (% IPC jun 2026)

Taxa de Inflação no Mundo (Jun 2026) 📈🛒

Quem está conseguindo controlar os preços — e quem ainda enfrenta uma escalada?

A inflação continua sendo um dos principais termômetros da economia global. Embora muitos países tenham voltado a registrar índices mais moderados após os picos dos últimos anos.

Neste novo visual em parceria com o @Marketlivebr e @Economiaaraiz apresentamos a inflação anual registrada em junho de 2026 em dezenas de países.

🇪🇺 Enquanto parte da Europa e da Ásia mantém taxas relativamente baixas, algumas economias ainda enfrentam inflação elevada, impulsionada por crises políticas, conflitos, desvalorização cambial e desequilíbrios econômicos.

🇨🇳Um dos destaques é a China, que registra a menor inflação entre os países do G20 (1,2%).

🇺🇸Já os Estados Unidos registram 4,2%, ficando 1,0 ponto percentual acima da média mundial (3,2%).

🛢️No Golfo Pérsico, economias como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Omã, Catar, Bahrein e Kuwait também aparecem com inflação baixa, refletindo um ambiente de preços mais estável na região.

🇧🇷O Brasil aparece com inflação moderada (4,8%), acima da média mundial, em um cenário marcado por fortes contrastes entre as economias.

No mapa você encontra: A taxa de inflação de cada país; as maiores taxas do planeta; os países do G20 com menor inflação; a média mundial e a média da União Europeia; da deflação à hiperinflação.

A inflação afeta diretamente o poder de compra da população. Em níveis controlados, ela faz parte do funcionamento normal da economia. Quando foge do controle, porém, corrói a renda, aumenta a incerteza e dificulta o crescimento.

Fonte dos dados: Trading Economics (junho/2026). Elaboração: Brasil em Mapas © 2026

u/BrasilemMapas — 1 month ago

Evolução do IDH do Brasil, 1974—2024 (valor final por presidentes e média do mandato)

Evolução do Índice de Desenvolvimento Humano no Brasil (1974–2024) 🌐🇧🇷

O Brasil passou por uma profunda transformação social nas últimas cinco décadas. Entre 1974 e 2024, o IDH avançou de 0,487 para 0,805, um crescimento de 65,3% em 50 anos.

🔹O menor valor da série foi registrado em 1974 (0,487 – muito baixo) e o maior em 2024 (0,805 – muito alto).

Os maiores níveis de cada década foram: 0,518 (1979), 0,610 (1989), 0,663 (1999), 0,722 (2010), 0,782 (2019) e 0,805 (2024).

Os períodos de maior avanço ocorreram entre 1975-1980 e 2011–2015, impulsionados pela urbanização, expansão da infraestrutura, aumento da escolaridade, da #renda, da expectativa de vida e pela redução da pobreza.

Entre 1990 e 2010, o crescimento foi estável, enquanto 2016–2021 foi marcado por desaceleração, influenciada por crises econômicas, pandemia e aumento do custo de vida.

O país evoluiu de níveis de desenvolvimento humano "muito baixo" antes de 1974 para "baixo" nos anos 1980, "médio" no final da década de 1980 pra 1990, "alto" nos anos 2000 e 2010 e alcançando pela primeira vez a categoria de "muito alto" desenvolvimento humano em 2024.

Apesar dos desafios, a trajetória histórica do IDH evidencia a resiliência e a capacidade do Brasil de ampliar oportunidades e melhorar as condições de vida da população ao longo do tempo.

© Brasil Em Mapas 2025 (CCBY)

u/BrasilemMapas — 1 month ago
▲ 1.7k r/brasilemmapas+2 crossposts

Índice de Desenvolvimento Humano Municipal no Brasil, 1970—2026

Cinco décadas de IDH do Brasil em 1 minuto.✍🏼🇧🇷

O Brasil passou por grande progresso e muita gente não percebeu. O país reduziu fortemente o analfabetismo e a mortalidade infantil, ampliou o acesso à educação, aumentou a expectativa de vida e elevou a renda média da sua população.

Apesar de crises econômicas, recessões, desigualdades regionais e da pandemia, a trajetória predominante foi de avanço contínuo nos indicadores de educação, longevidade e renda, levando o Brasil a alcançar o maior nível de desenvolvimento humano de sua história.

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© Brasil Em Mapas 2026 (CCBY) • Fontes: PNUD/ONU/FJP/Ipea, Radar IDHM Pnud e IBGE • Série histórica harmonizada do IDHM (1970–2024) por Brasil em Mapas e projeção 2025 e 2026.

u/BrasilemMapas — 1 month ago

IDH-M por Estados do Brasil (2024), Variação % IDH-M (1980—2000, 2000—2024)

Análise da evolução do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) no Brasil, 1980–2024 🌐🇧🇷

O Brasil chega ao IDH muito alto em 2024 e você não percebeu. O que isso significa — e como o país mudou desde 1980.

Em 2024, o Brasil alcançou um marco histórico: IDH-M de 0,805, entrando no grupo de “muito alto desenvolvimento humano”. O resultado consolida uma trajetória iniciada nos anos 1980, quando o país partia de um patamar bem mais baixo, e que se acelerou especialmente a partir dos anos 2000.

📚Entre 1980 e 2000, o avanço foi mais moderado (+0,115 ponto; ~28%), em um contexto de instabilidade econômica e transição institucional. Já entre 2000 e 2024, o país registrou um salto mais intenso (+0,210 ponto; ~38%), refletindo expansão social, melhora na renda e avanços em educação e saúde.

Entre 2023 e 2024, todas as regiões avançaram, mas em ritmos diferentes — revelando um processo de reequilíbrio regional. Áreas que historicamente concentrava os piores indicadores passaram a crescer mais rapidamente, impulsionadas por melhorias na renda, educação e condições de vida.

💵O Norte lidera esse movimento (+9,1%), seguido por Centro-Oeste (+8,6%) e Nordeste (+7,8%). Já Sul (+6,0%) e Sudeste (+5,1%) seguem evoluindo de forma mais gradual, esperado diante de uma base já elevada. Esse padrão não indica estagnação, mas maturidade do desenvolvimento.

Mesmo com a interrupção causada pela pandemia — que levou a uma queda de -0,004 pontos no IDH entre 2020 e 2021 — o país retomou sua trajetória a partir de 2022, reforçando uma tendência estrutural de longo prazo.

👵🏻A longevidade foi o principal motor do avanço, refletindo ganhos na expectativa de vida. A educação aparece em seguida, com expansão do acesso e da escolaridade, enquanto a renda ainda evolui de forma mais lenta, como o principal desafio.

O resultado é um Brasil que continua melhorando seu desenvolvimento humano enquanto reduz, gradualmente, suas desigualdades internas — aproximando realidades regionais e consolidando um novo patamar de progresso social.

© 2026 Brasil Em Mapas (CCBY)

Dados: PNUD/ONU, IBGE, IPEA

u/BrasilemMapas — 1 month ago

Agregador de pesquisas eleições presidênciais 2026 | intenção de votos 1T e probabilidade de vitória 2T

🗳️A análise do Brasil Em Mapas consolida pesquisas nacionais de intenção de voto realizadas por diversos institutos ao longo do ciclo eleitoral de 2025 e 2026, utilizando agregação estatística dos levantamentos, projeções de tendência para o primeiro turno e modelagem probabilística para o segundo turno.

No cenário de primeiro turno das eleições 2026, a agregação das pesquisas indica liderança de Lula Da Silva, seguido por Flávio Bolsonaro, com os demais candidatos aparecendo em patamares significativamente inferiores.

As projeções apontam para uma disputa sem vencedor em primeiro turno, tornando a realização de um segundo turno o cenário mais provável.

🧩Para o segundo turno, foram consolidadas 15 pesquisas nacionais realizadas por institutos como AtlasIntel, Datafolha, Genial/Quaest, Paraná Pesquisas, PoderData, Nexus Pesquisa, Gerp, Veritá, Real Time Big Data, Meio/Ideia, Apex/Futura, Alfa Inteligência, Vetor/Arrow, VOX Brasil e Indexa.

A média agregada dos levantamentos aponta 52,4% dos votos válidos para Luiz Inácio Lula da Silva e 47,6% para Flávio Bolsonaro, uma vantagem média de 4,8 pontos percentuais para o atual presidente.

A partir dessa base, o modelo do Brasil Em Mapas em parceria com o LGAC Comunicação aplicou técnicas de inferência bayesiana e 10.000 simulações de Monte Carlo para estimar a probabilidade de vitória de cada candidato.

🔹O resultado indica Lula como favorito, com 76% de probabilidade de vitória, enquanto Flávio Bolsonaro apresenta 24%.

Considerando a dispersão observada entre os institutos, as margens de erro e a transferência de votos em um eventual segundo turno, a estimativa central do modelo projeta 51,5% dos votos válidos para Lula e 48,5% para Flávio Bolsonaro.

Os resultados apontam vantagem consistente para Lula, mas dentro de um ambiente eleitoral ainda competitivo e sujeito às incertezas inerentes ao processo democrático, indicando que a disputa segue aberta e dependerá da evolução da campanha, do contexto econômico e do comportamento do eleitorado até outubro de 2026.

📂Relatório de pesquisa completo em www brasilemmapas com

u/BrasilemMapas — 2 months ago
▲ 557 r/brasilemmapas+1 crossposts

Produção Mundial de Café

Produção global de café 2025☕

O café é uma das bebidas mais consumidas do mundo, mas sua produção é altamente concentrada em poucos países próximo à linha do Equador.

Esse cenário torna o mercado global estratégico e sensível a fatores climáticos.

Na safra 2025/2026, a produção mundial deve atingir 178,8 milhões de sacas (10,73 milhões de toneladas), segundo o USDA — um crescimento de cerca de 2%. O avanço é puxado pela recuperação do Robusta na Ásia e por uma safra recorde na Etiópia.

O Brasil segue líder isolado, com cerca de 35% da produção global, junto com Vietnã somam mais da metade da produção global, enquanto os 10 maiores produtores concentram aprox 87% da oferta mundial, indicando um cenário de normalização e maior equilíbrio no mercado.

© Brasil em Mapas 2026 (CCBY)

fonte: USDA/FAS World Markets and Trade (2025/26).

u/BrasilemMapas — 2 months ago
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PIB per capita dos estados Brasileiros por países equivalentes

O PIB per capita dos estados brasileiros, quando convertido para dólar e comparado a países, revela um panorama de forte heterogeneidade regional.

O Brasil como um todo tem PIB per capita em torno de US$ 12,3 mil em 2025, segundo dados do International Monetary Fund (FMI). O país posiciona-se na faixa de economias emergentes globais de renda média alta.

O Distrito Federal lidera com nível semelhante ao de economias do leste europeu de renda média-alta, enquanto estados do Centro-Sul se aproximam de países emergentes melhores estruturados e nordeste a países em desenvolvimento.

No recorte regional, o Sul e o Sudeste apresentam os maiores níveis: São Paulo se aproxima do México, enquanto o Rio de Janeiro se posiciona próximo da Argentina em renda per capita, refletindo um perfil intermediário dentro do cenário latino-americano.

Estados do Sul como Santa Catarina e Rio Grande do Sul se aproximam de países do leste europeu, como Albânia e Geórgia. No Centro-Oeste, Mato Grosso tem patamar semelhante ao do México agrícola-exportador, assim como São Paulo.

No Norte, o Amazonas se aproxima do Equador, e no Nordeste, a Bahia se posiciona próxima ao Iraque. O mapa evidencia um Brasil com perfis econômicos comparáveis a diferentes blocos do mundo, dentro do próprio território, mostrando a desigualdade interna do país quando visto sob uma escala internacional.

© 2025 Brasil em Mapas (CCBY)

💬 Pensamentos?

u/BrasilemMapas — 2 months ago

Pirâmide do Potencial Consumo das Famílias Brasileiras

🛒💵 O mercado consumidor brasileiro segue gigante e cada vez mais impulsionado pela força da classe média.

Em 2025, o potencial de consumo das famílias no Brasil alcança cerca de R$ 7,54 trilhões, segundo levantamento do Brasil Em Mapas com dados do IPSMaps, IBGE e FGV Social.

🛍️ A estrutura social brasileira mostra forte concentração no centro da pirâmide. A Classe A reúne 6 milhões de pessoas (3% da população) e concentra R$ 1,2 trilhão em potencial de consumo.

Já a Classe B, considerada renda média alta, soma 30,7 milhões de brasileiros e movimenta R$ 3 trilhões — o maior volume entre as classes.

O grande destaque está na Classe C. A renda média brasileira concentra cerca de 130 milhões de pessoas (61% da população) e possui potencial de consumo de R$ 2,6 trilhões, reforçando o peso econômico do consumo popular.

Enquanto isso, as classes D/E (baixa renda), ainda representam 47 milhões de brasileiros e movimentam R$ 738 bilhões.

🤑 Somadas, as classes B e C formam a classe média brasileira, que concentra R$ 5,6 trilhões — cerca de 74% de todo o potencial de consumo nacional.

O dado reforça como o crescimento econômico, o varejo, os serviços e o consumo digital dependem cada vez mais da renda intermediária no país.

Mais do que um dado econômico, o poder de compra, gasto e consumo brasileiro revela um país onde o centro da pirâmide passou a ditar grande parte do ritmo da economia nacional.

© 2026 Brasil Em Mapas @brasilemmapas

Dados: IPSMaps, FGV, IBGE (2025)

u/BrasilemMapas — 3 months ago
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Idade da mãe ao nascimento do primeiro filho

A idade das mulheres ao tornar-se mães, ao nascimento do primeiro filho🤱🏼

As mulheres no Brasil estão tendo seu primeiro filho cada vez mais tarde. A média de idade ao dar à luz o primeiro filho está aumentando gradualmente e chegou a 26 anos em 2024, segundo o dado mais recente.

A idade média aumentou na maioria das unidades da federação durante este período, embora em graus variados.

📅Nos estados com mães mais jovens do Brasil: Amapá e Pará, a média de idade no nascimento do primeiro filho é 21 anos.

Em Goiás, foi observado uma das maiores variações, onde a idade aumentou (+7 anos), de 21 anos em 2017 para 28 anos em 2024.

Os estados do sul, mais Minas Gerais, Paraíba e Distrito Federal possuem as maiores médias, de 29 anos. Em SP houve uma diminuição na variação (-1 ano), de 27 para 26 anos.

Enquanto no RJ, considerado um dos estados com população mais velha, houve uma variação (+4 anos), de 23 anos em 2021 para 27 em 2024.

📈Por outro lado, no Piauí, com uma média de 23 anos, houve um incremento de +5 anos, quando em 2017 era de 20 anos para 25 em 2024, assim como o Ceará com variação de +5 anos, de 22 em 2017 para 27 anos.

Em Santa Catarina também houve aumento de +3 anos, de 26 para 29 anos.

O sul (29 anos), sudeste (27) e c-oeste (27) seguem acima da média nacional (26 anos), nordeste (25,8) e norte abaixo da média.

A média mundial está em 28 anos (2024). A média da Europa é 30 anos, Estados Unidos (27) e China, 28 anos.

🤱🏽Espera-se que no Brasil a média de anos da mulher tornar-se mãe no primeiro parto aconteça entre 28 a 29 anos em 2030. Este dado está cada vez mais próximo, pois tem aumentado o percentual de mulheres que engravidam após os 30 anos.

Além de a primeira gravidez acontecer cada vez mais tarde, o número de filhos por mulher também só tem diminuido em todo o Brasil.

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© 2026 Brasil em Mapas (CCBY) @brasilemmapas

fonte: Estatística do Registro Civil/IBGE (dado 2024), ref.: OCDE, WOID, Eurostat

u/BrasilemMapas — 3 months ago

População Inadimplente no Brasil

População Inadimplente no Brasil💳

O Brasil chegou a março de 2026 com 82,8 milhões de inadimplentes — o equivalente a 50,5% da população adulta.

Na prática, 1 em cada 2 brasileiros adultos está com dívidas em atraso. O total já supera R$ 557 bilhões, distribuídos em mais de 338 milhões de contas negativadas.

📊 O Amapá e Espírito Santo lideram, com cerca de 65% da população adulta inadimplente, seguidos por Distrito Federal (62,8%) e Amazonas (60,1%).

Na outra ponta, Santa Catarina (40,5%) e Piauí (41,2%) registram os menores índices — ainda assim elevados.

Em números absolutos, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram a maior parte dos inadimplentes do país.

Sudeste (~56,6%) e Centro-Oeste (~55,7%) aparecem entre as regiões mais pressionadas, acima do Norte (~54,4%). O Sul segue com os menores índices (~44,1%).

📉 O avanço vem de longe:

2015: ~57 milhões

2019: ~63 milhões

2022: ~69,4 milhões

2026: 82,8 milhões

Entre 2022 e 2026, nenhum estado reduziu a inadimplência, pós pandemia.

🔺 Maiores altas:

Espírito Santo (+66,1%), Amapá (+27,4%), Mato Grosso do Sul (+26,8%) e Distrito Federal (+24,1%).

Menores altas:

Acre (+7,5%), Goiás (+7,8%), Minas Gerais (+8,6%), Pará (+9,6%).

Entre os principais fatores estão expansão do crédito, aumento do consumo, juros altos, custo de vida pressionado e uso intenso do cartão e crédito rotativo.

A inadimplência deixou de ser exceção e passou a ser um fenômeno estrutural no Brasil.

© 2026 Brasil Em Mapas @ brasilemmapas

fonte: Serasa Experian (2026)

u/BrasilemMapas — 3 months ago
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Evolução do PIB Per Capita do Brasil (1960—2026)

Evolução do PIB Per Capita do Brasil (1960—2026)💵📊

Aqui está a evolução do PIB per capita nominal em dólares correntes, visualizados em 70 anos, dentro dos contextos político-econômicos, entre 1960 a 2026, mais projeção até 2030.

▪A década de 1960 a 1980: no começo do Regime Ditatorial no Brasil, o PIB per capita era $254, em 1964. Do chamado "Anos dourados" de 1975, ao final do regime era nada mais que $1.200, similar o de Lesoto, na África, atualmente.

▪ Na década de 1990, com efeitos dos anos de retrocessos da ditadura, seguiu a "Década Perdida" de 1980. A década de 90' iniciou com $2.592 de per capita, similar ao de Congo hoje.

Registrado hiperinflação, confisco das cadernetas de poupança e implantação do Plano Real. O maior aumento da década foi em 1997 ($5.320). 1999 terminou com $3.500, similar a Nicarágua em 2026. A média mundial da época era em torno de $5.500.

▪Na década de 2000 observa-se a $3.750 e uma queda em 2002 para $2.840 - o menor valor da década, com desvalorização do Real, a década fechava 2009 com a Recessão Global com $8.570, equivalente ao per capita de hoje da Jamaica.

▪A década de 2010 começou com $11.340, similar ao de Belarus hoje, com boom de preço das commodities (início de parceria comercial com a China em 2009) e inflação controlada. O país alcança o pico histórico a $13.330, em 2011.

Em meados da década, em meio a Crise Brasileira de 2015, observou-se queda para $8.810, em 2016 (mesmo patamar de 2009). A década fecha em $9.000, em 2019, com alta inflação de dois dígitos e uma crise econômica e institucional.

▪A década de 2020 inicia com $7.060, agravada pela Crise da Covid-19, alta das commodities, alta inflação e redução da renda média.

O ano de 2022 fechou com $9.260, (mesmo 2018), trazendo consigo a Crise do Custo de Vida que se entende até anos recentes — 2025 apresentou um per capita de $10.690 e 2026 a $12.310.

O FMI projeta para 2030 um PIB per capita brasileiro de $14.800. A média mundial atual 2026 é $14.217.

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fonte: FMI, World Bank

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