Bora fazer uma rinha de Deuses?
Cada religião tem seu(s) Deus(es), proponho um torneio entre eles, quem vencer, ganha.
Quem for Ateu/Agnóstico, não precisa invocar nenhum Deus, vai no x1 mesmo.
Quem topa?
Cada religião tem seu(s) Deus(es), proponho um torneio entre eles, quem vencer, ganha.
Quem for Ateu/Agnóstico, não precisa invocar nenhum Deus, vai no x1 mesmo.
Quem topa?
Renda atual de R$ 4k, mas R$70k investidos...
Atualmente tudo concentrado no Nubank, uso o cartão comum, sem nenhum benefício.
Consigo algo melhor baseado no patrimonio e não na renda que é um pouco baixa?
Queria pelo menos 0.5% de cashback, qualquer coisa que fosse diferente de 0.
I thought the problem was my PC, but as you can see in the video, it's only using 50% of its capacity...
Não sei se vcs já testaram o GPT com o novo modo voz, onde ele conversa com uma fluidez absurda, não existe mais aquele delay para pensar e responder. Ele ouve sua voz e responde simultaneamente.
Parece que estão levando esse conceito além, e já temos essa nova versão realizando seus trabalhos no PC apenas por comando de voz.
Até onde isso pode ir? Parece avançar tão rápido, como estaremos daqui a 5 anos? Já imagino possibilidades como novos conceitos de interfaces sem botões e uma mudança na forma como o usuário acessa a internet, talvez mouse e teclado se torne algo arcaico...
Diferente do que muita gente acredita, o agnosticismo não diz respeito necessariamente à indecisão, neutralidade ou à ausência de uma posição.
O agnóstico possui uma posição bem definida: a de que não sabemos se Deus existe ou não. Portanto, agnosticismo não trata propriamente de crença, mas de conhecimento.
Dessa forma, não me parece coerente tratar o agnosticismo como uma oposição ou uma “terceira via” entre ateísmo e teísmo, pois são categorias que respondem a perguntas diferentes.
Minha tese é que ateísmo e teísmo fariam mais sentido como subcategorias de uma condição agnóstica mais ampla.
Sendo assim, como não temos justificativa ou evidência intersubjetivamente verificável suficiente para estabelecer a existencia/inexistencia de Deus como conhecimento, então todos seríamos, agnósticos.
A diferença estaria na crença, onde vc pode se encaixar em uma das duas:
Me veio esse pensamento aqui agora.
Pq Deus permite a existencia de pessoas que não serão salvas?
Se eu soubesse, antes de nascer, que não seguiria a Deus e seria jogado no fogo pela eternidade, optaria pela não existencia.
Pq Deus não deu a livre escolha a nossa alma antes do nascimento? Dessa forma, quem fosse para o inferno, seria quem verdadeiramente optou por isso, e não foi influenciado pelas inúmeras tentações do mundo.
When the game was finally getting to the showdown, I just lost everything.
Sou agnóstico e não acredito, por enquanto, que exista algo após a morte. Mas, para quem afirma ter certeza de que Deus existe e que há uma vida eterna, não seria irracional não seguir sua religião de forma radical?
Se eu tivesse certeza de que o Deus cristão existe e de que um paraíso eterno me espera após a morte, dedicaria minha vida a seguir os mandamentos, orar, evangelizar e abdicar de tudo que fosse necessário, me recusaria até a usar redes sociais, seria algo extremo. Afinal, esta vida seria passageira diante da eternidade, e eu com toda certeza iria querer garantir minha vaga nesse tal paraíso.
Mas não é isso que vejo na maioria dos cristãos. Então surge a dúvida: vocês realmente acreditam nisso ou a religião é mais uma mistura psicologica de esperança, medo, pertencimento a um grupo, hábito ou até mesmo uma forma de lidar com a possibilidade de que, após a morte, tudo acabe?
Pensei aqui, se eu fosse ficar durante a eternidade no céu, isso se tornaria cansativo e entediante.
Entendo que tédio é uma característica humana, ou seja, não teríamos isso no céu. Se não teríamos tédio, então teríamos nossa consciência modificada para conseguir tolerar esse tempo infinito.
Porém, é possível que uma consciente finita consiga experimentar uma existência infinita sem perder sua identidade ou seu senso de significado?
Eu ainda seria eu depois de 10^120 anos?
Acredito que haja certo consenso de que o que está no livro de Gênesis não deve ser interpretado literalmente, até porque, se fosse, poderíamos questionar seriamente a credibilidade das religiões que adotam essa leitura. Com o conhecimento que possuímos hoje, já é possível identificar inúmeras incoerências, que nem precisam ser citadas aqui.
Meu ponto, porém, gira em torno do argumento de que a Bíblia seria uma revelação de Deus. Geralmente, esse argumento vem acompanhado da afirmação de que Gênesis contém relatos simbólicos ou teológicos. Sendo assim, essa interpretação simbólica já era sustentada pelo próprio texto e pelos leitores antigos ou passou a ser enfatizada principalmente depois que a leitura literal entrou em conflito com as descobertas científicas?
Além disso, se Deus inspirou o autor, por que permitiria que uma mensagem divina fosse transmitida por meio de uma narrativa que parece descrever acontecimentos que não ocorreram daquela forma?
I know there are community extensions that do this, but seriously, isn’t there a built-in setting for it?
Um dos principais argumentos defendidos pelos cristãos é o livre-arbítrio como causa primária do sofrimento. O mal existe, pois o ser humano pode escolher e, muitas vezes, ele escolhe fazer o mal.
Eu, como ser humano, vou contra essa decisão de Deus. Sim, isso mesmo: eu, um mero mortal, discordo da decisão tomada por Deus.
Se eu fosse Deus, toda a minha criação teria um livre-arbítrio limitado - só poderia escolher entre coisas boas - e a possibilidade do mal não existiria.
O mundo seria mais feliz e todos sairiam ganhando. Não consigo ver onde isso seria problemático. Já que o mal só leva ao caos, à destruição, ao sofrimento e, como defendido em algumas linhas de pensamento cristão, ao sofrimento eterno no fogo do inferno, por que não remover essa possibilidade?
I made a post here 24 days ago showing how obvious this move was. Many doubted it, but looks like I was right.
Atualmente, presto serviço (PJ) como desenvolvedor para uma empresa. Recebi uma proposta de outra empresa no mesmo ramo da atual, uma concorrente dela. Lembrei que havia uma cláusula no meu contrato atual de não concorrência, impedindo que eu trabalhe para qualquer outra empresa que possua atividades semelhantes à atual pelo período de 12 meses após a rescisão.
Pelas minhas pesquisas, um dos requisitos para a validade dessa cláusula de não concorrência seria uma compensação financeira durante o período em que eu ficaria proibido de trabalhar nesse ramo. Porém, o contrato não fala absolutamente nada sobre essa compensação financeira, isso é o suficiente para tornar essa cláusula nula caso queiram me processar depois?