u/nofroufrouwhatsoever
Do you like the smell of the musk steam when you shower?
reddit.comprimeiro campeonato de farmar aura em Pernambuco
Estado brasileiro mt mais a frente do que os outros do país. amo meu PE!!!
Ausbauing Low German and Swiss German under standard German is more gross than ausbauing Portuguese, Spanish and Italian under Neolatino. In fact "German" is a gross misnomer and they should pick new names like the Arpitans did.
É uma violência epistêmica ser obrigado a conviver com sneeds, e ela fez eu achar que sou homem cis
Nas comunidades trans e não-binárias, é comum a intersecção com autismo, TDAH, borderline e C-PTSD (transtorno de estresse pós-traumático complexo).
Devido a várias razões neuropsiquiátricas que não são o foco do meu post (e falo como alguém que tem autismo e TDAH, e que tinha gatilho de ansiedade ao levar unfriend no Facebook), isso cria espaços extremamente preciosistas onde a presença de pessoas vistas como preconceituosas ou negativas é imediatamente combatida, porém a definição deles dessas coisas é sempre tão extremamente frutinha e fora da realidade, que se tornam echo chambers extremamente propensos à cultura do cancelamento.
Essa cultura onde você se acha um wholesome chungus por ser extremamente inofensivo, a ponto de você ser um problema político, foi apelidada de forma humorística por mulheres trans do 4chan de sneed, em redução de special needs, necessidades especiais. Mas o termo acabou se consolidando devido à forma como é um problema recorrente.
Muito antes disso e com um tom bem sóbrio, Julia Serano discute a cultura do cancelamento como um risco existencial extremamente grave para mulheres trans em seu icônico livro Whipping Girl — são abandonadas ou sofrem violência direta da sociedade, mas são chutadas de suas supostas comunidades por não serem perfeitas, cobradas a um nível muito mais extremo que outros grupos.
Um certo pensamento proto-TERF (feminista radical transfóbico) é muito comum na mentalidade de mulheres cis, homens trans e pessoas não-binárias entendidas como sendo do sexo feminino e atribuídas ao gênero feminino ao nascer (vou chamá-las de DFAB [deemed female at birth] daqui em diante; eu, no caso oposto, sou não-binário DMAB) devido a uma vida inteira de traumas sofridos por parte de homens cis, e muitas vezes eles direcionam isso na direção de pessoas DMAB não-cis.
A análise de Julia postula uma transmisoginia, uma opressão única a ser uma pessoa DMAB feminina que não é homem cis (ou transfeminina), onde além de todo o foco com intenção por vezes exterminadora da cultura geral cisheteropatriarcal quanto às mulheres trans, travestis e pessoas com demais experiências de gênero alinhadas a essas, existe também o desinteresse de mulheres cis hétero e do resto da sigla arco-íris em prezar pelo seu bem-estar, afinal não é problema deles, e em contribuir com ideologias que te vilifiquem.
Sendo bem claro, EU não sofro transmisoginia diretamente. Não porque nenhum não-binário sofre, mas é que eu não sou transfeminina. Eu tenho uma identidade de gênero muito, muito, muito complicada, quando eu fiz uma equação dela em 2017 deu várias linhas de terminologia do Tumblr, um atrás do outro, mas no seu centro e num resumo extremamente grosseiro, eu não me sinto contemplado nem pelo feminino, nem pelo masculino, pelo menos na minha essência.
Eu comecei a me sentir mais masculino conforme os anos passavam talvez ao envelhecer e sofrer ação dos hormônios, talvez por autoandrofilia por excesso de bara e norpo gay, mas principalmente por notar que os sneeds da comunidade não-binária têm inúmeros defeitos de personalidade que o patriarcado sempre atribuiu a mulheres (ser maria-vai-com-as-outras, ser normie raso pra caralho, deslealdade, se fazer de vítima por tudo, falsidade, dar chilique porque é contrariado num A, não aceitar quando perde um argumento, não ter boa fé em relação a uma pessoa que você não gosta, julgar os outros por aparência e status, falta de senso crítico, falta de auto-crítica, necessidade constante de aprovação externa) e que, quanto mais transparentes eles ficavam, mais eu ficava feliz por ser biologicamente testicular-wolffiano e ter sido criado como homem?
Esse "você ter sido criado como homem", que inclusive, é sempre esfragado na cara de pessoas DMAB não-cis como se fosse nossa culpa, nossa escolha, algo ao alcance do nosso controle, e algo que indiretamente indica quem deve ser ouvido e quem tá errado. Então eu não comecei a ter esse sentimento por ser mau-caráter, foi uma revolta, um despeito e um rancor que foi alimentado ao longo de anos.
E óbvio, como pessoas não-cis não-impactadas por transmisoginia (TME, transmisogyny-exempt) guardam rancorzinhos fúteis, elas se tornam candidatas ideais a aliciamento ideológico por parte de TERFs, às vezes não por trauma apenas e sim por mau-caratismo vindo de uma pessoa que já tinha arcabouço pra ter racionalidade quanto à questão. E aí escolhem o tipo de transfobia que elas endossam (afeta quem elas odeiam), e as que condenam (a que bate na bunda delas). Com não-binários que não fazem absolutamente nada além de falar que são nb (como eu...) isso é um passe livre pra concordar com quase tudo, já que basicamente são como mulheres cis, só usando outro nome e outro pronome.
Inclusive, daí foi cunhado o termo theyfab para descrever esse tipo de pessoa. Mas ele acabou se generalizando e agora usam ele pra qualquer pessoa não-binária DFAB. O nofroufrouwhatsoever de 2013-17 acharia isso o cúmulo do absurdo, misgendering, hipocrisia, etc. mas o atual eu acha que... se você pertence a essa categoria, à luz de todas as coisas ruins que acontecem com pessoas trans ao redor do mundo e da fadiga que isso gera, têm o direito de achar ruim e ofensivo e mandar quem chama você disso ir se foder... mas se você tenta cancelar a pessoa falando que é transfobia, você tá sendo um sneed idiota e inconsequente. Inclusive as pessoas podem me chamar de menby e theymab e eu nem tchum. Aliás, acho esse estereótipo de não-binário performático histérico um perigo existencial tão grande pra sigla no momento histórico que vivemos desde que a luta por direitos trans se tornou numa treta mainstream, que eu decidi por volta de 2019 com então 24 anos aceitar ser chamado de homem cis.
E aí surgiu a pulga atrás da orelha. Eu parei de sentir disforia física com 19 anos. Eu parei de ter gatilho se as pessoas invalidam meu gênero com 23. Eu comecei a identificar traços de personalidade meus como fundamentalmente masculinos. Eu comecei a desprezar traços de personalidade em pessoas DFAB que eu via como femininos — eu sempre senti um certo cringe com aquele estereótipo de gay afetado camp e morria de medo de me verem daquele jeito ao mesmo tempo que tinha náusea quanto a masculinidade hegemônica (possível razão pela qual o "centro" do meu gênero é neutrois misturado com maverique, dois gêneros diferentes que são ao mesmo tempo desmasc e desfem) —, me tornando aquilo contra o qual eu sempre jurei lutar e provando o ponto de quem me chutava, odiava e excluía. Eu passei a querer que me reconhecessem como diferente *deles*. Porra, eu acho que VIREI homem cis. E aos poucos comecei a falar que sou homem cis e não-binário, que sou [ex-] não-binário, mas muito insatisfeito em não poder dar contexto. Porque querendo ou não, a minha bagagem é completamente diferente da de quem sempre foi homem cis binário.
Nada disso me impediu de querer, entretanto, continuar participando de discussões como uma pessoa com algum conhecimento de causa da comunidade trans. Sendo sempre muito respeitoso com mulheres trans e homens trans, e usando da minha "imunidade" da auto-libertação ao me proclamar abertamente homem cis mesmo, podendo cortar sneeds não-binários que forcem a barra. Mas ninguém quer saber exatamente da minha bagagem. Pessoas transfemininas estão exaustas com transmisoginia de todos os lados e não querem saber se eu sou um homem cis bi legalzinho e justo, elas vivem no mundo delas. Não-binários sentem cringe e me veem como alguém que traiu o movimento. Homens trans veem "that's nice... I guess?" e seguem em frente. E isso meio que me destrói.
E aí surgiu a lâmpada na minha cabeça. Eu nunca odiei feminilidade. Eu sempre odiei gente escrota, que proporcionalmente é maior ou mais danosa entre homens cis, e sneeds, que são mais numerosos ou mais danosos entre pessoas de vivência e/ou neuroendocrinologia feminina. Eu acabei caindo numa armadilha de estereótipos de gênero. Mas eu acho que não é minha culpa. A gente realmente deveria poder mandar "tu é um sneed de merda, vai tomar no seu cu".
Eu não sou um homem cis. Eu sou só um não-binário DMAB edgy. Precisamos acabar com a opressão dos sneeds contra os edgy.
🇧🇷 Countries I lowkey judge you for if you can't point to them on a map or identify by a combination of shape and names of local settlements
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You'd be surprised how topical this jak is, over and over
It's not very incomprehensible but people often get ragebaited by intracommunity jargon
rest in peace mona. 🐢♡
Portugueses são viciados em pauta americana, brasileira, alemã, italiana, francesa, suíça, canadense
Toda vez eu vejo algum sub de português falando de um problema importado da PQP, coisa que nem existe lá ou aqui, como um grande mousse ridículo, e eles usam isso também pra destilar preconceito. Meu filho, é tédio? Vai caçar uma receita de bacalhau pra fazer
Is Brazilian Portuguese developing /j/? [need help from 🇵🇹 speakers btw]
As many of you know, a stressed final syllable ending in /s/ in many dialects of Brazilian Portuguese leads to an epenthetic yod.
Pás/paz [ˈpäjs]. Rés [ˈhɛjs]. Vês/vez [ˈvejs]. Sós [ˈsɔjs]. Luz [ˈɫ̪u̟js].
We employ [j] [w] mostly for the sake of simplicity, I don't think any linguist has declared a need for us to analyze diphthongs as independent phonemes in Portuguese as opposed to sequences of two vowels.
Sure, you may argue, [w] and [j] between a consonant and a vowel are generally best understood as consonant clusters rather than as "rising diphthongs", the terminology we are taught in school.
But the thing is, we don't have any minimal pair justifying /w/ beyond rio /ˈʁi.u/ (river) and riu /ˈʁiw/ (he/she/the sir/the ma'am/you/we all laughed... because why make life complicated) that isn't otherwise covered by theoretical */kʷ/ */ɡʷ/. (Some speakers lack a rio/riu minimal pair, too, but that's not the case in the [js] zone.) Before non-velar consonants, we may break all instances of [wV] into [ʊ.V u.V ʊw.wV uw.wV] etc. in free variation.
But there's absolutely no /i/ vs /j/ minimal pair... that I know of, so far. I have said it in this sub, in fact. Maybe if you analyzed our marginal /tʃ/ in tchau, tchutchuca, etc. as /tj/, but you'd definitely be pushing it (for one, Portuguese people being inclined to simplify it to /ʃ/ as it's been done to our historical native /tʃ/ from historical evolutions from Latin doesn't help that argument).
In the last 3 days, though, something funny happened to me. Cabo Verde is in the World Cup and they are playing basically with an amateur team. They managed a tie against Spain. The most legendary is their goalkeeper, Vozinha. Reading it, I thought his nickname meant "high-pitched voice", or "quiet voice". But his voice is actually rather deep, and not very quiet either. Apparently, he was raised by his grandmother, leading to the nickname being actually "little grandma".
I pronounce those differently. High-pitched voice would be [vɔɪ̯ˈzɪ̃j̃ə]. A not totally standard pronunciation that people might try to suppress even if it's natural for them, mind you. Little grandma, [vɔˈzɪ̃j̃ə].
It's easy to analyze [vɔˈzɪ̃j̃ə] as /vɔˈziɲɐ/. But what phoneme does the [ɪ̯] segment in the other word represent? Clearly it's no longer just epenthesis if it's communicating a difference in meaning.
Is it /vɔsˈziɲɐ/? Should [js] be counted altogether as /s/, meaning if you bring the first element elsewhere, that counts as the whole phoneme?
Clearly it's not /vɔiˈziɲɐ/. Because if you inserted a hiatus in there, you'd get vó Isinha, "grandma Isinha". It has to specifically be pronounced as a yod.
Any argument against /vɔsˈziɲɐ/ would lead us to a theoretical */vɔjˈziɲɐ/. But I feel like if it was /vɔsˈziɲɐ/, this would lead to European Portuguese speakers having a [vɔˈʒɪ̃ɲə] ≠ [vɔˈzɪ̃ɲə] distinction, and this doesn't seem to be the case? Even in rare dialects where people do liaison with [ʒ] ([ʑ?])? Unless you determine that the /vɔsˈziɲɐ/ form is a Brazilian innovation.
And if we're innovating, should we double down and aim for the use of [j] for plurals like in Esperanto? We can't be bothered to use [s z ɕ ʑ] all the time, but I guess [j] is doable...
Anyone else likes guys' butts but you hate the way people pose for hole pics?
It's like a curse. I will notice every other guy's ass and obsess about straight guys and tops who have it phat, and of course I'd want to get inside them too, but if you actually try to call attention to your ass, it will feel like you're demeaning yourself trying to act submissive and breedable. If you act like a bottom it's like you're already being fem to me, and I lose interest.
​
Anyone else has this mental illness?
Is [ˈwʊ(r?)stə(r?)ʃə(r?)] broad transcription with some added English arrogance and you're actually supposed to pronounce it [ˈwʊɚ̯.ss̩.tɚ.ˌʃɚ] in North American English?
If it's Woostashire why spell it like that? I will pronounce it Worcestershire. I don't care.
Brazilians raised as boys: were you asked to say chiclete by your peers at a young age? Please state your age and try to describe something about your regional accent
Carioca, 31, yes, at ages 8, 9, 12 and 14.
Do you pronounce x/ch/j before á, ã, é, ê, i and ge/gi with the tip of your tongue pointing at your upper teeth or at your lower teeth/gum? And if you pronounce ti and di as if they were "tchi" and "dji", what's the shape?
In my case I have x/ch and j/g with the tip of my tongue pointing at the upper teeth (/ʃ/ [ʃ] /ʒ/ [ʒ]) before grinning or smiling vowels (/a ɐ ɐ̃ ɛ e ẽ i ĩ/) — but pointing downwards to the gum, making my tongue form a dome shape (/ʃ/ [ɕ] /ʒ/ [ʑ]), before rounded "biquinho" vowels (/ɔ o õ u ũ/). You also make the dome for the chiado sound (/s/ at the end of a syllable pronounced "as if it was a [Brazilian] x"). Ti and di for me are generally the "sorriso" [tʃ] [dʒ] instead of the "biquinho" [tɕ] [dʑ].
People younger than me in Rio de Janeiro are more likely to use the biquinho [ɕ] [ʑ] sound for everything instead, which definitely sounded feminine in the 2000s, and I wonder if it's because there's less bullying (or less socialization in real life in general?) now.
[HELP] my native language is developing a new phonological process and I hate it
Loss of /ʒ/ in Brazilian Portuguese as [ʑ → ç → x~h] might be happening in the next 300 years! I don't want my great-great-great-grandchildren to just speak nonsense Spanish, whether it's in a sci-fi or a post-apocalyptic dystopia!
Previously, debuccalization of coda /s/, of /v/ and of /ʒ/ was restricted to certain mostly rural registers of Northeast Brazil, and "rr" becoming [x χ h] in practically the whole country in a certain way halted the /v/ and /ʒ/ versions from spreading. The coda /s/ one otoh spread throughout Brazil, which is why you now may hear mesmo as [ˈmeɦmʊ] here in Rio. It's cute and doesn't do any damage. The OG ones might even pronounce it as [ɹ̝̊ ~ ɻ̝̊] which is 100 aura.
The thing is that I am now hearing SOUTHEAST Brazilians who employ [ɕ ʑ] for all positions of /ʃ ʒ/ pronounce gente as [ˈçẽ̞j̃t͡ʃ]. I was feeling whatever hearing it from paulistas for at least a while because they say "pra eu vim" (vir) and "quer que eu faço?" (faça)... but ... it happened... I heard ryente from a carioca YouTuber that I absolutely adore...
And it's all happening because Gen Z in this city is indeed losing the isqueiro-chiqueiro minimal pair like outsiders say we lack. No. Wtf. /ʃ ʒ/ ARE [ʃ ʒ] before unrounded vowels (like the [ɪ̥]/underlying /i/[∅] in chiqueiro)!!! When I was a child in the 2000s only women from certain favelas had the Minas Gerais and São Paulo [ɕ ʑ] everywhere situation! It sounds excessively childish, like going out of your way to be kawaii, hence their nickname "nem" (babe)!
It never happens to [ɕ] because /ʃ/ is produced a little longer than /ʒ/ and quite frankly it's weakly aspirated just like /p t k s/. Or, at least here in Rio, I feel like they are. If you're Brazilian, put your hand ahead of your mouth saying saco, porca, sujo, cuia and chato (strong puff of air from /p t k s/), then say mulher, lerdo, guerra and bigorna (air will come out warm where we have /ʁ/ but the rest of the word will not produce puffs), notice we may have breathiness in final unstressed vowels that feel just like the [ɦ] in bigorna and even the sonorants and /ʒ/ preceding them, sujo for me is [ˈsʰuʊ̯ʑ̊ʱʊ̤]. (OTOH, my /z/ doesn't get breathy.)
So we are safe from outright turning into Spanish. It seems this never happens to voiceless consonants.
But... why? Can't we develop a Great Vowel Shift with [ʉ ~ ʏ] instead so we sound really annoying, pretentious and French? Do we always need to be easily confused with our neighbors? Have we been angry at gringos for saying Rio de Haneiro (in their languages [not Spanish], trying to act cultured!) for nothing????
And if you're hispanohablante, Swedish or whatever other language that lacks anything like [ʒ] and new to Portuguese, well, try [ç] for /ʒ/. It sounds better than the devoiced sibilant, in fact I think I am the only one noticing people are now talking like that. 😐 The [ʃ̬ ~ ɕ̬] y'all use is too long and effortful, to the extent that it's jarring. "You still couldn't vibrate your vocal cords in time? Poor dear". No hate, my /r/ is almost always [r̥ː] and might sound jarring to you too.
Fellow native speakers: what's a pássaro to you?
In Brazil at least, not every ave is a pássaro. It's very odd and stinks of literal translation when I see a definition of pássaro that includes big ratites (e.g. ostriches, ñandús) and anseriformes (chicken, duck).
The thing is, not all pássaros have to fly. A kākāpō is a pássaro. Hell, a kiwibird is a pássaro. It's small and cute enough.
Not all neoaves are pássaros. Penguins are not pássaros.
Not all pássaros are small and cute. Owls and flamingos are pássaros.
Pássaros can be an animal we generally farm for food. A quail is a pássaro. I don't know why a chicken, a guineafowl, a duck, a goose aren't pássaros while quails are, but it's the case.
I am unsure on how I'd classify harpies and falcons.
Sometimes the classification fossilizes when an animal becomes extinct. Dodos are pássaros because they were pássaros when they were all killed, but if they were alive today, I'd say they obviously are not.
I feel like that's one of the most esoteric aspects of our language and I never see it discussed.
Quero achar post anti-homofobia casal gay fortão de mãos dadas na rua
Era um m3m3 do tipo demotivational (aqueles da era Epic Fail) com um fundo preto e maiúsculas em branco, provavelmente Times New Roman. Os dois caras eram musculosos e não estavam vestidos de forma leather ou skinhead característica, mas era vagamente nesse nível de hipermasculinidade.
A legenda fazia alusão ao homofóbico médio não ter cacife pra ir perturbar eles.
É muito velho, de antes da explosão do Facebook no Brasil de 2012-13.
Santa Catarina não tenta se ajudar quanto ao estereótipo que recebe
Na mesma semana em que tentam MAIS UMA VEZ abafar o caso Orelha, que está gerando uma onda de atentados copycat contra animais, um desembargador loiro recebeu o direito de manter uma mulher negra em regime de escravidão em casa. Enquanto isso, um juiz indígena corre o risco de perder o emprego porque seu biótipo "remete a figura de um traficante". Mostre isso pro seu amigo que fica de mimimi quando comparam o certo movimento atual ao bigodismo.
Eu tenho muito ranço de quem fala que o Sul é mais evoluído que o Rio de Janeiro, o Nordeste ou o Norte. Nenhuma parte do Brasil é santa, todas têm pessoas boas e ruins, mas eu acho que eles normalizaram uma the generação bem maior que o funk, a corrupção (que tem lá também, como o caso mostra) ou o rolezinho.
Kahanismo é a ideia de superioridade étnica e religiosa judaica. Ela motiva atentados na Palestina há mais de 70 anos, e na época já tinha contornos supremacistas e colonialistas. Está causando um genocídio de dezenas de milhares de pessoas por causa de um Estado onde 80% das pessoas comungam dessa ideologia.
E como as elites ocidentais estão ideologicamente e geopoliticamente alinhadas a esse Estado, muita gente está sofrendo censura de todo o tipo, incluindo os próprios juízes da Corte Criminal Internacional que julgaram o genocídio como ativo e ordenaram a prisão de Benjamin Netanyahu — estão impedidos de usarem serviços bancários.
O mundo todo está sendo feito de refém pelos presentes de D-us, mas aqui no Brasil, o impacto político de seitas evangélicas, pentecostais, mórmons e testemunhas de Jeová projetado pela CIA junto à força econômica e política de agentes sionistas diretos em si já causa tentativas de censura, utilizando-se de legislação que é pouquíssimo usada para populações verdadeiramente oprimidas como indígenas, quilombolas, moradores de favelas, migrantes internos de origens humildes ou pessoas LGBTQIA+.
Se essa lei é usada para nos forçar a ser cúmplices de um genocídio, ela é hipócrita e completamente inútil. O Brasil deveria sim cortar relações e boicotar a Entidade política genocida, que inclusive já matou brasileiros, e se recusa a liberar o corpo de um deles, um adolescente que foi assassinado por inanição.