r/ImobiliarioEmPortugal

▲ 255 r/ImobiliarioEmPortugal+5 crossposts

I recreated an entire apartment in Three.js from an actual listing

Made this in one shot using the so called "Gauntlet Loop" by Matt Shumer in Opus 5. It took nearly 30 hours until I decided to stop before it ate up my whole weekly usage limit, but, although it still not perfect compared to the actual photos, the results was beyond impressive given that it didn't even have a proper floorplan to decide where each room should be located.

For instance, this is the listing I got the reference images from: https://loft.com.br/imovel/apartamento-rua-voluntarios-da-patria-santana-sao-paulo-3-quartos-123m2/2nbuxwj3

If anyone wants to roam around it, I uploaded this demo here: https://apartment-threejs.vercel.app/ . There's still some minor performance and UI issues I need to work on, so beware that for Ultra settings it's taking ~5 minutes to load everything and it might cause some freezes meanwhile, but nothing that will crash your PC. It also works on mobile with a far better performance, since it's detected mostly on Medium settings.

u/arsnotfears — 3 days ago
▲ 147 r/ImobiliarioEmPortugal+1 crossposts

Existe solução para a crise da habitação mas são tantos os entraves... Tenho de desabafar. Aqui vai o meu "rant"

Portugal não precisa de mais burocracia. Precisa de casas.

Portugal está a atravessar uma crise habitacional que já deixou de ser apenas um problema imobiliário. É um problema político, social e, acima de tudo, um problema de prioridades.

Enquanto milhares de pessoas trabalham, pagam impostos e tentam sobreviver ao aumento absurdo das rendas e dos preços das casas, o Estado continua preso à ideia de que resolver a habitação significa construir da forma tradicional: terrenos, projetos, licenças, concursos, empreitadas, pareceres, alterações, atrasos e mais atrasos.

Milhões de euros. Anos de burocracia. E no fim, quantas pessoas foram realmente alojadas?

O problema é que Portugal parece ter transformado a construção de uma casa numa espécie de projeto de engenharia espacial.

E depois aparecem soluções alternativas: casas pré-fabricadas, modulares, casas de madeira, mobile homes. Soluções que podem ser mais rápidas, mais baratas e perfeitamente adequadas para quem simplesmente precisa de um lugar onde viver.

Mas não.

Também essas soluções acabam esmagadas pela máquina burocrática.

O próprio enquadramento legal pode sujeitar uma casa pré-fabricada ou modular a licenciamento quando é considerada uma edificação incorporada no solo. E, em determinadas situações, até estruturas amovíveis ou apoiadas sobre rodas podem acabar sujeitas a exigências municipais.

E aqui chegamos à parte verdadeiramente absurda.

Uma das justificações para toda esta burocracia e para a necessidade de licenciamento é garantir que a unidade cumpre normas de segurança, habitabilidade e higiene.

Segurança.

Habitabilidade.

Higiene.

Como se viver na rua fosse mais seguro.

Como se dormir num carro fosse mais habitável.

Como se passar meses ou anos numa situação de sem-abrigo fosse mais higiénico do que viver numa pequena casa modular com água, eletricidade, saneamento, isolamento e condições dignas.

É esta a lógica que temos aceitado?

"Não pode viver nessa casa porque precisamos de garantir que tem condições adequadas."

Então qual é a alternativa?

Dormir na rua.

Isso aparentemente não necessita de licenciamento.

É impossível não sentir que há qualquer coisa profundamente errada neste sistema.

As pessoas não estão a pedir mansões.

Não estão a pedir piscinas.

Não estão a pedir apartamentos de luxo com garagem para três carros.

Querem um teto.

Querem quatro paredes, uma casa de banho, uma cozinha, um quarto e um lugar onde possam fechar a porta ao fim do dia e sentir que estão em casa.

E mesmo isso parece ser demasiado para o Estado português.

Enquanto isso, a política habitacional continua frequentemente a ser tratada como se fosse necessário encontrar a solução perfeita, completamente regulamentada, licenciada, certificada e burocraticamente impecável antes de se colocar uma única pessoa dentro de uma casa.

Mas uma solução imperfeita e rápida é infinitamente melhor do que uma solução perfeita que chega dez anos depois.

A revisão recente do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação reconhece precisamente que existem obstáculos administrativos e procura simplificar procedimentos, reduzir etapas e acelerar processos.

Mas a pergunta é: porquê só agora?

Quantas pessoas perderam anos das suas vidas à espera?

Quantas desistiram de ter filhos porque não conseguem pagar uma casa?

Quantos jovens continuam em casa dos pais porque um salário normal já não chega para pagar uma renda?

Quantos trabalhadores foram expulsos das cidades onde trabalham?

E quantos portugueses simplesmente concluíram que, neste país, trabalhar e cumprir as regras não chega para conseguir uma vida minimamente digna?

Há ainda uma sensação crescente de que o cidadão comum está sempre no fim da fila.

O português que nasceu aqui, trabalha aqui, paga impostos aqui e tenta construir uma vida aqui olha para o sistema e sente que é descartável.

Não porque qualquer pessoa que receba apoio social não o mereça. Não é esse o ponto.

O problema é um Estado que parece incapaz de garantir uma política habitacional universal, previsível e baseada na necessidade, sem transformar a habitação numa guerra entre grupos.

A habitação deveria ser simples:

Precisas de casa? Há uma casa disponível? Tens condições para viver nela? Então arranja-se uma solução.

Em vez disso, temos um sistema onde construir uma casa pode transformar-se numa maratona administrativa.

E os políticos continuam a anunciar programas, fundos, investimentos e milhões.

Milhões.

Sempre milhões.

Mas o cidadão não vive de milhões anunciados numa conferência de imprensa.

Vive numa casa.

É aí que está a falha fundamental.

Um Estado que gasta milhões para construir poucas dezenas de habitações ao longo de vários anos, quando existem tecnologias e modelos construtivos capazes de acelerar e baratear a resposta, deveria ser obrigado a explicar por que razão escolhe o caminho mais lento e pesado.

E antes que alguém diga "mas é preciso garantir qualidade": claro que é.

Fiscalizar segurança é uma coisa. Criar uma montanha de burocracia que impede soluções habitacionais acessíveis é outra.

É possível garantir regras mínimas de segurança, incêndio, salubridade, saneamento e estabilidade sem exigir que cada solução habitacional seja tratada como se estivesse a construir um aeroporto.

É possível criar zonas específicas para habitação modular.

É possível pré-aprovar modelos de casas.

É possível criar licenciamento simplificado.

É possível estabelecer prazos máximos.

É possível permitir soluções temporárias.

É possível utilizar terrenos públicos.

É possível construir em fábrica e montar no local.

É possível fazer muito mais.

O que não parece ser possível é abandonar a mentalidade de que "não pode ser porque a lei não deixa".

A lei existe para servir as pessoas.

Não as pessoas para servir a burocracia.

Portugal não precisa de mais discursos sobre "habitação digna".

Precisa de casas.

Não daqui a dez anos.

Agora.

E se uma casa modular de 50 ou 60 metros quadrados consegue colocar uma família debaixo de um teto em meses, enquanto o modelo tradicional demora anos e custa uma fortuna, então a pergunta não deveria ser:

"Como podemos impedir isto?"

Deveria ser:

"Como podemos tornar isto legal, seguro e possível o mais rapidamente possível?"

Porque uma casa não precisa de ser luxuosa.

Não precisa de ser perfeita.

Não precisa de ter mármore, varanda panorâmica ou uma cozinha de revista.

Precisa simplesmente de ser uma casa.

E enquanto os políticos continuarem a discutir processos, regulamentos, programas e milhões, há portugueses a olhar para os preços das casas e a perceber uma coisa brutal:

Neste país, ter um teto sobre a cabeça está a tornar-se um privilégio.

E isso não é uma inevitabilidade.

É uma escolha política.

u/NoNameCitizen — 4 days ago

Ver o PDM de forma fácil

Boa tarde a todos, criei o projeto PDM Fácil para que qualquer pessoa consiga ver o PDM de forma fácil .

Os meus pais queriam saber o PDM de um terreno e então tive a ideia de os ajudar ao criar uma plataforma focada na usabilidade para pessoas sem conhecimento ou tempo para usar as plataformas das câmaras.

Sim, o PDM é tipicamente gratuito de aceder ao usar as plataformas das câmaras, mas a usabilidade das plataformas camarárias não é ótima. "Só" tive de pegar nos dados e criar um produto fácil de usar.

Os meus pais falaram com alguns amigos e eles também tiveram interesse e depois deles alguns amigos meus agentes imobiliários também tiveram interesse. Fui ouvindo feedback, fui elhorando e entretanto comecei a monetizar a plataforma para me ajudar com o tempo que gasto a melhorar, mas dou sempre uma consulta gratuita.

Malta do reddit, experimentem à vontade e dêm-me feedback, sei que temos aqui malta ligada ao imobiliário que pode ter interesse nestas ferramentas.

Usem o código "REDDIT" para vos dar uns créditos extra na plataforma sem pagarem nada 😉

u/wcapitao — 5 days ago

Direito de preferência - Terreno Rústico

Boas!
Pretendo comprar um pequeno terreno rústico, que tem dois confrontantes: de um lado, um outro terreno rústico, e de outro lado um artigo urbano. Ao falar com o vendedor, ele diz que falou com os vizinhos e ninguém tem interesse em comprar (por boca).
Li na internet que o vendedor tem de notificar os vizinhos para perceber se prescindem do direito de preferência, com indicação do valor que vou pagar. E depois esperar 8 dias úteis para ver se alguém se manifesta.
Quando liguei com o notário, informaram-me dos vários documentos que precisava para fazer a escritura, mas nunca falaram sobre este direito de preferência. Quando questionei sobre este assunto, responderam que se quisesse teria de ser eu a notificar mas que o Notário não me iria pedir nada disso.
Nesse sentido, gostava de vos perguntar se já passaram por uma situação do género, e quais os riscos que corro em não notificar formalmente os vizinhos.

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u/Chemical_Sleep7383 — 4 days ago

Compra de bem futuro

Olá a todos.
Queria esclarecer uma dúvida se alguém conseguir ajudar.
Basicamente pretendo comprar um apartamento que está em construção (termina aqui a 2 meses) com um contrato de bem futuro e não de cedência de posição contratual, ou seja, no próprio dia, a promotora escritura com o vendedor e logo de seguida o vendedor escritura comigo. Ao negociar com o vendedor ele disse que não tinha dinheiro suficiente para escriturar com a promotora nesse dia e então para avançarmos com o negócio, o meu banco precisaria de concordar em emitir um cheque para a promotora diretamente com o valor que lhe falta pagar, e outro cheque para o vendedor com o restante.
Isto é possível? E que cuidados devo ter com este tipo de negócio?

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u/Careless-Guest1060 — 4 days ago
▲ 2 r/ImobiliarioEmPortugal+1 crossposts

Imobiliárias: qual é o interesse em ter muitos imóveis em carteira e não os vender?

Boa tarde a todos.

Há um aspecto que realmente não percebo: parecem muito mais focadas na angariação do que na venda.

Existe um esforço enorme para conseguir angariações, principalmente em exclusivo. Basta um particular colocar uma casa à venda e começam os contactos de agentes.

Mas depois de conseguirem a angariação, tenho a sensação de que muitas vezes há muito menos esforço para vender: colocam nos portais, esperam por contactos e, se não vender, a solução acaba por ser baixar o preço.

Ora, se só recebem comissão quando vendem, qual é o interesse em ter tantos imóveis em carteira?

Porque é que é tão importante conseguir a angariação, mesmo de imóveis que depois podem ficar meses sem vender ou nem vender?

Há alguma coisa no modelo de negócio das imobiliárias que me está a escapar?

Pergunto genuinamente.

Gostava sobretudo de ouvir quem já vendeu casa através de imobiliária e perceber o que aconteceu depois de assinarem o CMI.

Obrigada.

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u/Key_Paper_9767 — 5 days ago

Compra habitação

Boa tarde a todos.

Estou a procurar comprar casa com a minha companheira, ao abrigo da Garantia Pública do Estado na compra da primeira habitação, para menores de 35 anos.

Vimos uma casa que nos agradou bastante, na Quinta do Anjo, em Palmela. T3, 2 casas de banho, garagem, arrecadação, varanda ampla, ar condicionado na sala, cozinha recentemente remodelada e com dispensa, numa zona calma. 105m2 úteis, com elevador, 1° piso num prédio com apenas 2 andares. Edifício de 2002

Os únicos problemas do prédio eram/são as fachadas, que estavam a precisar de obras. A fachada traseira do prédio foi arranjada recentemente (1 mês), sendo que cada condómino pagou um valor extra de cerca de 600 euros. A fachada frontal será arranjada nos próximos tempos e será um problema que vamos "herdar".

A casa estava à venda por cerca de 350 mil euros e conseguimos baixar para 332 mil euros.

Com base no que descrevi, e tendo em conta a inflação/preços praticados, conjuntamente com a oportunidade de comprar casa enquanto ainda existe a Garantia Pública do Estado, acham que pode ser um bom negócio?

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u/Sergio_SR19 — 4 days ago
▲ 17 r/ImobiliarioEmPortugal+1 crossposts

Um guia no caos da procura de casa em Portugal

Há umas semanas partilhei aqui a QuickLead Casa e queria deixar uma pequena atualização.

Quando publiquei a primeira versão aqui, várias pessoas experimentaram, comentaram e deram sugestões. Parte desse feedback acabou por influenciar bastante a direção em que fui desenvolvendo o produto, por isso obrigado a quem perdeu uns minutos com isso.

Entretanto a QuickLead evoluiu bastante.

Para quem não viu o post anterior: é uma ferramenta para quem anda à procura de casa em vários portais e acaba com imóveis espalhados entre Idealista, Imovirtual, separadores, favoritos, notas e folhas de cálculo.

O utilizador escolhe os imóveis que quer guardar e reúne-os numa única carteira para os poder organizar e comparar.

Uma das maiores mudanças desde o último post é que agora também é possível ver locais úteis perto de cada imóvel, organizados por categoria e distância. A ideia é que a comparação não fique apenas pelo preço, área ou número de quartos, mas também ajude a perceber melhor como seria viver naquela zona.

A parte de IA também foi evoluindo para ajudar a trabalhar a informação que foi reunida e pensar nas opções, mas mantendo a captura sempre sob controlo do utilizador.

Desta vez consegui colocar aqui o vídeo completo, por isso em vez de tentar explicar tudo com screenshots, deixo a demonstração acima.

Continua a ser grátis para experimentar.

E, principalmente, mais feedback é muito bem-vindo. O que disseram da última vez ajudou realmente a melhorar o produto, portanto se estiverem atualmente à procura de casa e houver alguma coisa que vos pareça útil, confusa ou em falta, digam-me.

Para quem quiser experimentar: quicklead.tools

u/Informal-Milk1611 — 6 days ago
▲ 17 r/ImobiliarioEmPortugal+1 crossposts

Vender T2 em Lisboa sem imobiliária - pedido de opinião

Boa noite a todos.

Estou a ponderar vender um apartamento em Lisboa sem recorrer a uma imobiliária e gostava de ouvir experiências de quem já o tenha feito.

É um T2 com cerca de 85 m², na zona da Estrela/Lapa, 2.º andar sem elevador, renovado, boa luz natural e vista lateral de rio. Valor de mercado estimado na ordem dos 480.000 €.

Micro-SIR P50 470.000€

Para quem já vendeu casa sem imobiliária:

•	Como correu?

•	Conseguiram chegar facilmente a compradores?

•	Em que portais anunciaram?

•	Que dificuldades encontraram?

E, para quem comprou recentemente casa em Lisboa:

•	Em que portais procuraram casa?

•	O facto de o anúncio ser directamente do proprietário, e não de uma imobiliária, seria relevante para vocês?

Agradeço desde já a ajuda.

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u/Key_Paper_9767 — 10 days ago

Vale a pena comprar um T0?

Queria aproveitar o financiamento a 100% para comprar a minha primeira casa.
26Anos, Contrato sem termo. 1600 líquidos.

Só recebo financiamento de 190k para 40anos, e o objetivo seria comprar alguma coisa, literalmente, em vez de arrendar.
Quero vender daqui a uns 4/5anos.

T0 é pequeno, mas tem o essencial e boa localização, com varanda e garagem, á beira de transportes e dois supermercados. E é uma construção nova de 2025. Teria que colocar mais 5k do meu bolso, pois pede 195k.

Faz sentido? ou não me devo de meter nisso?

Para os curiosos: Distrito do Porto, zona Águas santas

Edit:
Sim o objetivo é vender, preferencialmente sem prejuízo, e não ser casa para a vida, mas sim o “início”.

Ou seja, qual a melhor opção aqui? pagar 800 por arrendamento e sem os extras que este tem, ou pagar prestação a rondar 700 e comprar o T0?

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u/Head-Feeling7993 — 11 days ago

Alcance real da exclusividade num contrato de mediação imobiliária

Há algo que não compreendo nos contratos de mediação imobiliária em regime de exclusividade.

Parte 1 - a exclusividade já atribui uma vantagem significativa à mediadora: durante o contrato, o proprietário fica limitado na possibilidade de vender por si próprio ou através de outra mediadora.

Parte 2 - mas, lendo o artigo 19.º da Lei n.º 15/2013, encontro algo que me suscita dúvidas: nos contratos em regime de exclusividade, a remuneração pode ser devida quando o negócio não se concretiza por “causa imputável ao cliente proprietário”.

A minha dúvida é: onde está definida exactamente essa “causa imputável”?

Que comportamentos do proprietário podem fazer com que seja devida a comissão apesar de a venda não se ter realizado?

E, se a expressão admite interpretação, como é que o proprietário comum consegue perceber, no momento em que assina, o verdadeiro alcance da obrigação que está a assumir?

Tenho a impressão de que muitas pessoas entendem “exclusividade” simplesmente como “não posso trabalhar com outra imobiliária durante este período”, quando as consequências jurídicas poderão ir bastante além disso.

Gostaria de ouvir sobretudo quem tenha experiência com contratos deste tipo ou conhecimento jurídico sobre a matéria.

Têm noção clara do alcance da exclusividade num contrato?

Obrigada!

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u/Key_Paper_9767 — 9 days ago

Reinvestimento de Mais-Valias, Arrendamento Acessível e Regularização de Imóvel (Prazo a terminar)

Olá a todos. Estou com um problema bastante complexo a nível fiscal e imobiliário e preciso de ajuda/opiniões para otimizar os seguintes pontos.

O Cenário: Comprei uma moradia que, na caderneta, está registada apenas como "Casa de c/v, rez, 1º andar e logradouro", ou seja, não tem locais de uso independente (Propriedade Total). Além disso, a moradia só tem 1 contador de água e 1 de luz para todo o prédio (não dá para passar consumíveis para o nome dos inquilinos).

O meu objetivo é simplesmente fazer o arrendamento de partes da moradia:

  • Um andar para arrendar a terceiros.
  • Outro andar ocupado pela minha mãe.

O que preciso de otimizar e as minhas dúvidas:

1. Contratos Renda moderada Quero garantir o enquadramento do contrato de arrendamento (renda moderada) para poder beneficiar da taxa de IRS de 10%. Como é que se redige um contrato destes definindo apenas a utilização de uma "zona" ou "percentagem privativa" do imóvel, tendo em conta que só há um contador de água/luz e não há frações independentes?

2. Regularização do imóvel a nível fiscal (A minha maior dúvida) Falaram-me que para os contratos estarem feitos corretamente e eu ter direito aos benefícios do IRS, seria necessária uma "regularização do imóvel a nível fiscal e da conservatória". Alguém me consegue explicar o que é que isto significa na prática e o que é para fazer? Confesso que não percebo nada desta parte. Como é que consigo ter o contrato válido para o PAA fazendo apenas a parte fiscal, salvaguardando obrigatoriamente que não pode haver vistoria camarária ao imóvel?

3. Reinvestimento de Mais-Valias e Modelo 1 do IMI Vendi um imóvel a 19/03/2026. Para que o reinvestimento das mais-valias seja aceite (ao abrigo dos novos decretos), preciso de ter o contrato de arrendamento ativo até 18/09/2026. Preciso também de submeter o Modelo 1 do IMI para comprovar a valorização do imóvel. Como conjugar tudo isto a tempo?

4. Dedução de Obras (Reporte de perdas no IRS) Fiz cerca de 100k em obras de renovação na casa. Sei que a lei permite deduzir estas despesas de manutenção/conservação nos rendimentos prediais (Categoria F) e deduzir o saldo negativo nos anos seguintes (julgo ser nos 6 anos seguintes). Na prática, isto significa que pagarei 0% de IRS sobre as rendas durante este período (ou até abater totalmente os 100k)? Como é que se processa isto corretamente na declaração e cruzando com o PAA para não perder este benefício?

Desabafo final: Faço este post porque estou mesmo desesperado. Já tentei entregar este assunto a várias pessoas da área (contabilistas, advogados, solicitadores) e, após várias tentativas, parece que pura e simplesmente ninguém quer trabalhar ou deixam andar o processo. O prazo de setembro está a apertar e arrastam-se sem me darem soluções ou avançarem com a papelada.

Alguém já passou por algo semelhante (arrendar partes de moradias com 1 artigo e aceder ao PAA/reinvestimento) ou sabe como descalçar esta bota?

Qualquer ajuda ou recomendação de um profissional que efetivamente queira trabalhar é muito bem-vinda. Obrigado!

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u/Guezpt — 8 days ago

É difícil alugar vivenda no interior do país?

Olá pessoal.

Tenho 31 anos, e sou residente no estrangeiro há dez. Saí com bolsa de estudo para fazer o mestrado no estrangeiro e nunca voltei. Venho de uma família humilde, nunca tivemos casas na terra ou algo assim, e o meu sonho sempre foi ter uma vivenda com piscina numa terrinha.

Eu sou de Lisboa, mas como o meu avô era de Vila Real, gostava de comprar lá casa. Ora, a minha preocupação é: imaginemos que eu compro a casa, neste momento tenho estabilidade financeira e consigo pagar a renda todos os meses mesmo que a casa esteja vazia. Mas e se um dia de repente algo acontecer e já não tenha disponibilidade para pagar a casa, e quão fácil ou difícil é alugar uma vivenda de 500 ou 600 mil euros em Vila Real? Isso preocupa-me bastante porque a gente nunca sabe o dia de amanhã. Nunca ouvi nenhum feedback sobre alugar casas em regiões do interior, se alguém tiver algo para partilhar agradecia imenso.

Já agora, imaginando uma casa de 500000€, que despesas anuais fixas é que eu tenho de considerar?

Obrigada desde já.

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u/0avocadotoast0 — 9 days ago

Mudar de emprego - crédito habitação

Oi oi
Preciso de uma ajuda de quem percebe disto. Eu e o meu namorado estamos no processo de compra de casa e marcámos ontem a escritura para dia 27 deste mês.
Entretanto, o meu namorado está também no processo de mudança de emprego. A empresa para onde vai concordou esperar até setembro para que a mudança não influenciasse o processo de crédito, uma vez que ele vai deixar de estar efetivo. Ele já tem data para começar na nova empresa: dia 7 de setembro.
A ideia inicial era ele entregar a carta de demissão no próprio dia da escritura, para não haver qualquer risco de a mudança de emprego influenciar o crédito e porque dava tempo de ele entregar e dar quase o tempo todo à empresa. No entanto, acabámos por marcar a escritura para bastante mais tarde do que estávamos à espera. Isso significa que, se ele entregar a carta nessa altura, ficará apenas com cerca de 10 dias de aviso prévio, dias esses que já correspondem ao período de férias que ele tem marcado. Ou seja, na prática, seria entregar a carta e dizer “não volto mais”, o que nos parece um pouco mau, principalmente porque ele gostaria de deixar uma porta aberta com a empresa.
A nossa dúvida é: nesta fase do processo, acham que é viável ele entregar a carta antes da escritura? Ou isso ainda poderá influenciar de alguma forma o processo de crédito, tendo em conta que a escritura já está marcada e estamos nesta fase final?

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u/awbrunx — 9 days ago
▲ 4 r/ImobiliarioEmPortugal+2 crossposts

Crédito Habitação aos 30 anos - Prazo de 37 ou 40 anos?

Boas, tenho 30 anos. Face às novas alterações, os bancos estão a fazer prazos de 40 anos?

Na última simulação recebida, antes de 1 de agosto, só me aceitavam fazer por 37 anos.

Obrigado desde já

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u/Educational_Bike8275 — 10 days ago
▲ 5 r/ImobiliarioEmPortugal+1 crossposts

Casa pronta a habitar vs. a precisar de obras

Hello, malta! Gostava de ouvir algumas opiniões sobre 2 casas entre as quais estou indecisa.

Casa 1: T3 + 1, 2º andar sem elevador num prédio em tabique

  • Localização: Penha de França, a cerca de 7 min a pé do metro de arroios. A rua pareceu-me muito sossegada e residencial. Não é a minha localização ideal porque é numa rua com inclinação e tem poucos serviços/comérico (<5min a pé).
  • Tamanho/Disposição das áreas: 93m2, com 3 quartos. Tem um quarto interior que está conectado com a sala de estar funcionando como sala de jantar. É uma casa com muitas divisões e por isso dá uma sensação pouco ampla. Tem 1 casa de banho.
  • Características adicionais: Pé direito alto e paredes e tetos trabalhados que me agradam bastante. Cozinha e casa de banho datadas.
  • Gostaria de fazer algumas obras nesta casa: mudar o chão, atualmente é piso flutuante colocado por cima de chão de taco de madeira e eu gostaria de voltar ao chão em taco, tratá-lo e nivelá-lo (atualmente está bastanteeee desnivelado); transformar uma marquise (que, originalmente, era uma varanda) numa varanda; pintar todas as paredes da casa (tem algumas rachaduras); e, possivelmente, atualizar a cozinha.
  • Esta casa foi renovada em 2020 (inclui canalizações, eletrecidade e janelas)

Casa 2: T2, 3º andar sem elevador num prédio em placa

  • Localização: Bairro dos actores (Areeiro). Rua também muito sossegada e residencial. Também não é a minha localização ideal, tem poucos serviços/comércio.
  • Tamanho/Disposição das áreas: 75m2, com 2 quartos e 2 casas de banho, um dos quartos é suite. A sala de estar é pequena.
  • Caraterísticas adicionais: é um apartamento totalmente renovado que esteticamente me agrada, não precisava de mudar absolutamente nada. Tem varanda ao redor de sala.

Essencialmente, a casa 2 está perfeita para mim, não precisava de obras e esteticamente é o que procuro, o único senão é a sala de estar ser um pouco pequena. A casa 1, por outro lado, acho que tem imenso potencial mas precisaria de obras. As duas casas estão anunciadas pelo mesmo valor.

Acham que fazer as obras pode dar demasiadas complicações e mais vale simplificar? Optando por uma casa que já está ao meu gosto?

Nota: Não sou de Lisboa, nem conheço ninguém aqui por isso para fazer as obras seria um pouco às cegas.

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u/Imaginary-Addition11 — 11 days ago
▲ 3 r/ImobiliarioEmPortugal+1 crossposts

Habitação Gaia

Olá

Estou a procurar casa no distrito do Porto (sempre vivi em Gondomar), e gostava de ter alguma informação sobre Oliveira do Douro (zona mais perto do estádio) e sobre Avintes.

Desde já, obrigado por qualquer informação que possam partilhar

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u/romarioegol — 12 days ago

Indecisão

Resumindo:

Neste momento tenho uma casa com crédito habitação a faltar 80k, no centro de Lisboa (T2 com Logradouro), no entanto estou farto de viver em Lisboa (10 anos) desde que saí da margem sul.

A ideia seria vender este imóvel e construir uma moradia na margem sul num terreno que os meus pais são donos.

Durante esta construção iria regressar para a casa dos meus pais portanto seria menos uma preocupação.

Prós e contras desta opção são bem vindos

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u/Putrid-Lobster-420 — 13 days ago

Alto Tejo

Gostaria de receber a opinião de especialistas sobre um novo empreendimento em construção nos arredores de Lisboa, chamado Alto Tejo. https://www.altodotejo.pt/

O apartamento T2 tem um preço aproximado de 475 mil euros, com uma área bruta privativa de 96 m² e uma varanda de 10 m², além de duas vagas de garagem e dois banheiros. A previsão de conclusão é para 2028.

Este é um empreendimento novo e não há muitas opções na região.

Gostaria de receber conselhos/opiniões sobre:

  1. Como é a localização deste empreendimento?

  2. Alguém conhece a construtora responsável por este empreendimento e seus projetos anteriores? Opiniões sobre a qualidade e o cumprimento dos prazos de entrega?

  3. Seria um bom investimento para vender em 2030/2031, caso fosse comprado na planta? (Entendo que ninguém pode prever o futuro, mas supondo que o mercado se estabilize e os preços não continuem a subir vertiginosamente como têm acontecido)

  4. Esta área se desenvolverá e se tornará um bom bairro para se viver? Como não tenho certeza se esta área estará suficientemente desenvolvida para ser habitada daqui a uns 5 anos, gostaria de saber:

  5. Alguma outra opinião crítica sobre a área/desenvolvimento?

Agradeço seus comentários.

Obrigado.

I will appreciate expert opinion about a new development, which is being built, outside Lisbon called Alto Tejo. https://www.altodotejo.pt/

T2 apartment apartment is priced around 475k, gross pvt area 96 sqm and 10 sqm balcony with two parkings and two baths. Building is expected to be completed by 2028.

This is a new development and there is not much around this area.

I would appreciate advice /opinion about

  1. how is the location of this development?

  2. Does anyone know about developer of this construction and thier past projects? view about quality and delivery on time?

  3. would this be good investment to sell by 2030/2031 if bought off plan? (i do understand that no one can predict future but assuming things get steady and price dont coninue to skyrocket like they have been)

  4. Will this area develop and become a good neighborhood to live? As I am unsure if this area would be developed enough to live in 5 yrs or so.

  5. any other critical views about the area/development?

Appreciate your views.

thank you

u/Billi1973 — 13 days ago