▲ 1 r/ufmg

78 years ago, israel declared itself a state. Palestinians now commemorate the day after, may 15, as the anniversary of the nakba, or "catastrophe." Between 1947 and 1949, zionist militias massacred thousands of palestinians and violently forced over 750,000 from their homes. This is that story.

reddit.com
u/Admirable_Swim5105 — 1 month ago
▲ 3.1k r/internettoday+5 crossposts

Even the AI is horrified by how the military uses it, calling its involvement in generating airstrike coordinates "genuinely troubling"

u/Admirable_Swim5105 — 1 month ago
▲ 2.4k r/UFF_RJ+3 crossposts

78 years ago, israel declared itself a state. Palestinians now commemorate the day after, may 15, as the anniversary of the nakba, or "catastrophe." Between 1947 and 1949, zionist militias massacred thousands of palestinians and violently forced over 750,000 from their homes. This is that story.

u/Admirable_Swim5105 — 1 month ago
▲ 119 r/arquitetura+1 crossposts

'Em SP eles não têm tempo': o encontro dos milionários brasileiros em NY. - 21/05/2026.

O Brasil do poder e dinheiro se reune em NY à sombra do Master

Perto das oito horas da noite da segunda-feira, 11 de maio, o empresário Joesley Batista, dono da JBS, deu entrada no evento do Grupo Esfera em Nova York, acompanhado da esposa, Ticiana Villas-Bôas.

Violinistas tocavam em versão instrumental hits como "Viva la Vida", do Coldplay. Garçons circulavam com taças de vinho Château Le Bon Pasteur 2000, produzido em Pomerol, Bordeaux (cerca de R$ 1.000 a garrafa).

O casal foi recebido por fotógrafos que pediram para se posicionar em frente a um backdrop com a marca Diálogos Esfera New York.

Era dada a largada da chamada Brazil Week, a semana de eventos na badalada cidade norte-americana. Todo ano, em maio, brasileiros de ponta transferem a cúpula de suas empresas para os Estados Unidos para falar em inglês sobre o Brasil com brasileiros e gastar em dólar.

Painéis trazem banqueiros e investidores para discutir os rumos da economia. Coquetéis reúnem o pessoal do dinheiro com o pessoal da política.

A expectativa de fechar negócios é baixa: a semana serve mesmo para atualizar contatos e mostrar influência.

Em 2026, os políticos rarearam. O caso Master e o início da corrida eleitoral foram apontados como os principais motivos para habitués como o senador Ciro Nogueira (PP-PI) não comparecerem.

Nogueira tinha sido alvo de operação policial dias antes, suspeito de receber mesadas de até R$ 500 mil do dono do Master, Daniel Vorcaro.

Em 2024, o senador foi uma das estrelas de festas privativas oferecidas por Vorcaro a um número ínfimo de convidados em um hotel boutique fechado para a ocasião, segundo o relato de um participante.

No check-in, o VIP recebia a chave de um quarto e era orientado a deixar o celular na recepção. No salão, havia dezenas de mulheres e bebidas das melhores.

O evento Diálogos Esfera New York, dois anos antes, tinha copatrocínio do Master, e ambos os grupos exibiam seus logotipos naquele mesmo cenário onde Joesley e Ticiana agora posavam.

O escândalo do Master estourou, mas os negócios continuam.

O seleto grupo de bilionários brasileiros se reencontrou, com algumas baixas, em um endereço nobre ao sul de Manhattan, no badalado Cipriani, casa de eventos e restaurante em Nova York.

Joesley mascava chiclete de menta e, abordado por jornalistas, só sorria. O empresário se tornou protagonista do noticiário como interlocutor em comum dos presidentes Lula e Donald Trump. Atuou para aliviar as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil e restabelecer relações bilaterais entre os dois chefes de Estado.

"Ah, menina, não posso falar. Nenhum comentário!", desviou da jornalista. Ele queria achar um papel para jogar o chiclete. Encontrou um guardanapo abandonado numa mesa no caminho.

Na sala VIP, Joesley encontrou o irmão e sócio Wesley Batista e ambos foram levados ao americano da noite, Donald Trump Jr., filho do presidente dos EUA, empresário e vice-presidente das Organizações Trump.

Conversavam entre poucos enquanto os outros 300 convidados circulavam por um amplo salão de pé direito altíssimo e se serviam de canapés de lagosta, camarão e alcachofra.

Com colunas de mármore, afrescos pintados à mão, teto abobadado, o Cipriani Broadway é um símbolo da arquitetura neorrenascentista italiana. Localizado bem em frente à famosa escultura do touro de Wall Street, sedia eventos de gala.

Para a ocasião, o Grupo Esfera providenciou projeções nas paredes e no teto que ora apresentavam o skyline de Nova York, ora simulavam fogos de artifício, sempre com o logotipo da marca presente.

Um lobista americano que atua em Miami e em Brasília frequenta todos os eventos do Grupo Esfera. Ele pediu para não ser identificado, mas calculou que o jantar no Cipriani não saiu por menos de US$ 300 por pessoa — custando, no total, cerca de R$ 450 mil.

Wesley Batista circulava descontraído. A cada passo, uma abordagem. Empresários vinham cumprimentá-lo, o pessoal do mercado puxava papo, cartões de visita eram oferecidos. Brincavam que tinham escapado do escândalo do Master.

O último a chegar foi o banqueiro André Esteves, dono do BTG Pactual. Atravessou o salão recebendo cumprimentos, distribuindo sorrisos e subiu direto ao palco. Encontrou-se com Wesley e Trump Jr. O debate, patrocinado pelo BTG, a JBS e a Vale, finalmente começou.

Trocaram afagos, fizeram piadas, falaram da qualidade do ambiente de negócios dos Estados Unidos e a aspiração compartilhada de o Brasil se aproximar mais do país anfitrião.

Tudo em inglês. Na plateia quase todos eram brasileiros, em maior ou menor grau versados no idioma de Trump.

Wesley comparou os negócios nos dois países: no Brasil, a JBS tem 30 mil disputas judiciais em curso; nos Estados Unidos, zero.

"O nosso departamento jurídico nos EUA tem dez pessoas, entre advogados e estagiários, não sei dizer em inglês. Intern lawyers, isso! No Brasil são 150 advogados e mais os colaboradores externos", indignou-se para depois mostrar otimismo.

"Podemos combinar as experiências do Brasil e dos EUA e ninguém no mundo poderá competir conosco, Donald Trump."

O dono da JBS falou tão entusiasmadamente de sua admiração pelos Estados Unidos que o filho de Trump não titubeou. "Eu concordo! Está contratado!", brincou. Wesley riu. "Não digo isso porque você está aqui", contornou.

Trump Jr. estava mais preocupado com adversários de seu pai, como o ex-presidente Joe Biden e a China, do que com o Brasil, do qual mal falou.

"Donald Trump estava certo em usar tarifas para negociar", defendeu. "O interesse na América Latina não é só por diversão. A fronteira estava fora de controle. Os EUA têm que atuar no hemisfério porque, se há algo errado nos países, seus cidadãos vêm para o nosso."

Para o banqueiro Esteves, o Brasil é diferente dos vizinhos.

"Se você compara culturalmente, sociologicamente com outros países da América Latina, o Brasil é mais parecido com os Estados Unidos do que com o resto", afirmou.

“Os outros são mais hispânicos culturalmente. O Brasil é uma sociedade baseada na imigração, miscigenada, fala a mesma língua e tem a mesma cultura numa grande extensão territorial. Exatamente como os EUA.”, André Esteves, dono do banco BTG Pactual.

Desafetos a 10 km de distância

A dez quilômetros dali, em Midtown, ocorria outro jantar à brasileira. Sentavam à mesa juntos alguns desafetos das estrelas do Cipriani.

O ex-governador João Doria promovia o primeiro encontro do Lide Brazil Investment Forum de 2026 para o ex-presidente Michel Temer (MDB) e mais alguns convidados no Le Bernardin.

O restaurante três estrelas Michelin foi escolhido pelo Spotify, que ofereceu o jantar depois de um coquetel num bar próximo com show do sertanejo Michel Teló.

Delatado por Joesley em 2017, Temer não pode nem passar pela mesma calçada que os irmãos Batista. Quase caiu da Presidência por conta deles e dos áudios divulgados à época.

Os irmãos Batista também passaram por uma fase no ostracismo da badalação, revelados os casos de corrupção envolvendo a JBS, tal qual Vorcaro agora enfrenta. Mas anos depois se reabilitaram.

Promotor de eventos em Nova York há 15 anos, Doria, fundador do Grupo Lide, se considera o precursor da Brazil Week. Quando ele começou, não havia Grupo Esfera nem Grupo Voto, que entraram para o business de promover encontros entre o PIB e a classe política.

Agora, cada um luta pelo seu prestígio.

Doria tentou promover no evento uma mesa com os presidenciáveis, mas apenas o ex-governador mineiro Romeu Zema (Novo) e o escritor Augusto Cury (Avante) marcaram presença.

O Lide chegou a confirmar a presença do candidato à Presidência e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Nenhum deles compareceu.

O ex-governador goiano Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-ministro Aldo Rebelo (Democracia Cristã) eram aguardados, mas deram o cano. Irritado, o anfitrião em dado momento criticou "quem não tinha palavra".

A principal estrela dos eventos do Lide foi o ex-presidente Temer. Ele dividiu o palco com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, que acabou sendo preterido pelo PSD para concorrer à Presidência. Leite e Doria, que foram correligionários no PSDB, fizeram uma série de postagens ao longo da semana com elogios mútuos.

Doria não recorreu ao apito que já usou em eventos anteriores para controlar o tempo de fala dos painéis, mas chamava pelo nome no microfone quem ficasse de papo no café. "Volta aqui, fulano! Não sai, não", disse a um convidado que tentou escapar para conversar fora do salão do Harvard Club, onde ocorria o fórum.

Apesar de painéis voltados para discutir o Brasil e as eleições, o caso Master dominou as rodas de conversa. Doria comentou a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal e sugeriu que os ministros se reunissem "talvez até fora do Brasil" para uma autocrítica.

Segundo o ex-governador, o distanciamento geográfico facilita o enfrentamento de problemas e incentiva o diálogo.

Doria realiza encontros de negócios dentro e fora do país há décadas. Convida jornalistas, além de políticos e empresários. Costuma distribuir "mimos" aos convidados, como canetas, power banks e chocolates finos, alguns vindos de seus principais patrocinadores.

O luxo de vento em popa

Todo ano, durante a Brazil Week, a Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos elege a pessoa do ano — o prêmio é conhecido em inglês mesmo: Person of the Year. Mas são duas pessoas na realidade.

Em 2026, o empresário brasileiro laureado foi José Auriemo Neto, presidente do conselho da JHSF, maior grupo de luxo da América Latina, controlador da rede Fasano, Fazendas Boa Vista, aeroporto Catarina e shopping Cidade Jardim, entre outros empreendimentos.

O outro premiado também foi um brasileiro, mas pela atuação nos EUA: Cristiano Amon, CEO da Qualcomm.

Homenageado em todos os eventos da semana nova-iorquina, Auriemo comemorou a expansão do mercado de luxo num país com a renda cada vez mais concentrada.

Uma semana antes da Brazil Week, o IBGE mostrou que a desigualdade se acentuou em 2025. Os 10% dos brasileiros com os ganhos mais altos receberam quase 14 vezes mais do que a fatia de 40% da população com os ganhos mais baixos.

"Muitas vezes, setores da economia têm comportamentos diferentes e a gente vê que a alta renda tem sido resiliente", declarou Auriemo durante o evento Summit Brazil-EUA, organizado pelo jornal Valor Econômico em Nova York.

O endividamento recorde da população e os juros escorchantes são menos sentidos pelo segmento da alta renda.

"O consumo dos nossos shoppings tem crescido numa faixa de 15% a 20% ao ano. A venda de apartamentos não é um segmento óbvio porque podem ter projetos de médio e longo prazos que não se sustentam, mas a gente tem visto uma média de valorização bem grande. Na aviação executiva o Brasil tem a segunda maior frota do mundo", listou.

“Quando a gente começa a ver oportunidades de expansão, a gente vê que muitas vezes faz mais sentido fora do Brasil do que dentro do Brasil.”José Auriemo Neto, presidente do conselho da JHSF

Mulheres e dinheiro

Neste século, apenas três mulheres foram homenageadas com o Person of the Year, dos 47 laureados.

Mas a apresentadora Luciana Gimenez circulou pelo jantar do Esfera sem baixar a cabeça.

“Toda vez que mulher fala de dinheiro é chamada de interesseira.”, Luciana Gimenez, apresentadora.

Nas conversas, ela anunciava ser a embaixadora de uma plataforma de pós-graduação em finanças para mulheres.

A ideia foi gestada por Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, para capacitar as mulheres a conquistar a autonomia financeira.

Elas lançaram a plataforma na Brazil Week num almoço com 120 executivos e investidores.

"O cerne da questão é comportamental. E comportamental de raízes históricas", disse Daniella. "Autonomia financeira é liberdade", completou Luciana.

"Eles não têm tempo para nós"

O secretário de Articulação Internacional de Santa Catarina, Paulo Bornhausen, recebeu cerca de 110 convidados no Harvard Club, um espaço de eventos ligado à universidade de mesmo nome.

O SC Day aconteceu em um salão pequeno, onde os fones de ouvido disponibilizados para tradução simultânea foram todos dispensados. O público-alvo era formado especialmente por brasileiros.

Empresários catarinenses estavam lá para vender seus negócios.O SC Day foi oferecido pela plataforma de investimentos Apex Partners, que realizaria outro evento no espaço em seguida. Para otimizar a locação, cedeu a sala ao governo do estado.

Segundo João Vitor Carminatti, sócio-diretor da Apex Partners, o investimento foi de "R$ 2 milhões a 3 milhões" para alugar o local, levar pessoas e "prover o conforto" do evento.

Mas, afinal, por que gastar em dólar para realizar um evento de brasileiros para brasileiros em português?

"Os investidores nacionais que estão aqui para a Brazil Week em geral não olham para nós. Em São Paulo eles não têm tempo", disse Bornhausen.

Estava lá, por exemplo, o presidente da Airbus, Gilberto Peralta.

O auge do evento ocorreu enquanto um empresário apresentava um empreendimento imobiliário de luxo e exibiu no telão o recado de uma frequentadora ilustre.

"Em qualquer lugar lá, você está em contato com a natureza e eu amo isso", elogiou a modelo Gisele Bündchen em um vídeo-selfie. Todo mundo sacou o celular e começou a filmar o telão. "Vou te falar que foi a primeira vez que eu joguei tênis e foi alto nível. Lindo o espaço", propagandeou Gisele, que passa férias lá a convite do proprietário.

Um investidor que esteve na primeira edição da SC Day, em 2025, desta vez não compareceu. Disse estar esgotado de tantas viagens e eventos com as mesmas pessoas e as mesmas conversas.

* A jornalista Carla Araújo viajou a convite do Lide.

tab.uol.com.br
u/Admirable_Swim5105 — 1 month ago
🔥 Hot ▲ 9.0k r/boringdystopia+16 crossposts

BREAKING: US armed forces & Bolivian police are preparing a joint operation to kidnap Evo Morales and massacre the indigenous communities in the vicinity. - Police officers opposed to the plan have leaked documents confirming the operation.

u/Admirable_Swim5105 — 2 months ago
▲ 68 r/londrina+1 crossposts

Dão uma olhada nessa lista tem gente sendo investigado por sequestro, incêndio culposo, formação de quadrilha e agressão a mulher e esse cara tao no cargo ainda.

u/Admirable_Swim5105 — 2 months ago
▲ 190 r/IASinHumo+1 crossposts

El entrevistado sobresimplifica mucho el termino "IA". Pero si tiene razón en algo.

La vigilancia de datos siempre existió.

Me ayudo de wikipedia y extraigo lo siguiente.

>PRISM se inició en 2007 gracias a la aprobación de la Protect America Act por el gobierno de George W. Bush.^([11])^([12]) El programa es operado bajo la supervisión del Tribunal de Vigilancia de Inteligencia Extranjera de los Estados Unidos, conforme a la Ley de Vigilancia de la Inteligencia Extranjera (FISA).^([13]) La existencia de PRISM se filtró seis años más tarde gracias al antiguo contratista de la NSA, Edward Snowden, quien advirtió que el alcance de la recopilación masiva de datos era mucho mayor de lo que la población conocía, al incluirse en el programa actividades «criminales y peligrosas». Las revelaciones empezaron a ser publicadas por The Guardian y The Washington Post el 6 de junio de 2013.^([14]) Los documentos posteriormente publicados demostraron los acuerdos financieros que existían entre la Special Source Operations, la división de la NSA responsable de PRISM, y las empresas estadounidenses de las que se extraían datos, que entregaban los datos a cambio de millones de dólares.^([15)

https://es.wikipedia.org/wiki/PRISM

El problema de hoy es que con LLMs, agentes y otras técnicas modernas, todo esto se vuelve exponencialmente más fácil, barato y automatizable. Y eso no está bueno.

Todos queremos atrapar asesinos, violadores, terroristas. Nadie discute eso. Pero el punto es: qué pasa cuando quien tiene ese poder no es una persona "buena"? La historia ya nos respondió esa pregunta varias veces, y no termina bien.

El video lo resume con un ejemplo brutal: murieron más judíos en Holanda que en Francia durante la Segunda Guerra Mundial, simplemente porque los registros holandeses eran más precisos. Sabían dónde estaba todo el mundo. Curiosamente ahora esta pasando similar en Gaza por parte del gobierno de Israel. Y ojo, no me refiero a judios porque eso es una religión. Me refiero al Estado de Israel como actor político y militar.

Y ahora mas reciente con Palantir.

La tecnología es neutral. El poder, no.

u/Admirable_Swim5105 — 2 months ago