[ForHire] Indie composer charging $5 per track

Hi! I’m SPAE013, an aspiring game soundtrack composer looking for an indie game project to gain experience. I create soundtracks in various styles, ranging from ambient/relaxing to synthwave or industrial tracks.

I charge a nominal fee of $5 per track. You can check out my work here:

[https://soundcloud.com/spae013-227151412/confucianism?si=f7379ce2f14f411aa69c0476c13e1272&utm\\\_source=clipboard&utm\\\_medium=text&utm\\\_campaign=social\\\_sharing\](https://soundcloud.com/spae013-227151412/confucianism?si=f7379ce2f14f411aa69c0476c13e1272&utm\_source=clipboard&utm\_medium=text&utm\_campaign=social\_sharing)

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[https://soundcloud.com/spae013-227151412/epicureanism?si=1218368f464441569d861f9a532cee72&utm\\\_source=clipboard&utm\\\_medium=text&utm\\\_campaign=social\\\_sharing\](https://soundcloud.com/spae013-227151412/epicureanism?si=1218368f464441569d861f9a532cee72&utm\_source=clipboard&utm\_medium=text&utm\_campaign=social\_sharing)

[https://open.spotify.com/track/2Qbtgf1JAlf1vCDCff7i9t?si=bf0d58a7319e4bdb\](https://open.spotify.com/track/2Qbtgf1JAlf1vCDCff7i9t?si=bf0d58a7319e4bdb)

[https://open.spotify.com/track/3fkmcIVwvCbehiSumjvZAe?si=72cdd8d2597c4905\](https://open.spotify.com/track/3fkmcIVwvCbehiSumjvZAe?si=72cdd8d2597c4905)

[https://spae013.itch.io/synthwave-cybercity-music-pack\](https://spae013.itch.io/synthwave-cybercity-music-pack)

And many other tracks, which you can check by searching for SPAE013 in Spotify or Soundcloud. If you like my work and want yo hire me, you can DM me or send an email to [pedroroiloko11@gmail.com](mailto:pedroroiloko11@gmail.com)

u/PedroSM13 — 4 days ago

Precisa de quanta facilidade em matematica pra fazer ciencias economicas?

É isso, to querendo fazer economia pq me interesso pelo que cai no curso, a grade curricular, economia em geral. Meu plano original era fazer relacoes internacionais mas quando vi que o mercado de trabalho é um porre resolvi fazer economia e me especializar depois.

Mas aí eu lembrei que tem bastante exatas e mathematica, especialmente na area de econometria. Eu tenho meio que uma facilidade em matematica, minhas notas aqui no terceiro ano do EM variam de 7 a 9, nunca reprovo mas tambem nao sou o melhor da sala. Nunca realmente gostei, nao tanto quanto humanas, mas não tenho problemas em fazer.

Isso é suficiente? Vai ser dificil ou consigo aguentar de boa? Seria na PUC SP, por sinal

reddit.com
u/PedroSM13 — 2 months ago

Quero desenvolver um site para ajudar escritores a encontrarem leitores beta e críticas construtivas com apoio mútuo (leia o post)

Olá, tudo bem? Eu, como escritor, já tive e ainda tenho muita dificuldade em cencontrar pessoas dispostas a ler meu texto antes dele ser publicado, e sempre percebi essa mesma reclamacao em grupos de escritores(como este).

Então, recentemente, tive uma ideia. Me inspirei no Branly antigo. Agora, ele infelizmente se tornou um Companheiro de Aprendizagem com IA, mas costumava ser uma comunidade de apoio mútuo, uma rede colaborativa onde estudantes e professores faziam e respondiam dúvidas e ganhavam pontos com isso.

Portanto, seria basicamente assim: todo mundo começa com uma quantidade pequena de pontos, suficiente para publicar só um texto primariamente. Seriam apenas textos curtos, tipo contos, poemas e capítulos separados. Você posta um texto junto da sua principal duvida a respeito dele e qual você quer que seja o foco das críticas.

Então, as pessoas poderiam responder fazendo o papel de leitor beta e dando uma crítica, com um número mínimo de caracteres pré-estabelecidos. O autor vai avaliar as criticas, pra evtar que a pessoa so digite qualquer coisa ou faca uma critica rasa. O autor avalia a crítica com base em 3 critérios: foi respeitosa e construtiva? Foi específica? Foi útil? Se 2 das 3 forem sim, a pessoa recebe um número de pontos, que ela usa para fazer os próprios posts, incentivando as pessoas a não só postarem, mais criticarem, e retroalimentando a comunidade. Se o autor demorar muito(vou estabelecer o tempo ainda, aceito sugestoes) pra responder, a pessoa que criticou recebe os pontos.

E, para evitar autores birrentos que marquem "não" porque sim, ou porque nao aceitem criticas, toda vez que alguem critica a critica vai pra aba de "moderação", onde a comunidade avalia se a crítica realmente foi ruim e se o autor respondeu bem. Aí tem o voto da maioria pra validar. Nessa aba de moderação, o veredito do autor é mantido até que seja refutado, se for.

Pra resumir, ia ser basicamente assim: você entra no site e pode fazer seu post compartilhando um conto/poema/trecho do seu livro e espera por críticas da comunidade, enquanto também critica os outros posts pra poder ganhar pontos pra fazer mais posts, além de poder moderar se o veredito dos autores em relação às criticas foram justos.

Enfim, já quero criar meu MVP(protótipo pra testar), mas antes quero ouvir vocês. Vocês acham que esse site seria útil? Realmente sofrem com falta de leitores beta? Usariam o site se ele estivesse disponível? Também estou aberto a todo tipo de crítica e sugestão para deixar essa ideia a melhor possível para a comunidade.

Tambe

Tamb

reddit.com
u/PedroSM13 — 2 months ago

A necessidade do curso COMPLETO de medicina para ser psiquiatra precisa mudar ou ser alterada drasticamente de forma urgente!

Olha, talvez você, ao ler esse titulo, pense que estou querendo precarizar a psiquiatria e diminuir a qualificação dos profissionais, deixando mais fácil ser psiquiatra e requerindo menos estudo. Mas, antes de tomar conclusões, peço que leia o texto todo; pois, na minha opinião, essa ideia faria apenas melhorar a qualidade do profissional psiquiatra no Brasil, e já vou explicar o porquê.

E essa é uma área que precisa de melhorias urgentes. Quem já passou por uma consulta de 15 minutos em planos de saúde ou no SUS, onde o médico mal olha para o paciente e só passa um antidepressivo, sabe do que eu tô falando.

Veja bem, pra ser psiquiatra no Brasil, precisa fazer 6 anos de medicina. Nesses 6 anos, voce ve tudo, anatomia, cirurgia, mil areas que estudam o corpo humano, mas quase nada da mente humana; na verdade, você só vê sobre isso na residência pra psiquiatra, e TALVEZ nos anos finais do curso, mas só talvez mesmo, e de forma bem rasa.

Como resultado, temos psiquiatras que sabem quase nada de psicologia e da mente humana, não estudaram psicólogos(não na mesma intensidade que um estudante de psicologia, com certeza), mas sabem tudo de remédio. Portanto, veem qualquer coisa levemente anormal e já diagnosticam como transtorno e dá-lhe remédio.

Ainda por cima, pela alta demanda e consultas curtas (especialmente no SUS ou convênios), tornou-se comum o psiquiatra apenas "carimbar receita", sem tempo para uma abordagem terapêutica profunda.

Portanto, quem realmente se interessa por isso, e seria um excelente profissional sabendo tanto fazer o papel de terapeuta quanto de médico de saúde mental, desiste da profissão pra não ter que fazer um curso de 6 anos totalmente alheio aos seus interesses, virando então um psicólogo excelente, mas que não pode(e nem deveria, já que não estudou sobre isso) passar remédio, deixando esse papel pra um psiquiatra que só estudou medicina geral.

É fato que muitas pessoas que têm uma sensibilidade incrível para a saúde mental desistem da psiquiatria porque não querem passar por plantões de trauma, cirurgias, pediatria e obstetrícia.

Então, considero que a psiquiatria deveria ser um curso complementar a psicologia, que iria pegar todo o conhecimento que a pessoa já tem e levar para a área médica, assim gerando um psiquiatra muito mais qualificado, que sabe tanto de psicologia quando de saúde mental da ótica médica. Seria basicamente como a residência de psiquiatria(que é quando o psiquiatra realmente começa a estudar sobre sua profissão), mas colocar ela depois do curso de psicologia, não medicina.

Quem quer ser psiquiatra agora poderia ser o que quer sem ter que passar por 6 anos de medicina geral do corpo humano, cirurgia invasiva, sangue, plantao, e um monte de coisa que, além de terrível pra quem não gosta/tolera aquilo, vai ser inútil na profissão final da pessoa. Pra melhorar, ainda se torna um profissional muito mais competente.

"Ah, mas não dá pra separar a mente do corpo, o psiquiatra tem que saber identificar sintomas físicos, os remédios dão efeitos colaterais no corpo todo, etc."

Sim, é verdade. Mas falar que TODOS os 6 anos de Medicina são necessários pra psiquiatra é loucura. Psiquiatra não tem que saber absolutamente nada de cirurgia ou ginecologia, por exemplo. Teria que ter como "Limpar" todo o conteúdo inútil, mas manter o importante pra psiquiatria, como a fisiologia, patologia e farmacocinética, que seriam aprendidos no curso complementar à psicologia pra quem quer ser psiquiatra sem ter que ficar 6 anos aprendendo sobre medicina geral.

Se fosse forçar que a maior parte de tudo que se aprende em medicina é essencial pra psiquiatria, colocar uns 5 anos de 6, tudo ótimo, tira esse ano. Só não faz psiquiatra ter que fazer plantão de urgência, cirurgia, fazer ponto, que obviamente não é necessário. Obrigar isso é completamente contraintuitivo e só piora a qualidade da profissão de psiquiatria.

Outra opção seria criar um curso própria de psiquiatria, unindo a psiquiatria médica da medicina com a psicologia, e retirando a parte mais biológica e menos necessária para a área psiquiátrica.

Eu não tenho certeza de como teria que mudar, se com um novo curso de psiquiatria adaptado da medicina unido com psicologia, se com um curso complementar à psicologia ou algo a mais que não sugeri no texto(vocês podem sugerir aí nos comentários). Mas que tem que mudar, é fato.

u/PedroSM13 — 2 months ago
▲ 167 r/aphextwin

Whats your favorite RDJ album? (considering all the alias)

For me, is Rushup Edge by "The Tuss". It is just amazing, i relisten to it everytime. But the SAW 85-92 is a strong second; the album who introduced me and probably most of you to Aphex Twin, and is absolutely genius till today.

u/PedroSM13 — 2 months ago

O Gentleman - Crônica Cômica Nonsense

De repente, a monotonia embriagada habitual de um popular bar no centro de Pintópolis - MG foi quebrada pela chegada de um desconhecido. Um homem em seus vinte e poucos anos, contudo ainda assim portava uma expressão madura. Usava roupas nobres, tinha um quê de gentleman britânico e exalava riqueza material de absolutamente todas as formas possíveis.

O terno com cintura levemente marcada, aberturas duplas nas costas e calça de corte reto, os blazers com estrutura nos ombros; tudo conferia um ar de imponência que muito raramente se via naquelas terras.

O segundo pensamento que surgiu no grupo de homens que admirava intrigado o estranho de ar tão chamativo foi qual seria o nome daquela figura tão peculiar.

O primeiro foi: “Por que caralhos alguém usaria roupas tão pesadas em um calor de quase 40 graus?”

Curiosamente, apenas o segundo foi colocado em palavras, especificamente pelo barman que enchia novamente o copo de um dos clientes mais encorpados, por assim dizer.

“Jonathan Hawthorne, ao seu prazer”, respondeu com elegância o homem.

O filho da puta não só se vestia como rico, mas também tinha nome de rico e ainda falava igual rico!

José Moura, que também não ficava para trás no quesito elegância, afinal exibia uma exemplar peça da moda contemporânea conhecida popularmente como camiseta do Flamengo, era um dos mais desinibidos do grupo. 

Portanto acabou sendo o primeiro a fazer a pergunta de um milhão de dólares, a questão que flutuava insistentemente no bar, mas ninguém tinha coragem de capturá-la:

“Cara, você é rico?”

A quebra abrupta do silêncio sagrado do estabelecimento gerou uma crise de riso entre todos do lugar, mas que foi gradualmente sendo substituída novamente pelo silêncio devido à expressão séria e imutável de Jonathan. Nem o flamenguista conseguia falar, e essa situação durou por alguns extremamente longos dois a três segundos.

Até que o gentleman sorriu pela primeira vez e deu uma risada contida e curta que, para variar, também exalava nobreza em abundância. Concordou: “Sou sim, como perceberam?” Ainda acrescentou, rindo mais uma vez enquanto saboreava a situação: “Para que esse medo todo? Eu não mordo, prometo.”.

O clima de tensão foi se dissipando aos poucos, até que Jonathan Hawthorne tornou-se, na medida do possível, apenas mais um homem bebendo e discutindo sobre assuntos clássicos de bar, como futebol, cachaça, a paralisante realidade do inevitável esquecimento pós-morte, a ascensão do neoliberalismo no Ocidente e suas causas e consequências, o significado do novo story da Virgínia, entre outros.

O homem encorpado, que se chamava Carlos e tinha lá seus quarenta anos, apesar da aparência de sessenta, reclamava de como a compreensão do conceito do Absoluto de Hegel o estava impedindo de acompanhar os jogos do Cruzeiro nos tempos recentes, quando o homem de terno propôs um desafio:

“Vejam bem, não pude falar muito de mim, e honestamente não há muito a ser falado, extraindo talvez o fato relativamente notável de que tenho uma fortuna de aproximadamente cem milhões de euros, e a conquistei sem nunca ter trabalhado um dia na minha curta vida, e muito menos desafiado a lei, é óbvio”.

O grupo se entreolhou, mas não disse nada esperando pela continuação de Jonathan, que para a surpresa de (13 x 7 + 3² - 10²) pessoas, demorou um tempo excessivo e desnecessário; afinal, é de conhecimento geral que um pré-requisito para a riqueza é o uso constante de pausas dramáticas extremas.

“Agora, proponho um desafio. Quem adivinhar como eu consegui essa fortuna sem trabalhar e sem usufruir de meios não legais será recompensado com uma enorme quantia em dinheiro. Vocês têm 1 hora para discutir e encontrar a resposta.”

Os homens aceitaram o desafio sem muita hesitação; para falar a verdade, disseram sim como se a vida deles dependesse disso, mal deixando o homem terminar de falar, um impacto já conhecido pela psicologia causado pela expressão “enorme quantia em dinheiro”.

José Moura pegou um pequeno caderninho e começou a anotar as hipóteses mais plausíveis. O barman falou de bitcoin, mas foi rapidamente cortado: muito previsível, argumentou Carlos. Além do mais, mesmo para comprar bitcoin ele precisaria de dinheiro, conseguido de alguma forma.

Um jovem chamado Paulo, anteriormente um tanto calado no canto, mas cuja atenção fora chamada pela canto irresistível e universal do dinheiro, deu um palpite:

“Talvez o Jonathan tenha processado alguma grande empresa e ganhado.”

Todos concordaram que era uma possibilidade, mas não sem antes questionar o gentleman se uma resposta tão vaga seria aceita. O rico, que assistia a tudo impassível, afirmou sem rodeios: “Não. Há necessidade de uma resposta mais específica do que essa.”

Assim, eles continuaram o debate, cada vez mais imersos na discussão. José Moura sugeriu que ele tivesse processado a Amazon após entrar na sede da empresa pensando que fosse a floresta Amazônica e sofrer um choque ao confundir um cabo com um cipó.

Paulo, por outro lado, palpitou que Jonathan poderia ter processado a Gatorade após ler o slogan “sede de vitória”, beber a vitória mas não solucionar seu problema biológico de falta de água.

Carlos, por sua vez, suspeitou que o multimilionário havia adquirido sua fortuna após comprar ironia socrática mas receber ironia machadista no lugar, processando a ABL após entrar em depressão devido ao ceticismo de Machado de Assis.

“Além do mais”, prosseguiu o homem, orgulhoso de seu raciocínio, “Ele poderia ter lido Saussure e compreendido o significante por trás do significado dinheiro, adquirindo portanto a ideia do cifrão ao invés de sua propriedade física por um valor muito abaixo do mercado.”

O barman, então, foi mais além. Sugeriu que o homem de terno poderia ter denunciado um esquema de fraude multibilionário baseado em um esquema ponzi de embaralhadores automáticos de cartas no AliexPress pela presidência do Iraque através de um vídeo conspiratório do TikTok, inspirando uma intervenção dos Estados Unidos para entregar a democracia à nação; em troca, é claro, de uma pequena quantia de petróleo, cuja parcela foi entregue a Jonathan pela CIA como compensação pelos serviços prestados.

José Moura, então, interrompeu o grupo, afirmando que eles estavam pensando demais. “Há de ser algo muito mais simples que estamos deixando passar”, afirmou.

“Por exemplo”, acrescentou, “Nosso amigo pode muito bem ter conseguido sua riqueza ao utilizar as táticas de Gueorgui Jukov para orquestrar um plano de dominação mundial para San Marino, entretanto vendendo-as para a Mossad após Israel ficar com medo de perder a posição de país com azul na bandeira mais famoso do mundo”.

“Calma lá!”, interrompeu Carlos indignado, “Israel não é o país azul mais famoso do mundo!”, argumentou, “Você está esquecendo de Tuvalu!”

Todos concordaram, e então José Moura descartou sua hipótese devido àquele infeliz erro. Desculpou-se imediatamente, constrangido. Como pudera esquecer de Tuvalu? Levou ainda alguns minutos para se recuperar da gafe.

Foi então que Carlos e Paulo desenvolveram uma tese persuasiva. Jonathan Hawthorne enriquecera após somar o Amor e Ódio de Empédocles para descobrir o quinto elemento do Arché, que seria justamente o dinheiro. Portanto, ao descobri-lo, o homem patenteou o capital e passou a receber royalties toda vez que alguém fazia uma transação financeira.

E então eles continuaram, até que acabou o prazo de uma hora. O clima era de caos: copos quebrados, cerveja no chão, anotações para todo canto, todos suando, exaustos.

“E então? Acabou o prazo. Qual resposta os senhores me oferecem?”

José Moura ergueu-se, confiante e orgulhoso de sua resposta. Deu uma olhada rápida nos colegas, que concordaram com a cabeça, ansiosos. O flamenguista respirou fundo, e por fim proclamou:

“Você utilizou mão-de-obra alienígena para criar a maior startup de chocolates suíços do Irã, então usando suas idosas chocólatras como curandeiras médicas na guerra contra os Estados Unidos, tornando-se presidente da nação norte-americana e levando as taxas de impostos para pessoas chamadas Richard a 100%, por fim  direcionando todo o dinheiro para uma empresa alternativa em Mônaco focada em reabilitar milionários viciados em Heroína!”

Jonathan fez uma pausa dramática ainda maior que as anteriores, e então sorriu pela segunda vez. Disse, calmamente:

“Não. Eu sou herdeiro.”

Deu meia-volta e saiu do bar.
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u/PedroSM13 — 2 months ago