u/professorfilosofia

Escrevi durante uma crise

Olha que eu escrevi quando ouvia música ontem de madrugada :

EU NÃO SINTO NADA

EU SINTO ÓDIO

EU PRECISO FUGIR

EU PRECISO FUGIR

EU TE ODEIO

EU PRECISO FUGIR

EU TE ODEIO

EU TE AMO

EU NÃO SINTO

EU NÃO SINTO

EU ODEIO

EU NÃO SINTO

EU PRECISO SENTIR MEDO

EU PRECISO SENTIR ALGO

POR MAIS DE UM DIA QUE

NÃO SEJA TÉDIO

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u/professorfilosofia — 2 days ago

Escrevi durante uma crise

Olha que eu escrevi quando ouvia música ontem de madrugada :

EU NÃO SINTO NADA

EU SINTO ÓDIO

EU PRECISO FUGIR

EU PRECISO FUGIR

EU TE ODEIO

EU PRECISO FUGIR

EU TE ODEIO

EU TE AMO

EU NÃO SINTO

EU NÃO SINTO

EU ODEIO

EU NÃO SINTO

EU PRECISO SENTIR MEDO

EU PRECISO SENTIR ALGO

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NÃO SEJA TÉDIO

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u/professorfilosofia — 2 days ago

Escrevi durante uma crise

Olha que eu escrevi quando ouvia música ontem de madrugada :

EU NÃO SINTO NADA

EU SINTO ÓDIO

EU PRECISO FUGIR

EU PRECISO FUGIR

EU TE ODEIO

EU PRECISO FUGIR

EU TE ODEIO

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u/professorfilosofia — 2 days ago

O cristianismo utiliza a bíblia para julgar os outros e somente lembra da mensagem profética quando é conveniente

Sabe qual foi um dos motivos que eu saí do cristianismo? Eu era adolescente e frequentava a Igreja Católica e, mesmo antes de entrar na faculdade de filosofia, eu era crítico a muitas coisas e frequentava a cena artística desde os 15 anos, principalmente ligado à cultura mais alternativa. Daí, na igreja que eu frequentava, eu comecei a conversar com umas pessoas sobre por que tinha tanto morador de rua no bairro que a gente morava, considerando que era de classe média alta; então, se a comunidade se organizasse, poderia ajudar as pessoas. Daí, várias pessoas da igreja falaram que esse não era o tipo de conversa para ter na igreja. Daí, eu falei: "Mas Jesus se preocupava com esse tipo de situação", e eles me responderam: "Mas você é Jesus, por acaso?". Será que o cristianismo contemporâneo não começou a usar a Bíblia como desculpa para julgar os outros e esqueceu a mensagem básica?

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u/professorfilosofia — 2 days ago

Será que o cristianismo contemporâneo não começou a usar a Bíblia como desculpa para julgar os outros e esqueceu a mensagem básica?

Sabe qual foi um dos motivos que eu saí do cristianismo? Eu era adolescente e frequentava a Igreja Católica e, mesmo antes de entrar na faculdade de filosofia, eu era crítico a muitas coisas e frequentava a cena artística desde os 15 anos, principalmente ligado à cultura mais alternativa. Daí, na igreja que eu frequentava, eu comecei a conversar com umas pessoas sobre por que tinha tanto morador de rua no bairro que a gente morava, considerando que era de classe média alta; então, se a comunidade se organizasse, poderia ajudar as pessoas. Daí, várias pessoas da igreja falaram que esse não era o tipo de conversa para ter na igreja. Daí, eu falei: "Mas Jesus se preocupava com esse tipo de situação", e eles me responderam: "Mas você é Jesus, por acaso?". Será que o cristianismo contemporâneo não começou a usar a Bíblia como desculpa para julgar os outros e esqueceu a mensagem básica?

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u/professorfilosofia — 2 days ago

Será que o cristianismo contemporâneo não começou a usar a Bíblia como desculpa para julgar os outros e esqueceu a mensagem básica?

Sabe qual foi um dos motivos que eu saí do cristianismo? Eu era adolescente e frequentava a Igreja Católica e, mesmo antes de entrar na faculdade de filosofia, eu era crítico a muitas coisas e frequentava a cena artística desde os 15 anos, principalmente ligado à cultura mais alternativa. Daí, na igreja que eu frequentava, eu comecei a conversar com umas pessoas sobre por que tinha tanto morador de rua no bairro que a gente morava, considerando que era de classe média alta; então, se a comunidade se organizasse, poderia ajudar as pessoas. Daí, várias pessoas da igreja falaram que esse não era o tipo de conversa para ter na igreja. Daí, eu falei: "Mas Jesus se preocupava com esse tipo de situação", e eles me responderam: "Mas você é Jesus, por acaso?". Será que o cristianismo contemporâneo não começou a usar a Bíblia como desculpa para julgar os outros e esqueceu a mensagem básica?

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u/professorfilosofia — 2 days ago

Será que o cristianismo contemporâneo não começou a usar a Bíblia como desculpa para julgar os outros e esqueceu a mensagem básica?

Sabe qual foi um dos motivos que eu saí do cristianismo? Eu era adolescente e frequentava a Igreja Católica e, mesmo antes de entrar na faculdade de filosofia, eu era crítico a muitas coisas e frequentava a cena artística desde os 15 anos, principalmente ligado à cultura mais alternativa. Daí, na igreja que eu frequentava, eu comecei a conversar com umas pessoas sobre por que tinha tanto morador de rua no bairro que a gente morava, considerando que era de classe média alta; então, se a comunidade se organizasse, poderia ajudar as pessoas. Daí, várias pessoas da igreja falaram que esse não era o tipo de conversa para ter na igreja. Daí, eu falei: "Mas Jesus se preocupava com esse tipo de situação", e eles me responderam: "Mas você é Jesus, por acaso?". Será que o cristianismo contemporâneo não começou a usar a Bíblia como desculpa para julgar os outros e esqueceu a mensagem básica?

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u/professorfilosofia — 2 days ago

Sou pesquisador de filosofia da cultura e vivo a cena alternativa desde os 15 anos me perguntem qualquer coisa.

Eu sou professor de filosofia de ensino médio da rede estadual e dou aula particular , tenho 32 anos e estou estudando movimentos culturais alternativos. Meu projeto de pesquisa mais recente é "As bases filosóficas da cena alternativa paulistana: um estudo de caso sobre a antropofagia dos movimentos culturais alternativos do começo dos anos 2000 e suas práticas de ocupação do espaço urbano", pois eu e meu orientador acreditamos que tem mais interseção no debate cultural brasileiro que o anterior, focado no pós-punk e simbolismo.

Além disso, estou atrelado a movimentos ligados ao metal, rock alternativo e pós-punk desde os 15 anos e, ano passado, entrei num motoclube. Perguntem-me qualquer coisa sobre o tema da pesquisa e minha vivência.

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u/professorfilosofia — 3 days ago

Sou pesquisador de filosofia da cultura e vivo a cena alternativa desde os 15 anos me perguntem qualquer coisa.

Eu sou professor de filosofia de ensino médio da rede estadual e dou aula particular , tenho 32 anos e estou estudando movimentos culturais alternativos. Meu projeto de pesquisa mais recente é "As bases filosóficas da cena alternativa paulistana: um estudo de caso sobre a antropofagia dos movimentos culturais alternativos do começo dos anos 2000 e suas práticas de ocupação do espaço urbano", pois eu e meu orientador acreditamos que tem mais interseção no debate cultural brasileiro que o anterior, focado no pós-punk e simbolismo.

Além disso, estou atrelado a movimentos ligados ao metal, rock alternativo e pós-punk desde os 15 anos e, ano passado, entrei num motoclube. Perguntem-me qualquer coisa sobre o tema da pesquisa e minha vivência.

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u/professorfilosofia — 3 days ago

Sou pesquisador de filosofia da cultura e vivo a cena alternativa desde os 15 anos- AMA

Eu sou professor de filosofia de ensino médio da rede estadual e dou aula particular , tenho 32 anos e estou estudando movimentos culturais alternativos. Meu projeto de pesquisa mais recente é "As bases filosóficas da cena alternativa paulistana: um estudo de caso sobre a antropofagia dos movimentos culturais alternativos do começo dos anos 2000 e suas práticas de ocupação do espaço urbano", pois eu e meu orientador acreditamos que tem mais interseção no debate cultural brasileiro que o anterior, focado no pós-punk e simbolismo.

Além disso, estou atrelado a movimentos ligados ao metal, rock alternativo e pós-punk desde os 15 anos e, ano passado, entrei num motoclube. Perguntem-me qualquer coisa sobre o tema da pesquisa e minha vivência.

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u/professorfilosofia — 3 days ago

Pergunta para quem defende a demissão do Abel

Nós estamos em primeiro do campeonato brasileiro , ganhamos o paulista e primeiro no grupo da Libertadores, então vocês que defendem a demissão do Abel , me dêem um motivo racional para isso ?

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u/professorfilosofia — 4 days ago

O medo do cancelamento está matando a arte

Eu sou de uma formação artística muito específica, do começo dos anos 2000, que muitos pesquisadores chamam de estética urbana decadente, onde você juntava uma formação acadêmica com formação do centro de São Paulo, pesquisa independente da estética europeia, convivência com coletivos e comportamentos tidos como hedonistas e irresponsáveis.

Eu me preocupo profundamente com como o policiamento causado por essa cultura de cancelamento pode atrapalhar os novos artistas pois a arte vem das contradições humanas e das falhas emocionais e se o artista não tem liberdade de explorar isso , ele pode fazer um quadro , uma música , um livro , etc tecnicamente perfeito mas não vai ter alma e com os wokes do Twitter e os redpill da vida ele não tem essa liberdade, por medo de ser cancelado a cada 5 min .

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u/professorfilosofia — 4 days ago

“Viva rápido e sofra belamente”

Eu comecei no rolê underground/indie/post-punk/metal em 2007 com 15 anos porque era o único lugar que eu podia ser eu mesmo sem ser espancado todo dia na escola. 

Então sim, a gente era autodestrutivo, mas eu ainda continuo no rolê com 33 anos pois foi o único lugar que eu me sinto vivo. 

Inclusive é por isso que eu, com 33 anos, bato cartão em rolê do motoclube que eu entrei ano passado toda sexta-feira e voltei pro rolê Indie/pos-punk e pro rolê do metal mesmo ainda estando com problemas financeiros . 

E por isso que, quando parei de ir em rolê que eu ia desde os 18 por problemas financeiros e pessoais ano passado, por um tempo eu sentia que perdia minha alma e era uma fraude como filósofo. 

Pois isso sempre foi mais que um rolê. E por isso eu me identifico tanto com a Effy e o Pete Doherty, pois eles demonstram o que eu faço desde os 15 anos: viver no extremo pra ver se a dor cala a boca.

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u/professorfilosofia — 6 days ago

“Viva rápido e sofra belamente”

Eu comecei no rolê underground/indie/post-punk/metal em 2007 com 15 anos porque era o único lugar que eu podia ser eu mesmo sem ser espancado todo dia na escola. 

Então sim, a gente era autodestrutivo, mas eu ainda continuo no rolê com 33 anos pois foi o único lugar que eu me sinto vivo. 

Inclusive é por isso que eu, com 33 anos, bato cartão em rolê do motoclube que eu entrei ano passado toda sexta-feira e voltei pro rolê Indie/pos-punk e pro rolê do metal mesmo ainda estando com problemas financeiros . 

E por isso que, quando parei de ir em rolê que eu ia desde os 18 por problemas financeiros e pessoais ano passado, por um tempo eu sentia que perdia minha alma e era uma fraude como filósofo. 

Pois isso sempre foi mais que um rolê. E por isso eu me identifico tanto com a Effy e o Pete Doherty, pois eles demonstram o que eu faço desde os 15 anos: viver no extremo pra ver se a dor cala a boca.

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u/professorfilosofia — 6 days ago

Quando a gente vira alguém sarcástico, arrogante, autodestrutivo e problemático, dizem que temos que ter empatia. O engraçado é que ninguém nunca teve empatia com a gente

.

Gente, tem adolescente da geração pós-pandemia problematizando a Effy. Tenham a decência de deixar a sex symbol da minha adolescência em paz, grato. Ela era problemática? Sim, pois a nossa adolescência inteira era problemática. A gente sofria bullying pesado, não tinha psicólogo acolhedor no colégio e, por isso, aprendíamos a usar o sarcasmo e o desdém como defesa. Ninguém usava o visual dela para ser "exemplo de cidadão", era um escudo contra o mundo real. Próxima análise revolucionária desses gênios: "o fogo queima". Me poupem.

Eu não passei metade da juventude fugindo de apanhar de bully na escola para ver um bando de gente que viveu trancada num quarto tendo aula online falar que as nossas representações culturais eram tóxicas. Tóxico era apanhar de cinco malucos por ser considerado "anormal" ou "problemático", enquanto o diretor fingia que nada estava acontecendo. Aí, quando a gente vira alguém sarcástico, arrogante, autodestrutivo e problemático, dizem que temos que ter empatia. O engraçado é que ninguém nunca teve empatia com a gente.

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u/professorfilosofia — 6 days ago

Quando a gente vira alguém sarcástico, arrogante, autodestrutivo e problemático, dizem que temos que ter empatia. O engraçado é que ninguém nunca teve empatia com a gente.

Gente, tem adolescente da geração pós-pandemia problematizando a Effy. Tenham a decência de deixar a sex symbol da minha adolescência em paz, grato. Ela era problemática? Sim, pois a nossa adolescência inteira era problemática. A gente sofria bullying pesado, não tinha psicólogo acolhedor no colégio e, por isso, aprendíamos a usar o sarcasmo e o desdém como defesa. Ninguém usava o visual dela para ser "exemplo de cidadão", era um escudo contra o mundo real. Próxima análise revolucionária desses gênios: "o fogo queima". Me poupem.

Eu não passei metade da juventude fugindo de apanhar de bully na escola para ver um bando de gente que viveu trancada num quarto tendo aula online falar que as nossas representações culturais eram tóxicas. Tóxico era apanhar de cinco malucos por ser considerado "anormal" ou "problemático", enquanto o diretor fingia que nada estava acontecendo. Aí, quando a gente vira alguém sarcástico, arrogante, autodestrutivo e problemático, dizem que temos que ter empatia. O engraçado é que ninguém nunca teve empatia com a gente.

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u/professorfilosofia — 6 days ago

A pandemia destruiu a diversidade cultural da cidade

Um ponto interessante sobre a pandemia que pouca gente sabe por ser nichado, mas por eu estar no meio desde 2007 e pesquisar academicamente o meio underground, é que, se antes da pandemia tinha festas rolando em qualquer galpão, festivais, músicas extremamente interessantes (quem é mais velho lembra do SWU, que veio Avenged, Linkin Park e Rage Against), vários bares na bacia Augusta e interior de São Paulo e toda uma produção cultural que reunia a favela com faculdades de humanas e artes, hoje em dia, depois da pandemia, isso tem diminuído.

Obviamente, tem alguns lugares como sede de motoclube, alguns bares que sobreviveram à pandemia e coletivos fazendo festas; porém, nada igual à pré-pandemia. E isso ocorreu por uma combinação bem trágica de fatores: aumento de aluguéis em áreas centrais (gentrificação), aumento dos preços de transportes públicos, Uber e táxi, inflação financeira (hoje em dia, 15 reais, que era o ingresso, não paga uma água) e uma geração mais jovem que perdeu o costume de sair de casa.

Muitas pessoas falam muito do impacto econômico, social e de saúde da pandemia; porém, poucas pessoas lembram que a pandemia também ajudou a destruir a diversidade cultural da cidade

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u/professorfilosofia — 7 days ago

A pandemia destruiu a diversidade cultural da cidade

Um ponto interessante sobre a pandemia que pouca gente sabe por ser nichado, mas por eu estar no meio desde 2007 e pesquisar academicamente o meio underground, é que, se antes da pandemia tinha festas rolando em qualquer galpão, festivais, músicas extremamente interessantes (quem é mais velho lembra do SWU, que veio Avenged, Linkin Park e Rage Against), vários bares na bacia Augusta e interior de São Paulo e toda uma produção cultural que reunia a favela com faculdades de humanas e artes, hoje em dia, depois da pandemia, isso tem diminuído.

Obviamente, tem alguns lugares como sede de motoclube, alguns bares que sobreviveram à pandemia e coletivos fazendo festas; porém, nada igual à pré-pandemia. E isso ocorreu por uma combinação bem trágica de fatores: aumento de aluguéis em áreas centrais (gentrificação), aumento dos preços de transportes públicos, Uber e táxi, inflação financeira (hoje em dia, 15 reais, que era o ingresso, não paga uma água) e uma geração mais jovem que perdeu o costume de sair de casa.

Muitas pessoas falam muito do impacto econômico, social e de saúde da pandemia; porém, poucas pessoas lembram que a pandemia também ajudou a destruir a diversidade cultural da cidade

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u/professorfilosofia — 7 days ago

A pandemia destruiu a diversidade cultural da cidade

Um ponto interessante sobre a pandemia que pouca gente sabe por ser nichado, mas por eu estar no meio desde 2007 e pesquisar academicamente o meio underground, é que, se antes da pandemia tinha festas rolando em qualquer galpão, festivais, músicas extremamente interessantes (quem é mais velho lembra do SWU, que veio Avenged, Linkin Park e Rage Against), vários bares na bacia Augusta e interior de São Paulo e toda uma produção cultural que reunia a favela com faculdades de humanas e artes, hoje em dia, depois da pandemia, isso tem diminuído.

Obviamente, tem alguns lugares como sede de motoclube, alguns bares que sobreviveram à pandemia e coletivos fazendo festas; porém, nada igual à pré-pandemia. E isso ocorreu por uma combinação bem trágica de fatores: aumento de aluguéis em áreas centrais (gentrificação), aumento dos preços de transportes públicos, Uber e táxi, inflação financeira (hoje em dia, 15 reais, que era o ingresso, não paga uma água) e uma geração mais jovem que perdeu o costume de sair de casa.

Muitas pessoas falam muito do impacto econômico, social e de saúde da pandemia; porém, poucas pessoas lembram que a pandemia também ajudou a destruir a diversidade cultural da cidade.

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u/professorfilosofia — 7 days ago

Pensamentos ouvindo playlist

Mano, é estranho: estou ouvindo uma playlist de músicas de quando eu entrei no rolê underground. Eu tinha 15 anos, era espancado todo dia por ser "estranho". Falaram que era uma fase; a professora comparou com doença mental, etc.

E agora, com 33 anos, acabou a pandemia, continuo no rolê, faço pesquisa acadêmica na cultura underground que eu estou desde os 15 anos, sou membro do maior motoclube do mundo e sou professor de filosofia.

Parece que a fase durou mais tempo que esperavam, né?

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u/professorfilosofia — 9 days ago