Do you feel like the scene where Aragorn remembers what Gandalf told him weakens the return?

I never liked that particular part of an amazing scene.

I really love Theoden's speech just before, his conversation with Aragorn, etc. I would have prefered if we had to assume that Aragorn knew of Gandalf's return (or at least his belief in it).

To me, hearing Gandalf saying that he will return after 5 days, etc., cheapens his surprise return - which is no longer a surprise.

I think it's only scene (or part of) of the extended edition that I really didn't enjoy.

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u/LikeAPhoenixTotally — 1 day ago
▲ 720 r/PrimeiraLiga+1 crossposts

Fastest hat trick in Primeira Liga history: Vangelis Pavlidis equals Fernando Gomes 1988 record with 7 minute treble vs Casa Pia

u/LikeAPhoenixTotally — 2 days ago

[GoalPoint] Record histórico em Vila do Conde: O Rio Ave cometeu apenas 1 falta em todo o jogo, frente ao FC Porto. O feito é recorde na Liga, desde que há GoalPoint

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u/LikeAPhoenixTotally — 3 days ago

É possível resolver o problema do futebol em Portugal sem desaparecer a Sporttv?

Estava a ouvir o Canto do Benfica, do zerozero, onde participa o João Paulo, que já conheço há alguns anos, e estavam a debater a questão dos direitos de transmissão, naturalmente muito na perspetiva do Benfica, das receitas televisivas, da centralização, etc. Mas enquanto os ouvia surgiu-me uma questão paralela que acho mais interessante discutir aqui.

Para mim, o futebol português tem um problema muito maior do que aquilo que acontece dentro das quatro linhas. O nosso futebol de bancadas, de assistências, de adeptos e de hábito de ir ao estádio está praticamente morto.

Tirando os três grandes e dois ou três clubes como Braga e Vitória SC, temos assistências ridiculamente baixas para uma primeira divisão. E podemos falar do tamanho do país, da concentração populacional, do peso dos três grandes ou da falta de associativismo local. Tudo isso tem influência. Há países de dimensão semelhante à nossa, ou até mais pequenos, onde existe uma cultura completamente diferente de acompanhar o clube da cidade ou da região.

Mas há uma coisa que, para mim, contribuiu brutalmente para matar esse hábito em Portugal: a SportTV e a forma como os horários são definidos em função da televisão.

O futebol devia ser uma atividade perfeitamente normal de fim de semana. Uma coisa que se faz em família, com amigos ou até sozinho. É sábado ou domingo, o teu clube joga às 15h, às 17h ou até às 18h, almoças, vais ao estádio, vês o jogo e regressas a casa. Nem precisas de ser um fanático pelo clube. Pode simplesmente apetecer-te ir ver um jogo de futebol.

Em Portugal transformámos isso numa coisa completamente diferente. Temos jogos às 20h15, 20h30, 21h15 de um domingo, jogos à segunda-feira à noite e horários completamente absurdos para quem trabalha no dia seguinte, para quem quer levar filhos ao estádio ou para quem vive a 30 ou 40 quilómetros da cidade onde joga o seu clube.

E porquê? Porque é preciso encaixar todos os jogos na grelha da SportTV e evitar ao máximo que existam jogos em simultâneo. A prioridade não é ter pessoas nas bancadas. A prioridade é conseguir transmitir o máximo de jogos possível sem sobreposição e rentabilizar o produto televisivo.

Para mim isto é completamente absurdo. Estamos a organizar uma competição desportiva como se o adepto que vai ao estádio fosse um elemento secundário e o verdadeiro cliente fosse quem está sentado no sofá.

Depois juntamos a isto os preços praticados pelos próprios clubes e temos a tempestade perfeita. O Académico, que regressou agora à Primeira Liga, está a cobrar 40€ por um bilhete para o jogo com o Santa Clara. Quarenta euros. Quem é o adepto ocasional que vai pagar esse valor para ir ver um Académico-Santa Clara? Uma família de quatro pessoas pode deixar 160€ só em bilhetes, antes de combustível, comida ou qualquer outra despesa.

E é precisamente desse adepto ocasional que os clubes precisam se querem voltar a encher estádios. Não é do gajo que vai sempre e que provavelmente continuará a ir faça chuva ou faça sol. É daquele que num sábado à tarde olha para o relógio, vê que está bom tempo e pensa "porque não ir ver o Académico hoje?". Com bilhetes a 40€ e jogos enfiados em horários absurdos, essa decisão espontânea simplesmente deixa de existir.

Acho que durante anos fizemos exatamente o contrário daquilo que seria necessário para criar uma cultura de estádio em Portugal. Em vez de habituarmos crianças e famílias a passar uma tarde de sábado ou domingo no futebol, habituámos as pessoas a consumir futebol pela televisão.

E depois ficamos surpreendidos quando vemos jogos da Primeira Liga com bancadas praticamente vazias.

Claro que a SportTV é uma empresa e tem todo o direito de procurar rentabilizar aquilo que compra. O meu problema nem é propriamente esse. Se alguém paga centenas de milhões por direitos televisivos, é natural que queira retirar o máximo rendimento possível deles. O problema é termos construído um modelo em que os interesses de uma televisão conseguem ter este peso na definição de quando se joga futebol.

Não estou sequer a defender que todos os jogos tenham de ser sábado às 15h como antigamente. Percebo perfeitamente que existam diferentes horários e que a televisão seja fundamental para as receitas dos clubes. Mas deveria existir algum equilíbrio. Dois ou três horários principais ao sábado e domingo, jogos simultâneos sem qualquer drama e segunda-feira reservada para situações verdadeiramente excecionais já seria uma realidade completamente diferente.

Aliás, até acho que jogos em simultâneo ajudariam a recuperar alguma da magia do campeonato. Esta obsessão moderna de que cada jogo tem de ter uma janela televisiva exclusiva pode ser ótima para vender subscrições, mas é péssima para criar ambiente, hábito e cultura de estádio.

O problema é que não vejo como chegamos aí mantendo o modelo atual. Enquanto a SportTV pagar pelo produto e tiver interesse em espalhar os jogos por sexta, sábado, domingo e segunda, ocupando o maior número possível de horários, os clubes vão continuar dependentes desse dinheiro e o adepto no estádio continuará a aparecer no fim da lista de prioridades.

Por isso deixo mesmo a pergunta: é possível recuperar as bancadas e criar novamente uma verdadeira cultura de ir ao futebol em Portugal mantendo a SportTV e este modelo televisivo? Ou qualquer tentativa séria de recuperar o futebol enquanto espetáculo presencial implica necessariamente retirar à SportTV o poder que atualmente tem sobre os horários?

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u/LikeAPhoenixTotally — 6 days ago
▲ 4.0k r/soccer

'He forgoes any fact-checking': How Fabrizio Romano's transfer machine broke down - 'excessive spam', public spats, Saudi deals, a social media ban, his cryptic quit threat and when 'Here We Go' goes wrong

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u/LikeAPhoenixTotally — 6 days ago