Image 1 — Lute quando quiser, mas a privacidade já morreu faz tempo. Não tem como reverter isso.
Image 2 — Lute quando quiser, mas a privacidade já morreu faz tempo. Não tem como reverter isso.

Lute quando quiser, mas a privacidade já morreu faz tempo. Não tem como reverter isso.

Lute quando quiser, mas a privacidade já morreu faz tempo. Não tem como reverter isso.

Sinceramente, eu não vejo esperança para a privacidade. Mesmo que você injete 100 milhões em projetos novos ou em aplicativos já existentes, pouco importa para o usuário final. O avanço da tecnologia é mais complexo do que um TikTok. Na prática, mesmo que você torne esses aplicativos o mais simples possível, como aconteceu com o Session(Ele entro em falencia), vocês usam no ambiente corporativo apps como Session, Telegram ou até mesmo Signal? Acho que não. Todo mundo usa WhatsApp.

Ao longo dos anos, mesmo que vocês lutem contra o Estado e contra empresas que realmente querem explorar ao máximo os seus dados, elas continuam sendo uma ótima armadilha. Todo mundo quer a maçã/figo da serpente da Bíblia, ou seja, prefere a conveniência.

O foco em privacidade já morreu, porque o usuário médio quer o máximo possível de vantagens e praticidade. Esses projetos, com o passar do tempo, tendem a morrer. É apenas uma questão de tempo.

O máximo que vocês podem fazer é se proteger e se preparar para reduzir os impactos. No fim das contas, o Estado te obriga a usar WhatsApp e a manter um número vinculado ao seu CPF.

Hoje mesmo eu fiz um novo número e já recebi anúncio no WhatsApp de uma empresa próxima. Eu nunca registrei esse número em lugar nenhum(alem do zap,claro) e, mesmo assim, já havia informações associadas ao meu nome, número e CPF.

u/ObjectiveResearch567 — 4 hours ago

O governo do Reino Unido quer garantir a supremacia absoluta das suas mídias estatais e bajuladoras, em detrimento dos criadores livres e independentes.

O Reino Unido acaba de lançar uma proposta descarada para forçar o YouTube a impulsionar as mídias que chupam as bolas do governo em troca de dinheiro público. É a mais clara evidência de que querem monopolizar a narrativa, suprimir vozes dissonantes e manter a população cada vez mais confusa e manipulada. Justamente esses canais de propaganda oficial, que defendem o governo com unhas e dentes por puro interesse financeiro, serão privilegiados.

E o pior: em breve essa mesma merda autoritária chega ao Brasil.

Para quem não sabe, o Reino Unido quer obrigar o YouTube a favorecer, em seu algoritmo, conteúdos de grandes mídias já estabelecidas em detrimento dos criadores de conteúdo independentes. Para muitos, isso é um sinal de que querem restringir a liberdade de expressão algo que, segundo essa visão, também poderá acontecer no Brasil.

Assine já uma VPN confiável, como a IVPN ou a Proton VPN. O restante... FEZ# S!

https://www.gov.uk/government/news/plans-for-prominence-of-trusted-news-sources-on-social-media-alongside-measures-to-reform-public-service-media-in-the-uk

u/ObjectiveResearch567 — 5 hours ago

O governo do Reino Unido quer garantir a supremacia de suas mídias estatais e tradicionais em vez de dar espaço aos criadores de conteúdo independentes.

Reino Unido quer transformar a mídia tradicional na voz privilegiada da internet, empurrando os criadores independentes para segundo plano. Dar mais destaque aos grandes veículos em plataformas como o YouTube não fortalece a liberdade de informação fortalece quem já concentra poder e influência.

Enquanto os gigantes da imprensa ganham ainda mais visibilidade, quem produz conteúdo de forma independente corre o risco de perder espaço. Para mim, isso não é pluralidade de ideias, é uma tentativa de reforçar o domínio da narrativa por quem já está próximo do poder.

Se esse modelo se espalhar, não duvido que propostas semelhantes apareçam no Brasil.

https://www.gov.uk/government/news/plans-for-prominence-of-trusted-news-sources-on-social-media-alongside-measures-to-reform-public-service-media-in-the-uk

u/ObjectiveResearch567 — 5 hours ago
▲ 2 r/Livros

Como Xavras Wyżryn aborda a política e a história alternativa?

Vale a pena ler Xavras Wyżryn para quem gosta de ficção política?

Xavras Wyżryn, de Jacek Dukaj (autor polonês), apareceu como recomendação de uma IA quando pedi algo completamente nichado e diferente do que costuma aparecer nas listas mais conhecidas.

Fui procurar informações e vi que o livro parece misturar ficção política, história alternativa e sátira, mas encontrei pouca coisa em português. Isso acabou despertando ainda mais minha curiosidade.

Alguém aqui já leu? O que acharam da obra?

reddit.com

A União Europeia (UE) é, sem dúvidas, uma das ideias mais equivocadas já implementadas.

Cada país possui seus próprios interesses nacionais e, inevitavelmente, esses interesses entram em conflito. Basta observar as tensões entre Turquia e Grécia dentro da OTAN para perceber que alianças não eliminam disputas.

Na União Europeia, esses conflitos se tornam ainda mais complexos porque as decisões econômicas e regulatórias afetam diretamente todos os membros. Países com economias mais fortes acabam exercendo maior influência sobre as políticas do bloco, enquanto os menores têm pouca capacidade de alterar decisões que impactam seu próprio futuro.

Outro problema é a política monetária comum da zona do euro. Um país que adota o euro perde a capacidade de controlar sua própria moeda e sua taxa de juros, ficando dependente das decisões do Banco Central Europeu. Isso significa que uma política adequada para economias como Alemanha ou França pode não ser a melhor para países menores ou com dificuldades econômicas.

Além disso, quando um membro enfrenta uma crise, os efeitos acabam sendo compartilhados por todo o bloco. Em determinados momentos, países precisam aceitar políticas de austeridade, inflação ou contribuições financeiras para preservar a estabilidade da união, mesmo que essas medidas não sejam as mais vantajosas para seus próprios cidadãos.

Para países pequenos, especialmente aqueles com economias menos diversificadas, existe o risco de se tornarem dependentes do mercado comum sem possuir peso político suficiente para influenciar as decisões. Eles acabam seguindo regras definidas principalmente pelas maiores economias e, muitas vezes, apenas absorvendo as consequências dessas decisões.

Na minha visão, o mais adequado seria um bloco voltado exclusivamente para a livre circulação de mercadorias, serviços e pessoas, sem a necessidade de uma centralização monetária ou política. É comum ouvir o argumento de que o livre comércio entre os países da União Europeia só foi possível graças à integração econômica e à moeda comum. No entanto, esses mesmos países poderiam estabelecer acordos de livre comércio sem abrir mão de parte de sua soberania monetária e fiscal.Em outras palavras, a cooperação econômica não exige necessariamente uma união política e monetária tão profunda. Países podem reduzir tarifas, facilitar investimentos e ampliar o comércio por meio de tratados, preservando a autonomia para conduzir suas próprias políticas econômicas.

Na prática, a crítica é que a União Europeia criou um sistema em que problemas econômicos de um país podem atingir todos os demais. Quando surgem crises, inflação ou dificuldades fiscais, os custos acabam sendo compartilhados pelo bloco, fazendo com que economias mais sólidas também sejam afetadas por decisões tomadas para preservar a estabilidade da união.

O que faz Trump odiar tanto a Ucrânia?

O que faz Trump odiar tanto a Ucrânia?

Do que eu li, foram

  • medo da Rússia colapsar e isso gerar uma nova onda de eslavos indo para a Europa, sobrecarregando cidades que já estariam saturadas, inclusive com imigração africana

  • Trump teria uma relação íntima com Putin alguns dizem que Putin ajudou Trump a chegar à Casa Branca e também no início da sua riqueza

  • pouca fabricação de armamentos no próprio país, já que alguns afirmam que o alto custo do Patriot influenciaria isso.

Foi isso que eu me lembro.

Claro que Trump faz de tudo para prejudicar a Ucrânia, não enviando equipamentos e fingindo que vai dar apoio, mas demorando. Para ser honesto, isso não é exclusivo do Trump, Biden também fez isso, mas agora está mais claro do que nunca que Trump faz isso de forma deliberada, como se fosse brincadeira, enquanto já ocorreram ataques com mortes de civis em Kiev, e ele poderia ter enviado equipamentos.

u/ObjectiveResearch567 — 2 days ago

Metade do mundo não é ocidental, mas se acha ocidental só porque está na esfera de influência dos EUA.

Metade do mundo não é ocidental, mas muitas sociedades passaram a se enxergar como parte do Ocidente simplesmente por estarem inseridas na esfera de influência política, econômica, militar e cultural dos Estados Unidos. Essa identificação, no entanto, nem sempre resiste a uma análise mais profunda. Existe uma diferença significativa entre pertencer a uma civilização e estar submetido ou integrado a uma determinada ordem internacional.

Ao longo do século XX, especialmente após a Segunda Guerra Mundial e durante a Guerra Fria, os Estados Unidos consolidaram uma posição de liderança sem precedentes. Sua influência ultrapassou a dimensão militar e econômica, alcançando o entretenimento, a educação, a tecnologia, a produção científica, a comunicação e até mesmo a maneira como diferentes povos passaram a interpretar a história e a política. Hollywood, as grandes empresas de tecnologia, universidades de prestígio, organismos internacionais e a predominância do inglês como língua global contribuíram para criar a percepção de que a experiência ocidental representava um modelo universal de desenvolvimento.

Como consequência, muitos países passaram a reproduzir referências culturais e políticas importadas, frequentemente relegando a segundo plano suas próprias tradições, identidades e formas de organização social. Em alguns casos, a modernização foi confundida com ocidentalização. O sucesso econômico de determinadas nações passou a ser associado não apenas à adoção de determinadas instituições, mas também à assimilação de símbolos, valores e costumes oriundos do mundo anglo-americano.

Entretanto, essa percepção ignora que a maior parte da humanidade possui raízes históricas completamente distintas. Civilizações como a chinesa, a indiana, a islâmica, a persa, a africana e diversas tradiárias da América Latina desenvolveram filosofias, estruturas políticas, religiões e sistemas culturais muito antes da ascensão dos Estados Unidos como potência global. Essas tradições continuam moldando bilhões de pessoas, mesmo quando convivem com produtos culturais, tecnologias e instituições de origem ocidental.

Na América Latina, esse fenômeno se manifesta de maneira particular. Embora muitos países compartilhem aspectos da herança europeia, como as línguas ibéricas e determinadas instituições jurídicas, sua formação histórica resulta da interação entre povos indígenas, africanos e europeus. Ainda assim, não é raro encontrar quem interprete qualquer debate internacional exclusivamente sob a ótica de Washington ou de outras capitais ocidentais, como se seus interesses fossem naturalmente os mesmos dos países centrais. Essa postura pode obscurecer os interesses nacionais e regionais, além de reduzir a capacidade de formular políticas externas baseadas na própria realidade.

Ser influenciado por uma potência não equivale a fazer parte de sua identidade civilizacional. Da mesma forma que consumir filmes americanos, utilizar redes sociais criadas no Vale do Silício ou participar do sistema financeiro internacional não transforma automaticamente uma sociedade em "ocidental", alianças geopolíticas também não redefinem séculos de história, cultura e formação social.

O mundo contemporâneo caminha para uma configuração cada vez mais multipolar, na qual diferentes centros de poder disputam influência econômica, tecnológica e diplomática. Nesse contexto, torna-se cada vez mais importante distinguir cooperação internacional de identificação cultural. Países podem manter relações estratégicas com os Estados Unidos, com a Europa, com a China ou com qualquer outra potência sem necessariamente abandonar sua própria identidade histórica.

O verdadeiro desafio não está em rejeitar o Ocidente nem em idealizar outras civilizações, mas em reconhecer que nenhuma delas possui o monopólio da verdade, do progresso ou da legitimidade histórica. A diversidade de experiências humanas demonstra que existem múltiplos caminhos para organizar sociedades, desenvolver economias e construir instituições. Confundir hegemonia com universalidade é um erro que empobrece a compreensão do mundo e reduz a complexidade da história a uma única perspectiva.

Talvez seja justamente essa a maior consequência da hegemonia cultural: fazer com que povos que nunca foram ocidentais passem a acreditar que sempre fizeram parte do Ocidente. Quando isso acontece, deixam de olhar para si mesmos como sujeitos de sua própria história e passam a interpretar sua identidade através das lentes de uma civilização que, embora extremamente influente, representa apenas uma entre várias tradições que compõem a humanidade.

u/ObjectiveResearch567 — 2 days ago

O Ocidente só se fode.

O Ocidente muitas vezes acaba em desvantagem justamente porque permite
um nível maior de liberdade política e de expressão do que outros
países. Essa liberdade amplia o debate público e facilita críticas
constantes às próprias instituições, o que pode gerar maior polarização e
tornar a sociedade mais vulnerável a campanhas de desinformação e
ataques midiáticos. Em contrapartida, regimes mais fechados conseguem
controlar a narrativa e limitar críticas internas. No entanto,
frequentemente enfrentam outros desafios, como corrupção, menor
transparência, ineficiência estatal e dificuldades para corrigir erros
de governo, na economia. Se analisarmos a história de forma ampla,
veremos que praticamente todas as grandes nações cometeram atrocidades
em algum momento. Acho curioso quando algumas pessoas, especialmente no
Brasil, criticam apenas os Estados Unidos e tratam a China ou outras
potências como se fossem moralmente superiores. Essa visão acaba
ignorando um princípio básico da geopolítica: os Estados não são agentes
morais; eles existem, antes de tudo, para defender seus próprios
interesses, sua segurança e sua influência.

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outro papo

É engraçado como existem tantos jogos, vídeos e outras mídias que criticam apenas os EUA, mas ignoram figuras importantes da política e outros países que também destruíram a vida de milhões de civis.

Por exemplo, fala-se muito das ações dos EUA, mas quase nunca se menciona que mais de 10 mil civis morreram durante a invasão chinesa do Vietnã em 1979. Aposto que muitos leitores nem sabiam que a China invadiu o Vietnã após a saída dos EUA, em parte para apoiar o regime do Khmer Vermelho, um grupo comunista responsável por atrocidades comparáveis às de diversas milícias armadas que ainda existem em partes da África.

Outro exemplo é a Guerra Polaco-Soviética. Em 1919, logo após a formação da União Soviética e em meio ao caos do pós-Primeira Guerra Mundial, Vladimir Lenin buscou expandir a revolução para o oeste, o que levou ao conflito com a Polônia. A ofensiva soviética fracassou, e a guerra terminou com a perda de territórios que incluíam partes da atual Ucrânia e Belarus. As tensões na região permaneceram por décadas e contribuíram para o contexto que culminou na invasão da Polônia em 1939.

Ao longo da história, vemos o Ocidente apoiando grupos armados no Afeganistão e sustentando ditaduras quando isso atendia aos seus interesses. Da mesma forma, outras potências também cometeram invasões, massacres e intervenções. Não existem "santos" na política internacional.

Portanto, a discussão mais saudável não é decidir qual lado é "bom" ou "mau", mas refletir até que ponto a liberdade de expressão, o poder do Estado e os interesses geopolíticos podem coexistir sem comprometer os direitos e a vida das pessoas.

u/ObjectiveResearch567 — 2 days ago

Bonzinho sempre se foda. (Não é sobre relacionamento)

Bonzinho sempre se foda. (Não é sobre relacionamento)

Hans-Hermann Hoppe explica isso no livro Democracy: The God That Failed. Ele não fica no papo furado ideológico. Vai no osso democracia não é o "governo do povo". É um governo de propriedade pública. Tipo uma empresa que ninguém realmente dona, mas todo mundo acha que pode tirar uma fatia. O presidente (ou o político de plantão) é só um zelador temporário. Ele não herda o "patrimônio" do Estado, não pode vender, não passa pros filhos. O que ele tem é o uso atual do poder. Então, qual é o incentivo dele? Maximizar o ganho agora, durante o mandato curto, mesmo que destrua o futuro. Gasta pra caralho, cria dívida, compra voto com promessas, infla o Estado com regulamentos e benefícios pra grupos de pressão. Depois passa o problema pro próximo.

https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2025/03/12/cnj-suspende-compra-de-50-iphones-16-pro-max-para-desembargadores-do-maranhao.ghtml

CNJ suspende compra de 50 iPhones 16 Pro Max para desembargadores do Maranhão

Na prática, os 50 iPhones seriam usados para garantir que houvesse ciclo do dinheiro dentro do Estado. Mesmo que você seja mais eficiente e gaste menos a cada gestão, o único otário é você. Aos poucos, a União vai diminuindo seu orçamento, o que leva a mais burocracia para tentar aumentá-lo. Portanto, ser ineficaz está no sangue da União brasileira.

Ser bonzinho nessa situação se torna lixo, como ser o nerd da sala ninguém se importa, mas todos conversam com ele apenas para garantir algo. Melhorar a economia temporariamente para depois retornar ao desejo de algo mais importante, como guerras, ganhos, benefícios sociais e demais condições.

Ser bonzinho e melhorar a economia, na prática, não importa para a população. Você é apenas uma peça de um quebra-cabeça maior. Mesmo que deixe tudo no verde, com superávit, você continua sendo lixo para a população, pois as pessoas adoram teatro e irão, sumariamente, para o político que mais vender propostas, por mais leprosas que sejam, em busca de alguma vantagem.

u/ObjectiveResearch567 — 2 days ago

Alguém aqui já jogou?

Comprei agora e estou pensando em zerar neste fim de semana. Sem spoilers, o que vocês acharam? É bom?

u/ObjectiveResearch567 — 4 days ago

Até que ponto GTA VI vai ser tudo isso?

Até que ponto vai ser GTA 6?

Temo que seja o cenário tão comum na indústria de games:

  • Vários participantes importantes do projeto saindo no meio da produção (a equipe responsável por GTA 5 e Red Dead Redemption 2 foi embora)
  • Gastos absurdos de dinheiro
  • Tempo absurdo de desenvolvimento
  • Trailers maravilhosos.

O que estamos vendo com os olhos é tipo um Opala todo remexido por dentro, sem saber até que ponto a estrutura do carro está toda ferrada. Já estamos comprando do nosso dono e amigo e temos um moral com ele. Sei lá, eu vejo o GTA 6 não tão absurdo, mas também não fudendo como um salto tecnológico gigantesco como todo mundo está afirmando. Questiono se todas as pessoas vão ver o que tanto esperam.

Como usuário antigo de games, já vi essas mesmas características em jogos de empresas grandes e pequenas. A Ubisoft só começou a virar o lixo que é hoje quando começou a ter exatamente esse tipo de problema na história da empresa. Mas caso discorde, de boa. Bora ver até novembro. Eu vou continuar com meu ceticismo em relação ao novo GTA 6.

u/ObjectiveResearch567 — 5 days ago

Em toda a minha vivência, quem mais diz que é contra alguma coisa e tenta posar de moralista costuma ser quem menos pratica o que prega.

Em toda a minha vivência, quem mais diz que é contra alguma coisa e tenta posar de moralista costuma ser quem menos pratica o que prega.

Eu tenho um ódio dessas pessoas que vivem dizendo que são antiálcool, anticigarro ou antidrogas. Tudo bem você não usar, isso é uma escolha pessoal. Mas ficar publicando isso o tempo todo para os outros, como se fosse superior ou mais correto, muitas vezes passa a impressão de que está tentando convencer mais a si mesmo do que aos demais. Esse moralismo exagerado me incomoda.

Não acho que haja problema em defender um estilo de vida saudável ou incentivar boas escolhas. O problema é quando isso vira uma forma de julgar os outros ou de construir uma imagem de virtude. Quem realmente segue seus princípios normalmente não precisa ficar anunciando isso o tempo todo.

O que me irrita é quando o discurso parece servir apenas para parecer moralmente superior.

u/ObjectiveResearch567 — 6 days ago

Até que ponto tudo o que pode ser construído deve ser criminalizado?

Diante dos avanços tecnológicos, é evidente que aquilo que pode ser usado de forma letal tende a se tornar cada vez mais acessível no cotidiano. Antigamente, era necessário possuir um conhecimento intermediário ou avançado em metalurgia para fabricar uma arma, além de dominar a produção de pólvora. Hoje, com impressoras 3D, parte dessa dificuldade já foi reduzida.

Isso demonstra que, mesmo impondo restrições legais, sempre haverá civis, policiais, militares, criminosos e até estupradores que conseguirão fabricar ou obter suas próprias armas graças ao avanço tecnológico.

Se observarmos os Estados Unidos, por exemplo, é relativamente raro que criminosos utilizem armas legalmente registradas em seus crimes. Afinal, isso apenas facilitaria sua identificação. Com a evolução das impressoras 3D, materiais mais resistentes e precisos, e a possível popularização, nas próximas décadas, de impressoras capazes de trabalhar diretamente com metais, substituindo parte dos processos tradicionais de metalurgia, essa tendência tende a se intensificar.

Portanto, surge uma discussão interessante: até que ponto faz sentido criminalizar tudo aquilo que pode ser construído com tecnologias cada vez mais acessíveis?

Na minha visão, a situação é injusta. Raramente vemos um cidadão comum matando um criminoso. Pelo contrário ao lado da minha casa, um padeiro fechava sua loja quando um ladrão a roubou e o matou com um tiro no olho. Casos como esse fazem muitas pessoas sentirem que existe um enorme desequilíbrio entre quem segue a lei e quem a ignora.

Se uma pessoa não quer possuir uma arma, tudo bem, essa deve ser uma escolha individual. Mas eu quero ter esse direito.

Mesmo que governos tentem criar mais burocracias, restrições ou mecanismos técnicos para impedir esse tipo de fabricação, dificilmente isso será totalmente eficaz. A tecnologia acaba sendo contornada, modificada ou aprimorada. Essa é justamente uma das características da inovação: sempre surgem novas soluções capazes de superar limitações anteriores.

Por isso, considero importante preservar um ambiente com ampla liberdade para pesquisa, desenvolvimento e inovação. À medida que a tecnologia evolui, torna-se cada vez mais difícil controlar completamente o conhecimento e as ferramentas disponíveis. A discussão, então, talvez devesse deixar de ser apenas sobre proibir determinadas tecnologias e passar a considerar quais formas de regulamentação realmente conseguem reduzir crimes sem impedir o progresso tecnológico ou restringir desnecessariamente as liberdades individuais.

https://www.boletimdaliberdade.com.br/2019/03/07/maioria-das-armas-usadas-em-crimes-nos-eua-e-do-mercado-negro/

Maioria das armas usadas em crimes nos EUA é do mercado negro

https://br.3dsystems.com/how-does-metal-3d-printing-work

Como funciona o processo de impressão 3D de metal?

u/ObjectiveResearch567 — 6 days ago
▲ 117 r/DebatesBr

O maior problema do Brasil sempre será a política, nunca a própria vida das pessoas.

Estava imaginando como seria explicar para um estrangeiro o que é viver no Brasil. Eu diria que a sociedade brasileira está moralmente e socialmente falida.

Em vez de encarar a realidade como o fato de precisarmos trabalhar quase três dias apenas para comprar o básico do mercado —preferimos discutir futebol, a crise política entre a esquerda e uma pseudo-direita que representa mais do mesmo, ou perder tempo acompanhando a briga de dois caras que criaram um podcast e agora não conseguem se entender.

O resultado é óbvio um país que tinha tudo para dar certo, mas continua preso aos mesmos problemas enquanto a população se distrai com assuntos que pouco mudam sua vida. Em termos de desenvolvimento, o Brasil fica muito abaixo do potencial que possui.

Parece que a coisa mais comum na vida do brasileiro é tratar afirmações como fatos. Se viu no TikTok, é verdade. Se viu no YouTube, é verdade. Não importa a lógica, as evidências ou os livros que discutem o assunto.

A maioria mal entende o básico de economia, mas, depois de assistir a um vídeo de um minuto no TikTok, já se acha um especialista, ignorando até mesmo exemplos óbvios da realidade. Em vez de buscar conhecimento, prefere confirmar aquilo em que já acredita.

u/ObjectiveResearch567 — 7 days ago

Farmer-themed modpack

I'm looking for a modpack with lots of animals and mods that make farming more realistic. I'd like it to have meaningful mechanics and consequences, such as crops struggling to grow or even failing if they're planted in the wrong season. I'd also like plenty of trading and commerce features with villagers.

Basically, I just want to build my farm, live a peaceful life, and take care of it.

reddit.com
u/ObjectiveResearch567 — 7 days ago